Angela Natel On terça-feira, 22 de novembro de 2016 At 01:49
- "Raça de víboras, que vos induziu a fugir da ira vindoura?" (Mt 3:7).
- "Deixa de ser grosseiro. Sou evangélico. Você está me tratando como se eu fosse um pecador. Conheço teologia".
- "Quem tiver duas túnicas, reparta com quem não tem; e quem tiver comida, faça o mesmo" (Lc 3: 10).
- "Deixa de mi mi mi".
Diz a Bíblia: "Também soldados lhe perguntaram: E nós, que faremos? E ele lhes disse":
- "A ninguém maltrateis, não deis denúncia falsa e contentai-vos com o vosso soldo" (Lc 3:14).
- "Você é dos direitos humanos, não é? Gosta de bandido?, leva pra casa. Direitos humanos para humanos direitos".
Não é à toa que ele declarava que aquela sociedade precisava tomar banho.
"... e eram batizados por ele no rio Jordão, confessando seus pecados...". Ele também dizia: "Já está posto o machado à raiz das árvores; toda árvore, pois, que não produz bom fruto é cortada e lançada ao fogo" (Mt 3:10).
Não há espaço para a pregação de João Batista nem na sociedade brasileira, nem em grande parte da igreja, nem em muitas conferências teológicas realizadas no Brasil.

Antônio Carlos Costa
https://www.facebook.com/AntonioCarlosAlvesdeSaCosta

0 comentários:

Liberdade de Expressão


É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se:
“é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença"(inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da"argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.