Angela Natel On sábado, 30 de julho de 2016 At 07:41
Hermes C. Fernandes: A vergonhosa falácia da "Ideologia de Gêneros": Por Hermes C. Fernandes Sempre que me deparo com um tema que esteja sendo execrado pela bancada evangélica, trato de colocar a barba ...
Angela Natel On quinta-feira, 28 de julho de 2016 At 04:56
Hermes C. Fernandes: Aprenda com Deus a liquidar de vez os seus inimigo...: Por Hermes C. Fernandes Quem não gostaria de livrar-se de vez dos seus inimigos? Pois para espanto de muitos, a receita pra isso po...
Angela Natel On domingo, 24 de julho de 2016 At 05:24
Angela Natel On sábado, 23 de julho de 2016 At 07:20

Chegaram os primeiros exemplares do livro: "Teologia da Reforma", de Angela Natel, pela Editora Intersaberes!

Ao realizarmos uma análise diacrônica dos processos responsáveis pelo desenvolvimento da teologia que deu base à Reforma Protestante, lançamos um desafio de reflexão acerca desse movimento e seus 500 anos.
Nesse sentido, objetivamos compreender as condições que, atualmente, no Brasil, circundam aIgreja Cristã - exercício fundamental para pensarmos a necessidade de novos caminhos e novas posturas em nosso próprio comportamento.
Sendo assim, não se trata de estabelecer quais espiritualidades devem ser consideradas relevantes, mas de provocar um olhar crítico e honesto para nós mesmos e nossas práticas cotidianas.

Você pode adquirir seu exemplar diretamente pelo e-mail 
atendimento@livrariaintersaberes.com.br
Entrega para todo o Brasil!




Angela Natel On sexta-feira, 15 de julho de 2016 At 03:11
jesus, o maior feminista que já existiu: Negar a igualdade de direitos das mulheres é negar o nosso amor a elas. É não cumprir o que Jesus disse ao tratá-las como gostaríamos de ser tratados.
Angela Natel On quarta-feira, 13 de julho de 2016 At 06:19
Hermes C. Fernandes: Teste de DNA - Quem é o pai do ROCK, afinal?: Por Hermes C. Fernandes Hoje se comemora o Dia Mundial do Rock, instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) como uma homenag...
Angela Natel On terça-feira, 12 de julho de 2016 At 07:15
Hermes C. Fernandes: A melhor maneira de descobrir um cristão fake: Por Hermes C. Fernandes Tempos atrás, assisti a uma entrevista de um blogueiro que criou uma personagem fake , com o objetivo ...
Angela Natel On segunda-feira, 11 de julho de 2016 At 08:45
Hermes C. Fernandes: De Letícia Sabatella a Ariovaldo Ramos: As novas v...: Por Hermes C. Fernandes Em tempo de polarização política, era de se esperar que voassem farpas para todo lado. O problema se agrav...
Angela Natel On domingo, 10 de julho de 2016 At 08:01
Angela Natel On terça-feira, 5 de julho de 2016 At 05:37
Angela Natel On segunda-feira, 4 de julho de 2016 At 08:17




Ao pensar sobre o que escrever a respeito do valor dos missionários de base bem como de seu trabalho, não deixo de me constranger pelo fato de que estou, no momento, sem dúvida alguma, advogando em causa própria.
Infelizmente, ainda que meu envolvimento com missões tenha se dado efetivamente desde os anos 90, até agora - quando me vejo em situação de missionária de base - não tinha parado para refletir nas implicações e adversidades que esta condição acarreta.
Pensar que a Igreja, como um todo, tem a responsabilidade por ser testemunha de Cristo a todas as etnias parece algo fácil, sem muitos desafios. Entretanto, com tantas ênfases teológicas e ministeriais que surgiram nos últimos anos, a compreensão da Missão de Deus em Se revelar aos povos também através de Sua Igreja (os cristãos) tem dado lugar a um ativismo sem precedentes, uma busca por encher espaços com pessoas que compartilhem de um mesmo padrão de comportamento.
Porém, ainda há aqueles que permanecem firmes no entendimento de que Cristo é a Palavra viva de Deus ao mundo, e que esta Palavra precisa ser testemunhada, vivida, traduzida e anunciada às diferentes culturas humanas. Estes, que fazem parte da Igreja de Cristo como um todo no mundo, selecionam alguns que podem fisicamente se deslocar até as regiões mais distantes a fim de ser o braço estendido da Igreja no local.
Para preparar adequadamente estas pessoas é que muitas agências missionárias existem, não apenas conscientizando a Igreja de sua responsabilidade missionária, mas equipando com ferramentas adequadas os que vão e disponibilizando um respaldo no campo de destino, além de, muitas vezes, ajudar na intermediação entre o enviado com sua Igreja local.
Para tanto, as bases missionárias possuem estruturas capazes de abrigar missionários em trânsito, oferecer cursos de treinamento, aperfeiçoamento e reciclagem/atualização, dentro de necessidades específicas para o trabalho missionário eficaz. Essas ferramentas podem englobar ajuda linguística, missiológica, antropológica e ainda cuidado pastoral específico quando há emergências.
Entretanto, a Igreja Brasileira não age de forma que demonstre consciência da real necessidade de missionários que estejam em tempo integral servindo nestas bases missionárias, uma vez que pouco ou nada se fala sobre a condição de missionários de base, e muitos dos que assim servem se encontram em inúmeras dificuldades práticas, seja na área de saúde ou financeira, seja ficando isolado, sem nenhum tipo de contato ou cuidado pastoral ou emocional.
Os líderes e pastores de nossas igrejas sabem da necessidade do discipulado e pastoreio, mas qual é o real esforço nesse sentido para com os missionários que estão tanto no campo quanto em uma base missionária?
As igrejas entendem a necessidade de fidelidade no sustento de missionários transculturais, mas qual o entendimento e nível de comprometimento destas mesmas igrejas com a manutenção de sustento para os missionários que servem integralmente em uma base? Isto sabendo que as agências missionárias atuam sem fins lucrativos e são mantidas por doações voluntárias. Portanto, quem mora em uma base tem as mesmas (ou, às vezes, até maiores) necessidades de um missionário no campo, no que diz respeito a gastos com moradia, energia, água, alimentação, higiene e saúde física e emocional. Assim, a agência, em si é apenas uma estrutura mantida pelas Igrejas, e cabe a cada missionário que vive na base ter seu próprio sustento para todas as despesas.
Em minha experiência pessoal, por exemplo, mudei-me para a base da Associação Linguística Evangélica Missionária - Missão ALEM - em novembro de 2015, no intuito de servir junto ao Departamento de Cursos para o treinamento de quem vai a diferentes partes do mundo. Quando vim para a base, tinha o compromisso de inúmeras pessoas e algumas comunidades locais, a maior parte de minha cidade natal. Entretanto, já houve meses em que um terço do sustento mínimo necessário não me foi repassado, o que trouxe inúmeras dificuldades para minha manutenção. Graças a Deus, permaneço firme no propósito pelo qual fui chamada, ainda que eu tenha precisado colocar de lado necessidades urgentes de saúde, como a cirurgia de vesícula que preciso no momento.
Se formos pensar no valor do trabalho de um missionário de base, ainda podemos ir mais longe: muitos precisam continuar em seus estudos para poder servir melhor aos que estão vindo para serem treinados e enviados a campos transculturais. Além de uma formação de qualidade, o missionário de base, em geral, deixa de lado cargos acadêmicos para poder servir integralmente na base, o que acarreta em perdas financeiras.
Ainda que em uma base missionária, muitos estão longe de seus familiares e cidades natais, o que resulta em isolamento e vulnerabilidades. Essa condição facilmente traz o esquecimento da Igreja local a respeito do missionário que está longe, mas em uma base, e torna-se muito fácil que aqueles que um dia se comprometeram a sustentá-lo venham a esquecê-lo com o passar do tempo.
Creio que já é hora da Igreja Brasileira falar sobre os missionários de base, visitá-los para entender sua condição e assumir uma postura com relação a eles. Essa busca desenfreada por resultados que tragam alguma repercussão para a Igreja local em nada se encaixa com a posição de testemunhas de Cristo, que é nosso verdadeiro chamado como cristãos.
Ainda que essa mensagem não traga resultados efetivos em minha vida pessoal e serviço, espero, de coração, que ajude a Igreja como um todo a olhar nos olhos daqueles que têm deixado tudo, inclusive suas ambições pessoais, para viver no serviço e treinamento daqueles que estão alcançando os confins da terra. Ao olhar nos olhos do outro podemos compreender melhor suas necessidades ao mesmo tempo em que descobrimos o chamado de Cristo para nossas vidas - assim como Ele se entregou em nosso favor, podemos nos entregar uns pelos outros.
Que o Senhor Jesus continue sendo glorificado, e que seja por Ele e para Ele nossas vidas, nosso serviço e nosso chamado.
Em Cristo
Angela Natel
Banco do Brasil
Agência 2823-1
C/C: 40006-8
Angela Natel On sábado, 2 de julho de 2016 At 05:12


“…conflitos externos e temores internos. Deus porém consolou-nos com a chegada de Tito”
(II Co 7.5,6)
Panorama
O suicídio de pastores, líderes e filhos de líderes cresce e preocupa, tendo sido até batizado de “onda de suicídios”, mesmo não sendo algo novo. Há registros bíblicos de líderes como Sansão, Saul e Judas que tiraram suas vidas. Van Gogh, que além de pintor foi pastor, é um dos mais famosos a aplicar a pena capital contra si mesmo.
Nos últimos anos, vários pastores americanos tiraram suas vidas e, assim como no Brasil, o fato passa a ter certa frequência.
O que está acontecendo com os que estão na função de cuidado, mas não conseguem administrar suas próprias demandas? Por que pessoas que já ajudaram a tantos, desistem da própria vida? De acordo com o Instituto Schaeffer, “70% dos pastores lutam constantemente contra a depressão, 71% se dizem esgotados, 80% acreditam que o ministério pastoral afetou negativamente suas famílias e 70% dizem não ter um amigo próximo”.
Motivos
A causa mais comum noticiada para o suicídio de pastores e líderes, é a depressão associada a esgotamento físico e emocional, traições ministeriais, baixos salários e isolamento por falta de amigos.
Sim, pastores têm poucos amigos, e às vezes nenhum. Isso é visível em reuniões nas quais a maioria conta proezas, sucessos, vitórias e conquistas na presença dos demais, num clima de competição para mostrar que possui êxito no exercício ministerial. Entretanto, quando a conversa é íntima, o sofrimento se revela. Boa parte está cansada, desanimada, chateada com a igreja e com a liderança. Muitos possuem dificuldades no cuidado com a família e as finanças de alguns estão desequilibradas.
Isso acontece, em parte, porque pastores contemporâneos são cobrados como executivos ou técnicos de clubes de futebol, que precisam oferecer resultados numéricos às suas instituições. Caso contrário perdem seus membros, emprego, salário, moradia e sustento da família. É uma pressão enorme sobre os ombros de um ser humano.
A figura do pastor-pai-cuidador está escassa; aquele que expõe a Palavra à comunidade-família, aconselha os que sofrem e cuida dos enfermos e das viúvas. Há uma crise de identidade funcional entre o chamado pastoral e as exigências do mercado religioso institucional.
Possibilidades
Ao olhar as palavras de Paulo no texto acima citado, percebe-se como o Senhor usou a chegada de Tito para consolá-lo, quando ele passava por conflitos internos e externos. Há alguns anos, a psicóloga Fátima Fontes, quando perguntada sobre livros que pudessem ajudar em momentos difíceis, respondeu com brandura e firmeza: “Nesses momentos, não precisamos de livros, precisamos de amigos”. É verdade, parece que é isso que o apóstolo deseja ensinar, quando menciona a chegada de Tito, bem como o pedido que faz a Timóteo em uma carta, no final de sua vida: “traga Marcos com você porque ele me é útil” (II Tm 4.11). É notável que nos versos seguintes ele pede a capa, os pergaminhos e os livros. Mas primeiro ele precisava de uma pessoa, Marcos. Como diz o Ed René Kivitz: “pessoas precisam de Deus, mas pessoas também precisam de pessoas”. Foi “a chegada de Tito” que consolou o apóstolo Paulo, e era Marcos, acima da capa e dos livros, que teria mais utilidade.
É urgente que se perceba a humanidade limitada e finita de pastores e líderes e que passos sejam dados por indivíduos e instituições, para melhorar a qualidade de vida dos que servem ao corpo de Cristo.
Pastores:
  • Fazer algo que traga alegria, prazer: ver filmes, pescar, caminhar, nadar, dançar, viajar. Atividades que o façam se sentir mais humano;
  • Encontrar um amigo que o aceite como é, com suas bobagens e defeitos, com quem se possa jogar conversa fora e não se saiba explicar o porquê da amizade. Ela apenas existe, nada mais, sendo inclusive possível fora de sua igreja local;
  • Encontrar um conselheiro ou terapeuta de confiança para abrir a alma. Pessoas de confiança, “Titos” e “Marcos” são imprescindíveis nas horas difíceis, diante das lutas da vida que parecem invencíveis.
Instituições:
  • Promover encontros de pastores que possuam caráter terapêutico/curador. Com facilitadores habilitados na condução de compartilhamento de emoções que afetam a vida pastoral;
  • Diminuir as pressões de resultados sobre a função pastoral. Pastor não é um executivo, nem técnico de futebol, mas um cuidador do rebanho-família;
  • Estabelecer um padrão mínimo de orçamento-salário pastoral, para que ele e sua família não sofram privações.Que o Senhor continue a prover sobre seu rebanho “pastores segundo o seu coração”.Amém!!!
Marcos Quaresma

Marcos Quaresma

Missionário em SEPAL
Psicólogo em formação, mestre em aconselhamento pastoral, assessor famílias, bacharel em teologia e pós-graduado em psicopedagogia.

Casado desde 1984 com Rosélia, 3 filhos, conselheiro de casais desde 1988 e missionário da SEPAL.

E-mail: marcosquaresma@sepal.org.br

Fonte: http://sepal.org.br/blog-sepal/suicidio-de-pastores-e-lideres-uma-reflexao-necessaria/

Liberdade de Expressão


É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se:
“é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença"(inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da"argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.