Angela Natel On terça-feira, 31 de maio de 2016 At 10:44
Hermes C. Fernandes: Um encontro entre Paulo e Freud - Para além da cas...: Por Hermes C. Fernandes  Dentre os rituais prescritos na lei mosaica, nenhum era mais radical do que a circuncisão. Trata-se de ...
Angela Natel On At 07:34
Angela Natel On At 06:55
CRENTELHOS!!!: A VERDADE SOBRE O DIZIMO.: A verdade sobre o Dizimo que poucos conhecem, vamos aprender juntos??? Obs: NÃO SOU CONTRA DAR O DIZIMO, CASO ALGUÉM QUISER, ESTOU A d...
Angela Natel On segunda-feira, 30 de maio de 2016 At 10:17
A CULTURA DO ESTUPRO está presente quando a gente passa por um texto que fala do estupro coletivo covarde de uma jovem, entregue a tantos homens, pelo seu próprio pai, não torna isso um ponto de partida para discutir a fragilidade e condição vulnerável da mulher, desde sempre, na nossa tradição judaico-cristã (Juízes 19:24-29).
A CULTURA DO ESTUPRO está presente quando a gente consegue ignorar a história de uma mulher como Agar, negra, escrava de Sara e de Abraão, que é não só violentada pelo patrão, a pedido de sua patroa, como é expulsa por Sara, com o pequeno Ismael nos braços, por causa do ciúme desta que é nossa matriarca da fé cristã, ao lado de Abraão, pai da fé. Somente Deus intervém por ela. Nós invisibilizamos a sua história, porque a de Sara e sua família perfeita é mais importante (Gênesis capítulos 16 e 25).
A CULTURA DO ESTUPRO se manifesta quando a gente continua exaltando Davi como homem segundo o coração de Deus e menospreza o fato dele ter coisificado, sexualizado, objetificado uma mulher, Bate-Seba, companheira de um soldado seu, à ponto de armar para este homem uma armadilha de morte, para ele, como rei, ficasse com sua mulher. A mulher coagida por um homem do poder, seduzida, abusada (2Samuel 11:2-3).
A CULTURA DO ESTUPRO É QUANDO a gente continua lendo o livro de Oséias com essa mesma ilustração machista e medíocre, em que Oséias, homem, é o sujeito honesto e puro, que se relaciona com Gomer, mulher, prostituta, que serve para ilustrar a infidelidade do povo de Israel. A gente não entende que o que se contrapõe a Deus não é a vida de Gomer, mas a condição a que ela chega, fruto do contexto social conduzido pelo próprio estado e a religião, que juntos, usam a prostituição. O Estado usava as festas religiosas para tal (livro de Oséias).
A CULTURA DO ESTUPRO está quando a gente continua culpabilizando a mulher no capítulo 8 do Evangelho de João, assumindo a fala de sua acusação de adultério, mesmo o texto mostrando o machismo violento e arrogante dos homens, velhos e jovens, que a trouxeram para cumprirem com satisfação a lei que os livravam de qualquer responsabilidade de violação contra as mulheres, mas puniam esta por qualquer reivindicação de decisão sobre o corpo (João 8:1-11).
A CULTURA DO ESTUPRO ESTÁ NO ARCABOUÇO dessa leitura que não nos choca, e não nos serve de nenhuma ilustração, o fato do grande sacerdote Esdras, ter proposto como solução para recuperação da fidelidade do povo de Israel a Deus, a expulsão de TODAS as mulheres estrangeiras junto com os seus filhos, para purificar o povo. Matrimônios desfeitos, mulheres largadas solitariamente para fora do território, para que o povo (na verdade os homens) fossem purificados. Coisa que Hitler fez, e achamos um absurdo (Esdras capítulos 9 e 10).
A CULTURA DO ESTUPRO DESCANSA SOB A SOMBRA da interpretação em que continuamos nos digladiando discutindo o protagonismo das mulheres na Igreja. Homens decidindo se elas devem ou não ter, devem ou não falar, etc. E continuamos com essa medíocre subalternidade da mulher justificada, de maneira não só machista mas também prepotente, pela leitura arcaica das palavras de Paulo (algumas duvidosamente atribuídas a ele) como em Coríntios (1Coríntios 14:33-35).
SÓ A CULTURA DO ESTUPRO justifica a gente não problematizar nos nossos sermões, situações como a vivida por Tamar, jovem não apenas abusada, violentada, sem direito sobre o próprio corpo, como impedida até de partilhar do prazer e do gozo da relação que tinha (Gênesis 38).
É VIOLÊNCIA ATRÁS DE VIOLÊNCIA. Silenciamento atrás de silenciamento. Marginalização atrás de marginalização. Mas a gente não vai ficar procurando isso na Bíblia. A gente não vai aceitar que digam que a Bíblia é lida sob a lente da mesma cultura machista e legitimadora do estupro diário sofrido por tantas mulheres e adolescentes. As histórias estão ali, mas a gente não aprendeu a discutir nada, a gente não pergunta. Mas afinal, são só mulheres. Nós vamos continuar passando por cima das violências por elas sofridas, e dizendo amém, mesmo que nossa hermenêutica machista contribua sutilmente para o arcabouço desta cultura. A cultura do estupro. É forte, mas é isso.

fonte: https://www.facebook.com/permalink.php?story_fbid=877091055734047&id=100002994815262
compartilhado por 
Vitor Kivitz
Angela Natel On sexta-feira, 27 de maio de 2016 At 10:00
Hermes C. Fernandes: Por que somos cúmplices do estupro coletivo daquel...: Por Hermes C. Fernandes Ao deparar-me com a triste notícia da adolescente estuprada por mais de trinta homens numa comunidade do ...
Angela Natel On quinta-feira, 26 de maio de 2016 At 05:15

E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. 

6 Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.
João 14:6

Mas, quando vier aquele Espírito de verdade, ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir. João16:13

Ainda meditando a respeito da Verdade, como podemos saber se estamos sendo ou não guiados por ela?
Na atualidade, nos dizemos cristãos, colocamos adesivos em nossos carros, vestimos camisetas e fazemos marchas com o nome de Cristo. Porém, nada disso é evidência de que somos guiados pela Verdade.
Uma vez que desejamos ser libertos...

Não somos guiados pela verdade...
            Quando tratamos como inimigo a quem devemos amar.
            Quando acusamos no secreto e aplaudimos em público.
            Quando pedimos e buscamos honra e glória para nós mesmos.
            Quando buscamos tirar vantagem em toda e qualquer situação.
            Quando usamos títulos (ainda que ‘cristãos’) para nos promover.
            Quando usamos o nome de Deus, de Sua obra e de Seu Reino em benefício próprio.
            Quando culpamos o outro por nossas decisões e atitudes.
            Quando nossa oferta é um peso e traz contenda entre nós.
            Quando usamos a Palavra e o nome de Deus uns contra os outros.
            Quando assumimos compromissos guiados por emoção, sem calcularmos o real preço a ser pago.
            Quando, em vez de nos alegrarmos com a conquista que o outro alcançou, procuramos o que podemos ganhar com isso.
            Quando não enxergamos que as coisas de maior valor não podem ser compradas com dinheiro.

Mas, como podemos saber se estamos sendo guiados pela Verdade?
A verdade é Cristo. Portanto, somente aquilo que o próprio Jesus falaria ou faria pode ser considerado viver na Verdade.
Assim...

Somos guiados pela Verdade...
            Quando decidimos amar incondicionalmente.
            Quando abençoamos sem cobranças.
            Quando buscamos a glória e a honra de Deus, não a nossa.
            Quando tratamos os outros como superiores a nós mesmos, independentemente de quem sejam (veja Filipenses 2:5-11).
            Quando não julgamos por aparência.
            Quando entendemos que santidade é marcada, fundamentalmente, no interior da pessoa, e não em seu exterior.
            Quando não ferimos com palavras.
            Quando somente assumimos compromissos pelos quais iremos zelar.
            Quando não fazemos as coisas para as pessoas, mas como para o Senhor.
            Quando nos responsabilizamos por nossas decisões e atitudes.
            Quando defendemos o outro em vez de expô-lo.
            Quando servimos o outro sem esperar reconhecimento.
            Quando perdoamos e ‘damos a outra face’ nas situações em que somos feridos.
            Quando recusamos receber ofertas, glória, títulos e honra que só a Deus pertence.
            Quando preferimos viver com pouco com o objetivo de repartir com quem precisa.
            Quando ofertamos somente de coração voluntário, isto é, sem esperar mérito ou reconhecimento.
            Quando buscamos a Palavra de Deus para sermos transformados.
            Quando só usamos o nome de Deus no que está claro em Sua Palavra.
            Quando permitimos que o outro seja abençoado sem que necessitemos aparecer.
            Quando temos a mesma atitude no particular e no público.
            Quando finalmente entendemos na prática que as coisas de maior valor não podem ser compradas com dinheiro.

Sermos guiados pela Verdade é viver como Jesus, falar como Jesus e buscar somente o que Ele buscaria.
A obra do Espírito Santo em nós é nos tornar parecidos com o Senhor Jesus, que é a Verdade! Eis o maior desafio para nós, cristãos...
Uma vida guiada pela Verdade não pensa na própria reputação, não busca os próprios interesses. O verdadeiro discernimento que vem do Espírito de Deus nos torna pessoas capazes de decidir com firmeza em favor do outro, e sermos fieis até a morte em nossas decisões – como Cristo fez.
Nossa vida de oração precisa resultar em atitudes responsáveis a fim de deixarmos de ser vítimas das circunstâncias para assumirmos nosso papel de abençoar a todos os que nos cercam ou estão ao nosso alcance.
Como Jesus, guiados pela Verdade, podemos olhar nos olhos de todo e qualquer ser humano e enxergar nele uma vida pela qual Jesus Cristo morreu – e nisso não há diferença entre homem e mulher, escravo ou livre (veja Gálatas 3:28).
É tempo de nos arrependermos de nossa vida vivida somente em função de nós mesmos.
Quando a honra é direcionada somente a Deus, sem reservas, quando a bênção é entregue ao próximo sem peso nem acusação, quando nosso trabalho e esforço não se restringe ao acúmulo de bens nem ao conforto pessoal, mas é direcionado para o serviço ao próximo, podemos seguir em frente, e crescermos nisso, a fim de continuarmos sendo guiados pela Verdade.
Você deseja ser guiado pela Verdade?


            Angela Natel – 26/05/2016
Angela Natel On quarta-feira, 25 de maio de 2016 At 09:48
Angela Natel On At 09:05
Angela Natel On terça-feira, 24 de maio de 2016 At 10:56
Angela Natel On At 05:49
Toca da Leoa: Edição 10 da Revista Povos e Línguas, com artigo q...: https://drive.google.com/file/d/0B-ywEoFkgzdWNUhRRFp4SEE5YTQ/view?usp=sharing
Angela Natel On quinta-feira, 19 de maio de 2016 At 03:55
Hermes C. Fernandes: Por que cristãos demonizam Karl Marx?: "Jesus faz milagres e dá. O homem não faz milagres, e vende." O pastor Ed René Kivitz se atreveu a publicar em seu perfil...
Angela Natel On sábado, 14 de maio de 2016 At 13:46
Angela Natel On sexta-feira, 6 de maio de 2016 At 09:12
Hermes C. Fernandes: Estão oferecendo drogas nas igrejas: Por Hermes C. Fernandes Assisti agora pouco a um novo clipe de um famoso cantor gospel. A produção caprichadíssima. Nível internaci...
Angela Natel On segunda-feira, 2 de maio de 2016 At 04:23

Liberdade de Expressão


É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se:
“é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença"(inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da"argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.