Angela Natel On quarta-feira, 22 de abril de 2015 At 11:10
Angela Natel On sábado, 18 de abril de 2015 At 08:47
Pior do que ficar de fora e deixar Jesus do lado de fora!
Angela Natel On quarta-feira, 15 de abril de 2015 At 11:03
Angela Natel On At 09:43
Angela Natel On terça-feira, 14 de abril de 2015 At 10:59
Angela Natel On quarta-feira, 8 de abril de 2015 At 12:45


Isso está de acordo com o texto de João a respeito do Bom Pastor (Jo.15), já que muitos interpretam 'ladrão' como sendo Satanás, mas na verdade se trata de assalariados, falsos pastores que realmente não se preocupam com o bem estar das ovelhas. Lendo o texto todo, sem isolar o versículo 10, entende-se perfeitamente que o maior perigo para as ovelhas não são os lobos, mas falsos e maus pastores. 
Angela Natel

fonte da imagem: https://www.facebook.com/ovelhairreligiosa/photos/a.951732131504110.1073741828.951430048200985/952727821404541/?type=1&theater
Angela Natel On At 08:13
Angela Natel On terça-feira, 7 de abril de 2015 At 06:22


Existem algumas diferenças entre os cristãos da tradição reformada, os que se originaram com a ruptura no séc XVI e os cristãos de tradição Romana, popularmente conhecidos no Brasil como CATÓLICOS, mas nenhuma delas é mais marcante, mais gritante, alias, diria até que nada nos diferencia mais que a doutrina Católica romana de conferir à Maria de Nazaré, o status de mãe de Deus.
Durante muito tempo anos, protestantes acusamos os Romanos de idolatria ao terem dado figura de Maria de Nazaré, o status de único acesso genuíno à jesus, visto que por meio de seu ventre, Deus se fez homem na terra, por tanto, segundo a mentalidade romana, Deus tem um carinho especial por maria desde antes de seu nascimento ao ponto de fazer dela, portal entre o infinito e o finito, entre o eterno e o corruptível e assim, para alguns católicos (doravante, chamados por mim, como romanistas) por meio dela, o finito acessaria o infinito, os homens corruptíveis acessariam a esfera da eternidade, num caminho inverso ao que Deus fez.
Nós, protestantes, entretanto, não cremos que a um ser humano pode ser dado o status de mãe de Deus (pois seria uma contradição logica) e muito menos que a este mesmo ser humano, possa ser conferido a honra de ser ACESSO ao Deus que se fez homem… Nos não nos dobramos a esse tipo de estratégia anti-cristã e idólatra. Não consideramos ninguém maior que Deus e nem consideramos que para acessar Deus, precisamos de qualquer outra pessoa, visto que se há alguém que intermediá o acesso a Deus podendo liberar ou vetar esse acesso, bem, aí, essa pessoa é superior a Deus… Nos somos salvos e remidos, somos separados dos idolatras que não compreendem Deus, que não entendem a graça e o poder infinito do onipresente, onisciente e onipotente Deus… Nós, cristãos protestantes, temos nossa própria mãe, nossa própria santa, que não é uma mulher, mas a ORTODOXIA.
Temos plena certeza na graça de Deus, desde que o agraciado não tenha nenhuma atitude que contrarie nossa mãe Ortodoxia… Cremos que Deus pode tudo, a não ser que o alvo do seu poder seja algum heterodoxo que tem praticas que contraria a honra de nossa mãe e único e verdadeiro acesso ao nosso pai… Entendemos que todo que declara o nome de jesus está apto a acessar o reino de Deus tão logo aceite também a ortodoxia, a unica maneira pela qual não poderá ser enganado.
Assim, diferente dos idolatras católicos, nós continuamos a ser ninados por nossa mãe de maneira que nenhum mal possa nos acontecer e estamos dispostos a matar ou morrer em nome de sua honra e de sua eterna gloria sem deixar que nenhum herege desgraçado tenha condições de sujar o seio do santíssimo coração da ortodoxia.


fonte: https://medium.com/@crentassos/%C3%A0-nossa-m%C3%A3e-80c2d152408c

Angela Natel On At 05:45
Angela Natel On domingo, 5 de abril de 2015 At 06:33

Angela Natel On sábado, 4 de abril de 2015 At 08:46


Nome: Hezequiah Okon Ekipma, 7 anos.

Acusação: fazia adoecer outras crianças, por bruxaria.

Punição: seu pai o deixou sem comer até extrair uma confissão e depois foi levado à floresta por seu irmão mais velho para ser decapitado.

Redenção: escapou e foi direcionado para o orfanato.

Em muitos países africanos, acusações de bruxaria são exploradas por igrejas carismáticas ou pentecostais. A perseguição às bruxas tem se tornado um "negócio" lucrativo para muitos pastores-profetas. As ações dos pastores-profetas complementam aquelas dos curandeiros tradicionais. (Os village doctors).

Fonte: UNICEF 2010

Imagem do Diário Fotográfico "Missão Salvar Crianças-Bruxas". Caminho Nações. (Edição esgotada)

#juntospodemosmais
#FabricandoEsperanças

http://www.caminhonacoes.com/


http://doeagora.caminhonacoes.com/


http://www.lojadocaminho.com/

Angela Natel On sexta-feira, 3 de abril de 2015 At 05:07

Angela Natel On quinta-feira, 2 de abril de 2015 At 13:20


É inacreditável: como num oásis encontrei nestas páginas o reflexo da minha alma e este livro faz do autor uma verdadeira ponte para a liberdade. Descobri, por exemplo, o porque do magnetismo que sempre sinto com relação aos textos de Friedrich Nietzsche, a sensação claustrofóbica da alma e minhas misérias, a catarse que costumo experimentar em certos textos, livros, autores. Sim, fui enterrada viva e agora vejo uma luz. Obrigada, muito obrigada. Meus pensamentos não são solitários, a loucura é o Evangelho que quero repartir. Muito obrigada, porque não me vejo remando sozinha contra a corrente. Simplesmente, obrigada.
Angela Natel
Para conhecer a obra, acesse:
http://www.cotidianoembp.com.br/

Angela Natel On quarta-feira, 1 de abril de 2015 At 07:52

Começou uma campanha nas redes sociais que tem como objetivo demonizar a imagem do “coelhinho da páscoa” e do ovo de chocolate.
Como sabemos, a “crentaiada” adora caçar fantasmas e tudo em nome da ortodoxia! Mal sabem eles que os maiores mitos pagãos estão, hoje, dentro de seus próprios templos. A doutrina da prosperidade, da batalha espiritual, da maldição hereditária e da cura interior, práticas vigentes na grande maioria das comunidades cristãs, é material mais do que suficiente para atestar o que digo.
De fato, o hábito de oferecer ovos como presente vem da tradição pagã francesa e espalhou-se rapidamente por toda a Europa e Oriente. Tratava-se da celebração a Ostera, deusa da primavera, caracterizada por uma mulher que segurava um ovo em sua mão e observava um coelho, representante da fertilidade.
Na idade média, provavelmente na Inglaterra, a tradição foi “cristianizada” para associar a troca de presentes ao período de celebração da páscoa judaica. Os costumes folclóricos foram absorvidos uma vez que era comum essa prática entre aqueles povos.
No século XVIII, confeiteiros franceses tiveram a ideia de produzir os ovos de chocolate, o que fez com que o costume ganhasse contornos econômicos. Hoje, o que temos nada mais é do que a utilização da tríade: tradição – religião – mercado, sendo maximizada pelo marketing para fazer girar a engrenagem de consumo capitalista. Não há nem demônio nem maldição em nada disto, business is business.
Para finalizar, vou lhe dar uma sugestão: se você tem problemas com o “famigerado coelho”, ao invés de dar um de presente a meninada, troque por um boneco do Thales, o qual pode ser achado neste linkhttp://www.lojathallesroberto.com.br/produtos/113498/bonecos
 ao preço de aproximadamente R$ 13,00. Com esse simples ato, ao menos, seu paganismo será gospel!
Feliz páscoa para você! E não coma ovo demais. Eles não causam embaraços espirituais, mas podem produzir complicações intestinais...

© 2015 Carlos Moreira
https://www.facebook.com/carlosfmoreira?fref=photo


Angela Natel On At 07:31


Impossível ignorar a imagem da menina síria de quatro anos que teria levantado as mãos para o alto como se estivesse se rendendo ao confundir uma câmera fotográfica como uma arma. A imagem comovente foi compartilhada pela fotojornalista Nadia Abu Shaban no Twitter neste mês de março de 2015.
            Uma imagem que nos remete a uma atitude muito comum: a defensiva que as pessoas se colocam devido aos traumas experimentados, as dores que vêm à tona com a lembrança de um ato de violência, de um abuso, da violação de um direito humano. Quantos de nós já não levantamos nossas defesas e nos sentimos vulneráveis numa simples conversa, quando uma sobreposição de imagens se forma em nossa mente e o que estamos vivendo se parece com alguma circunstância que no passado veio a nos ferir. Diante de uma situação de vulnerabilidade, duas podem ser as reações: se nos vemos impotentes, erguemos nossas mãos em rendição, entregamos nossos valores e nos abandonamos à deriva da situação ou, se nos consideramos fortes o suficiente, erguemos nossos muros de proteção e lançamos todo tipo de contra-ataque, seja com palavras e argumentação racional, seja com atitudes ou até mesmo rebatendo em violência.
            Tudo isso não passa da mesma circunstância: os traumas que nos põem na defensiva e nos impedem de enxergar no outro uma atitude pacificadora, uma tentativa de estabelecer um vínculo, uma relação. Perdemos muito quando, por exemplo, numa discussão, enquanto o outro fala, já pensamos numa resposta, sem o mínimo esforço em primeiro ouvir e realmente compreender o que o outro quer dizer com suas palavras. Perdemos muito quando supomos antes de perguntar para esclarecer, quando nos entregamos aos traumas e somos levados pelas ondas das emoções calejadas, quando não baixamos as defesas nem arriscamos estender a mão ao invés de levantá-las.
            É triste e profunda a reação que uma imagem como a publicada pela jornalista pode provocar e, como seres ainda humanos que somos, precisamos atentar para nossas atitudes, não somente no sentido de evitar causar tais traumas ao outro, nem apenas em socorro aos que já sofrem nestas circunstâncias, mas também olhando no espelho do próprio coração e perceber quando somos mais guiados por traumas nas relações passadas do que pela vida que há na experiência do relacionamento interpessoal que se nos apresenta diariamente no presente.
            Vale aqui a reflexão, ainda que simplória, de cuidarmos em nos abster dessa escravidão emocional que nos obriga a constantemente tentar provar algo para alguém, de nos livrar desse vício desesperado por sempre sair com as respostas, de sempre ter razão, essa luta por não ser mais machucado – que não passa de simples medo. Um exemplo como este da menina síria reflete o que se encontra no coração de toda a humanidade, revela as feridas que nos impedem de estabelecer vínculos saudáveis, de amar e se entregar incondicionalmente.
            Que nesta páscoa, uma festa celebrada por mais de um credo religioso, seja um tempo para todos nós refletirmos a respeito desse medo de nos entregarmos ao outro, desse trauma que nos impede de largar os argumentos tão cerrados em nossos lábios. Que, como o próprio sentido da páscoa – pesach/passover – assim como o anjo da morte passou por cima das casas dos hebreus no Egito e não afligiu com morte seus primogênitos, possamos passar por cima destes traumas e não atentar contra a vida do bem mais precioso do coração alheio. Que, com liberdade possamos olhar nos olhos do outro e não mais enxergar as dores que sofremos no passado, mas sejamos livres em amar e nos deixar amar, em repartir e estabelecer vínculos para a eternidade.
            Feliz páscoa a todos os que desejam esta liberdade.

                           Angela Natel

https://www.facebook.com/pages/Angela-Natel/137128436426391
https://angelanatel.wordpress.com/

Março/2015


Angela Natel On At 07:08

Liberdade de Expressão


É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se:
“é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença"(inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da"argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.