Angela Natel On terça-feira, 31 de dezembro de 2013 At 05:22

Angela Natel On segunda-feira, 30 de dezembro de 2013 At 05:07
Angela Natel On domingo, 29 de dezembro de 2013 At 04:47

Você consegue medir o imensurável?
Conhece os sonhos de Deus,
Pode julgar meus sentimentos
E prever os acontecimentos?

Você consegue realizar o impossível?
Calar diante da dor alheia
Sem colocar mais dor
Nem reclamar de barriga cheia?

Você consegue perdoar o imperdoável?
Quem te feriu, te contradisse,
quem agiu por impulso
sem que ninguém visse?

Você consegue dizer o indizível?
A verdade, somente a verdade,
Sem achismos, sem preconceitos,
Com amor, mas sinceridade?

Você consegue amar os odiáveis?
Os ladrões, traíras, assassinos,
Grosseiros, feios, fofoqueiros,
Que pelas ruas entoam hinos?

Consegue, por um minuto, sair dessa caixinha
Se surpreender ao entrar na minha
E não mais ver o abismo entre nós?

Consegue libertar-se da estrutura
Deixar de lado a amargura
E desatar todos os nós?

Não é o ano que se vê mais novo
É a alma que renasce sem estorvo
Olha ao lado pro irmão em seu pesar.

Prá conseguir amar sem preconceito
É preciso ter respeito
É preciso perdoar.

(Angela Natel – 27/12/2013.)
Angela Natel On At 04:30
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Angela Natel On terça-feira, 17 de dezembro de 2013 At 04:29
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Angela Natel On terça-feira, 10 de dezembro de 2013 At 04:04
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Angela Natel On At 05:10

Angela Natel On quarta-feira, 4 de dezembro de 2013 At 07:33
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Angela Natel On quarta-feira, 13 de novembro de 2013 At 12:56
http://www.youtube.com/watch?v=s2LoAoRfx7E

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Angela Natel On segunda-feira, 11 de novembro de 2013 At 07:02
Angela Natel On At 06:47
http://www.youtube.com/v/LDs8Ug-hiCw?version=3&autohide=1&attribution_tag=5ctKlAc3XdlNYE0pgRSdKQ&autohide=1&autoplay=1&showinfo=1&feature=share
Angela Natel On quinta-feira, 7 de novembro de 2013 At 10:32
http://www.youtube.com/v/Ri7DLgNjJXw?autohide=1&version=3&feature=share&showinfo=1&autohide=1&attribution_tag=_VvMcKYlvDaEYz0FtWzF7A&autoplay=1
Angela Natel On At 10:11
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Angela Natel On At 10:45
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www.antunesebd.com: Desconstruindo Mitos sobre Calvino / Por Franklin ...: Em 2009, comemorou-se 500 anos do nascimento de João Calvino. Na ocasião, Franklin Ferreira escreveu o texto abaixo para desconstruir ...
Angela Natel On At 10:08
por
Franklin Ferreira*

O vocábulo ekklesia significa “ajuntamento popular”, que eram as assembléias locais da antiga Grécia, onde os magistrados decidiam a vida jurídica dos cidadãos (At 19.32, 41). No Novo Testamento designa uma congregação local (At 9.31; 15.41; Rm 16.4) ou a comunidade dos redimidos, a Igreja invisível e universal (1Co 1.2, 1.24; 1Pe 2.9,10). Nunca é usada para designar um prédio, uma denominação ou à influência cristã na sociedade, mas a grupos locais (At 8.1; Rm 16.16; 2Ts 1.4), e a todo povo de Deus, através dos séculos (Mt 16.18; 1Co 15.9; Ef 5.25ss). [1]
Admitindo-se que uma igreja pura e perfeita não é possível nesta vida, como podemos descobrir o verdadeiro povo de Deus visivelmente reunido? Tradicionalmente, são reconhecidos quatro sinais: a igreja é una, santa, católica e apostólica. Os reformadores também identificaram duas características da igreja verdadeira e visível. “Onde quer que vejamos a Palavra de Deus pregada e ouvida em toda a sua pureza e os sacramentos ministrados segundo a instituição de Cristo, não há dúvida de que existe uma igreja de Deus”. [2]
Mas, qual é a motivação da igreja? Pode ser a tradição, personalidades, finanças, programas/eventos, construções ou os “sem-igreja”. Mas, porque a Igreja existe? As tarefas e responsabilidades da igreja são determinadas pela sua natureza. Desde que a igreja é o povo de Deus, ela encontra sua razão de ser não em si mesma, mas em servir à glória e honra de Deus. Porém, de que maneira a igreja serve à glória de Deus?

1. Adoração
 (gr. latreia) [3]

O Breve Catecismo de Westminster começa com a seguinte pergunta: “Qual o fim principal do homem?”, com a resposta: “O fim principal do homem é glorificar a Deus e gozá-Lo para sempre”. [4] Esta questão nos lembra que a igreja é uma comunidade de sacerdotes que leva a Deus um “sacrifício de louvor” (Hb 13.15; 1Pe 2.5). John Piper resume bem este ponto: “Missões não é o objetivo principal da igreja, mas sim a adoração. Missões existem porque Deus é o alvo e não o homem. Quanto esta era passar e os incontáveis milhões de redimidos caírem com o rosto em terra diante do trono de Deus, não haverá mais missões. Trata-se de uma necessidade temporária, mas a adoração existirá para sempre”. [5] Em 1543, em um folheto intitulado On the Necessity of Reforming the Church[“Sobre a necessidade de reformar a Igreja”], João Calvino lista os dois elementos que definem o cristianismo, os quais, em suas palavras, constituem “o todo da substância do cristianismo”. Esses dois elementos são primeiro “um conhecimento de qual é a maneira certa de se adorar a Deus; e o segundo é a fonte de onde emana a salvação”. Calvino definiu o lugar da adoração como nenhum dos seus predecessores havia feito até então. Adoração, para ele, deve ser o interesse central dos cristãos. Não é uma questão periférica, mas a “substância última” da fé cristã.
O Novo Testamento contém muitas expressões práticas da adoração (Mt 6.9; Mc 14.12ss; Lc 1.46-55, 68-79; 2.14, 29, 32; 4.16; At 3.1ss; 4.24ss) e inúmeras doxologias (Rm 11.33-36; 16.27; 1Tm 1.17; 6.15ss; Jd 24s; Ap 1.5s), assim como citações dos primeiros hinos cristãos (Ef 1.13-14; 5.14; Fl 2.5-11; Cl 1.15-20; 1Tm 3.16) e formas litúrgicas (maranata significando “ó Senhor, vem”, 1Co 16.22; amém, um termo hebraico significando “assim seja”, Rm 1.25;abba, “Pai”, Rm 8.15). A adoração também é apresentada como fundamental na ordem celestial (Ap 4.8-11; 5.11-14; 7.9-12). Mas é nos Salmos que de maneira suprema a adoração é apresentada. [6]
A adoração é constituída por [7] (a) ofertas de louvor, que incluíam salmos, hinos e cântico espirituais (Ef 5.18-20; Cl 3.16-17) e orações (At 2.42; 4.23; 5.42, etc). (b) A exposição da Palavra de Deus foi introduzida na prática cristã mediante a herança que a igreja recebeu da sinagoga judaica, onde era o principal elemento (Lc 4.16-17; At 13.14 Senhor). Nos primeiros cultos cristãos, a Escritura era lida em público (Cl 4.16; 1Ts 5.27) e também explicada (At 2.42s; 6.2). “É importante que nos identifiquemos com a convicção dos Reformadores de que a pregação da Palavra de Deus não é um apêndice à adoração ou, pior ainda, uma simples atividade humana que se segue à atividade divina da adoração, em louvor e oração. O sermão é antes o ponto alto de nossa adoração, quando ouvimos a voz viva de Deus e somos levados a entregar-nos a ele em consagração e serviço”. [8] (c) A oferta era outro elemento (1Co 16.1-4; 2Co 8-9). (d) As ordenanças do evangelho (batismo e a ceia do Senhor) representam um outro aspecto fundamental (1Co 11.17-34). [9]
Aspectos da adoração: (a) Nos reunimos para celebrar uma pessoa, o Cristo vivo, para nos rejubilarmos na vitória de nosso Senhor e para encontrar-nos com ele em Espírito através da Palavra (Mt 18.20; 28.20). (b) O Espírito Santo dinamiza a adoração (Jo 4.24; Fl 3.3). Ele torna reais as coisas de Deus (1Co 12.3), refreia os instintos indignos (1Co 14.32s, 40), inspira oração (Rm 8.26), induz ao louvor (Ef 5.18s), leva à verdade (1Co 2.10-13), concede dons (Rm 12.4-8) e convence os incrédulos (Jo 16.8; 1Co 14.24s). (c) Um espírito de comunhão e amor invade a igreja (At 2.42-47; 4.32-35) em termos de encorajamento mútuo e edificação em Cristo (Ef 4.12-16).
A adoração é vista não como restrita aos atos de louvor e ministérios comunitários, mas com uma atitude que deveria acompanhar todas as situações da vida (Cl 3.17, 22, 23). “Toda a vida da comunidade cristã devia ser concebida como um festival em que com amor, alegria e ousadia celebremos o que Deus fez por nós através de Cristo. Nessa celebração descobrimos que estamos participando da adoração do céu, de modo que nos unimos ‘aos anjos e arcanjos, e a toda companhia do céu’ ao dar glória a Deus. E, sendo a adoração a Deus, em essência, o reconhecimento de sua dignidade, unimo-nos ao coro celestial entoando a dignidade divina tanto como Criador como Redentor: ‘Tu és digno, Senhor e Deus nosso, de receber a glória, a honra e o poder, porque tu criaste, sim, por tua vontade vieram a existir e foram criadas’ (Ap 4.11) e ‘Digno é o Cordeiro, que foi morto, de receber o poder, e riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e louvor’ (Ap 5.12)”. [10]

2. Comunhão (gr. koininia)

A comunhão entre os cristãos e a glorificação de Deus pela igreja acham-se intimamente ligadas (Rm 15.7). “Nenhum cristão e, mesmo, nenhum historiador podem aceitar o epigrama que define a religião como ‘aquilo que o homem faz com sua solidão’. Creio ter sido um dos irmãos Wesley que disse não haver no Novo Testamento o menor indício de religião solitária. Somos proibidos de negligenciarmos nossas reuniões. O cristianismo já é institucional desde o mais antigo dos seus documentos. A igreja é a noiva de Cristo. Somos membros uns dos outros”. [11] (a) Ela significa essencialmente participar juntos em algo, e está baseada numa participação comum na vida de Deus (1Jo 1.3,7). (b) Era uma característica da igreja desde o seu início (2Ts 1.3), mas não era indiscriminada. (c) Em casos de mau comportamento extremo uma pessoa podia ser excluída da comunhão (1Co 5.4s; 2Ts 3.14) e a comunhão não se estendia aos que negavam a “doutrina dos apóstolos” (At 2.42; Gl 1.8s). (d) Sua manifestação especial era o agape, o amor sacrificial, abnegado, pelos irmãos (1Co 13; 1Jo 3.16), do qual Jesus falou como sendo um sinal nítido da nova comunidade (Jo 13.34s) e um meio de levar o mundo a ter fé na sua mensagem (Jo 17.23). Amor desta qualidade é impossível ao ser humano, por isso o Novo Testamento fala constantemente dele como sendo um dom do Espírito Santo (Rm 5.5), embora seja, contudo, intensamente prático (1Jo 3.17s; Rm 15.25s; 2Co 8-9). “Eis porque o termo básico usado no Novo Testamento para indicar comunidade ékoinonia. Essa palavra significa compartilhar de uma vida comum, de uma comunhão comum, de uma comum fonte de bênçãos. A koinonia é tão ampla quanto ao mundo. Quando os crentes experimentam perseguição na China, ou pobreza na África, somos todos chamados para compartilhar dessa experiência. E é algo tão profundo como o próprio Deus. Compartilhamos na comunhão do Espírito Santo, e, como somos companheiros, ‘habitamos’ na mesma vinha. Trata-se de uma vida juntos na Santa Trindade. De fato, a comunhão cristã é uma extensão da própria vida do Deus trino”. [12]

3. Ensino (gr. didaquê)

A Palavra de Deus é o instrumento supremo para a contínua renovação do povo de Deus à imagem de Cristo (Jo 17.17; cf. 2Tm 3.16s), daí a centralidade do ensino da Palavra no trabalho do pastor (2Tm 4.2). Da mesma forma que o Espírito usou a Palavra para nos levar à fé em Cristo (Ef 1.13), ele também a emprega em nossa santificação (Ef 5.26s).
(a) Pregação expositiva: A exposição pública da Escritura, no poder do Espírito, têm importância incalculável para a reforma e o crescimento do povo de Deus. A igreja não pode realmente viver acima do nível de sua pregação expositiva, que é a pregação que visa essencialmente expor todo o ensino bíblico e aplicá-lo com relevância. “A pregação expositiva é importante para mim, porque é nesse tipo de mensagem que Deus me tem falado mais poderosamente. Quando escuto uma mensagem que mostra falta de respeito pelo texto, creio que estou ouvindo dizer que a Bíblia não tem importância. Então, o que vai substituir a Bíblia serão, indubitavelmente, as idéias do pregador. ‘Prega a Palavra’ - foi esta a exortação de Paulo a Timóteo. Eu acho que devemos insistir nisso, se cumpre à igreja se manter nos trilhos da fé histórica e bíblica”. [13]
(b) Estudo da Escritura em grupo: Encontramos no Novo Testamento grupos informais de estudo bíblico (At 17.11). Estes têm sido certamente um fator de renovação da igreja, em especial durante os períodos em que a pregação pública fora proibida ou entrara em declínio. Martinho Lutero (em 1526) [14] e Philip Jacob Spener (que inaugurou os Collegia Pietatis em 1675) [15] foram alguns dos que trabalharam para formar estas ecclesiola in ecclesia. Nestes grupos é necessário uma boa liderança, que reprima as tendências para a divagação, para ventilar opiniões pessoais, ou para apresentar testemunhos que não estejam claramente baseados na passagem da Escritura em estudo. Se estes perigos forem reconhecidos e evitados, o estudo bíblico em grupo será, sem dúvida, de grande valor. [16]
(c) Estudo pessoal das Escrituras: Para que alguém seja um homem ou mulher de Deus é preciso ser também um homem ou mulher da Palavra de Deus. A disciplina do estudo bíblico diário é um meio adequado dado por Deus, para o crescimento espiritual, e até neste estudo devemos usar as ferramentas da hermenêutica, lembrando-nos que toda a Bíblia é a Palavra de Deus para nós em todo o tempo, e a verdade que cada texto tem para nós é a sua verdade no conjunto do contexto bíblico e teológico. Os princípios corretos de interpretação são pertinentes à compreensão da Escritura, tanto em público como em particular.
Começando em julho de 1525, às 7h no verão (às 8h no inverno), todos os dias exceto sextas-feiras e domingos, todos os ministros e estudantes de teologia de Zurique reuniam-se no coro da Grande Catedral, para dedicar-se a uma hora de aprofundada exegese e interpretação das Escrituras. Ulrich Zwinglio abria estas reuniões com a seguinte oração: “Deus todo poderoso, eterno e misericordioso, cuja Palavra é lâmpada para nossos pés e luz em nosso caminho, abre e ilumina nossas mentes para que possamos entender tua Palavra pura e perfeitamente e para que nossas vidas possam estar de acordo com aquilo que tivermos entendido corretamente; que em nada desagrademos tua majestade, por Jesus Cristo, nosso Senhor. Amém”. [17]


4. Testemunho
 (gr. martyria) [18]

O chamado para testemunhar é o cerne das instruções finais de Jesus aos apóstolos (At 1.8), e no Pentecostes eles iniciaram essa tarefa. A tarefa com a qual Jesus incumbiu a igreja envolve a declaração verbal, mesmo que os termos abrangentes da comissão de Jesus sejam mais amplos que isso (Mt 28.19ss; Jo 20.21ss; At 10.42ss). No testemunho, a atenção deve estar voltada à obra objetiva de Deus em Cristo. “Lamentavelmente, entretanto, testemunhar tem sido muitas vezes restringido ao ato de contar como a pessoa chegou à fé salvadora. Não há dúvida de que, em certos pontos, o relato de como Deus tratou conosco pode ser útil para ilustrar e autenticar a quem falamos, mas a essência do testemunho está em levar as pessoas a Cristo, buscando confortá-las com sua obra de salvação”. [19] A responsabilidade de testemunho cabe em primeiro lugar à igreja. Nós cumprimos uma parte básica de nossa responsabilidade pessoal como testemunhas de Cristo no mundo quando participamos do programa evangelístico de nossa igreja local, investindo nele esforço, oração e dons. Mas isto não nos isenta da necessidade do testemunho pessoal. No segundo século, Celso, um crítico franco do cristianismo, queixou-se dos cristãos que no trabalho, na lavagem de roupas, na sala de aula, nas esquinas, estavam sempre “tagarelando” sobre Jesus.

5. Serviço (gr. diakonia) [20]

“Embora o Novo Testamento exorte o indivíduo a fazer boas obras e mostre compaixão no mundo, as exortações e exemplos da igreja local no NT quase sempre tratam de irmãos na igreja. Não houve ofertas para ajudar os pobres em Filipos, mas para ajudar os santos em Jerusalém, suprir as necessidades das viúvas da comunidade cristã e ajudar missionários como Paulo. A igreja local deve equipar o indivíduo para que ele se engaje com paixão no lugar dele no mundo”. [21]



NOTAS:
* Ministro da Convenção Batista Brasileira, doutorando em Teologia pelo Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, onde leciona Teologia Sistemática e História da Igreja.
[1] - Lothar Coenen, “Igreja” em Colin Brown (ed.), O novo dicionário internacional de teologia do Novo Testamento. v. II. (São Paulo: Vida Nova, 1985), 393-407.
[2] - João Calvino, As Institutas ou tratado da religião cristã. v. 4. (São Paulo: Casa Editora Presbiteriana, 1985),11.
[3] - Russell Shedd, Adoração Bíblica (São Paulo: Edições Vida Nova, 1991).
[4] - Breve Catecismo de Westminster (São Paulo: Cultura Cristã, 1996), 1.
[5] - John Piper, Let The Nations Be GladThe Supremacy of God in Missions (Grand Rapids: Baker Books, 1993).
[6] - Dietrich Bonhoeffer, Orando com os Salmos (Curitiba: Encontrão, 1995).
[7] - Paulo Anglada, O princípio regulador no culto (São Paulo: PES, s/d).
[8] - Bruce Milne, Conheça a verdade; um manual de doutrina bíblica (São Paulo: ABU, 1987), 230.
[9] - Para a importância destes dois meios da graça, ver R. C. Sproul, A alma em busca de Deus (São Paulo: Eclesia, 1998), 145-146: “Através do símbolo do batismo somos confortados pela garantia de que Deus pôs sua marca de propriedade em nossas almas, no ato da conversão, marca esta que é indelével. Nada pode apagá-la. Ele é um símbolo seguro e incontestável da promessa de Deus de redimir àqueles que crêem. (...) Quanto mais velho fico, e quanto mais progrido na fé, mais importante esta ordenança se torna para mim. Se há algum lugar que experimento a comunhão doce de minha alma com Cristo, este lugar é a mesa. Sob um aspecto, a experiência da Ceia do Senhor vem se tornando uma fonte de embaraço para mim. Freqüentemente sou obrigado a cobrir meus olhos com as mãos enquanto comungo, a fim de esconder as lágrimas que não consigo conter. De fato, a doçura de tal comunhão às vezes ultrapassa meus limites, à medida que a exuberância da presença de Cristo inunda a minha alma.”
[10] - John Stott, A cruz de Cristo (Deerfield, Flórida: Vida, 1992), 234.
[11] - C. S. Lewis, Peso de glória (São Paulo: Vida Nova, 1993), 37.
[12] - James Houston, Orar com Deusdesenvolvendo uma transformadora e poderosa amizade com Deus (São Paulo: ABBA, 1995), 307.
[13] - Entrevista com Dr. Russell Shedd, “Compromisso com o ensino bíblico” em Raio de Luz – ano XXVII, edição 105 (abril a junho de 1997), 10.
[14] - Martinho Lutero, “Missa alemã e ordem do culto” em Martinho Lutero: Obras selecionadas. V. 7 (São Leopoldo & Porto Alegre: Sinodal & Concórdia, 2000), 173-205.
[15] - Philip Jacob Spener, Mudança para o futuro; pia desideria (Curitiba: Encontrão & São Bernardo do Campo: Instituto Ecumênico de Pós-Graduação em Ciências da Religião, 1996).
[16] - D. M. Lloyd-Jones, Os Puritanos; suas origens e sucessores (São Paulo: PES, 1993), 139-158.
[17] - Fritz Schmidt-Clausing, “Das prophezeigebet”, Zwingliana 12 (1964), pp. 10-34. Citado em Timothy George, Teologia dos Reformadores (São Paulo: Vida Nova, 1994), 129.
[18] - Para o cuidado com o hábito generalizado e persistente de definir evangelização em termos de um efeito produzido em nossos ouvintes, e não em termos de uma mensagem anunciada, ver J. I. Packer, Evangelização e soberania de Deus (São Paulo: Vida Nova, 1990), 28-62.
[19] - Bruce Milne, op. cit., 235.
[20] - A base da diakonia é a doutrina do Novo Testamento sobre o sacerdócio de todos os cristãos. O pensamento de Martinho Lutero quanto a esta doutrina pode ser sumariado da seguinte forma: Todo cristão é sacerdote de alguém, e somos todos sacerdotes uns dos outros. (a) Este sacerdócio deriva diretamente de Cristo: “Somos sacerdotes como Ele é sacerdote”. (b) Os ofícios sacerdotais são propriedade da Comunidade: pregar a Palavra, batizar, celebrar a Santa Ceia, carregar “as chaves”, orar pelos outros, julgar a doutrina. (c) É uma responsabilidade tanto quanto um privilégio: “O fato de que somos todos sacerdotes e reis significa que cada um de nós, cristãos, pode ir perante Deus e interceder pelo outro. Se eu notar que você não tem fé ou tem uma fé fraca, posso pedir a Deus que lhe dê uma fé sólida”. (d) Não podemos ser cristãos sozinhos, precisamos dacommunio sanctorum: uma comunidade de intercessores, um sacerdócio de amigos que se ajudam, uma família em que as cargas são compartilhadas e suportadas mutuamente. (e) Nem todos podem ser pastores, mestres ou conselheiros. Há um só “estado”, mas uma variedade de ofícios e funções. Timothy George, op. cit., 96-98. J. Scott Horrel, “A essência da igreja: repensando a eclesiologia à luz do Novo Testamento” em J. Scott Horrel (ed.),Ultrapassando barreiras; novas opções para a igreja brasileira na virada do século XXI (São Paulo: Vida Nova, 1994), 28.

Outras leituras sugeridas:

Augustus Nicodemus Lopes, O culto espiritual; um estudo em 1Coríntios sobre questões atuais e diretrizes bíblicas para o culto cristão (São Paulo: Cultura Cristã, 1999).
Dietrich Bonhoeffer, Vida em Comunhão (São Leopoldo: Sinodal, 1998).
Emil Brunner, O equívoco sobre a Igreja (São Paulo: Novo Século, 2000).
Howard Snyder, Vinho novo, odres novos; vida nova para a igreja (São Paulo: ABU, 1997).
J. Scott Horrell (editor), Ultrapassando barreiras; Igrejas inovadoras e métodos bíblicos que brotam no Brasil (São Paulo: Edições vida Nova, 1995).
John R.W. Stott, Ouça o Espírito, ouça o mundo; como ser um cristão contemporâneo (São Paulo: ABU, 1997).
Richard Baxter, O Pastor Aprovado (São Paulo: PES, 1989).
 

 

Angela Natel On quinta-feira, 3 de outubro de 2013 At 14:54
Blog da Rô - Mulheres Sábias: Nascido Escravo: A questão é: Possui o homem algo chamado "livre-arbítrio"? Pode um ser humano, voluntariamente e sem qualquer ajuda, voltar-...
Angela Natel On At 07:32


Luis A R Branco

Lembro-me da primeira vez, quando ainda era bem jovem, e fui assistir a uma preleção do Morris Cerullo, ele era na época ainda pouco conhecido no Brasil. Logo no início achei meio estranho o início da reunião com um certo suspense para se criar aquele “ar profético”. Quando o homem finalmente assumiu a palavra a plateia parecia ser de um grupo de devotos ao pé das imagens em Aparecida, Fátima ou Lourdes, que os evangélicos gostam tanto de recriminar. A veneração e idolatria era visível e repugnante. O pior aconteceu quando o homem começou a falar: “Peguem suas Bíblias, coloquem debaixo dos seus assentos, porque hoje tenho uma nova revelação para vocês.” Lembro-me bem desta frase, pois foi a que me fez levantar e abandonar aquele ambiente.

Saí dali indignado, pois fui criado numa igreja bíblica e não podia conceber a ideia da possibilidade de uma nova revelação que excluísse a Escritura Sagrada e que nela não buscasse seu respaldo. No entanto, esta é a realidade destes grupos que só conseguem o seu protagonismo com a Escritura Sagrada fechada, com uma hermenêutica deturpada ou com a utilização isolada e indevida de textos da Bíblia.

Antes de continuar, vamos esclarecer algumas coisas muito importantes no que diz respeito à Escritura Sagrada: 1. Não existe nenhuma revelação ou autoridade que se sobreponha a revelação e autoridade da Bíblia. O apóstolo Paulo ao instruir os Gálatas lhes falou com firmeza: “Mas, ainda que nós ou mesmo um anjo vindo do céu vos pregue evangelho que vá além do que vos temos pregado, seja anátema.” (Gl 1:6). 2. Não existe várias interpretações do texto bíblico. O fiel estudante da Escritura Sagrada buscará descobrir através dos vários mecanismos de interpretação bíblica qual era a intenção original do autor humano ao escrever aquela passagem, portanto, o significado real do texto não pode ser diferente daquele do autor original. O que pode haver diferente, e fica a critério de cada expositor bíblico, é a aplicação daquela passagem para os ouvintes ou leitores contemporâneos, no entanto, esta aplicação deverá seguir em linha com a interpretação, isto é, com o sentido original do autor do texto.

No entanto e infelizmente, vivemos numa época em que há pessoas demais sem preparação teológica, ou muito mal preparados nos púlpitos das igreja e por isto vemos tantas aberrações teológicas e práticas estranhas no meio evangélico. E estas coisas são ensinadas geralmente com um "ar espiritual", que tiram o foco do ouvinte da Escritura e coloca no pregador, que passa uma falsa imagem de “ungido do Senhor, com direito a dizer qualquer bobagem.”

O Salmo 29 é um salmo que fala da voz do Senhor, isto é, sua Palavra. Este Salmo nos ensina coisas importantes: O texto começa com um maravilhoso convite: “Dai ao SENHOR, ó filhos dos poderosos, dai ao SENHOR glória e força” (v.1). Davi através deste salmo demonstra a grandeza de Deus e a sua grande força sobre tudo e sobre todos. O objectivo deste salmo é despertar o temor de Deus no coração do homem. O salmista não apenas fala da grandeza e da força do SENHOR, mas também da sua santidade: “Dai ao SENHOR a glória devida ao seu nome, adorai o SENHOR na beleza da santidade” (v.2).

Vivemos numa época em que se fala uma vez ou outra da grandeza de Deus, pois vivemos tão profundamente centrados em nós mesmos que quando se fala da grandeza de SENHOR, do seu poder e da sua força, parece algo abstracto e distante. No máximo, se algum desejo despertar no coração do homem moderno por estas coisas, é na intenção de saber o que este poder e esta força podem fazer por ele, para o ajudar a alcançar algum objectivo pessoal.

O salmista tenta elevar os olhos dos seus leitores para algo além de si mesmos, para uma beleza maravilhosa que é a santidade do SENHOR. Deus é santo! “Exaltai ao SENHOR nosso Deus e adorai-o no seu monte santo, pois o SENHOR nosso Deus é santo” (Salmos 99:9). Muitos possuem uma visão equivocada deste Deus santo, pensam que isto significa que ele é “um Deus distante”. Deus está perto daqueles que são seus, e sua presença santa faz com que o nosso ser se transforme, mas se isto não acontece, o pecado nos afasta da presença do SENHOR. Veja o que disse o profeta: “Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que não vos ouça” (Is 59:2).

Talvez alguém diga: “Vivemos na graça, não precisamos nos preocupar com estas coisas, Deus nos entende e não há mal algum na forma como vivo a minha vida.” Este é um pensamento enganoso, a graça não anulou nem diminuiu a santidade de Deus e a nossa necessidade de temer ao seu nome. Inclusive devemos nos lembrar que nestes dias, a Terceira Pessoa da Santíssima Trindade, o Espírito Santo de Deus veio fazer no cristão a sua morada. “Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos?” (1 Co 6:19).

O texto chama a santidade de Deus de bela ou beleza da santidade (v.2). No entanto, enquanto o homem viver na prática do pecado não saberá descrever a beleza da santidade do SENHOR. O salmista então nos deixa perceber alguns detalhes da beleza da santidade de Deus que é manifestada na sua voz, ou seja, na sua palavra.

O texto fala da “voz do SENHOR”, termo que aparece sete vezes neste capítulo.

A voz do SENHOR ouve-se sobre as suas águas...
Salmos 29:3

A voz do SENHOR é poderosa...
Salmos 29:4

A voz do SENHOR é cheia de majestade...
Salmos 29:4

A voz do SENHOR quebra os cedros...
Salmos 29:5

A voz do SENHOR separa as labaredas do fogo...
Salmos 29:7

A voz do SENHOR faz tremer o deserto...
Salmos 29:8

A voz do SENHOR faz parir as cervas...
Salmos 29:9

A voz do SENHOR faz todas estas coisas, pois foi a sua voz, a sua palavra, que trouxe todas estas coisas a existência. A frase: “E disse Deus”, aparece nove vezes no primeiro capítulo da Bíblia. Não sei se percebe isto, mas a palavra de Deus, a voz da sua boca, trouxe a existência tudo o que alguma vez já existiu em todo o Universo.

E talvez alguém diga: “Muito bem, mas a voz de Deus já cessou!” A ideia de um Deus calado é heresia. Como bem disse o pregador Luterano, Paul Scherer: “Deus não deixou de falar quando o seu livro foi para a gráfica!” Isto é, Deus continua falando com o seu povo. Lutero também disse: “É o próprio Deus quem está falando, quando alguém usa a sua palavra para o confortar; e se isto, é a palavra de Deus, então é Deus quem está agindo aqui, portanto, lembre-se que é o próprio Deus quem fala.” Calvino, por sua vez, dizia que a pregação da palavra de Deus era um sinal infalível de que Ele está perto de nós e que pela proclamação da sua palavra busca a nossa salvação, e nos chama para si mesmo em alto e bom som, e pela sua palavra nós o vemos com os olhos da fé. Agostinho escreveu: “Notem meus irmãos e irmãs, Deus nunca se cansa de falar conosco. Se ele já não fala conosco, o que temos feito? Qual o sentido das leituras do livro sagrado? Mas ele continua a falar conosco, portanto, esqueçam o que para trás fica, e avancem para o que está a sua frente.”

A voz de Deus continua majestosa e ainda faz tremer não apenas o deserto, mas principalmente aquele que teme ao SENHOR. O Concílio Sacrosanctum disse o seguinte: “Cristo está presente na sua palavra, uma vez que é Ele mesmo quem fala quando a palavra de Deus é lida na igreja.” E Karl Barth explica melhor este ponto quando diz: “A Escritura é lugar onde Deus encontra-se com o seu povo.”

A Bíblia é muito mais que um mero livro, é muito mais que papel e tinta, é a palavra de Deus. Este livro é muito mais poderoso que a voz do mais importante general dos nossos dias. Este livro é a palavra do Deus eterno, que nunca passa, que triunfa sempre, e foi com esta palavra que Jesus venceu a Satanás no deserto, e com esta palavra também venceremos.

A Bíblia não é um ajuntamento de palavras, uma colectânea de histórias e um apanhado de poesias para lhe fazer sentir bem. Este livro também não é um manual de boa conduta, do que se deve ou não fazer. Você precisa entender que quando este livro é lido e pregado, o crente não tem um encontro com meras palavras, mas um encontro com o próprio Deus, que é vivo e que é santo.

Qual será a tua resposta ao Deus que te fala através da sua palavra? Qual será a sua resposta a santidade de Deus? Qual será a sua resposta a presença deste Deus que fala contigo nesta hora em que você lê este artigo, desejoso de salvar a sua vida, de mudá-lo completamente, de rescrever a tua história como a de alguém que teme ao seu nome?

Se os pregadores do evangelho soubessem o poder da Palavra de Deus, deixariam de lado seus sofismas, suas ideias, suas interpretações erróneas e se renderiam ao crivo da Escritura, permitindo que ela diga, o que de facto ela quer dizer, e que ela faça o que precisa ser feito de forma muitas vezes secreta e silenciosa no coração dos ouvintes. Que possamos dizer como Lutero: “Fiz uma aliança com Deus: que Ele não me mande visões, nem sonhos, nem mesmo anjos. Estou satisfeito com o dom das Escrituras Sagradas, que me dão instrução abundante e tudo o que preciso conhecer tanto para esta vida quanto para o que há de vir.” 


Luis A R Branco é colaborador do Genizah


Leia Mais em: http://www.genizahvirtual.com/2013/10/a-voz-do-senhor-ou-voz-de-homens.html#ixzz2gfZa6cRp
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Angela Natel On At 06:50
Angela Natel On terça-feira, 1 de outubro de 2013 At 11:00
Angela Natel On At 06:48
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Blog da Rô - Mulheres Sábias: Os fundamentos de nossa fé, explanados em 1Corinti...:   Rô Moreira  Alguns edificam sobre esse fundamento com ouro, prata, pedras pre...
Angela Natel On At 15:39

Angela Natel On At 15:28
Angela Natel On At 15:01


A igreja que eu quero ser não tem hora de culto, o culto nem é uma cerimônia. 
A igreja que eu quero ser cultua em todo tempo porque cultua com a vida, vivendo.

A igreja que eu quero ser não é de parede e teto, ela é feita por mim e por você. 
É feita de gente, e gente imperfeita. 
Gente que erra, gente que falha, gente que tropeça. 
É feita de gente que ama e que ama ser amado.
Gente que sorri mas que também chora.
Gente que sofre com as mazelas do mundo.

A igreja que eu quero ser é uma igreja que se importa com a fome, com o sofrimento.
A igreja que eu quero ser sente a fome do faminto, sente a sede do sedento, sente o frio do desabrigado, sente a dor do doente.

A igreja que eu quero ser mostra o caminho da salvação, mas não tem os direitos da via nem cobra o pedágio da ponte.
A igreja que eu quero ser ilumina a estrada como um farol, para que todos possam passar pela ponte, e a ponte é Jesus.

A igreja que eu quero ser não tem nome, não tem placa nem mesmo uma sede.
Ela está em mim e está em você.
Quem a governa é Deus e o seu credo não está decorado.
A base dessa igreja é o amor, o amor não fingido.

Nessa igreja não tem banco, nem mesmo liturgia.
Nessa igreja você não precisa baixar a cabeça pra falar com Deus.
Ali você deve ficar de olhos bem abertos ao ouvir a voz de Deus, pois ele te manda olhar para o lado, te manda ver o teu irmão.
Nessa igreja pouco importa a duração do culto, pois o culto dura o tempo todo.
Importa mesmo é que você seja essa igreja.

Você não precisa de roupa certa para vir nessa igreja.
Não importa o que você tem pintado na sua pele, nem mesmo importa a sua pele.
Nessa igreja todos somos igreja.
Também não há cargos ou obrigações nessa igreja, você não é obrigado a nada.

Eu quero ser essa igreja, eu estou tentando...


fonte: https://www.facebook.com/ProfetaJumento
Angela Natel On sábado, 28 de setembro de 2013 At 08:58
Blog da Rô - Mulheres Sábias: A liberdade de Deus. Uma exposição em Romanos 9:6-...: Rô Moreira Diante de alguns acontecimentos desta semana em que um lider se achou mais capaz de compreender a salvação do que o Ap...
Angela Natel On At 08:58
Angela Natel On At 08:56
Angela Natel On sexta-feira, 27 de setembro de 2013 At 07:02

Angela Natel On At 06:27
A Igreja ao Gosto do Freguês: Crente ou cliente?: Samuel Torralbo É bastante comum encontrarmos dentro da literatura voltada para a liderança eclesiástica temas como: Aumentando a membre...
Angela Natel On terça-feira, 24 de setembro de 2013 At 08:33



Referência: Lucas 15.25-32       INTRODUÇÃO

1. Jesus contou três parábolas sobre a alegria do encontro

a) A ovelha perdida que foi encontrada – O pastor chama a todos para se alegrarem.

b) A moeda perdida que foi encontrada – A mulher chama seus vizinhos para se alegrarem.

c) O filho perdido que voltou para casa – O pai oferece uma festa e se alegra. Nessas três parábolas a única pessoa que não está alegria e feliz é o irmão mais velho do pródigo.

2. No meio dessa festa do encontro, do resgate, da salvação há uma voz que destoa

O filho mais velho está triste, porque o Pai recebeu o filho pródigo com alegria.

O filho mais velho está irado, porque o Pai é misericordioso.

O filho mais velho está do lado de fora, enquanto o filho pródigo está dentro da Casa do Pai.

3. O perigo de se estar na Casa do Pai, dentro da Igreja e ainda estar perdido

Esse filho representou os escribas e fariseus que se consideravam santos e desprezavam os outros.

Esse filho representa aqueles que estão dentro da igreja, obedecendo a leis, cumprindo deveres, sem se enveredar pelos antros do pecado, pelos corredores escuros do mundo e ainda assim, estão perdidos.

Ilustração: O jovem rico – criado na sinagoga, cumpria os mandamentos, mas estava perdido.

I. VIVE DENTRO DA IGREJA, MAS DESOBEDECE OS DOIS PRINCIPAIS MANDAMENTOS

Jesus ensinou que os dois principais mandamentos da lei são amar a Deus sobre todas as coisas e amar o próximo como a si mesmo. Esse filho quebrou esses dois mandamentos: ele nem amou Deus, representado pelo Pai e nem o seu irmão.

Ele não perdoou o Pai por haver recebido o filho pródigo, nem perdoou o irmão pelos seus erros.

Há pessoas que estão na igreja, mas não têm amor por Deus nem pelos perdidos. Estão na igreja, mas não amam os irmãos.

II. VIVE DENTRO DA IGREJA, MAS ESTÁ CONFIADO NA SUA PRÓPRIA JUSTIÇA

Ele era veloz para ver o pecado do seu irmão, mas não enxergava os seus próprios pecados. Ele era cáustico para condenar o irmão, enquanto via-se a si mesmo como o padrão da obediência.

Os fariseus definiam pecado em termos de ações exteriores e não atitudes íntimas. Eles eram orgulhosos de si mesmos. Como o profeta Jonas, esse filho mais velho obedecia ao Pai, mas não de coração. Ele trabalhava com intensidade, mas não por amor.

III. VIVE DENTRO DA IGREJA, MAS NÃO É LIVRE

Ele não vive como livre, mas como escravo. Sua religião é rígida. Ele obedece por medo ou para receber elogios. Faz as coisas certas com a motivação errada. Sua obediência não provém do coração.

Ele anda como um escravo (v. 29). O verbo é douleo = servir como escravo. Ele nunca entendeu o que é ser filho. Nunca usufruiu nem se deleitou no amor do Pai.

Ser crente para ele é um peso, um fardo, uma obrigação pesada. Ele vive sufocado, gemendo como um escravo.

Está na igreja, mas não tem prazer. Obedece, mas não com alegria. Está na Casa do Pai, mas vive como escravo.

IV. VIVE DENTRO DA IGREJA, MAS ESTÁ COM O CORAÇÃO CHEIO DE AMARGURA

1. Complexo de santidade X Rejeita os marginalizados – v. 29,30

Ele estava escorado orgulhosamente em sua religiosidade, arrotando uma santarronice discriminatória. Só ele presta; o pai e o irmão estão debaixo de suas acusações mais veementes.

Sua mágoa começa a vazar. Para ele quem erra não tem chance de se recuperar. No seu vocabulário não tem a palavra perdão. Na sua religião não existe a oportunidade de restauração.

2. Sente-se injustiçado pelo pai

Acusa o pai de ser injusto com ele, só porque perdoou o irmão. Na religião dele não havia espaço para a misericórdia, perdão e restauração.

Ele se achava mais merecedor que o outro. Sua religião estava fundamentada no mérito pessoal e não na graça. É a religião da lei, do legalismo e não graça nem da fé que opera pelo amor.

3. Ele não perdoa nem restaura o relacionamento com o irmão – v. 30

Ele não se refere ao pródigo como irmão, mas diz: “Esse teu filho”.

A Bíblia diz que “quem não ama a seu irmão até agora está nas trevas”.

Ele desconhece o amor. Ele vive mergulhado no ressentimento. Ele vê seu irmão como um rival.

4. O ódio que ele sente pelo irmão não é menos grave que o pecado de dissolução que o pródigo cometeu fora da igreja – Gl 5.19-21

A bíblia fala sobre três pecados na área da imoralidade e usa nove na área de mágoa, ressentimentos, ira.

A falta de amor é um pecado tão grave como o pecado da vida imoral e dissoluta.

5. O ressentimento o isolou do Pai e do irmão

Quando uma pessoa guarda ressentimento no coração pelo irmão que falhou, perde também a comunhão com o Pai.

Ele se recusa a entrar, fica fora da celebração. Mergulha-se num caudal de amargura.

Ele diz para o Pai: “Esse teu filho”. Mas o Pai o corrige e diz-lhe: “Esse teu irmão” (v. 30,31).

V. VIVE DENTRO DA IGREJA, NA PRESENÇA DO PAI, MAS ANDA COMO SOLITÁRIO – V. 31

Ele anda sem alegria, sem amor, sem prazer. Vive na Casa do Pai, mas sente-se escravo. Está na Casa do Pai, mas não tem comunhão com ele.

Quantos estão na igreja, mas nunca sentem o amor de Deus, a alegria da salvação, o prazer de pertencer a Jesus, a doçura do Espírito Santo. Vivem como órfãos: sozinhos, curtindo uma grande solidão e insatisfação dentro da Casa do Pai.

VI. VIVE DENTRO DA IGREJA, MAS NÃO SE SENTE DONO DO QUE É DO PAI – V. 31

1) Ele era rico, mas estava vivendo na miséria. Muitos hoje estão vivendo um cristianismo pobre. Vivem sem alegria, sem banquete, sem festa na alma, trabalhando, servindo, mas sem alegria;

2) Deus tem uma vida abundante – Jo 10.10;

3) Deus tem rios de água viva – Jo 7.38;

4) Deus tem as riquezas insondáveis do evangelho – Ef 3.14

5) Deus tem a suprema grandeza do seu poder – Ef 1.19

6) Deus tem a paz que excede todo o entendimento – Fp 4.7

7) Deus tem alegria indizível e cheia de glória – 1 Pe 1.8

8) Deus tem vida de delícias para a sua alma.

Esse filho não tem nenhum proveito na herança do Pai. Ele nunca fez uma festa. Nunca celebrou com seus amigos. Nem sequer um cabrito, ele comeu. Ele nunca saboreou as riquezas do Pai.

Ele não tem comunhão com o Pai: É como Absalão, está em Jerusalém, mas não pode fazer a face do Rei.

Ele está na igreja por obrigação. Ele não toma posse do que é seu.

Ilustração: o homem que fez um cruzeiro de Navio e levou o seu lanche. Vendo as pessoas comendo os pratos mais deliciosos, guardou dinheiro para comer uma boa refeição no último dia. Só então ficou sabendo que todos aqueles banquetes já estavam incluídos.

CONCLUSÃO

O mesmo Pai que saiu ao encontro do filho pródigo para abraça-lo, sai para conciliar este filho (v. 31).

O remédio para esse filho era o mesmo para o outro: confessar o seu pecado.

Mas ele ficou do lado de fora. Agora perdido dentro da Casa do Pai.

Não fique do lado de fora. Venha e desfrute da festa que Deus preparou!!!

Rev. Hernandes Dias Lopes

fonte:
Angela Natel On At 08:30
Angela Natel On quarta-feira, 11 de setembro de 2013 At 06:50
Angela Natel On segunda-feira, 9 de setembro de 2013 At 07:37
Angela Natel On At 07:31
Ideias no forno: Não podemos obrigar Deus a fazer nada...: "Da mesma maneira que nenhum personagem consegue "forçar" uma entrada no mundo de Nárnia por sua própria vontade, também não...
Angela Natel On sexta-feira, 6 de setembro de 2013 At 06:53
Norma Braga: Crucifixo: Por que manter crucifixos em locais públicos se o Estado é "laico"? Não deveria haver espaço também para símbolos de outras relig...
Angela Natel On At 06:53
Angela Natel On domingo, 1 de setembro de 2013 At 11:28
Angela Natel On At 07:57
Blog da Rô - Mulheres Sábias: Rev Augustus Nicodemus, os dons espirituais cessar...: Por Augustus Nicodemus Lopes Fiquei imaginando o que eu diria se fosse entrevistado sobre a cessação e a continuação dos dons esp...
Angela Natel On At 07:56
Angela Natel On At 07:09

Liberdade de Expressão


É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se:
“é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença"(inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da"argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.