Angela Natel On segunda-feira, 4 de junho de 2012 At 06:30


“E aqui certamente
tomam dízimos homens que morrem;
ali, porém,
aquele de quem se testifica que vive.”.
(Hebreus 07:08).

- Mais uma vez amado (a), os FARISEUS contemporâneos se utilizam de um versículo isolado da Bíblia, para tentar justificar a cobrança do dízimo em suas “igrejas”.

- Adoram ler este versículo e interpretá-lo de uma maneira que corresponda com a finalidade de suas empresas religiosas; ganharem muito dinheiro.

- Na ânsia de mostrar no Novo Testamento um versículo que fale sobre o dízimo, usam este isoladamente, porém, não citam TODO o capítulo 7 de Hebreus.

- Vamos hoje, fazer um pequeno estudo sobre o capítulo 7 de Hebreus.


- Primeiramente, devemos ter em mente que o escritor aos Hebreus não esta falando sobre o dízimo, mas sobre a superioridade do sacerdócio de Cristo sobre o sacerdócio levítico.

- O escritor aos Hebreus apenas faz um comentário sobre o dízimo, mas o assunto principal neste capítulo é a superioridade de Cristo sobre tudo e sobre todos.

- Aliás, todo livro de Hebreus tem esta finalidade.

- Os judeus que se haviam tornado cristãos, no primeiro século, eram tentados a retornar ao judaísmo por causa da incerteza, da segurança do costume, e da perseguição.

- Hoje, os crentes também são tentados a retornar ao legalismo, preenchendo requisitos religiosos mínimos ao invés de avançarem na fé genuína.


- Um desses requisitos religiosos dos quais somos tentados a retornar, é o dízimo. 

- Ao fazer menção sobre o dízimo no capítulo 7, o escritor aos Hebreus, não esta ordenando à Igreja de Cristo Jesus a dizimar, mas para podermos entender melhor, vamos começar nosso estudo a partir do versículo 1:

MELQUISEDEQUE, TIPO DE CRISTO:



“PORQUE este Melquisedeque,
que era rei de Salém,
sacerdote do Deus Altíssimo,
e que saiu ao encontro de Abraão
quando ele regressava da matança dos reis,
e o abençoou;

A quem também Abraão deu o dízimo de tudo,
e primeiramente é, por interpretação,
rei de justiça,
e depois também rei de Salém,
que é rei de paz;

Sem pai, sem mãe, sem genealogia,
não tendo princípio de dias nem fim de vida,
mas sendo feito semelhante ao Filho de Deus,
permanece sacerdote para sempre.”.
(Hebreus 07:01-03).

- Quem foi Melquisedeque?

- Certamente se tratava de homem temente a Deus, pois seu nome significa “rei justo”, e “rei de Salém” significa “rei da paz”.

- Em (Hb 7.1,2), Melquisedeque foi chamado de “sacerdote do Deus Altíssimo”.

- Ele reconhecia que Deus era o Criador dos céus e da terra:



“E abençoou-o, e disse:
Bendito seja Abrão pelo Deus Altíssimo,
o Possuidor dos céus e da terra;”.
(Gênesis 14:19).

- O que mais se sabe sobre ele?

- Quatro principais teorias foram sugeridas:

1- Melquisedeque era respeitado como rei da região. Abraão apenas demonstrou-lhe o respeito devido.

2- O nome Melquisedeque poderia ser um título dado a todos os reis de Salém.

3- Melquisedeque era um tipo de Cristo (Hb 7.3). Um tipo é um acontecimento ou ensinamento do Antigo Testamento tão proximamente relacionado às realizações de Jesus que ilustra uma lição sobre Cristo.

4- Melquisedeque era o aspecto terreno da pré-encarnação de Cristo em uma forma corpórea temporária.


- Abraão entregou dez por cento dos bens que havia recobrado a Melquisedeque.

- Mesmo em algumas religiões pagãs, fazia parte da tradição dar dez por cento do ganho para os deuses.

- Não havia nem uma lei que ordenasse Abraão a dar o dízimo, ele apenas seguiu a tradição aceitável.

- Apesar de a Escritura usar a palavra dízimo, aqueles bens que Abraão entregou, não eram produto de suas terras, mas despojos conquistados pela força e violência da guerra, o que seriam tributo de guerra.


O SACERDÓCIO DE CRISTO É SUPERIOR AO LEVÍTICO:



“Considerai, pois, quão grande era este,
a quem até o patriarca Abraão
deu os dízimos dos despojos.

E os que dentre os filhos de Levi
recebem o sacerdócio têm ordem,
segundo a lei,
de tomar o dízimo do povo,
isto é, de seus irmãos,
ainda que tenham saído dos lombos de Abraão.

Mas aquele,
cuja genealogia não é contada entre eles,
tomou dízimos de Abraão,
e abençoou o que tinha as promessas.

Ora, sem contradição alguma,
o menor é abençoado pelo maior.

E aqui certamente tomam dízimos homens que morrem;
ali, porém, aquele de quem se testifica que vive.

E, por assim dizer,
por meio de Abraão, até Levi,
que recebe dízimos, pagou dízimos.

Porque ainda ele estava nos lombos de seu pai
quando Melquisedeque lhe saiu ao encontro.”.
(Hebreus 07:04-10).

- A expressão “Considerai, pois, quão grande era este, a quem até o patriarca Abraão deu os dízimos dos despojos”, demonstram a superioridade de Melquisedeque sobre o patriarca Abraão.


- O escritor aos Hebreus descreve na pessoa de Melquisedeque o quanto Cristo é superior ao pai Abraão.

- Melquisedeque, rei de Salém (provavelmente o nome antigo de Jerusalém), rei da paz (este nome sugere que a paz com Deus vem através de um sacerdócio como o de Melquisedeque).

- Sem pai, e sem mãe, sem genealogia (Hb 7.3), descreve Melquisedeque com alguém “que não teve princípio de dias, nem fim de existência” (Hb 7.3).

- A descrição de Melquisedeque parece se adequar a Jesus mais do que qualquer outro.

- O escritor aos Hebreus demonstra que Abraão reconheceu Melquisedeque como tendo autoridade espiritual superior, uma aparição visível de Deus em sua forma corpórea (teofania, cristofania).


- Sendo assim, Abraão entregou o dízimo a um sacerdócio superior ao sacerdócio levítico.

- Foi isto que o escritor aos Hebreus quis dizer.

- O dízimo neste texto, não é o assunto principal, mas sim a superioridade do sacerdócio de Cristo sobre o levítico.

- Sendo assim, o escritor usa o patriarca Abraão para demonstrar que existe um sacerdócio superior ao levítico, o de Melquisedeque, que representava o próprio Cristo já bem antes da lei levítica dos dízimos.



“E os que dentre os filhos de Levi
recebem o sacerdócio têm ordem,
SEGUNDO A LEI,
de tomar o dízimo do povo,
isto é, de seus irmãos,
ainda que tenham saído dos lombos de Abraão.

Mas aquele,
cuja genealogia não é contada entre eles,
tomou dízimos de Abraão,
e abençoou o que tinha as promessas.”.
(Hebreus 07:05-06).

- Aqui, o escritor aos Hebreus (lembre-se de que escreve para judeus que haviam tornado-se cristãos), fala sobre a lei do dízimo, dizendo que SEGUNDO A LEI os Levitas tinham ordens de tomar o dízimo do povo.

- No versículo 6 ele diz que “Aquele cuja genealogia não é contada entre eles, tomou o dízimo de Abraão".

- Isto amado (a), foi para demonstrar mais uma vez a superioridade do sacerdócio de Cristo sobre o levítico.

- Devemos também nos lembrar de que Jesus Cristo não veio da tribo de Levi (a tribo sacerdotal), mas da tribo de Judá.

- Mais uma vez fica claro que o autor não está falando sobre dízimos, mas da superioridade do sacerdócio de Cristo sobre o sacerdócio levítico.



“Ora,
sem contradição alguma
o menor é abençoado pelo maior.”.
(Hebreus 07:07).

- Abrão, o menor, foi abençoado pelo maior, Melquisedeque.

- Aquele cuja não tem genealogia (Melquisedeque) abençoou Abraão, não por este ter lhe dado o dízimo, mas porque tinha promessa:



“Mas aquele,
cuja genealogia não é contada entre eles,
tomou dízimos de Abraão,
e abençoou o que tinha as promessas.”.
(Hebreus 07:06).

- Os levitas eram descendentes de Abraão, por isto o autor de Hebreus diz que Levi (que recebia dízimos), também pagou dízimo à Melquisedeque na pessoa de Abraão:



“E, por assim dizer,
por meio de Abraão, até Levi,
que recebe dízimos, pagou dízimos.

Porque ainda ele estava nos lombos de seu pai
quando Melquisedeque lhe saiu ao encontro.”.
(Hebreus 07:09-10).

- O escritor aos Hebreus usa a passagem de Abraão e Melquisedeque, para mostrar que Cristo é maior do que Abraão, pai da nação judaica, e também maior do que Levi (descendentes de Abraão).

- Portanto, o sacerdócio judaico (formado pelos descendentes de Levi) era inferior ao sacerdócio de Melquisedeque (um tipo de sacerdócio de Cristo).

- Agora vamos para o versículo 8, onde os FARISEUS contemporâneos distorcem com a finalidade de gerar dinheiro para suas empresas religiosas:



“E aqui certamente
tomam dízimos homens que morrem;
ali, porém,
aquele de quem se testifica que vive.”.
(Hebreus 07:08).

- O escritor aos Hebreus (judeus que haviam se tornado cristãos), afirma que “AQUI certamente tomam dízimos homens que morrem!”.

- Aqui onde amado (a)?

- Na lei levítica!

- Mas “ALI, porém, aquele de quem se testifica que vive!”.

- Ali onde amado (a)?


- Ali na passagem onde Abraão deu o dízimo a Melquisedeque, um sacerdócio superior ao levítico, pois Melquisedeque representava o próprio Cristo.

- O escritor aos Hebreus não está dizendo que a Igreja deve dar dízimo, mas que ALI, naquele encontro entre Abraão e Melquisedeque, tanto Abraão (pai da nação judaica) e a tribo de Levi (tribo sacerdotal), eram inferiores ao sacerdócio de Melquisedeque (um tipo de sacerdócio de Cristo).

- O escritor aos Hebreus, usou fato de Abraão ter dado o dízimo para Melquisedeque, como um exemplo de que Abraão e a lei levítica dos dízimos eram inferiores a GRAÇA proporcionada por Cristo Jesus na cruz.

- Os judeus que haviam se tornado cristãos estavam com dúvidas.

- Depois de aceitarem a Cristo Jesus, os novos convertidos ainda deveriam dar o dízimo aos levitas ou não?

- Para que seus leitores entendessem melhor a superioridade do sacerdócio de Cristo em relação ao levítico, o escritor aos Hebreus continua:



“De sorte que,
se a perfeição fosse pelo sacerdócio levítico
(porque sob ele o povo recebeu a lei),
que necessidade havia logo de que outro sacerdote se levantasse,
segundo a ordem de Melquisedeque
e não fosse chamado segundo a ordem de Arão?

Porque, mudando-se o sacerdócio,
necessariamente se faz também mudança da lei.”.
(Hebreus 07:11-12).

- O escritor aos Hebreus afirma o sacerdócio levítico não era perfeito!

- Se fosse perfeito, que necessidade haveria de que outro sacerdote se levantasse?

- O povo havia recebido a lei do dízimo através do sacerdócio levítico, porém agora haveria uma nova lei segundo a ordem de Melquisedeque e não segundo a ordem de Arão:



“Porque,
mudando-se o sacerdócio,
necessariamente
se faz também mudança da lei.”.
(Hebreus 07:12).

- o Sacerdote agora, não é mais segundo a ordem de Arão, mas segundo a ordem de Melquisedeque, e se mudou o sacerdócio, se faz também mudança na lei.

- A lei ordenava que as pessoas dessem seus dízimos aos Levitas, mas agora o sacerdócio levita fora extinto.

- Um novo Sumo-Sacerdote, Cristo, e uma nova LEI (mandamento) haveria de reger sobre Sua Igreja:



"O meu mandamento é este:
Que vos ameis uns aos outros,
assim como eu vos amei.".
(João 15:12).

- O novo Sumo-Sacerdote, Cristo, criou uma nova e única lei, a lei do amor!

- Cristo Jesus nunca fez menção alguma de Sua Igreja deveria, por lei, dar o dízimo.

- Na igreja de Jesus não existe levitas para receberem dízimos, nós não somos judeus!

- Para os judeus que haviam se tornado cristãos era difícil abandonar seus costumes e práticas religiosas.

- É como um católico que ao aceitar Jesus também encontra dificuldade de abandonar as práticas do catolicismo, como adoração a imagens.


- É como um evangélico que ao aceitar o Salvador Jesus, também encontra dificuldade de abandonar os costumes evangélicos, como o cabelo comprido, roupas, dízimo e etc.

- O quanto é difícil para um religioso cumprir com a única lei estabelecida por o novo Sacerdote Cristo: “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo!”.


O SACERDOTE ETERNO: 



“Porque aquele de quem estas coisas
se dizem pertence a outra tribo,
da qual ninguém serviu ao altar,

Visto ser manifesto que
nosso Senhor procedeu de Judá,
e concernente a essa tribo
nunca Moisés falou de sacerdócio.

E muito mais manifesto é ainda,
se à semelhança de Melquisedeque
se levantar outro sacerdote,
Que não foi feito segundo a lei do mandamento carnal,
mas segundo a virtude da vida incorruptível.

Porque dele assim se testifica:
Tu és sacerdote eternamente,
Segundo a ordem de Melquisedeque.”.
(Hebreus 07:13-17).

- Da tribo de Judá, tribo que nunca serviu no altar e que Moisés nunca falou de sacerdócio, se manifestou o Sacerdote Eterno, Cristo Jesus.

- Se manifestou por que amado (a)?



“Porque o precedente mandamento
é ab-rogado por causa da sua fraqueza
e inutilidade
(Pois a lei nenhuma coisa aperfeiçoou)
e desta sorte é introduzida uma melhor esperança,
pela qual chegamos a Deus.”.
(Hebreus 07:18-19).

- Se manifestou para ab-rogar (anular, abolir) o antigo mandamento devido sua fraqueza e inutilidade.

- Portanto, mediante a mudança de sacerdócio (Cristo se tornou nosso Mediador e Sumo-Sacerdote), automaticamente a lei anterior foi abolida!

- Hoje não precisamos mais circuncidar nossos filhos, não precisamos mais comer ervas amargas, nem sacrificar animais, porque Cristo aboliu a lei. 

- A lei levítica do dízimo foi abolida por Cristo por causa da sua fraqueza e inutilidade.

- A salvação não vem através da lei levítica, mas através de Cristo, cujo sacrifício traz perdão para nossos pecados:



“E, na verdade,
aqueles foram feitos sacerdotes em grande número,
porque pela morte foram impedidos de permanecer,

Mas este,
porque permanece eternamente,
tem um sacerdócio perpétuo.

Portanto,
pode também salvar perfeitamente
os que por Ele se chegam a Deus,
vivendo sempre para interceder por eles.”.
(Hebreus 07:23-25).

- Mais uma vez, o escritor aos Hebreus afirma a superioridade do sacerdócio de Cristo.

- Os levitas foram em grande número, mas pela morte foram impedidos de permanecer.

- Mas Cristo Jesus permanece eternamente e os que por Ele se chegam a Deus são salvos.


- Desse modo, a prática do dízimo pelo seguidor de Jesus é mais que uma heresia, é uma profanação do sangue da aliança superior feita por Ele.

- A Escritura afirma que a Antiga lei (incluindo o dízimo) ordenada ao antigo sacerdócio (levítico) foi abolida, foi invalidada por uma aliança superior advinda do novo sacerdócio de Cristo.

- Estes “pastores” que cobram o dízimo não são sacerdotes nem da tribo de Levi, nem de tribo nenhuma, simplesmente porque não são judeus, assim como você e eu amado (a).

- Todos nós somos gentios (brasileiros, argentinos, espanhóis, japoneses...).

- De modo que se utilizarmos a lei ordenada ao sacerdócio antigo, negamos categoricamente o novo sacerdócio de Jesus, o seu sacrifício, a sua aliança, pois assim está escrito:



“Separados estais de Cristo,
vós os que vos justificais pela lei;
da graça tendes caído.”.
(Gálatas 05:04).

- No versículo anterior Paulo relata que todo aquele que se deixa
circuncidar, está obrigado á observar toda a lei: 



“E de novo protesto a todo o homem,
que se deixa circuncidar,
que está obrigado a guardar toda a lei.”.
(Gálatas 05:03).

- Se você se submete á doutrina do dízimo (elemento do sacerdócio antigo e abolido), está, portanto obrigado á observar toda a lei! 

- E, portanto está separado de Cristo, da graça você caiu.

"A ÚNICA VERDADE QUE LIBERTA É A DE DEUS
AS OUTRAS APENAS MACHUCAM"

8 comentários:

Anônimo disse...

existe uma igreja verdadeira neste mundo, eu gostaria de conhecer uma pra eu congregar,...estou parado a muito tempo por causa da politica das igreja, hj em dia eles da igreja so sabe pedir dinheiro...qual a verdadeira igreja de jesus cristo???

Sónia Santos disse...

Olha só, igreja é você, é todo aquele que aceitou a Jesus como seu único e suficiente Salvador e Senhor da sua vida.
Então você deve apresentar o seu corpo como sacrifício vivo santo e agradável a Deus e isto é o teu culto racional, Romanos capitulo 12 versículo 1 logo a seguir explica como fazer isso, renovando o nosso entendimento.
Na verdade não é um culto religioso referido, mas um culto racional.
Repare em Romanos 6:13 "Nem tampouco apresenteis os vossos membros (corpos) ao pecado por instrumentos de iniquidade; mas apresentai-vos a Deus, como vivos dentre mortos, e os vossos membros (corpos) a Deus, como instrumentos de justiça."
"Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus." Romanos 8:8
Quanto ao templo: Se alguém destruir o templo de Deus, Deus o destruirá; porque o templo de Deus, que sois vós, é santo. 1 Coríntios 3:17
Não sabeis vós que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? 1 Coríntios 3:16

claudio chagas disse...

Concordo que não se deve exigir o Dízimo na forma de tributo, uma obrigação. Até porque, o que existe é um verdadeiro mercantilismo imposto como regra de fé. E, isto é uma doutrina puramente humana, e uma fora de enriquecimento da "empresas" religiosas, como bem afirmou o comentarista. No entanto, faço uma ressalva, de que, embora não haja essa obrigatoriedade, se faz necessário contribuirmos com a obra do Senhor, tendo em vista haver necessidade de sua manutenção. Portanto, isto deve ser feito com dízimos e ofertas!

Edjon Pereira de Jesus disse...

Vc não leu todo conteúdo, ou não percebeu que dízimo é página virada? Lembrando que dízimo jamais foi dinheiro! Sempre foi alimento!

Edjon Pereira de Jesus disse...

Muito edificante o estudo, não encontrei contradição do conteúdo exposto com outras referências bíblicas, parabéns! Isto exposto é a verdade bíblica sem distorcer, quanto também não há frases isoladas de um trecho bíblico para se formar uma heresia.

Apostolo Odilon Carvalho disse...

Se no sacerdocio levitico se tomava dizimo, no sacerdocio de Melquisedeque não foi diferente, Abraão pagou dizimo a Melquisedeque, a grande diferença agora é que no sacerddocio de Melquosedeque o dinheiro dos dizimos e ofertas não servem mais para pagamento de levitas, o evangelho é gratuito, mas aonda se faz necessario gastos na divulgação do evangelho, construção dos templos, etc etc... e na caridade que as igrejas deveriam fazer com esses recursos, mas a palavra de Deus nos garante que a Igreja verdadeira de Cristo é restaurada nos ultimos dias atos 3:21

Anônimo disse...

Muito bom estudo !!! . Como o comentário do Titulado Apóstolo Odilon . O Dízimo e Página Virada . A verdade que as Ofertas e para cuidar dos templos e ajudar . Realmente as pessoas menos favorecida . Mas hoje está sendo usada com já foram dito várias vezes só para Ser uma Empresa dos evangélicos Onde de tal maneira desviado e o dinheiro da Viúva e do assalariado . Coitado onde e imposto a lei como dita foi abolida . Se opõem pressão da fé Sobre cada fiel e se obriga a tirar do seu sustento o valor ou e julgado pelo Homem que tal Forma diz .. Você está Roubando a Cristo !!! Onde no estudo vimos que o Nosso Senhor Apenas que Nossa Obediência e o Amor como único mandamento .. Não o Dinheiro como obediência da Lei . Não Estou aqui querendo complementar o Estudo que Foi Muito Bem Feito dentro das escrituras . Só digo que por vez os Amados Irmãos não seja Tolos e se tomado culpas até parado de. Congregar por Motivos em que TITULADOS PASTORES culpam o mesmo ... Deus Abençoe a Todos

Gilberto Mesquita disse...

Muito bom o estudo feito, realmente Cristo nos resgatou da maldição da LEI, fazendo-se maldição por nós, logo nenhuma lei de dízimo tem poder de amaldiçoar alguém, como vemos a grande maioria dos pastores enganando os menos esclarecidos, eu tenho ordenação de pastor há 17 anos, mas não uso desse título para ser superior aos meus irmãos e jamais lancei leis de maldição sobre alguém, o estudo está correto, conforme está escrito em Hebreus 7-5, o sacerdote levítico tinha direito de tomar os dízimos de seus irmãos, segundo a LEI, mas a LEI foi mudada, conforme o verso 12, do mesmo capítulo, e no verso 18 conclui o raciocínio. Muita coisa precisa ser mudada se é que estamos debaixo da graça de Deus...

Liberdade de Expressão


É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se:
“é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença"(inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da"argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.