Angela Natel On quarta-feira, 16 de maio de 2012 At 07:46
Presado pasto Renato,

Estou escrevendo esse testo, porque o sinhor vive disendo que pasto presiza instudar. Olha eu dinscordo do sinhor. homi de deus não presiza instudar, pastor nececita é de puder di deus. a Bibla, pasto Renato é um livro importamte, mais desnecesario sem o puder de jeová.

Pasto renato o sinho nunca leo que a letra mata? se leo porque fica mandando a gente le a bibla? O que preicisamus é do de re-té-té de jeová , subi ao monte, esprimentar gira santa e ouvi os misterio de papai.

Outra coisa pasto Renato, eza coisa de escola domincal é coisa de cremti frio. nós não preciza disso, nos presisza de fogo. portamto, para com eza instória de que pasto presiza instudar. por acauso voce nunca leo na Bibla que ao abri a boca deus encheria? entaoce é iso que homi de deus tem que faze. Estuda é bobagem, é só subi no pulpito que deus dá o misterio.

Pasto Renato, é mior o sinho se arrependê desses ensinus encapetatu. para de mandar nós instudar. nós não preciza disso. o que nos que é lovar a deus, se abensoado e exprimentar as riquesas deste mundao.

deus bensoe o senhor e nao recrame desta carta, porque se assim ficer, estara tucando no ungido do sinhor.

Profeta Macalé.


* Este texto não passa de ficção. Qualquer semelhança com a realidade não passa de mera coincidência.



Fonte: Pr Renato Vargens em seu Blog

http://libertosdoopressor.blogspot.com.br/2012/05/carta-aberta-de-um-profeta-que-diz-que.html

0 comentários:

Liberdade de Expressão


É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se:
“é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença"(inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da"argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.