Angela Natel On segunda-feira, 30 de abril de 2012 At 08:48
Angela Natel On At 08:29
Não poderíamos identificar um movimento heterodoxo se não conhecêssemos seus estigmas. É de suma importância o princípio pelo qual nós confrontamo-las com a palavra de Deus. Somente assim, nós podemos identificá-las por suas marcas. Uma seita se revela como tal por apresentar certas características em relação às verdades bíblicas. Eis alguns sintomas que caracterizam o quadro doentio das seitas.

Autoridade extra-bíblica
Geralmente as seitas apresentam uma nova autoridade doutrinal, superior ou paralela à Bíblia sagrada para sua fé e prática. Esta autoridade pode apresentar-se em forma de livros ou revelações ou até mesmo na pessoa do líder da seita. Alguns poucos exemplos clássicos são: As Testemunhas de Jeová, os Mórmons, os Adventistas do Sétimo Dia, a Igreja da Unificação, Igreja Católica Romana entre outros.

Verdades que vão além da Palavra de Deus
Há necessidade entre esses grupos de irem além do que está escrito nas sagradas escrituras, buscando novas revelações. Essas “novas verdades” no entanto, acabam por se chocar frontalmente com a palavra escrita de Deus e às vezes com suas próprias revelações. Casos típicos são os do profeta do mormonismo Joseph Smith, Sun Myung Moon, Charles T. Russel e outros. Para eles o evangelho precisa ser completado com suas revelações místicas que somente eles possuem e mais ninguém.

Interpretações Particulares da Bíblia
Há muitos grupos que não reivindicam novas verdades, mas interpretam as verdades bíblicas ao seu bel prazer. Para esses, a Bíblia lhes pertencem e ninguém pode entendê-la fora do padrão estabelecido pela seita. Muitos dessa categoria apóia-se em algumas passagens da Bíblia apenas por conveniência pois é mais fácil enganar um indivíduo que já está familiarizado ainda que nominalmente com este livro. É o caso do Espiritismo e da igreja Católica Romana.

Rejeição ao Cristianismo Ortodoxo ou as Igrejas Estabelecidas
Esses grupos nutrem verdadeiro ódio contra as igrejas estabelecidas que pregam o conceito histórico-ortodoxo de crença. O argumento quase unânime entre elas é que as igrejas se afastaram das verdades essenciais e se enveredaram para práticas pagãs. Essas seitas atacam como ensinamento pagão às doutrinas da Trindade, a imortalidade da alma e o inferno.

Pregam um outro Jesus
O Jesus das seitas nunca é o mesmo Jesus da Bíblia. Para as seitas Jesus foi diversas coisas, mas nunca jamais o Deus encarnado que veio redimir o homem. Assim para as Testemunhas de Jeová Jesus é apenas uma criatura, um deus menor, para os mórmons Jesus é apenas um dos trilhões de deuses, foi casado e polígamo, já para os espíritas Jesus foi apenas o maior espírito de luz que já baixou nessa terra.

Lavagem Cerebral
As seitas retiram o censo crítico de seus adeptos não permitindo que eles pensem por si mesmos deixando que o líder ou o grupo pensem por eles. As técnicas são variadas, mas sempre persuasivas indo das cessões de isolamento da família até jejuns forçados sem tempo de descanso, sendo que neste ínterim é o membro do grupo bombardeado com literaturas da seita, estudos e mais estudos até a exaustão psicológica. É o caso do reverendo Moon, Hare Khrisna, Testemunhas de Jeová e outros.

Salvação pelas Obras
O estado legalista das seitas impedem-nas de aceitarem a livre graça de Deus. Como o âmago da seita é a heresia e toda heresia é obra da carne, sendo produto do homem sem o verdadeiro Deus, as seitas desenvolveram sua própria maneira de salvação. Oferecem uma falsa esperança aos seus adeptos que nunca sabem o quanto fizeram para merecerem a benevolência de um deus, cujo conceito forjado pela seita, foge radicalmente do apresentado na Bíblia. Para o adepto só existem leis a serem cumpridas seja elas de procedência bíblica ou mesmo criadas pela organização da qual pertencem. Podemos enquadrar aqui os Adventistas, mórmons, Testemunhas de Jeová, Espiritismo, Catolicismo etc.

Exclusivismo

Apesar da Bíblia ensinar que a salvação e a verdade só se encontram em Jesus, as seitas invertem essa verdade e apregoam que somente sua organização é a única correta tendo todas as demais apostatado da fé. É o monopólio da fé e da verdade. Para a pessoa ser salvo é preciso pertencer ao grupo.

Semântica Enganosa

As seitas a fim de enganarem as pessoas, usam uma terminologia cristã, mas que na prática se revela totalmente falsa. Dizem crer nos mesmos pontos de fé dos cristãos ortodoxos apenas para uma aproximação pacífica visando sempre o proselitismo desleal. No entanto um exame mais atento, porém, revela que esta igualdade é apenas aparente e nominal. As Testemunhas de Jeová dizem acreditar no Espírito Santo, mas para elas esse Espírito não é o mesmo do credo cristão, sendo apenas (na concepção delas) uma mera força ativa. Os mórmons Dizem crer na trindade, mas a Trindade que eles pregam são três deuses que possuem um corpo de carne e osso.

Falsas Profecias
Nas seitas existem-nas em abundância. Para conseguirem impressionar seus membros, os líderes de seitas dizem receber supostas revelações de Deus sobre certos acontecimentos históricos - mundiais, escatológicos ou envolvendo o próprio grupo, que com o passar dos anos, se revelam fraudulentos provando ser o tal profeta um falso profeta. São o caso dos líderes dos Adventistas, Testemunhas de Jeová e Mórmons.

Mudanças de Crenças
As seitas possuem uma teologia volúvel. O que era verdade ontem já não é hoje. Com o passar dos anos as inconsistências das aberrações doutrinarias apregoadas por elas se tornam um tanto obsoletas entrando muitas vezes em contradição com os ensinamentos atuais de seus líderes, ai então, faz-se necessário o camaleão mudar de cor. Algumas até colocaram em seu bojo doutrinário o ensinamento de que é normalmente aceitável que sua teologia esteja em constante mutação, é o caso dos mórmons e das Testemunhas de Jeová. Os jargões geralmente empregados para justificarem isto são: "lampejos de luz" (TJ), "verdade presente" (ASD), "nova luz" (SUD). As características principais de uma seita foram expostas e resumidas acima, mas há ainda a questão financeira, o carisma do líder, ensinos sobre a Trindade dentre outras que por questão de espaço não colocamos aqui. Entretanto, estas servem para identificarmos eficazmente uma seita.



Fonte: Bíblia de Apologética
Angela Natel On domingo, 29 de abril de 2012 At 08:22
Paulo repreende os crentes coríntios: "Tolerais quem vos escravize, quem vos devore, quem vos detenha, quem se exalte, quem vos esbofeteie no rosto" (2 Co 11.20, ARA; grifos meus).

Imagine! Esses crentes estavam dispostos a ser maltratados pelos superapóstolos sem reclamar! Esses falsos mestres eram manipuladores, controlando e humilhando, e as pessoas crédulas os seguiam!

A natureza humana não mudou! Fico maravilhado com histórias que ouço de pessoas frequentando igrejas onde o pastor usa de autoridade para explorar o povo por meio de controle arrogante, comentários depreciativos e acusações. Em certos casos, o pastor ameaça os membros da igreja, chegando a ponto de amaldiçoá-los se deixarem a congregação. Ele exige lealdade absoluta, compromisso e obediência pessoal. As pessoas continuam frequentando, embora ele os "esbofeteie no rosto", como disse Paulo. Afinal de contas, o pastor afirma ser o servo especial de Deus.

Como os falsos profetas exercem tal controle?

Primeiramente, por isolamento. Eles rompem as relações dos congregantes com suas famílias, insistindo que devem prestar lealdade somente aos falsos mestres. Insistem que os membros apenas se comuniquem com eles; afinal, o profeta lhes dirá tudo o que precisam saber. Esta é a marca do falso culto.

Em segundo lugar, há intimidação. Se os falsos profetas conseguirem conhecer a personalidade do congregante, eles acham um ponto de fraqueza e o usam como alavanca para suborná-lo à sujeição. Certo falso mestre perguntou aos membros de seu pequeno grupo quais eram suas fantasias sexuais e depois usou esta informação contra eles. Há cerca de vinte anos, um falso profeta aqui na região de Chicago falou-me que se eu não me colocasse sob sua autoridade, ele já havia me visto "caindo". Isso pode ser intimidante se pensarmos que ele, na verdade, falava em nome de Deus.

Em terceiro lugar, há exploração. O falso mestre encontra meios de desenvolver relacionamentos com seus seguidores. Se for uma personalidade da mídia, ele garante um favor especial se os seguidores lhe escreverem. Ele promete respostas às orações; promete prosperidade; promete que Deus os recompensará com dinheiro. Esse enganador almeja dependência e confiança cultual. Assim, os falsos profetas podem depender da lealdade e sustento desse povo por muitos anos. Entrementes, os falsos profetas não se põem sob autoridade. Eles desafiam a autoridade dos pastores, ou escolhem integrantes da diretoria da igreja que sabem que não os farão prestar contas. E pelo fato de acreditarem que recebem ordens diretamente de Deus, quando são interrogados, replicam: "Quem é você para questionar o ungido do Senhor?" Se um milagre acontece em seu ministério, eles o desfilam na frente das multidões e, implicitamente, recebem o crédito como "operadores de milagres". Mas se alguém não é curado, é por culpa da pessoa que não teve fé o suficiente ou não deu bastante dinheiro. Ninguém jamais é chamado ao púlpito para testemunhar sua "não-cura".

Já notou que as multidões que vêm admirar os operadores de milagre são os pobres? Porque estas pessoas — Deus as abençoe! — raciocinam: Se eu puder ter tanta Jé quanto o meu líder, Deus me abençoará como o abençoou. Assim, se a hipoteca não for automaticamente paga, se não forem curados, é por culpa deles. Não admira que pessoas desiludidas com esses ministérios pensem que Deus as abandonou.



Fonte: Erwin Lutzer no Blog do Josemar Bessa


http://libertosdoopressor.blogspot.com.br/2012/04/os-falsos-profetas-tem-meios-proprios.html
Angela Natel On sábado, 28 de abril de 2012 At 09:19



- Líderes religiosos afirmam que Abraão e jacó eram "dizimistas fiéis" e que os crentes em Cristo Jesus também devem ser.

- Usam Dois grandes personagens do Antigo Testamento para extorquir financeiramente seus fiéis cobrando 10% de sua renda todo final de mês, fora as ofertas, patrocínios, mantenedores etc...

- Hoje, sem a contaminação religiosa imposta por eles (líderes religiosos), vamos ver se realmente estes dois personagens bíblicos davam DINHEIRO para algum líder religioso.


INTRODUÇÃO:



- A lei dos dízimos nunca foi dinheiro, mas sempre alimento e faz parte das leis cerimoniais abolidas por CRISTO na cruz. 

- Consistia de ordenanças da carne, comidas bebidas e abluções. 

- Estava ligada ao sistema sacrifical e era uma lei levítica. 

- Deveria existir até ao tempo da reforma, quando JESUS viesse.



"E o véu do templo se rasgou em dois,
de alto a baixo.".
(Marcos 15:38).


- Quando JESUS vem e morre na cruz, é rasgado o véu do Santuário e todas as leis cerimônias encontram seu fim. 

- Agora não há mais santuário na Terra, nem Templo, nem sacerdócio levítico, nem lei de dízimos. 

- Desde então nenhuma destas coisas faz parte do ensino de JESUS CRISTO e nunca foi prática de qualquer um de Seus apóstolos ou discípulos.


OS ÚNICOS DOIS TEXTOS DE GÊNESIS:


- O dízimo é praticado duas vezes em Gênesis.

- Em nenhum dos textos é ensinado ser uma prática dos adoradores de DEUS ou se quer insinua que deva ser. 

- Tampouco existia como lei de DEUS e nem estava sendo constituída como uma lei para Seu Reino. 

- A primeira aparece no capítulo 14 e a segunda no capítulo 28.


1ª ABRAÃO ENTREGA 100% DO DESPOJO DA GUERRA:


‘E Melquisedeque, rei de Salém,
trouxe pão e vinho;
e era este sacerdote do Deus Altíssimo.
E abençoou-o, e disse:
Bendito seja Abrão pelo Deus Altíssimo,
o Possuidor dos céus e da terra;
e bendito seja o Deus Altíssimo,
que entregou os teus inimigos nas tuas mãos.
E Abrão deu-lhe o dízimo de tudo.
E o rei de Sodoma disse a Abrão:
Dá-me a mim as pessoas,
e os bens toma para ti.
Abrão, porém, disse ao rei de Sodoma:
Levantei minha mão ao SENHOR,
o Deus Altíssimo,
o Possuidor dos céus e da terra,
jurando que desde um fio até à correia de um sapato,
não tomarei coisa alguma de tudo o que é teu;
para que não digas:
Eu enriqueci a Abrão;
Salvo tão-somente o que os jovens comeram,
e a parte que toca aos homens que comigo foram,
Aner, Escol e Manre;
estes que tomem a sua parte.”.
(Gênesis 14:18-24).

- Abraão entregou o dízimo diretamente a um homem. 


- Para as organizações religiosas isso seria grande pecado, pois o dinheiro teria que chegar à conta corrente da empresa religiosa. 

- Abraão não é padrão para o tipo de dízimo praticado pelas igrejas.

- Não foi de seus pertences, mas dos pertences do rei de Sodoma que Abraão deu o dízimo.

- Abraão era poderoso fazendeiro, possuidor de grande quantidade de animais e tinha muitos pastores que cuidavam de seus gados:


“E não tinha capacidade a terra
para poderem habitar juntos;
porque os seus bens eram muitos;
de maneira que não podiam habitar juntos.
E houve contenda
entre os pastores do gado de Abrão
e os pastores do gado de Ló;
e os cananeus e os perizeus
habitavam então na terra.”.
(Gênesis 13:06-07).

- Tinha centenas de servos nascidos em sua casa, e quando foi para a guerra “fez sair trezentos e dezoito homens dos mais capazes, nascidos em sua casa,” tal era a prosperidade financeira desse homem:


“Ouvindo, pois,
Abrão que o seu irmão estava preso,
armou os seus criados, nascidos em sua casa,
trezentos e dezoito,
e os perseguiu até Dã.”.
(Gênesis 14:14).

- Abraão era “muito rico; possuía gado, prata e ouro.”:


“E era Abrão muito rico em gado,
em prata e em ouro.”.
(Gênesis 13:02).

- De seus pertences nunca deu dízimo pra Melquisedeque nem pra qualquer pessoa. 

- Fica evidente que ele não é a base para qualquer dizimista como pretendem os líderes religiosos.

- Os outros 90% Abraão devolveu ao rei de Sodoma, pois não lhes pertencia. 

- Abraão fez questão de entregar 100% de todo aquele recurso que havia conseguido na guerra. 


- Mais uma vez não é padrão de qualquer forma para os falsos dízimos de hoje.

- Abraão jamais repetiu este ato. 

- Deu o dízimo uma única vez e mesmo assim não foi de seus pertences. 

- Nunca fez isso uma segunda vez, nem muito menos foi doador sistemático como pretendem os pastores das igrejas, exploradores do rebanho.

- A Bíblia está contando um fato e não dizendo que devemos imitar. 


- Se fosse assim poderíamos pensar que podemos fazer um filho fora de nosso casamento como a Bíblia conta que Abraão fez. 

- Ou que devemos fazer guerra como ele fez.

- Em nenhum lugar da Bíblia é dito que devemos dizimar como Abraão. 

- E em nenhum lugar ele é citado como exemplo de dizimista como faz os pregadores frívolos de hoje, ou os sinceramente enganados.

- Ao entregar para o rei Melquisedeque 10% dos ganhos da guerra, Abraão estava sendo culturalmente correto, pois era essa uma prática entre os religiosos fora do judaísmo, pois a religião de Israel ainda nem se quer existia. 

- Ao ler História Antiga descobrimos que fazia parte da cultura pagã, como no Egito, os sacerdotes viverem do dízimo do povo. 


- Certamente este Melquisedeque era um rei-sacerdote para a região e sempre que alguém vinha com despojos de guerra deveria entregar 10%, visto que este reino sacerdotal não entrava na guerra, mas se dedicava a intercessão junto à divindade.


2ª JACÓ FAZ UM VOTO A DEUS:


“Então levantou-se Jacó
pela manhã de madrugada,
e tomou a pedra que tinha posto por seu travesseiro,
e a pôs por coluna,
e derramou azeite em cima dela.
E chamou o nome daquele lugar Betel;
o nome porém daquela cidade antes era Luz.
E Jacó fez um voto, dizendo:
Se Deus for comigo,
e me guardar nesta viagem que faço,
e me der pão para comer,
e vestes para vestir;
E eu em paz tornar à casa de meu pai,
o SENHOR me será por Deus;
E esta pedra que tenho posto por coluna
será casa de Deus;
e de tudo quanto me deres,
certamente te darei o dízimo.”.
(Gênesis 28:18-22).

- Certamente Jacó cumpriu o seu voto, mas não sabemos como ele entregou pra DEUS os 10%. A Bíblia não diz onde foi parar o recurso de 10% votado por Jacó.

- Se alguém quiser imitar Jacó, será reprovado pelos pastores. 


- Pois eles querem ver seus dízimos entrarem nos relatórios deles.

- E se todo cristão fizer como Jacó?! 

- Assim também se quisermos podemos votar entregar para DEUS 10% do que ganhamos, mas como Jacó, ninguém ficará sabendo onde foi parar o dinheiro. 


- Isso será motivo de muita ansiedade para os zelosos defensores da pseudodoutrina do dízimo sagrado.

- O fato de alguém votar algo pra DEUS não obriga que outros façam o mesmo. 

- O voto de Jacó é obrigatório pra ele e não pra você.

- O dízimo não foi uma exigência que partiu de DEUS para Jacó, mas foi um ato voluntário que partiu de Jacó para DEUS.

- Jacó daria o dízimo, não com a finalidade de ser abençoado, mas como resultado de ter sido abençoado. 


- Isso é bem diferente dos discursos que exploram os fiéis hoje em dia nas igrejas que freqüentam.

- DEUS não está vendendo bênçãos, nem tampouco sendo sócio dos homens em seus negócios seculares. 

- As empresas religiosas iludem as pessoas com superstições do tipo:
“Se você der 10% do que ganha para DEUS,
 então Ele derramará bênçãos sem medidas sobre você e sua família.”.

- Mas quando você não vai bem nos negócios então o lobo sagaz pergunta se você está em dia com DEUS!

- Isto é, se você está dando 10% para os cofres da empresa religiosa. 

- Dizem que aí está a causa do problema. 


- Prometem que se você for um dizimista fiel, então DEUS cumprirá Sua promessa. 

- Assim iludem as pessoas com promessas de prosperidade financeira para quem é fiel nos dízimos e toda sorte de maldições para os infiéis.

- Esses discursos ridículos escondem a verdade que a grande maioria de todos os fiéis dizimistas é pobre e nunca passaram a ganhar mais porque deram para o SENHOR. 

- Se fosse como eles pregam, então esses pobres dizimistas seriam todos ricos, mas continuam pobres.

- Isso é o cúmulo da estupidez religiosa que faz DEUS parecer um pedinte miserável pronto a castigar os que não lhe pagam tributo.


- Então amado (a), se você quiser fazer um voto de dar dez por cento do seu salário pra Deus, é evidente que isto não é pecado, mas dê seu dez por cento pra Deus, não para estes pregadores, pois eles não são Deus, são homens pecadores assim como você e eu.

- Você me perguntará: “Como darei 10% do meu salário a Deus então?”.

- Jesus responde:


“Porque tive fome,
e destes-me de comer;
tive sede, e destes-me de beber;
era estrangeiro, e hospedastes-me;
estava nu, e vestistes-me;
adoeci, e visitastes-me;
estive na prisão, e fostes ver-me.
Então os justos lhe responderão, dizendo:
Senhor,
quando te vimos com fome, e te demos de comer?
ou com sede, e te demos de beber?
E quando te vimos estrangeiro,
e te hospedamos?
ou nu, e te vestimos?
E quando te vimos enfermo,
ou na prisão, e fomos ver-te?
E, respondendo o Rei, lhes dirá:


Em verdade vos digo
que quando o fizestes a um
destes meus pequeninos irmãos,
a mim o fizestes.”.
(Mateus 25:35-40).


"A ÚNICA VERDADE QUE LIBERTA É A DE DEUS
AS OUTRAS APENAS MACHUCAM"
*












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Liberdade de Expressão


É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se:
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