Angela Natel On domingo, 18 de dezembro de 2011 At 07:00


Hoje quero propor uma ideia em conjunto ao @JoelZart nosso querido amigo e irmão sobre “comunhão”, tanto nossa para com Deus quanto de nós para com as pessoas. O nosso coração pede e clama por perdão , aceitação, e nas  mais diversas situações da nossa vida queremos ser compreendidos e entendidos quanto a nossas escolhas; tanto erros quanto acertos, entretanto  geralmente não temos a mesma tolerância com pessoas que “cometeram” “pecadões”, como assim? Ué vai dizer que você não vê isso? Ou quem sabe você não faz? Como todos nós fazemos? Exemplos: Irmãos que são “gulosos” são muito mais aceitos que irmãos anoréxicos.  Fora os vários pecados “legalizados” pela igreja como avareza, egoísmo, indiferença e tantos outros, porém esses ainda sim são “menos piores” que sexo antes do casamento, masturbação, rebeldia ou desobediência e por aí vai.
O nosso coração possuí uma balança de julgamento pessoal do que nos é aceitável ou não, porém Deus nos aceita da maneira que somos e antes mesmo de abrir a boca e pedirmos perdão à ELE, já fomos perdoados. Se ELE já nos perdoou e nos compreende e nos ama porque ainda teimamos em não apertar as mãos “sujas” de nossos irmãos, de abraçá-los e orar juntos pelas nossas dificuldades? Porque um casal que acaba por transar antes do casamento e tem como consequencia uma gravidez são tratados por nós como “leprosos”? O coração deles é pior que o seu? Porque quando alguém é “afastado” dos seus cargos terrenos, pois “caiu” é julgado e condenado pela congregação que “se envergonhou” da sua postura? Por quê?
Eu tenho uma ideia do porque, na verdade NÓS não vivemos em plenitude da GRAÇA para entender que nossas mãos estão aparentemente “sujas”, mas na verdade o sangue do cordeiro já as limpou de todo pecado quando fomos constrangidos pelo Espirito de Deus a respeito deles (não de alguns pecados e sim de todos).
A vida é dada por Deus assim como o constrangimento a respeito dos seus erros e pecados. Por isso aqueles que vivem pela graça não se condenam e sim se ajudam mutualmente a levantar e prosseguir em TEMOR (Temor é conhecer os princípios de Deus e vive-los da forma que lhe convêm em equilíbrio no seu dia a dia, por isso “Nem para esquerda nem para direita”) para o alvo que é a perfeição do Amor em Cristo.
Nós devemos ser como “roldanas” que levantam nossos irmãos ao invés de praticar o pecado da “humilhação”, “julgamento”, “omissão” e por aí vai. Na GRAÇA de Cristo não há espaço para barganhas, ela é totalmente acessível para aqueles que a buscar, sem haver “mediador” além do amor de Cristo. O amor de Deus não se esconde atrás de regras e métodos. Ele nos usa e nos ama da maneira que somos, pois é o Senhor soberano sobre toda a terra e não faz distinção daqueles que Creem em Jesus, portanto que nós possamos entender esse amor que não mede pecados grandes ou pequenos, sujos ou limpos, ilegais e legais e sim enxerga a todos nós da mesma maneira: Todos pecaram e careceram da Glória de Deus, sendo JUSTIFICADOS GRATUITAMENTE pela sua graça, pelo amor e redenção em Cristo Jesus (Rm. 3 23– 24)
Que possamos nos dar as mãos “sujas” uns aos outros e buscar conhecer a esse Deus amoroso que nos ama e perdoa e nos aceita como somos e não como imaginamos que deveríamos ser. Afinal de contas à comunhão com Deus não é algo para ser praticado somente sozinho e sim como um corpo que se ama e se ajuda mutuamente e exercitando o amor e tolerância entre as pessoas sendo elas quem sejam. É difícil? Todos sabemos que é, porém é um ideal a se perseguir e perseverar em Jesus no agir do Espirito Santo, pois afinal de contas é ELE que faz todo o trabalho realmente necessário basta a nós a postura de aceitar seus fiéis caminhos de amor e graça.
Um grande abraço no amor em Cristo Jesus.
Seu servo.
Julio Cesar Perbichi – Líder ministério OQC?

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Liberdade de Expressão


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