Angela Natel On terça-feira, 29 de novembro de 2011 At 07:05
Angela Natel On domingo, 27 de novembro de 2011 At 04:58
Angela Natel On sábado, 26 de novembro de 2011 At 12:59
Angela Natel On At 05:10
Hermes C. Fernandes: O Dízimo já era...: Por Hermes C. Fernandes Muito se tem discutido sobre a legitimidade do dízimo durante o regime da Nova Aliança. Para muito...
Angela Natel On At 04:50
Angela Natel On sexta-feira, 25 de novembro de 2011 At 06:52
Angela Natel On At 06:06
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SBB promove eventos comemorativos para o Dia da Bíblia. O tema deste ano é baseado na Bíblia para o jovem


Por Oficina da Palavra (SBB)



A Bíblia para o Jovem” é o tema que vai orientar as celebrações do Dia da Bíblia 2011, no segundo domingo de dezembro. Todas as igrejas brasileiras podem participar da campanha proposta pela Sociedade Bíblica do Brasil (SBB). Baseada em Provérbios 3.6 - Lembre de Deus em tudo o que fizer, e ele lhe mostrará o caminho certo -, tem o objetivo de conectar a juventude com a Palavra de Deus e enfatizar a importância dos princípios bíblicos para a vida.
“Desenvolvemos uma série de ferramentas para ajudar igrejas, congregações e ministérios a colocar a Bíblia no dia a dia dos jovens brasileiros. É importante que os líderes desses jovens também sejam envolvidos na preparação de uma grande celebração em torno do Livro Sagrado”, diz o secretário de Comunicação e Ação Social da SBB, Erní Seibert.
O lançamento da campanha acontecerá entre os dias 27 de setembro e 13 de outubro. “Serão realizados eventos regionais em diversas partes do país, com o intuito de engajar a liderança cristã nesta grande festa em torno do livro mais lido, traduzido e produzido de todos os tempos”, explica Seibert.
Confira, a seguir onde acontecerão esses eventos:
-       27/09
§        Belém (PA) - Das 8h30 às 12h – Secretaria Regional da SBB em Belém, Av. Assis de Vasconcelos, 356.
-       28/09
§        Rio de Janeiro (RJ) - Das 8h30 às 12h – Centro Cultural da Bíblia, Rua Buenos Aires, 135, Centro. Recife (PE)
§        Belo Horizonte (MG) - Das 8h30 às 12h – Secretaria Regional da SBB em Belo Horizonte, Rua Caldas da Rainha, 2.070.
§        Porto Alegre (RS) - Das 8h30 às 12h – Igreja Batista Filadélfia, Avenida Plínio Brasil Milano, 1.835.
§        Recife - Das 8h30 às 12h – Seminário de Educação Cristã, Rua Padre Inglês, 143, Boa Vista.
-       08/10
§        Brasília (DF) - Das 8h30 às 12h – Auditório da Faculdade Evangélica de Brasília, SGAS 910 Lt 33/34, Cj. D.
-       13/10
§        Barueri (SP) - Das 8h30 às 12h – Museu da Bíblia, Avenida Pastor Sebastião Davino dos Reis, 672, Vila Porto
-       14/10
§        Curitiba (PR) - Das 8h30 às 11h30 – Secretaria Regional de Curitiba, Avenida Marechal Floriano Peixoto, 2952, Parolin


Entre os itens disponibilizados pela SBB estão: cartazes, material para evangelização de jovens, cofrinho para crianças, envelopes para arrecadação de ofertas pela distribuição da Bíblia, modelo para confecção de camisetas do Dia da Bíblia e Planos de Leitura da Bíblia segmentados: para crianças e jovens, além de um para a leitura da Bíblia completa em um ano. Este material pode ser solicitado através do hotsite www.sbb.org.br/diadabiblia, onde também estão reunidas informações detalhadas sobre como usar essas ferramenta e ideias para marcar o Dia da Bíblia 2011.
“As igrejas também poderão utilizar o hotsite do Dia da Bíblia para divulgar suas programações. Mas é importante que elas se mobilizem para comunicar suas ações ao maior número de pessoas possível, utilizando seus próprios meios de comunicação: boletins, jornais, informativos, programas de Rádio e TV, Internet e redes sociais”, orienta Seibert.
O Dia da Bíblia é celebrado no segundo domingo de dezembro e durante toda a semana que o precede. A SBB estará engajada na divulgação de eventos e programações, realizadas por igrejas de todo o País.
O Dia da Bíblia
Criado em 1549, na Grã-Bretanha pelo Bispo Cranmer, o Dia da Bíblia começou a ser celebrado no Brasil em 1850, quando chegaram da Europa e EUA os primeiros missionários evangélicos. Porém, a primeira manifestação pública aconteceu quando foi fundada a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), em 1948. Graças ao trabalho de divulgação das Escrituras Sagradas, desempenhado pela SBB, as comemorações se intensificaram e diversificaram, passando a incluir a realização de cultos, carreatas, shows, maratonas de leitura bíblica, exposições bíblicas, construção de monumentos à Bíblia e ampla distribuição de Escrituras - formas que os cristãos encontraram de agradecer a Deus por esse alimento para a vida.
A SBB
A Sociedade Bíblica do Brasil é uma organização sem fins lucrativos, de natureza filantrópica, assistencial, educativa e cultural. Sua finalidade é traduzir, produzir e distribuir a Bíblia Sagrada, um verdadeiro manual para a vida, que promove o desenvolvimento espiritual, cultural e social do ser humano, provocando, assim, a transformação daquele que com ela entra em contato. Para cumprir a missão de distribuir, de forma relevante, a Bíblia a todas as pessoas desenvolve programas de assistência social em todo o País. Fundada em 1948, construiu sua trajetória com base na missão de "promover a difusão da Bíblia e sua mensagem como instrumento de transformação espiritual, de fortalecimento dos valores éticos e morais e de incentivo ao desenvolvimento humano, nos aspectos espiritual, educacional, cultural e social, em âmbito nacional”.
A SBB faz parte das Sociedades Bíblicas Unidas (SBU), uma aliança mundial fundada em 1946 com o objetivo de facilitar o processo de tradução, produção e distribuição das Escrituras Sagradas por meio de estratégias de cooperação mútua. As SBU congregam 146 Sociedades Bíblicas, atuantes em mais de 200 países e territórios. Essas entidades são orientadas pela missão de promover a maior distribuição possível de Bíblias, numa linguagem que as pessoas possam compreender e a um preço que possam pagar.

Angela Natel On quinta-feira, 24 de novembro de 2011 At 04:44
Paulo Brabo
Só os grandes articuladores da fé, que vivem e pensam em esferas distantes da multidão, é que falam da sua religião em termos profundos e categorias teológicas. Para uma pessoa normal, ou para alguém que observa de fora, uma religião é mais claramente definida pelas suas proibições.
O cidadão comum, muito sensatamente, prefere não ter de sentir-se à vontade entre termos como atonement, parousia, kenosis, koinonia e kairos. O cristão médio vive muito bem sem conhecer as quatro teorias da redenção, sem ter lido a autobiografia de Agostinho, sem pausar diante das agonias de Kierkegaard e sem dobrar-se com as angústias de Bonhoeffer. Ele intui que é possível aproximar-se de Jesus sem saber exatamente o que é graça irresistível, pecado original, amilenismo, soteriologia, hermenêutica, exegese, escatologia realizada, depravação total, arminianismo, imanência, universalismo, teísmo aberto ou monergismo. Muitos cristãos tarimbados sentem-se pouco à vontade para manusear sem proteção até mesmo conceitos que são mencionados pelo nome na Bíblia, coisas como santificação, graça, justificação, eleição e arrependimento. Até mesmo, olha, fé.
Em contraste com isso, os mais despreparados dentre nós sentem-se em geral prontos para elencar as interdições que envolve a nossa fé particular – ou, no mínimo, para zelar nominalmente pela aplicação delas. De longe, “minha religião não permite” é a profissão de fé mais comumente proferida da Terra.
É desse modo, elencando proibições, que na vida real falamos aos outros da nossa religião e inquirimos os outros a respeito da deles. É falando de proibições que orientamos ou corrigimos o caminho dos que se agregam ao círculo da nossa crença.
Há coisa de cinquenta anos as facções evangélicas e protestantes do Brasil cultivavam uma série de interdições em comum, a maioria das quais foram abolidas nesse intervalo, embora continuem a vigorar para um grupo ou outro. Crente não podia não podia beber, não podia ir ao cinema, não podia jogar futebol; não podia ouvir música do mundo, não podia entrar em boate, não podia fumar; não podia jogar, não podia fazer apostas e não podia dizer palavrão; se fosse mulher, não podia usar calça comprida, não podia usar maquiagem, não podia cortar o cabelo.
Corta para 2011: não só caíram todas essas proibições (ou a sua maioria), como a cultura e a tecnologia avançaram rápido demais para que as assembleias pudessem legislar com adequada austeridade proibições novas. Tarde demais para lembrar que crente não pode usar telefone celular, não pode ter conta no twitter e não pode ler o Paulo Brabo.
Isso não quer dizer que os cristãos tenham deixado de construir sua identidade entrincheirando-se atrás de suas mais sagradas proibições. Permanecemos, como sempre, particularmente interessados nas transgressões que dizem respeito ao corpo: da nossa pauta eterna aparentemente nada tem poder para riscar a contracepção, as relações homossexuais e o sexo não apaziguado pelo casamento.
Tanto a teologia quanto as proibições acabam sempre, portanto, encontrando o seu público. Para os teólogos, a essência da fé está nas filigranas e coisas profundas que a massa não tem como entender; para a massa dos fiéis, a essência da fé está nas proibições muito práticas que lhes fornecem por um lado uma identidade e por outro lhes garantem uma recompensa.
Uma das muitas coisas singulares a respeito de Jesus de Nazaré é que ele evitou por completo tanto as armadilhas teologantes dos letrados e eruditos quanto a religiosidade rasa, de proibição e recompensa, das massas.
Jesus não ignorava, naturalmente, que as duas abordagens tem muita coisa em comum. Em grande parte, a lista de proibições adotada pelos crentes é composta ou esboçada pelos religiosos letrados que residem acima deles na pirâmide socioeconômica. “Se não são os sofisticados o bastante para entender as minúcias da teologia em que se fundamentam,” raciocinam os líderes religiosos com relação ao seu rebanho, “que pelo menos não caiam naquelas transgressões mais severas. Façamos uma lista”.
Postando-se muito acima dessas mesquinharias, Jesus recusava-se, por um lado, a gastar um instante que fosse do seu tempo expondo ou discutindo teologia. Era contando histórias que ele desfiava indicações sobre a natureza e os desafios do Reino. Era no calor sem sofisticação de estradas, de refeições, de curas e de abraços – no calor da vida real – que ele mostrava como o Reino se deveria viver.
Por outro lado, ele recusava-se de modo consistente a fornecer ao seu público o conforto almejado das listas de proibições. Jesus não só negava-se a falar da vida abundante em termos de obediência a interdições, como repelia com exuberância as tentativas que as pessoas por vezes faziam de, às custas dele, reduzir a ética a uma resposta “sim ou não” para um problema complexo.
Naquela época não tinha qualquer penetração cultural a noção que todos conhecemos hoje, de que as motivações mais mesquinhas para se agir de determinada forma são o medo da punição e o desejo da recompensa. Jesus, no entanto, agia e ensinava como se fosse coisa muito evidente que uma ética de conduta regida por proibições é limitada e infantilizante. Muito mais ambicioso, o rabi de Nazaré sonhava com um mundo de autonomia individual e de decisões responsáveis: “por que vocês não decidem por si mesmos o que é certo?” (Lucas 12:57).
Ao mesmo tempo, Jesus desafiava constantemente a noção – pelo menos tão enraizada nos seus dias quanto nos nossos – de que simplesmente abster-se de descumprir os mandamentos era coisa capaz de garantir alguma recompensa ou de habilitar o adorador a exigi-la de Deus. Não contente em negar o conforto das listas de regras e proibições, o Filho do Homem insistia que na perspectiva divina nenhuma obediência tem recompensa ou a merece.
Na verdade, Jesus sugeriu mais de uma vez que a sensação de superioridade moral que acompanha uma vida de obediência estrita aos mandamentos é, em si mesma, a única recompensa que um religioso/carola deve esperar receber pela sua conduta.
Quem rege sua postura pela obediência aos mandamentos, insistia Jesus, não faz nada de mais e nada deve esperar em troca. A imitação de Deus requer uma bondade assertiva e uma generosidade vivida, não uma vida de recuos, desvios e melindres. Como ilustração espetacular desse modo de ver as coisas, em seu último discurso no evangelho de Mateus o Filho do Homem ousa condenar ao inferno não os pecadores que rebaixaram-se a fazer o mal, mas os religiosos que deixaram de fazer o bem.
Essa visão outorgava ao homem uma liberdade que tinha tanto de terrível quanto de sublime. O apóstolo Paulo maravilhou-se diante dela mais de uma vez. Por vezes usamos o seu “mas nem todas me convém” a fim de anular por completo o seu “todas as coisas me são lícitas”, porém isso é não fazer justiça à vertigem que ele detectou. Para recapturá-la seria preciso reescrever o seu hino como: “todas as coisas me são lícitas, e terei a hombridade de assumir responsabilidade por todas que eu fizer ou deixar de fazer”.
Um Deus que sonhava para os seres humanos uma vida de plena maturidade, sem recalques mas sem descontos, mostrou-se incrível e exigente demais para ganhar verdadeira popularidade.
Ao sugerir que seu Pai não recompensava a obediência, mas esperava uma gentileza assertiva mais do que uma obediência neurótica a regulamentos, Jesus requereu uma profunda e intransigente ressignificação da imagem que os homens faziam (e ainda tendem a fazer) de Deus. Não é de se admirar que poucas gerações de convertidos depois os cristãos já tivessem revertido à imagem tradicional da divindade, aquele que aceita os bons e rejeita os desobedientes.
Jesus, patrono da maturidade, perguntava a seus discípulos porque eles não discerniam por si mesmos o que era correto, e ensinava que as prostitutas chegam ao céu antes dos religiosos. Hoje em dia as igrejas, patrocinando a imaturidade, explicam que a Bíblia é uma norma inflexível de conduta, e ousam dizer a gente adulta, capaz de ler os evangelhos por si mesma, que criança boazinha é que vai para o céu.

Angela Natel On quarta-feira, 23 de novembro de 2011 At 05:44

Aquele sorriso amigável, aquela promessa de uma vida melhor, o sonho de, enfim, estar em paz com o Deus Todo Poderoso… Essa ânsia humana em ser feliz faz com que procuremos respostas, e nessa busca, nos submetamos às mais diversas situações, sem nos darmos conta em que “furada” nos enfiamos. Abaixo, algumas dicas. Daí, você responde: você está envolvido em uma seita?
CONTROLE DE PENSAMENTO – Não é permitido ler material ou falar com pessoas que tenham ideias contrárias às do grupo. Em alguns casos, a vítima é geograficamente isolada da família e dos amigos.
HIERARQUIA RÍGIDA – São criados modos uniformizados de agir e pensar, desenvolvidos para parecer espontâneos. A vítima é convencida da autoridade absoluta e do caráter especial- às vezes, sobrenatural – do líder.
MUNDO DIVIDIDO – O mundo é dividido entre “bons”(o grupo) e “maus”(todo o resto). Não existe meio-termo. É preciso se policiar e ser policiado para agir de acordo com o padrão de comportamento “ideal”.
DELAÇÃO PREMIADA – Qualquer atitude errada, ainda que cometida em pensamento, deve ser reportada ao líder. Também se deve delatar os erros alheios. Isso acaba com o senso de privacidade e fortalece o líder.
VERDADE VERDADEIRA – O grupo explica o mundo com regras próprias, vistas como cientificamente verdadeiras e inquestionáveis. A vítima acredita que sua doutrina é a única que oferece respostas válidas.
CÓDIGO SECRETO – O grupo cria termos próprios para se referir à realidade, muitas vezes incompreensíveis para as pessoas de fora. Uma linguagem muito específica ajuda a controlar os pensamentos e as ideias.
MEU MUNDO E NADA MAIS – O grupo passa a ser a coisa mais importante – se bobear, a única. Nenhum compromisso, plano ou sonho fora daquele ambiente é justificável.
NINGUÉM SAI – A vítima se sente presa, pois não pode imaginar uma vida completa e feliz fora do grupo. Isso pode ser usado por políticos e militares para justificar execuções.
Vi no Genizah, que viu na Superinteressante – março/2009,
reportagem sobre a Lavagem Cerebral (pags 94-97)

Angela Natel On terça-feira, 22 de novembro de 2011 At 05:38
Ele fez um grande milagre: Multiplicou cinco pães e dois peixes e alimentou uma multidão de mais de 5 mil pessoas. Com toda certeza, Jesus chamou a atenção de muitas pessoas com este milagre intenso e grandioso… 
Após este milagre, a quantidade de pessoas que procuravam por Jesus aumentou muito. Jesus se tornou muito requisitado e procurado. “Quando, pois, viu a multidão que Jesus não estava ali nem os seus discípulos, tomaram os barcos e partiram para Cafarnaum à sua procura.” (Jo 6. 24) 
Talvez você pense que isto era algo maravilhoso, pois as pessoas queriam estar com Jesus, queriam segui-lo, buscavam encontrá-lo de qualquer maneira. Mas Jesus logo esclarece que não é este tipo de discípulo que Ele quer:
“Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: vós me procurais, não porque vistes sinais, mas porque comestes dos pães e vos fartastes.” (Jo 6. 26)
Infelizmente, isto é o que vem acontecendo com muitas pessoas.  Procuram por um Jesus que possa fazer algo acontecer, que possa fazer seus desejos se realizarem,  que possa solucionar todos os seus problemas.
É um “tipo de Jesus” do jeitinho que sonhavam. O foco é o benefício, o ganho, a vantagem, o interesse particular. Na verdade as pessoas buscam um Jesus que as sirva.
Porém, o Jesus verdadeiro repreende os que o buscam apenas com segundas intenções, aqueles que querem apenas tentar usá-lo, sugá-lo, fazer Dele um servo com a desculpa de que o estão buscando.
Após Jesus ter repreendido aqueles que o buscavam de forma interesseira, olhe o que ocorreu: “À vista disso, muitos dos seus discípulos o abandonaram e já não andavam com ele.” (Jo 6. 66)
Por que você busca a Jesus?
Se for por interesse, você deve mudar o seu pensamento ou é convidado pelo próprio Jesus a retirar-se!
“Então, perguntou Jesus aos doze: Porventura, quereis também vós outros retirar-vos?” (Jo 6. 67)

Angela Natel On At 04:50
Angela Natel On segunda-feira, 21 de novembro de 2011 At 05:12




O QUE É SER CRISTÃO:
 

Ser cristão é ser um seguidor de Jesus Cristo. Os apóstolos, discípulos de Jesus, e todos os que creram nEle foram chamados, pelos demais, de cristãos no primeiro século (At 11:26). O termo cristão, então, no seu sentido original, significa alguém que depositou a sua vida aos pés de Cristo, seguindo a sua palavra e sua vida em detrimento de gosto pessoal (sua própria carne), da opinião geral (mundo) e das opressões espirituais (diabo e seus demônios) Efésios 2:1-10. “Então, disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz, e siga-me” (Mateus 16:24). O cristão está debaixo da obrigação dada por Deus de conduzir a sua vida pela Palavra de Deus e não se deixar seduzir por nenhuma outra palavra de homens. Paulo nos ensina: “Estou admirado de que tão depressa estejais desertando daquele que vos chamou na graça de Cristo, para outro evangelho, qual não é outro; senão que há alguns que vos perturbam e querem perverter o evangelho de Cristo. Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos pregasse outro evangelho além do que já vos pregamos, seja anátema. Como antes temos dito, assim agora novamente o digo: Se alguém vos pregar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema. Pois busco eu agora o favor dos homens, ou o favor de Deus? ou procuro agradar aos homens? se estivesse ainda agradando aos homens, não seria servo de Cristo. Mas faço-vos saber, irmãos, que o evangelho que por mim foi anunciado não é segundo os homens; porque não o recebi de homem algum, nem me foi ensinado; mas o recebi por revelação de Jesus Cristo.” (Gl 1:6-12).

O QUE SIGNIFICA ESTE CONCEITO “HOMOFOBIA”: 

Esta palavra foi usada pelo psiquiatra George Weinberg em 1971, no livro Society and the Healthy Homossexual (New York, St, Martin s Press, 1972), significando um complexo emocional que seria a causa da violência criminosa contra homossexuais. Entretanto, atualmente ela tem sido usada para definir toda e qualquer rejeição à conduta homossexual. “Homofóbico” no sentido que o dr. Weinberg tinha ao cunhar a expressão seria um criminoso com conduta psicopática e assassina, mas hoje é usada num sentido pejorativo a qualquer objeção ao movimento gay. O ensaísta e defensor da homossexualidade Rictor Norton admite em seu livro “A History of Homophobia”: “Com muita freqüência, a palavra ‘homofobia é apenas uma metáfora política usada para punir”.

PRINCÍPIOS BÍBLICOS INSERIDOS NESTE CONCEITO DE “HOMOFOBIA”:

Os princípios bíblicos são invioláveis e, se na experiência prática, cristãos não agiram e não estão agindo de acordo com estes princípios, de nenhuma forma resulta na invalidação dos mesmos. “Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não passarão” Mt 24:35. Algumas atitudes que o movimento pró homossexual condena já são condenadas pela Bíblia.

Atitudes aparentemente criticadas dentro do conceito de “homofobia” e que a Bíblia realmente condena:

A ofensa: a violência verbal é claramente condenada na Bíblia. Jesus ensina: “digo-vos que toda a palavra frívola que proferirem os homens, dela darão conta no dia do juízo” Mt 12:36. Jesus ensina que seus seguidores têm que ser o sal da terra, ou seja, temos que dar sabor à vida das pessoas (Mt 5:5:13). Paulo também nos fala que nossa palavra tem que ser “agradável, temperada com sal”, para que saibamos responder a cada um (Cl 4:6). A Bíblia é muito clara sobre os perigos da língua desenfreada e ofensiva: “Se alguém supõe ser religioso, deixando de refrear a sua língua, antes enganando o próprio coração, a sua religião é vã” Tg 1:26. “Pois quem quer amar a vida e ver dias felizes, refreie a sua língua do mal, e evite que os seus lábios falem dolosamente” 1 Pe 3:10. O cristão deve buscar edificar a vida dos outros com suas palavras “Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que seja boa para a necessária edificação, a fim de que ministre graça aos que a ouvem” Ef 4:29. “linguagem sadia e irrepreensível, para que o adversário seja envergonhado não tendo indignidade nenhuma que dizer a nossa respeito” Tt 2:8.
 
O ódio às pessoas: este sentimento é colocado na Bíblia como uma das obras da carne e não do Espírito (Gl 5:20). “O ódio excita contendas, mas o amor cobre todas as transgressões” Pv 10.12. “Aquele que diz estar na luz e odeia a seu irmão, está agora nas trevas” 1 Jo 2.9. “Todo aquele que odeia a seu irmão é assassino não tem a vida eterna permanente em si” 1 Jo 3:15. A Bíblia condena o ódio a pessoas, mas incentiva que os cristãos tenham um aborrecimento contra atitudes contrárias à vontade de Deus “... aborreço o proceder dos que se desviam; nada disso se me apegará” Sl 101:3. Um aborrecimento dos falsos caminhos (Sl 119:104, 128), da mentira (Sl 119:163), do mal (Sl 97:10, Pv 8:13), do desvio (Sl 101.3) e a oposição a Deus (Sl 139:21,22).
A violência: podemos ver no V. T. diversos textos recriminando a violência e o homem violento (Sl 54.3, 140.1, Pv 16:29, Is 25:5), “Não tenhas inveja do homem VIOLENTO, nem escolhas nenhum de seus caminhos.” Pv 3:31. No N.T. fica ainda mais evidente este reprovação da violência diante das palavras de Jesus. Jesus repreende a Pedro por cortar a orelha do soldado e rejeita a possibilidade de convocar seus exércitos celestiais para arrasar o inimigo Mt 26:51-53. Jesus dá testemunho, em sua morte injusta e sem resistência, aos seus discípulos. Cristo foi manso e humilde de coração. Exaltou os humildes e condenou a violência. Jesus pregou uma guerra com outras armas: o amor, a piedade, o perdão. Em seu sermão no monte Jesus condena o homicídio, o ódio, o insulto e a violência (Mt 5:21-26 e 38-42). Entretanto, devemos temer e saber que Deus age com justiça e julgará com violência os povos, e com amor a muitos. “Eis que o Senhor Deus dos exércitos cortará os ramos com VIOLÊNCIA; e os de alta estatura serão cortados, e os elevados serão abatidos.” Is 10:33.
A exclusão social: a Bíblia demonstra uma incrível preocupação com os excluídos e marginalizados. No A.T. encontramos preceitos, instituições e narrativas referentes ao assunto temos as figuras do pobre, do órfão, da viúva e de outras pessoas em situação de fragilidade. A lei de Moisés continha dispositivos que iam além do mero atendimento de necessidades imediatas, criando condições para que houvesse maior justiça e menor desigualdade na sociedade de Israel. São exemplos disso a lei da rebusca (Lv 19.9-10; 23.22; Dt 24.19-21) e o ano de jubileu (Lv 25.8-34). Isaías, Oséias, Amós e Miquéias as vezes são chamados “profetas éticos” pois tratam de temas como a justiça, a misericórdia e a generosidade no trato com os sofredores. Jesus é nosso exemplo ao tratar com igualdade pessoas marginalizadas na época pela sociedade (prostitutas, ladrões, samaritanos, mulheres, cobradores de impostos, aleijados, leprosos, doentes, etc). Ao anunciar o evangelho do reino, ele apontou como uma de suas principais características a sensibilidade diante da dor alheia e a prontidão em assistir os desafortunados. Ele mostrou isso de modo magistral através de alguns de seus ensinos mais apreciados, como a parábola do Bom Samaritano (Lc 10.30-37) e a inquietante história do Grande Julgamento (Mt 25.31-46).
O Impedimento à liberdade de expressão: Deus dá ao homem espaço para pensar, agir, decidir e percebemos isto desde Adão e Eva que não foram impedidos de pecar (Gn 3). Este espaço para agir tem um limite (Ex. Dilúvio, Torre de Babel, Sodoma e Gomorra, Morte Física, Volta de Cristo), mas esta liberdade existe. Nenhum cristão pode impedir que alguém seja o que quer ser porque Deus permite. Deus ouviu muitos desaforos e blasfêmias também sem agir imediatamente em juízo (Ex. Israel, Jó, Davi, Profetas). Deus permite a prática do desabafo. Portanto, impedir que alguém fale o que pensa, e expresse o que acredita, salvo no devido local para isto, é condenado pela Palavra do Senhor. Jesus ouviu e viu de tudo por onde passou, mas ficou extremamente ofendido quando viu o templo em Jerusalém ser profanado pelo comércio de ladrões (Mt 21:12-13).
A Imposição de uma crença: A bíblia admite a oposição, Deus admite que alguém não creia nele e não queira obedecê-lo. Deus se entristece com a ignorância espiritual, com a adoração a falsos deuses, com a desvirtuação de sua palavra e de sua vontade, com a rebelião humana, mas o panteon não existiria se não Deus não permitisse. Deus é amor (1 Jo 4:8) e o amor é paciente (1 Co 13:4). Jesus Cristo bate a porta da vida do ser humano esperando ser recebido (Ap 3:20). Jesus ao enviar os setenta para pregar disse que se recebessem na cidade que ali falassem, mas se não o recebessem que fossem embora (Lc 10:8-10). A fé vem pelo ouvir e ouvir a palavra de Cristo (Rm 10:17) e esta transforma a vida de pessoas com a ação do Espírito Santo de Deus que convence do pecado, da justiça e do juízo (Jo 16:8). A Bíblia fala de semear e plantar e nunca de impor (1 Co 3:6). Portanto é anti-bíblico toda imposição de crença e coerção a acreditar em algo forçadamente.

PRINCÍPIOS BÍBLICOS DESRESPEITADOS NESTE CONCEITO DE “HOMOFOBIA”:
 

Os princípios bíblicos são invioláveis, portanto, não podemos deixar de seguí-los. Qualquer lei humana que for irreconciliável com as leis de Deus, que são inegociáveis, obrigará os cristãos a agirem e sofrerem como os apóstolos no primeiro século diante do Sinédrio. “Antes importa obedecer a Deus do que aos homens” (At 5:29).

Atitudes reprovadas por este conceito de “homofobia”, mas que a Bíblia não condena.
Discordância de determinados comportamentos sexuais: a Bíblia nos orienta em tudo na nossa vida, porque é a revelação do Criador que mostra a criatura como e para que foi criada. Na Palavra de Deus encontramos todas as informações necessárias para desenvolvermos a vontade de Deus que é boa, perfeita e agradável. Qualquer comportamento que difira das instruções da Palavra de Deus deve ser evitado e tido como um comportamento, inadequado, desobediente e destrutivo ao homem, afinal a vontade de Deus para nós é que é perfeita, boa e agradável (Rm 12:1-2). Quando o homem traça o seu próprio caminho está fadado ao fracasso, mas “bem-aventurado aquele que teme ao Senhor, e anda nos seus caminhos” (Salmo 112.1 e 128.1).

A bíblia nos mostra que dentre tantas coisas que o homem, por sua rebeldia, fugiu da vontade boa, perfeita e agradável de Deus, está “a desonra de seus corpos, entregando-se a paixões infames e consequentemente o modo natural de suas relações íntimas, por outro contrário a natureza, deixando o contato natural de mulher e inflamando-se mutuamente em sua sensualidade, homens com homens e mulheres com mulheres” (Rm 1:25-27). A Bíblia ensina que Deus criou a humanidade com uma diferenciação sexual (homem e mulher) visando o casamento, a unidade sexual e a multiplicação dos seres humanos. Jesus Cristo nos diz que “...desde o principio da criação, Deus os fez homem e mulher” Mc 10:6. O sistema heterossexual tem sustentado a humanidade e, com certeza, cada um de nós existe hoje graças a esta união heterossexual. Portanto, como cristãos, não podemos concordar com as práticas e comportamentos sexuais fora do leito de matrimônio planejado por Deus (o travestido, o efeminado, a bestialidade, a fornicação, o adultério, a prostituição, pedofilia, incesto, poligamia).

Pregação da Bíblia acerca do comportamento sexual: a verdade que liberta descrita na Palavra (Jo 8:32) é para todos e a Bíblia condena o cristão que se omite da ordem de Cristo de pregar o evangelho a toda criatura (Mc 16:15). Ele é comparado a um homem que enterra o seu talento, inútil (Mt 25:30), ou que esconde a sua luz (Mt 5:14-16). O cristão é ou, deveria ser, um ser que comunica sua fé. Jesus disse que seus discípulos não poderiam se esconder, mas deveriam procurar iluminar o mundo. E a luz do mundo é Jesus e sua palavra. “Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e luz para os meus caminhos” Sl 119.105. Paulo nos exorta que a fé vem pelo ouvir a Palavra de Cristo, mas com ouvirão e creram se ninguém pregar? Rm 10:13-17. O Espírito Santo enchendo a vida do cristão o faz mais corajoso e intrépido para anunciar a palavra e ser testemunha de Cristo (At 1.8). Paulo anima o jovem Timóteo a deixar a timidez dizendo “prega a palavra, insta quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda a paciência e doutrina” 2 Tm 4:2. Como cristãos não podemos nos omitir de anunciar a verdade em todas as coisas, inclusive sobre comportamento sexual ilícito e fora do propósito de Deus.
 

Desqualificação eclesiástica devido ao comportamento sexual: um ser humano pode ser o que quiser e puder, mas deve arcar com as conseqüências destes atos. Este é um princípio bíblico onde o próprio Jesus diz que a porta da perdição é larga e muitos entram por ela, ou seja, eles podem entrar, não são proibidos, mas a conseqüência é a perdição eterna (Mt 7:13-14). Por exemplo, se eu decidir me transformar num alcoólatra ninguém pode me impedir, mas virão as conseqüências tanto no âmbito individual (saúde), âmbito familiar (desentendimentos, desestabilidade financeira, separação, etc), âmbito social (desemprego, violência, desaprovação pública, etc.). Assim, na Palavra do Senhor existem atribuições e restrições para quem quer fazer parte da igreja de Cristo na terra. São características que demonstram externamente as transformações internas que o tornam um cristão. Este discernimento entre crente e não crente não é pleno pelo homem que não sonda corações e mentes (só Deus o pode e só Deus na ceifa separará todos os joios do trigo), mas até certo ponto este discernimento possível e exigido da Igreja por Deus. A regra básica para a inclusão como membro da Igreja em plena comunhão é uma vida de santidade, ou seja, não viver na prática do pecado, mas estar buscando sempre se separar dele (1 Jo 1:6). Assim sendo, qualquer pessoa pode participar das atividades de uma igreja, até porque esta deseja alcançá-lo, mas sua inclusão como membro com direitos e responsabilidades nesta depende de sua decisão por Cristo. Depende da manifestação pública dos frutos desta conversão que envolve arrependimento, confissão, abandono do pecado, devendo receber da igreja o apoio na luta de todo cristão para manter-se firme. Assim todos aqueles que desejam vir a Cristo, devem vir sem reservas, e procurar nEle auxílio para abandonar a prática dos pecados sexuais condenados pela Palavra.
 

Liberdade de consciência e de crença: os cristãos não podem amordaçar nenhum não cristão e proibi-los de proferirem suas palavras contra Deus, contra Jesus, contra a Bíblia. Um dia “todo joelho se dobrará, toda língua confessará que Jesus Cristo é o Senhor” (Mt 24:30 e Fp 2:10,11), mas estamos no tempo da graça onde a misericórdia de Deus não deixa a humanidade ser consumida. Um cristão tem liberdade para crer em Deus, em Cristo e na sua palavra na maior parte do mundo, com exceção de alguns países islâmicos. Vivemos em um país que legalmente tolera a expressão religiosa de qualquer um. Qualquer lei que impeça a livre expressão e exposição de uma crença quebrará uma liberdade que nem Deus em seu poder e soberania o fez.
 

Ajuda e incentivo ao abandono de determinados comportamentos sexuais: o cristão que prega a Palavra de Deus não vai “praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito pela orientação sexual”, mas vai falar a verdade da Palavra de Deus esperando que através dela Deus produza no coração do pecador, constrangimento diante da Santidade de Deus, contrição por seu pecado, arrependimento e abandono deste. A Palavra de Deus é como uma espada que corta o ser humano no seu íntimo (Hb 4:12). Diante da Palavra de Deus não só o comportamento sexual, mas todas as atitudes e pensamentos do ser humano revelam-se manchadas pelo pecado.
 

APLICAÇÕES À LEGISLAÇÃO BRASILEIRA
 

Sobre a PL 122/2006:
 
1. Este projeto de Lei de “criminalização da homofobia” fere os direitos garantidos pela nossa Carta Magna: Constituição Federal – Título II, Capítulo I, Art. 5º:
 
Inciso IV - “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato ”.
Inciso VI - “é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias”.
Inciso VIII - “ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei”,
Inciso IX - “é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença”.

2. Este projeto de Lei se contradiz, pois pretende evitar a discriminação impondo discriminação. Por exemplo: No art. 20 fala de “discriminação de religião e de orientação sexual”. Quem conhece um pouco sobre as principais religiões do mundo sabe que todas elas tem princípios quanto a orientação sexual (heterossexualidade), logo a imposição de um silencio quanto a essa doutrina religiosa se caracterizaria também discriminação religiosa em detrimento da sexual.

3. Este projeto de lei reivindica proteção já coberta pela legislação brasileira tanto na Constituição Federal, Leis Ordinárias e Complementares. Ex: lesão corporal (Cap. II, Art. 129 do Código Penal).

4. Este projeto introduz conceitos de significado genérico ou subjetivo: a indefinição dos termos introduzir a discriminação ou preconceito por orientação sexual gera um problema de interpretação jurídica quanto a oposição respeitosa ao homossexual e a postura de intimidação e vexame. Tanto homossexuais podem sofrer injustiça quanto opositores respeitosos também.
Este projeto é preconceituoso quanto às religiões tornando seu corpo de doutrina e fé como conteúdo criminoso e impondo assim uma já conhecida expressão “mordaça gay” no Brasil. Cito o colunista do Jornal do Brasil, o filósofo Olavo de Carvalho (24/05/07): “Não creio que haja, entre os céus e a terra, nada que mereça imunidade a priori contra a possibilidade de críticas. Nem reis, nem papas, nem santos, nem sábios, nem profetas reivindicaram jamais um privilégio tão alto. Nem os faraós, nem Júlio César, nem Átila, o huno, nem Gengis Khan ambicionaram tão excelsa prerrogativa. O próprio Deus, quando Jó lhe atirou as recriminações mais medonhas, não tapou a boca do profeta. Ouviu tudo pacientemente e depois respondeu. As únicas criaturas que tentaram vetar de antemão toda crítica possível foram Adolf Hitler, Josef Stálin, Mao-Tse-Tung e Pol-Pot. Só o que conseguiram com isso foi descer abaixo da animalidade, igualar-se a vampiros e demônios, tornar-se alvos da repulsa universal. Nada é incriticável.”
Este projeto poderá despertar um efeito contrário, despertando rancor na sociedade que pela primeira vez em sua história será proibida de criticar. Com a criminalização de opiniões transparecerá que os homossexuais se caracterizam como o grupo mais desprotegido e frágil da sociedade e que por não possuírem condições de discutir com a sociedade, o Estado vai impor que ninguém toque no assunto. Como disse Olavo Carvalho, as pessoas podem ter acusado os homossexuais de inúmeros defeitos, mas não de inimigos da liberdade.

Sobre PNDH 3 (Plano Nacional dos Direitos Humanos):
 

Autoritarismo do Governo: Vida, família, educação, liberdade de consciência, de religião e de culto não podem ser definidos pelo poder do Estado ou de uma minoria;
 
Destruição da Unidade Familiar;
Fim da Liberdade Religiosa;
Sabotagem da Declaração Nacional dos Direitos Humanos (Art. 16, art. 18);
Comprometimento da continuidade da humanidade, com a extinção da reprodução;
Comprometimento físico, espiritual e psicológico para crianças criadas por um casal homoafetivo;

APLICAÇÕES AOS HOMOSSEXUAIS:

- Reconheça: Como todo ser humano, admitir o nosso pecado não é fácil, é como se disséssemos que o nosso mundo, o mundo onde vivemos, e tudo o que fizemos estava de certa forma errado. Mas esta desconstrução é sadia e acontece a todo ser humano que tem um encontro com Jesus. Percebemos que todo o nosso ser (sentimentos, pensamentos e atitudes) estavam comprometidos com o pecado e que precisamos de um novo mundo e de uma nova vida. Mas em Jesus nascemos de novo. Ele nos alcança em nossa miséria e nos salva com sua graça e amor. Você tem o direito de saber que Deus pode te ajudar a construir uma nova vida, não só sexualmente mas intelectualmente, relacionalmente, emocionalmente, você pode ser uma nova pessoa! Deus pode fazer isto! Jesus deseja que você tenha vida em abundância! Se você confessar os seus pecados Jesus vai te perdoar e te purificar de toda injustiça;
 

- Creia: Entrega o teu caminho, a tua vida ao Senhor, confia nele e ele fará tudo o que for necessário para que você sai vitorioso. Nada vai poder separá-lo do seu amor. Creia hoje, agora no Senhor Jesus e será salvo! Ele é o único que pode preencher os nossos vazios!

- Prossiga: a vida do cristão tem tropeços porque ainda temos a nossa velha natureza. Um dia ela não existirá mais e nos estaremos plenamente santificados. Mas não desanime diante da vida, tenha fé e persevere neste caminho! Ele estará contigo! Ele vai te ajudar! Deus tem planos para você! Ele pode te dar uma família, um lar, filhos, ministérios, frutos, alegrias e uma paz que ninguém neste mundo poderá te dar.

- Cuidado: não deposite sua fé em homens. Talvez você tenha resistido a fé em Jesus por pensamentos, livros, frases de efeito de alguém que defende com inteligência o homossexualismo. Mas saiba que quando você estiver só, somente Deus estará contigo. Portanto não deposite suas fichas, sua vida e sua eternidade em ninguém, pois foi Deus quem te criou, ele sabe o que é melhor pra você, a vontade dele para sua vida é perfeita pra você, boa pra você e agradável a você! Creia!

APLICAÇÕES AOS CRISTÃOS:
 

- Cuidado com a presunção: A única diferenciação que Deus faz entre os homens é a salvação dada por Deus em Cristo, que determina quem são seus filhos. Nenhum cristão deve desprezar quem quer que seja, pois sua posição de filho de Deus é um privilégio da graça de Deus e não de mérito pessoal, comportamental, intelectual ou espiritual.
 

- Cuidado com a indiferença: quem pode dizer que ama a Deus a quem não vê se não amar o próximo a quem vê todo dia (1 Jo 4:20). E amar não é se ter dó, não é simplesmente ser gentil, amar e se envolver, ajudar, abençoar. Se na igreja não for o local para um travesti, um efeminado, qualquer homossexual entrar, então ela perdeu a sua função de Luz do mundo.

- Em tudo o amor: ainda que você faça os maiores sacrifícios, se não tiver amor nada adianta. Além de seu juízo de valores baseados na Bíblia sobre o estilo de vida errôneo que uma pessoa esta vivendo, demonstre muito mais amor, disposição em ajudar. Não seja preconceituoso, tenha um conceito formado sobre o que é certo na Palavra, e, acima de tudo, é certo amar.

Pr. Tiago Gomes Leite
 
ICE Águas Claras

Liberdade de Expressão


É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se:
“é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença"(inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da"argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.