Angela Natel On terça-feira, 6 de setembro de 2011 At 06:58

Texto Bíblico: Romanos 14:1-8

Contexto histórico: Paulo escrevia aos cristãos em Roma antes de conhecê-los

pessoalmente, com alguns objetivos principais:

· Apresentar sua mensagem (Evangelho);

· Preparar a Igreja para outras viagens que faria depois.

A Igreja em Roma era formada por judeus e gentios (não-judeus) convertidos. Por isso tinham muitos conflitos internos a respeito de suas crenças antes de se converterem a Cristo, se deviam ou não continuar em suas práticas e obrigar outros a imitá-los.

Analisando o texto: Obs: Fraqueza de fé, não de caráter ou de vontade (v.1). Então o que falta ao fraco não é força de vontade, mas liberdade de consciência.

Quem eram os fracos e os fortes de Roma?

Possivelmente os cristãos judeus, que estavam comprometidos com as regras judaicas a respeito de alimentação e dias religiosos. Eles se alimentavam somente de comida ‘pura’ (vv.14,20) e guardavam rigorosamente o sábado e outras festividades judaicas.

A atitude de Paulo confirma a decisão do Concílio de Jerusalém (Atos 15:19ss).No contexto mais amplo, o propósito era capacitar cristãos conservadores (judeus) e cristãos liberais (gentios) a co-existirem amigavelmente na comunidade cristã, num espírito de reconciliação para a glória do Senhor Jesus Cristo.

Princípios:

Aceitar o fraco na fé – porque Deus o aceitou e porque Cristo morreu e

ressuscitou para ser o Senhor;

Não discutir assuntos controvertidos, e de opiniões;

Respeitar as opiniões alheias;

Não desprezar nem condenar o fraco;

Qualquer que seja sua opinião,esteja plenamente convicto em sua

própria mente;

Faça tudo com gratidão, para o Senhor.

Prática pessoal:

1) A partir do que vimos na Palavra de Deus, estou entre os fracos ou os fortes na fé?

2) Existem costumes, que não são necessariamente pecado, mas que procuro evitar por causa de minha vida antes de conhecer a Cristo?

3) Tenho a tendência de impor que outros se comportem como eu, até mesmo em questões que não são pecado?

4) Em questões de opinião e assuntos controvertidos, como tenho reagido com outros?

5) Tenho opiniões por causa da influência do grupo e ambiente ou estou plenamente convicto do que acredito?

6) Por que faço as coisas que faço?

Prática como Igreja:

a) Como eu poderia ser bênção para aqueles que, dentro da Igreja, pensam e agem diferente de mim?


(elaborado por Angela Natel)

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