Angela Natel On sexta-feira, 30 de setembro de 2011 At 06:05

Pregado quarta-feira, 22 de Outubro de 2008, na Conferência sobre Avivamento, em Atlanta, Geórgia. Paul Washer dá um apelo urgente para os cristãos e as igrejas na América do Norte, onde muitos têm crido em um falso evangelho e em uma falsa garantia de sua salvação. Ele enumera 10 acusações contra o moderno sistema de igreja na América. Esta é uma mensagem histórica urgente, informe outras pessoas e espalhe a mensagem. Precisamos de uma reforma e um avivamento nos padrões bíblicos!
Greg Gordon (Organizador da Conferência sobre Avivamento)

Por: Paul Washer © HeartCry Missionary Society | hcmissions.com
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Angela Natel On quinta-feira, 29 de setembro de 2011 At 06:03

   Vivemos um tempo de muitos jesuses; um totalmente diferente do outro. Há muitas pessoas escrevendo sobre a pessoa de Jesus, colocando suas interpretações sobre a fé, sobre os valores divinos, enfatizando diversos aspectos hermeneuticos das Escrituras e o resultado final é que temos vários grupos religiosos vivendo uma gama de modelos de exercícios da fé cristã, que não sabem mais se comunicar. Ou seja,  do modelo, o Cristo se criou vários jesuses que não se gostam.E é claro, isso não é de hoje. A pergunta é simples: Seria possível crer que eles se gostem ao menos um pouquinho? 
   Podemos ler e reler várias vezes os Evangelhos, onde a vida de Jesus é retratada pelos discípulos, e sempre é possível aprender algo novo com tudo que é relatado ali. Mesmo aprendendo e descobrindo fatos nas entrelinhas e conhecendo um Jesus "indomesticável", sempre temos a irresistível tendência de sistematizar o caráter e a personalidade de Jesus. Estatizamos Jesus Cristo dentro de um padrão estabelecido por nós. Ou seja, criamos um molde de Jesus, baseado na educação cristã que tivemos, analisando a Bíblia pelos nossos valores e lentes doutrinárias. E precisamos reconhecer, que no decorrer da nossa vida de fé, já criamos tantos moldes de Jesus que já não é possível lembrar de todos. E esse é um processo de certa forma natural na maturidade cristã a medida em que se vai estudando a Bíblia e conhecendo a pessoa de Jesus Cristo pessoalmente.
   Porém, muita gente tem confiado demais nesse moldes e o Modelo tem sido esquecido ou jogado fora. E é daí que surge um dos piores sintomas dessa tendência no mundo evangélico: vários "cristos" modelados, que funcionam como símbolo dos estandartes de rinhas ideológicas mesquinhas entre diversos grupos de diferentes doutrinas ou denominações. Vejo cristãos não se dando bem pela incompatibilidade dos seus "jesuses": é o jesus beberrão, que odeia o jesus professor, que odeia o jesus santarrão, que odeia o jesus conciliador, que odeia o jesus bravo, que odeia o jesus calmo. E olho pra essa bizarrice toda e simplesmente rio. O sujeito cria um molde de Jesus, acaba inevitavelmente jogando o Modelo fora e corre pro mundo tentando converter a todos de que o seu molde é o mais santo, correto e perfeito. Além disso, combate ferrenhamente aqueles que não creem no mesmo molde que o dele.
   Jesus é o Deus que se pode conhecer. Mas Jesus não é um Deus que pode ser reproduzido, moldado, replicado, ou até mesmo encaixado em doutrinas, sistemas ou métodos. A teologia foi feita para o homem e não o homem feito para a teologia. Isso implica no fato de que nenhum molde contém Jesus completamente e por isso Jesus não cabe no molde de ninguém. Eu posso até gostar e defender um tipo de Jesus. Mas não posso afirmar que Ele seja só isso que eu penso que Ele seja. Abandonemos nosso moldes de uma vez por todas e voltemos aos Evangelhos uma segunda, terceira, quarta ou quantas vezes for possível. Porque é fato que conhecemos muito pouco de Jesus Cristo, lemos muito pouco os Evangelhos e Ele certamente é Alguém sempre maior do que nossa medíocre fé pode conceber.


Texto escrito com base nesse vídeo do Lu & Tero do @MarcosBotelho: http://www.youtube.com/watch?v=D9-Md7Nicqs #recomendofortemente


http://crentassos.blogspot.com/2011/09/jesus-cristo-o-meu-e-bem-melhor-que-o.html
Angela Natel On quarta-feira, 28 de setembro de 2011 At 06:55
Angela Natel On terça-feira, 27 de setembro de 2011 At 06:51

Por André Sanchez
Apóstolo paulo, hebreu dos hebreus, circuncidado ao oitavo dia, da tribo de benjamim
#VocêPergunta: Baseado em Filipenses 3.5, se for possível, me responda o significado e os privilégios ou vantagens de ser: hebreu de hebreus; ser da linhagem de Israel; ser da tribo de benjamim; ser circuncidado ao oitavo dia.
Amigo leitor, para entender corretamente essa fala de Paulo é preciso observar o contexto em que ele disso isso. Bom, como podemos observar, Paulo estava redigindo um texto para alertar a igreja sobre um tipo de pessoa que estava presente por ali. “Acautelai-vos dos cães! Acautelai-vos dos maus obreiros! Acautelai-vos da falsa circuncisão!” (Fp 3. 2). Ele identifica essas pessoas como “cães”, “maus obreiros” e “falsa circuncisão”. Existia um grupo de judeus dentro do cristianismo que se iniciava, que se opunha a salvação pela graça, ensinando que a circuncisão da carne era um símbolo necessário para a salvação. Esse grupo defendia a Lei de Moisés com unhas e dentes, sem compreender a nova aliança da graça de Jesus Cristo. Provavelmente, era um grupo de pessoas como esse que Paulo estava combatendo: (veja Atos 15.1).
Nesse sentido, Paulo faz uma lista das suas realizações, do que lhe era privilégio e motivo de orgulho antes dele ter encontrado a Cristo. Essas coisas lhe davam credenciais para discutir e explanar a respeito da Lei com qualquer doutor ou mestre (Fp 3. 4-6).
- Circuncidado ao oitavo dia: Referência a obediência a aliança feita com Abraão em Gn 17.12. Ou seja, Paulo era integrante da aliança, tendo a marca na carne exigida pela Lei.
- Da linhagem de Israel: Nascido dentro do povo escolhido de Deus, os israelitas. Paulo reconhecia o privilégio de ter nascido em um povo que tinha o conhecimento de Deus.
- Da tribo de benjamimhebreu dhebreus: Também mostra que ele nasceu dentro do povo escolhido de Deus e especifica até a tribo (tribo de benjamim). Ele tinha sangue Israelita correndo nas veias, portanto, tinha autoridade para falar das coisas concernentes ao seu povo.
- Quanto à lei, fariseu: Os fariseus eram conhecidos como extremamente ortodoxos com relação à lei de Moisés. Também haviam desenvolvido uma tradição rigorosíssima de obediência à lei nos mínimos detalhes. Em muitas coisas distorciam o real significado da Lei, se tornando hipócritas. Mas na frente de todos mantinham sua postura “santíssima”. Tirando esses defeitos, os fariseus eram considerados mestres da Lei.
- Quando ao zelo, perseguidor da igreja: Paulo, buscando “zelar” pela lei de Deus, perseguiu os primeiros cristãos.
- Quanto à justiça que há na lei, irrepreensível: Um tipo de fidelidade extrema ao estilo de vida exigido pelo Antigo Testamento.
Paulo, até aqui, queria que o seu leitor visse que ele tinha autoridade se quisesse falar a respeito da Lei. Muito mais do que aqueles que estavam introduzindo um ensino falso na igreja.
No entanto, Paulo quis mostrar aos crentes de Filipos que tudo aquilo que “parecia” algo que lhe dava autoridade, na verdade, era uma obediência cega e incorreta à Lei. Assim, ele chega a dizer: “Mas o que, para mim, era lucro, isto considerei perda por causa de Cristo. Sim, deveras considero tudo como perda, por causa da sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; por amor do qual perdi todas as coisas e as considero como refugo, para ganhar a Cristo” (Fp 3. 7-8).
Assim, esses “privilégios” e “vantagens” colocados por Paulo, diante de Cristo e da obediência correta à palavra de Deus, são considerados “refugo” e não privilégios. Paulo não condena à Lei e os privilégios de ter nascido no povo escolhido por Deus, mas a forma incorreta com que se obedecia a Lei.


Leia mais: http://www.esbocandoideias.com/2011/09/privilegios-de-paulo-circuncidado-ao-oitavo-hebreu-de-hebreus.html#ixzz1XqAvmOyI
Angela Natel On At 06:37
Angela Natel On segunda-feira, 26 de setembro de 2011 At 06:47

Questão: “Crente pode fazer tatuagem?”
Uma pergunta que sempre fazem a mim é a seguinte: “pastô, pó fazê tatuági?” Tem horas que dá vontade de responder: “não dá, não sou tatuador, não tenho a maquininha, e nem sei desenhar a Hello Kitty!”
Brincadeiras à parte, muitos crentes ficam se perguntando se é plausível um cristão usar tatuagem. Usam alguns versículos para embasar sua argumentação. Basicamente dois:
Lv 19:28: Não fareis lacerações na vossa carne pelos mortos; nem no vosso corpo imprimireis qualquer marca. Eu sou o Senhor.
1Co 6:19: Ou não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que habita em vós, o qual possuís da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos?
Infelizmente temos o péssimo hábito de ler textos bíblicos de maneira isolada, sem conhecer o devido contexto. Não há nada nesses textos acima que indiquem uma proibição explícita a tatuagens.
Quando Moisés estava escrevendo Levítico, lembrou-se que, no meio dos povos pagãos em redor de Israel, era costume fazer marcações nos corpos em honra a seus mortos. O texto de Lv 19 deve ser lido em todo o conjunto, pois indica uma série de atitudes culturais próprias do paganismo, e não uma proibição da tatuagem por si só. Não é engraçado que ninguém ainda tenha se levantado para dizer que também é pecado os homens barbados apararem a barba, baseados em Lv 19.27, um versículo imediatamente anterior? Essa seletividade de pecados é tããão engraçada…
Já o texto de 1Co 6 não faz alusão a pretensas tatuagens, mas sim à prostituição. No contexto, entendemos que a cidade de Corinto era muito licenciosa. Era uma cidade portuária, com grande movimentação de estrangeiros, que buscavam “diversão adulta” nas horas vagas. Era também uma cidade conhecida por seu templo a Afrodite, com sua prostituição cultual. A coisa era tão braba que algumas prostitutas cultuais se convertiam, mas continuavam com sua aparência “profissional” anterior, ou seja, com a cabeça raspada, símbolo de dedicação a Afrodite. É por isso que, no cap. 11, Paulo fala sobre o véu e a confusão que se formava na igreja. Mas isso é outra conversa. O que interessa aqui, no cap. 6, é que Paulo não falava de um ato estético em si, mas sim atacava o comportamento pecaminoso expresso na prostituição de alguns crentes de Corinto. Paulo é ainda mais explícito no v. 15: Não sabeis vós que os vossos corpos são membros de Cristo? Tomarei pois os membros de Cristo, e os farei membros de uma meretriz? De modo nenhum!
Portanto, o que Paulo e Moisés combatiam não era uma mera questão estética, e sim uma questão espiritual: nosso compromisso com Deus. Ambos os textos atacam, à sua maneira, nosso grau de comprometimento com Deus. Seja praticando coisas próprias dos pagãos (quem se lembra de rosas ungidas ou vales do sal?), seja na licenciosidade moral (onde “irmãs” sonham em ser capa da Playboy), o terrível problema a ser combatido não é um bocado de tinta injetado debaixo da pele. Combater tatuagem é, no meu entender, apenas uma cortina de fumaça. O que deve ser combatido, com todas as forças, é a superficialidade de nossa relação com Deus, que tanto envergonha o nome do Evangelho. Para isso, somente com a “tatuagem” do caráter de Cristo em nossos corações, somente com o lavar regenerador do Espírito (Tt 3.5). Em suma, não se preocupe com tatuagem, brincos, piercings ou coisas passageiras. Focalize sua energia, isso sim, em ser sal da terra, luz do mundo e testemunha viva do Rei vivo. Com ou sem tatoo.
Contribuição: Reverendo Digão

Angela Natel On domingo, 25 de setembro de 2011 At 06:46




De fato essa postagem é resultado de duas observações: a primeira é a de que os crentes de degladiam não poucas vezes julgando e acusando uns aos outros; a segunda é que essas acusações específicas só ocorrem de crente para crente, de cristão para cristão. É verdade que ocasionalmente um incrédulo e especificamente ateus tentam e são objetivos em descredenciar o cristão mas o alvo não é exatamente o cristão mas a fé cristã, a religiosidade de uma maneira mais ampla, a negação da divindade finalmente.

Já um cristão, e agora especificamente entre cristãos evangélicos, protestantes, como queiram; o julgamento é objetivo no que tange a descredenciar não o cristianismo ou a fé cristã mas ao outro. O outro ( o pressupostamente irmão de fé ) é analisado e detalhes de seu comportamento, posição teológica, atitudes e a própria história de vida, a sua biografia são usadas para descredenciá-lo e obviamente em contrapartida credenciar o que  faz o julgamento.

A Bíblia nos adverte, o próprio Senhor jesus nos adverte para não julgarmos pois com a medida que julgarmos os outros seremos julgados. A questão é então, nunca julgar, julgar em alguns casos, ou não julgar mas analisar e apartar-se do tal como forma de não assentimento as suas atitudes. Fico com a terceira opção, a meu ver mais consonante com tudo o que a Bíblia declara. Portanto examinar sem ter a presunção que se pode eventualmente cair nos mesmos erros ou em outros porporcionalmente mais graves e orar pela pessoa em questão, já que de um modo ou de outro trata-se de alguém que se relaciona com o mesmo Deus e Senhor.

Assim posto gostaria de listar quais são os alvos desse julgamento que muitos de nós recorrentemente fazemos como se não houvesse nenhum mal na forma como o fazemos e sem sentirmos o mínimo de constrangimento em fazê-lo. O pior é que com a instrumentalização da web, o que corria a boca pequena numa verdadeira fofoca caseira isso toma uma proporção astronômica.Uma simples "twitada" ou uma manifestação em um blog de relativa repercussão bota a vítima e toda a sua atitude exposta publicamente de tal maneira que se essa não tiver o mesmo poder de fogo em rebater e responder a acusação, permanece o que foi dito sendo algo verídico ou não. Em caso de possibilidade de resposta a altura o mal não é menor pois além do escândalo interno ( ao arraial tido como evangélico ) oferece não pouca pólvora e munição para os inimigos de Deus e do Evangelho genuíno. De fato alguns fazem muito bem feito todo o trabalho que o diabo teria que fazer sozinho ou usando inimigos da Bíblia e de Deus.

O correto seria varrer para debaixo do tapete toda a sujeira que de fato e muitas vezes há? Deus e a Sua verdade irretocável podem de algum modo ser atingidos por nossas mazelas reais e inegáveis? Não para ambas as questões parece ser irretocavelmente a resposta verdadeira. Mas em que áreas, direcionados a que elementos as acusações reais ou não são de fato direcionadas de irmãos para irmãos?

O PENSAMENTO

Partindo-se do pressuposto que a vida cristã só existe quando é iniciada após uma conversão genuína, para análise e reflexão, toda a reflexão baseia-se no fato de que todos sejam crentes renascidos e que um de dia, independente da igreja em que tal conversão ocorreu isso de fato se deu. Portanto são para reflexão, crentes que um dia creram no Senhor Jesus a través de uma pregação da Palavra de Deus e que arrependidos e humilhados experimentaram  uma transformação real e radical em suas vidas.

Entretanto após conversão, qualquer um de nós, legítima e naturalmente busca entender melhor o que aconteceu, que experiência magnífica e real foi essa ocorrida, e qual  melhor maneira de transmiti-la aos outros e como demolir toda oposição lógica por parte dos incrédulos. Basicamente é essa a atitude e a história natural que se segue após qualquer conversão. Entretanto o tipo de elaboração a um nível doutrinário ou teológico ( seja oficial, leigo ou pessoal ) é objeto de julgamento até entre irmãos de posições muito próximas. Os exemplos são inúmeros, hoje encontráveis na web com fartura,  em que irmãos descredenciam objetivamente um outro irmão, a sua igreja, ou a sua apreensão de parte do que é declarado nas Escrituras, as vezes algo mais relevante, as vezes algo menos relevante. Cada um muito objetivamente age como se dissesse: "Se não pensa como eu você não é um crente genuíno como eu sou."

O FRUTO

Os frutos apontados nas Escrituras como algo desejável na vida cristã, análogamente  aos frutos biológicos, o surgimento dos mesmos independem do esforço do cristãos ou do crente, devem surgir espontâneamente a partir do fato do tal ser crente de fato e viver em comunhão real com O Senhor em que professam a Sua fé.  

Porém antes de buscar frutos em si mesmo o alvo é sempre o outro, independente do temperamento, nível educacional, origem social, região do país, etc. Esquece-se que a Bíblia nos adverte não picas vezes para que examinemos a nós mesmo, e avaliemos se de fato estamos de pé ou caídos, além do que só Deus nos conhece, a cada um de nós totalmente.

AS OBRAS

Diferentemente do fruto a obra, ou as obras, dependem do que desejamos e nos propomos a realizar como cristãos e crentes.  Os frutos eu os tenho ou não e se não os tenho não há como tê-los de fato. O que deve ser revisto é portanto é, se de fato, estamos ligados a Ele ( ao Senhor ) como as varas se ligam a videira. É claro que alguém pode teologicamente discordar disso, o que é uma pena. Entretanto é nesse ponto que os crentes mais se distinguem e se degladiam. O que cada um realiza individualmente, ou cada denominação como estratégia de evangelismo ou de outra coisa, são julgadas e apontadas geralmente como erro com base na suas próprias ações.

E isso não é de hoje. Ter ou não ter rádio no passado, ter ou não ter televisão, usar violões além de órgão nos cultos, como cantar nos cultos e que canções ou hinos catá-los ou não, usar ou não determinadas peças de roupas, tingir ou não cabelos, cortá-los ou deixar de cortá-los, assistir filmes, torcer para equipes de futebol, praticar ou não determinados esportes, ter ou não determinadas profissões. Pode parecer piada tais atitudes ou posições certamente patéticas mas elas existiram e não por pouco tempo mas por décadas.

Um adendo refere-se aos dons espirituais ou a manifestação dos mesmos. Vale lembrar algo esquecido, a nossa simples opinião, ainda que parcialmente ( normalmente a análise é parcial e não criteriosamente total ): a realidade ( qualquer que seja ) não é mudada a partir de nossos posicionamentos. Ou seja, os dons e suas eventuais manifestações são reais ou não, e isso não muda se os aceitamos ou não. Entretanto tem sido os dons ou a falta deles ( sua manifestação visível ) um elemento de  afirmação ou de negação, ou seja de descredenciamento objetivo, de um verdadeiro cristianismo.

OS FATOS

Nesses dias o assunto vem novamente a baila com análises, críticas, defesas acerca de determinada forma de pentecostalismo ocorrido em certas igrejas. Algumas manifestações escapam as melhores expectativas de sobriedade e de razoabilidade. Tais fatos não são novos e remontam a décadas na América do Norte, especialmente nos EUA. De um lado há as críticas das chamadas igrejas protestantes tradicionais que negam qualquer contemporanidade dos eventos apostólicos. De outro lado dentre os pentecostais e neopentecostais há críticas sérias a inutilidade de certas manifestações cuja falta de clareza e ligação com os propósitos claramente divinos, se traduzem como espetáculos bizarros e patéticos tidos como elementos de promoção apenas denominacional. 

Notem que a natureza e a propriedade da verdadeira vida cristã não inclui e nem exclui eventos sobrenaturais. A experiência cristã se baseia, em princípio, num encontro real com a pessoa viva e real de Jesus Cristo, cuja consequência mais imediata é uma guinada de 180° em toda a maneira de viver, pelo arrependimento genuíno e o real perdão dos pecados e a doação graciosa da salvação feita por Deus mediante a fé no Salvador jesus Cristo.

Essa pessoa seria então, até independente da influência do mundo  e da qualidade espiritual de uma igreja local ou falta dela, guiada em todas as coisas conforme declarado nas Escrituras, na Bíblia Sagrada. Todos os demais fatos, elementos, o pensar, os frutos e os dons teriam uma única e indubitável consequencia: a verdadeira vida cristã.

Mas quem nos conhece de fato? Somente o Senhor. Os fatos têm demonstrado que até mesmo para fazer o correto os primeiros inimigos da verdadeira obra de Deus, não são os de fora, mas os dentro da igreja. E não sem lutas e oposições que esses têm conseguido realizar algo frutífero na vida e na história da igreja evangélica. O fogo provará, segundo as Escrituras, se a obra de tal pessoa é verdadeira ou não. Por ora o joio e o trigo se manifestarão juntos em todos os lugares e de todas as formas. Cabe a cada um permanecer o mais próximo do Senhor possível, só assim serão guardados do erro e saberão que de fato , é a verdadeira obra de Deus, naquele momento.

Por Helvécio S. Pereira

Liberdade de Expressão


É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se:
“é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença"(inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da"argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.