Angela Natel On quinta-feira, 11 de agosto de 2011 At 06:33
Banco Ocidental: 5877 km2
População: 2.4 millhões
408 pessoas por km2
19 campos de refugiados
Faixa de Gaza: 365 km2
População: 1.5 milhões
4,108 pessoas por km2
8 campos de refugiados

Para os Palestinos vivendo na Faixa de Gaza, Nablus
(antiga Siquém), Hebrom, Belém, Ramallah e em
outros lugares, a vida é dura. A sobrevivência econômica
é dificil para a maioria das famílias em períodos normais, mas as relações difíceis entre os judeus e os palestinos, bem como os conflitos entre eles próprios tornam as
coisas bem mais difíceis. Famílias, idosos e os deficientes
físicos são os que mais sofrem.
Apesar de sua retirada de Gaza, a presença militar Israelense no mar e nas fronteiras da faixa de Gaza ainda é considerada pelos muçulmanos palestinos como uma
ocupação Israelense por causa da dificuldade de se importar bens de consumo para o enclave superpopuloso.
Os moradores de Gaza mal podem deixar a região para
viajar ao exterior. No lado Egipcio, as dificuldades de se
conseguir vistos é enorme. A maioria dos palestinos da
região nunca sequer cruzaram a fronteira com o Egito
ou foram para Cairo, que é a maior cidade do mundo
árabe, há apenas 350 kilometros. A Palestina Ocidental
ainda está sob controle Israelense estrito, mas, felizmente
ainda há alguns bolsões isolados de prosperidade.
Enquanto os Palestinos recebem ajuda econômica do
exterior, alguns países também enviam armas de fogo,
munições e foguetes que frequentemente pioram a
situaçào. Isto incita a violência contra Israel.
Uma tensão enorme, amargura e frequentemente ódio
são sentidos porque quase toda família teve um filho,
um sobrinho, um pai, uma mãe ou uma irã que morreu durante as guerras, protestos, revoltas armadas, esforços terroristas e confrontos durante os últimos 65
anos. Mesmo entre os árabes, há lutas entres facções
e grupos políticos e militares (Hamas e Fatah), que
mataram muitas centenas de pesosas (cerca de 600
pessoas morreram em 18 meses, somente em 2006 e
2007). Somente o amor de Deus pode mudar as pessoas
e tirar todo o ódio e resentimento.
Cerca de 2500 pessoas em Gaza se auto-denominam
crentes. No entanto, a grande maioria deles não são
praticantes, apesar de alguns crentes comprometidos
terem sido martirizados por sua fé. Alguns pró-ativamente fizeram coisas em fazor das viúvas, os deficientes físicos e os idosos. Os crentes de Gaza definitivamente
necessitam de encorajamento. Pessoas que visitaram
Gaza testemunham como seus coração são tocados
e como ficam comovidos quando vão embora. “Os
crentes em Gaza dizem: ‘Não se esqueçam de nós’”


Idéias para Oração:

Agradeça a Deus que ele não se esqueceu de suas
promessas aos Judeus ou aos Árabes. Ele é fiel a ambos;
Alguns árabes ouviram sobre o Messias pela primeira vez
no Dia de Pentecostes (Atos 2:11). Deus obviamente queria
que eles ouvissem as Boas Novas.
Agradeça a Deus pelos palestinos que já reconheceram o Messias. Peça por mais!
Ore por cura interior profunda para muitos. As cicatrizes de décadas de conflito destroem vidas no presente.
Ore pelos militantes do Hamas e do Fatah. Que seus
corações sejam mudados. Que eles venham a conhecer o
amor do Messias. Simão o Zelote estava entre os discípulos de Jesus. Muitoszelotes na época de Jesus usavam a
violência como um meio de chegar a seus objetivos. (Mt.
10:4)
Ore pelos crentes que vivem entre os palestinos
muçulmanos, para que eles deêm bom testemunho
(Mt. 5:16). Que eles sejam fortalecidos em sua fé (Efésios
3:16-17)..


“A melhor forma que
eu posso ajudar Israel é
levando seus inimigos a
Cristo.” - Irmão André

0 comentários:

Liberdade de Expressão


É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se:
“é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença"(inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da"argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.