Angela Natel On terça-feira, 9 de agosto de 2011 At 06:29

Os Awan são um povo que fala o Urdu que chegam a
mais de 600.000 na India. A maioria dos Awans afirmam que são descendentes de Qutb Shah, um general no exército de mahmud de Gahzni, qua foi um descendente do
primo e sobrinho de Maomé, Ali.
Os Awans têm uma forte tradição marcial e são renomados
por sua bravura. Eles estavam entre aqueles que os britãnicos consideravam “raças marciais” (uma designação criada por oficiais da India Britânica para descrever pessoas que se
pensava que eram naturalmente guerreiros e agressivos em
batalha e que possuiam qualidades como coragem, lealdade, auto-suficiencia, força física, resiliância e tenacidade em combate). Os britânicos recrutaram pesadamente estas
“raças marciais” para o serviço no exército colonial, e eles
fomaram parte do principal grupo muçulmano recrutado
durante a Primeira e Segunda Guerras Mundiais.

Idéias para Oração:

Proclame que o Senhor é o Senhor dos Exércitos sobre os
Awan e que eles devem obedecê-lo (Sl. 103:19-22).
Ore por libertação das correntes do inimigo.
Peça que Deus se revele aos Awan através de sonhos,
visões e outras manifestações (Sl. 103:2-3)
Ore por obreiros que proclamem o Messias entre os Awan.
(Artigo baseado no material da Frontiers))

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Liberdade de Expressão


É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se:
“é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença"(inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da"argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.