Angela Natel On sexta-feira, 12 de agosto de 2011 At 06:35
o terceiro local mais sagrado do Islã

De acordo com a tradição islâmica, durante o ano
621 DC, Maomé, o profeta do Islã, estava em
Mecca, e ele teve uma visão de uma grande jornada
chamada a “Jornada da Noturna”. Supostamente, o
anjo Gabriel veio a ele com um cavalo alado chamado
Buraq, que tinha um rosto humano. Montado neste
estranho animal, Maomé voou para Jerusalém (1200
km). Em Jerusalém, no Monte do Templo, Maomé supostamente liderado em oração por outros profetas que apareceram como Moisés, Jesus e Adão. (O templo fora
destruído 551 anos antes, em 70 DC.) Então supõesse que Maomé montou novamente Buraq e foi até os céus na presença de Deus, aonde ele rogou a Deus
sobre haverem somente cinco orações diárias. Supostamente, Deus estava demandando 50 orações diárias.
Depois disso, conta-se que Maomé retornou a Mecca e
descreveu sua jornada a outros. A maioria se negou a
acreditar nele.
O local, na extremidade sul do Monte do Templo,
aonde supõe-se que Maomé orou durante a “Jornada
Noturna”, se tornou conhecida como a “Mesquita
Longínqua”, que em árabe se escreve Al-Masjid Al-Aqsa.
A mesquita foi terminada em 704 DC e foi reconstruída
diversas vezes devido a terremotos. De acordo
com a tradição, o “Domo da Rocha” dourado,
que está ao lado da Mesquita de Al Aqsa cobre
o local aonde supostamente Maomé ascendeu
aos céus.
A mesquita de Al Aqsa é afirmada como o terceiro local mais sagrado para a maioria dos
Muçulmanos. De acordo com uma tradição,
Maomé em pessoa disse que uma oração islãmica feita na Kaaba em Mecca, vale por 100
mil oraçãoes; uma oração feita em Medina vale
por 1000 orações; e uma oração na Mesquita
de Al-Aqsa em Jerusalem vale por 500 orações a
mais do que em qualquer outro local. (É claro
que os cristàos não pensam que a oração tem
algum valor além de ser um meio de comunhão e comunicação.)


Idéias para Oração:

Milhares de muçulmanos frequentam as orações semanais às
sextas-feiras na mesquita Al Aqsa, que tem uma capacidade
para cerca de 4mil (centenas de milhares oram na esplanada
de fora durante os principais eventos religiosos). Por motivos
de segurança, os Israelenses restringiram a presença às sextas
somente para homens mais velhos que têm famílias (alguns são
patriarcas de suas famílias).
Ore pelos homens que frequentam nas orações de sextafeira. Que Deus desperte suas mentes para quererem saber o
que aconteceu com o antigo templo de Israel (especialmente Mt.
27:51). Eles precisam de uma revelação de que somente Jesus
pode levar homens ao Pai (João 14:6).
Declare Jesus, o Filho de Deus, o Rei de Israel como Senhor
sobre os homens muçulmanos que vão orar ali. (João 1:49)
Ore por suas famílias para que estas também venham para o
Reino de Deus (João 3:3).



OS PALESTINOS SãO OS
FILISTEUS DOS TEMPOS ATUAIS?

Os atuais habitantes de Gaza tem muito pouca
relação com os antigos filisteus. O nome Palestina
é uma deformação do Latin romano da palavra Filistia. No entanto, os palestinos árabes modernos não são filisteus.
O nome Palestina foi dado pelos romanos para a Judéia
depois da revolta judaica em 135 DC. Em árabe, a palavra Palestina é soletrada como “Falastin”, que é similar a Filista. Não há a consoante “p” em arábico. Alguns
palestinos arábicos dizem que são filisteus cientes que
houve uma guerra entre os filisteus e os israelitas. Alguns o fazem para incitar o ódio, outros são meramente mal informados.
Na realidade, os filisteus vieram originalmente da região
de Creta no Mar Mediterrâneo e estes se assentaram na
costa (Gen. 10:14, 1 Cron. 1:9-15). Os filisteus não eram
da arabia. Há diversos textos bíblicos profetizando a
destruição dos filisteus e sua civilização ( Jer. 47:1-7,
Ezeq. 25:15-17 e Joel 3:4-6). Antes de Cristo, a invasão
de Egípcios, Assírios, Babilônios, dos Persas e Gregos
sob o comando de Alexandre efetivamente dizimaram
os filisteus. Em seguida, os romanos, os bizantinos, os
árabes, os crusados, os turcos e os britânicos ocuparam
a região. O povo filisteu, sua cultura, governo, idioma e
religião desapareceram.

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