Angela Natel On segunda-feira, 8 de agosto de 2011 At 06:23

Al Jadida é uma cidade portuária na costa do Atlântico composta por grandes muralhas. Os portugueses estabeleceram uma importante cidade-fortaleza neste
local chamado Mazghan em 1502 com a finalidade de suprimir ataques de piratas. Os muçulmanos marroquinos tomaram a fortaleza dos portugueses em 1769 e
deram à cidade o nome de “El-Jadida”, que tem o significado árabe de “nova”. A cidade atualmente possui 150mil habitantes. A cidade é cheia de vida durante o
verão. As muitas e belas praias da área (Qualidia Haouzia, bem como Sidi Bouzid, Lalla Fatna e Jorf) atraem principalmente marroquinos nos feriados. Mas também há turistas ocidentais. Os marroquinos em férias estão muito relaxados e descontraídos. Para maiores
informações, acesse: www.ariseshinemorrocco.org

Idéias para Oração:
Durante décadas, muitos marroquinos em Al Jadida
ouviram e foram influenciados pelo Evangelho seja
através da mídia ou através de contato direto com
crentes. Muitos precisam comprometer ou reatar seu compromisso com o Messias. Alguns precisam se reconciliar
com outros crentes (veja Tg 1:6-8 e 4:8).
Ore pelos crentes espalhados pela região para que
eles possam crescer em ousadia e que possam ter uma
carga em seus corações para compartilhar a sua fé com
outros e para se reunirem. Os crentes marroquinos frequentemente não se reunem por terem medo (2 Tm 1:7)
Ore pelos marroquinos que estão de férias, para que
estes descubram o Messias. Ele é o único que pode trazer
pazreal, alegria e descanso. Alguns anos atrás, o apóstolo
Pedro estava na costa de Israel. Alguns eventos dramáticos acontecerem o que causou com que outros encontrassem o Messias numa região um pouco mais acima da
costa (veja At 10:1-48). Ore por intervenções divinas!!!
Ore por esta região costeira de Azemour a Jadida a
Safi a Essaouira. Que os ventos do Espírito soprem do mar
em direção ao coração da nação.


JESUS NO ALCORãO

Você pode saber mais sobre a perspectiva Islâmica sobre Jesus, lendo sobre ele no Alcorão.
Diversos capítulos (suras) e versículos estão indicados abaixo. Jesus normalmente é mencionado pelo nome de Isa. Diversos títulos, papéis e atividades são atribuídas a Jesus. Aqui há alguns
exemplos:
Jesus é a Palavra de Deus:
Sura: 3:45; 5:46, 110 and 57:27
Jesus é o Messias:
Sura: 3:45; 4:171; 5:17, 72, 75
Profeta ou Mensageiro de Deus:
Sura: 3:49; 6:85; 19:30; 57:27
Ressusitou os mortos e curou os enfermos:
Sura: 3:49; 5:110
Puro, sem pecado:
Sura: 19:19
Mesmo que as idéias do Alcorão, listadas acima,
sejam similares às idéias bíblicas, os Muçulmanos
nunca pensam em Jesus como sendo divino ou
como salvador através de sua morte e ressureição.
Eles pensam nele como um profeta que trouxe um
livro chamado “O Evangelho”.


Bases do Islã

De acordo com os Muçulmanos, o Islã começou com
os primeiros seres humanos, Adão e Eva, que deviam
se submeter a Deus. A palavra Islã significa submissão. Os
muçulmanos acreditam que Abraão, Moisés, Davi e Jesus
eram todos profetas do Islã. Muitos muçulmanos acreditam
até que Adão construiu a primeira Beit Allah (a casa de
Deus) em Mecca, a Kaaba. Esta estrutura de pedra, coberta
por um pano negro, existe há muito tempo. Ela existia até
mesmo na época do famoso muçulmano, Maomé.
Ninguém pode compreender o Islã sem saber algo sobre
a vida de Maomé. Este homem é reverenciado por todos
os muçulmanos como o último e maior profeta. No Islã,
Maomé é considerado o “homem ideal”. Ele não é considerado divino, e não é adorado, mas é o modelo para todos os muçulmanos na forma como eles devem se conduzir.
Nenhuma imagem de Maomé é permitida (para evitar a
idolatria).
O início da vida de Maomé: O profeta do Islã nasceu em 570
D.C. em Mecca, uma cidade na Arábia Saudita. Ele era um
membro do clã Hashim da poderosa tribo Quraysh. Durante grande parte de sua vida, a adoração pagã a ídolos
abundou na Arábia. Cerca de 360 deuses e deusas eram
adorados pelos árabes em Mecca, que era um grande
centro de idolatria na região. Historiadores muçulmanos
acreditam que mesmo quando criança, Maomé detestava
a adoração aos ídolos e vivia uma vida moralmente pura.
Revelações iniciais: De acordo com os muçulmanos, na
idade de 40 anos, em 610 D.C., Maomé supostamente
começou a receber revelações e instruções de quem ele
acreditava ser o arcanjo Gabrial (Gibrail em árabe).
Estas “revelaçòes” formam as bases do Alcorão. Maomé
proclamou que estas eram a mensagem final do Supremo Deus, apesar de que no início até Maomé duvidava que ele mesmo era um profeta. Ele baniu a adoração aos
ídolos e estabeleceu a ordem civil e religiosa em Medina
e eventualmente em Mecca. Maomé morreu de causas
naturais em 632 D.C. em Medina, na Arábia Saudita.
Relações com Judeus e Cristãos: durante sua vida,
Maomé conheceu muitas pessoas que eram pelo menos
cristãos nominais. Ele também aprendeu muitas idéias religiosas e costumes de clãs judeus
que viviam na região de Mecca e Medina. O papel de Maomé como profeta não foi aceito pelos
Judeus, levando a um grande conflito. As idéias
cristãs e judaicas, suas práticas e histórias estão
bem presentes no Alcorão, apesar de serem frequentemente distorcidas.


CRENçAS ISLâMICAS

Um Deus, o Criador de todas as coisas
Anjos e espíritos maus
Profetas (Adão, Noé, Abraão, Moisés,
Davi, Jonas, Jesus, Maomé)
Maomé, o último e maior profeta
Livros sagrados: A Torá, Zabur (Salmos),
Injil (Evangelho) e o Alcorão
O Dia do Julgamento para todos
A Bíblia foi modificada e distorcida por
Judeus e Cristãos


IDÉIAS ISLãMICAS SOBRE JESUS:

Jesus foi concebido miraculosamente por
Deus no ventre da virgem Maria.
Jesus é somente um profeta, ele não é
divino (não é o Filho de Deus, não é Deus
encarnado).
Muçulmanos acreditam até que Jesus falou
como bebê que ele era um profeta.
De acordo com o Islã, Jesus na verdade
era um bom muçulmano que ensinou uma
forma primitiva do Islã aos Judeus. Pode-se
encontrar um relato da vida de Jesus no
chamado “Evangelho de Barnabé”. Este
documanto provavelmente tomou a forma
atual nos séculos 14 a 16 D.C., ele pode até ter
sido escrito nesta época.
Jesus irá retornar um dia, ele irá se casar,
ele terá filhos. Ele irá corrigir os erros que os
Cristãos falaram sobre ele. Ele irá morrer ele
será enterrado em Medina e será julgado
como todas os homens no Julgamento Final.
Ele não é o Juiz da humanidade.


ISLã: A MORTE DE JESUS E SUA RESSUREIçãO

O Islã nega a necessidade de Jesus morrer por nossos pecados. Muitos muçulmanos acreditam que o Deus de Abraão
pode simplesmente perdoar os pecados sem um sacrifício
expiatório.
O Islã nega o fato da morte de Jesus na cruz. Geralmente, de acordo com o ensinamento Islãmico, Jesus foi
diretamente ao céu sem morrer. Ele não foi crucificado.
Os muçulmanos frequentemente acreditam que Judas, o
traidor, teve sua face miragrosamente transformada na face
de Jesus e morreu no lugar de Jesus como uma forma de
julgamento de Deus.
O Islã nega a eficácia da morte de Jesus para apagar nosso
pecado e culpa.
O Islã nega a ressureição de Jesus e sua vitória sobre a
morte.
O Islã nega que Jesus se tornou o Rei Messiãnico, que reina
sobre todo o mundo.



OS CINCO PILARES DO ISLÃ

A religião islãmica é vivida de acordo com os cinco
“pilares” principais que são obrigatoriamente práticas
religiosas para todos os Muçulmanos adultos:
1.Recitando o credo (shahada) “Não há Deus senão
Alá e Maomé é seu profeta”.
2. Oração (salat) – Cinco vezes ao dia.
3. Caridade (zakat) – Dar aos pobres é obrigatório e
também voluntário.
4. Jejuar (saum) – Especialmente durante o mês
“sagrado” do Ramadã.
5. Peregrinação (hajj) – pelo menos uma vez na vida
para Mecca, conhecida como Hajj.
Alguns Muçulmanos acrescentam um sexto pilar:
6. Jihad: A luta para propagar a fé do Islã pelo
mundo, seja por força ou pela busca ativa de propagar a fé por palavras e obras.




o que Deus conquistou por nós:
“Jesus Cristo, que é a testemunha
fiel, o primogênito dentre os mortos
e o soberano dos reis da terra....nos
libertou dos nossos pecados por meio
do seu sangue,” (Apocalipse 1:5)

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