Angela Natel On quarta-feira, 31 de agosto de 2011 At 09:20
Há muita confusão nas rodas cristãs atualmente
sobre o Islã. Por um lado, testemunhos da
perseguição de cristãos, violência e discriminação acontecem em países como Paquistão, Arábia Saudita, Irã e outros. O movimento para banir o vel de rosto
inteiro (niqab) em diversos países da Europa também
faz com que generalizemos versões extremas da Lei Islâmica (Sharia) com o Islã e muçulmanos em geral.
Por outro lado, o slogan “Islã é uma religião de paz”
aparece na mídia secular ao lado de novos atentados
terroristas do al-Qaeda e outros. Aonde está a verdade?
A verdade é, conforme a história Islãmica revela, bem
mais complexa que os próprios muçulmanos reconhecem. A Lei Islâmica, que apenas apareceu gradativamente no terceiro século após a morte de Maomé, foi
desenvolvida com o passar do tempo por pelo menos
seis escolas, com discórdias significantes entre elas.
Isto era a “jurisprudência aplicada” (ou fiqh), como
termo “Sharia”, normalmente referindo-se ao plano
ideal de Deus para uma sociedade humana santa,
como desenhado no Alcorào e no Exemplo (Sunna)
do Profeta. Alguns poucos textos, no entanto, falam
do que nós hoje chamamos de “lei constitucional”. Na
prática, dos primeiros califados aos muitos pequenos
reinos que surgiram à sombra de impérios, ao último
grande império dos Otomanos, a história das sociedades muçulmanas pode ser resumida no constante cabo de guerra entre os especialistas legais (ulama) e
os líderes políticos. Mais frequente que o contrário, eles
estavam em disputa.
Hoje, nações muçulmanas são todos estados-nações
modernos, signatários das convenções da ONU que
hoje são consideradas “lei internacionais”. A maioria
deles são autoritários. Ainda assim, da acordo com o levantamento Gallup Poll, conduzido entre 2001 e 2007 em 35 países muçulmanos, uma grande maioria dos
muçulmanos consideram o Islã e a democracia, igualdade entre generos e liberdade de discurso como chaves para uma sociedade pacífica e próspera. Eles simplesmente não concordam com a forma que estes valores são moldados no Ocidente; eles preferem aplicá-los de
acordo com suas próprias tradições.
Globalização – o fluxo sem precedentes de bens, capital, imigrações e informações em todas as direções – aprofundou profundamente não somente as sociedades muçulmanas, bem como as Ocidentais. Estudos sociológicos narram o grande fenômeno de avivamento
e como a globalização “desterriterializou” a religião
tradicional. Para os muçulmanos, apesar da internet e
das grandes imigrações, isso significou uma reformulação do Islã tradicional em diversas direções. Claramente, a maioria dos muçulmanos internalizaram as
idéias de direitos humanos e de democracia. Mas eles
também se tornaram mais religiosos e conservadores,
especialmente na área de modéstia para mulheres.
Para alguns, o desmanche de antigas marcas culturais
significou uma nova religiosidade enfocada primariamente no que é “Islâmico” e o que não é. Então é uma pequena, mas audível minoria (os “Salafis”) que mesmo no Ocidente militam pela ” completa aplicação da Sharia”. Aqui, “Sharia” sifnifica o consenso medieval
de escolas legais baseadas no status familiar, o hudud
(as cinco punições, como amputações para ladrões e
morte para “apóstatas”) e novas adições, dependendo
da facção. Os “jihadistas” são uma facção.
Para ser justo, no entanto, seria errado ver todos os
muçulmanos como “extremistas”, quando a maioria
está na verdade se engajando como resto da sociedade
civil global para trabalhar por mais paz e compreensão entre os povos de nosso mundo. Como cristãos, nós devemos simplesmente nos tornar amigos de nossos vizinhos muçulmanos, ouvir e aprender deles, e compartilhar o amor de nosso Salvador, por palavras e obras.


A maioria dos muçulmanos já
assimilou os ideais de direitos
humanos e democracia, no
entanto, eles também se tornaram
mais religiosos e conservadores ao
mesmo tempo.

A globalização impactou
profundamente os muçulmanos...


Angela Natel On At 06:36

Foi assim que Tomé reagiu?
Você sabe o que é pataqueiro? Trata-se daquilo sem valor, muito barato, reles. Enquanto tenho me esforçado para aumentar meus conhecimentos de grego, "ojeriza-me" o fato de observar canastrões, que por terem aprendendido a ler grego e umas regrinhas básicas gramaticais, exibem suas "grandiosas invenções" através de seus esforços intelectuais e "malabarísticos" de encaixar o grego em suas doutrinas.

O site TJ DEFENDIDAS, cujos responsáveis, presumo, devem ter uma bagagem rica de "cátreda nos indiomas horiginais da Briba", criaram uma nova regra gramatical, que eu juro: Não sei como cheguei vivo aos 41 anos sem ter sabido dela. Em João 20:28 lemos sobre Tomé, que após ter duvidado da ressurreição de Jesus, ao vê-lo, disse-LHE: "Senhor meu e Deus meu". A quem Tomé chamou de "O Senhor de mim" e "O Deus de mim"? O texto é claro: A Jesus, e nada indica que Tomé estivesse falando a Jesus sobre o Pai dele.

Ocorre que, no afã pútredo de buscar apoio para as heresias do Corpo Governante (a liderança TJ que já mudou 314 vezes de ensinos em 132 anos de história), os defensores TJs chegaram à seguinte conclusão, aqui resumida: Como todas as vezes que se chama ao Senhor, usa-se o vocativo (termo em Português e em grego que denota chamamento, por exemplo: "Senhor", podendo ser substituído por "ó Senhor"), e em João 20:28 não ocorre o vocativo mas o nominativo (o substantivo na forma original), então isso indicaria que Tomé, em tom exclamativo, estaria falando "meu Senhor e meu Deus!" a Jesus, mas se referindo ao Pai de Jesus. Observe:
"Repare, porém, que em João 20:28, não éky’rie” mas “Ky’rios” que é usado, o que indica queenquanto Tomé está falando para Jesus, ele não está falando SOBRE Jesus! Muitos eruditos estão apoiando a tese de que a declaração de Tomé foi de fato uma exclamação. Esta exclamação foi dita a Jesus, mas era uma declaração dirigida ao Deus Todo-Poderoso, Jeová. Seria o mesmo, por exemplo, que se um amigo meu que não me visse a muito tempo, ao se dirigir a minha pessoa, dissesse: “Meu Deus! Não acredito, é você?” - Clique aqui para conferir.
Sim, na ótica do site não-autorizado pelo Corpo Governante, Tomé, espantado com o aparecimento de Jesus diante dele, disse: "Meu Deus! É você Jesus?" Veja bem: Achar que foi uma expressão de espanto reverente é uma liberdade que qualquer "zé" pode ter ao interpretar o texto. Mas usar a gramática grega para apoiar tal interpretação não é para os "zés" em língua grega. E inventar uma regra gramatical nova? É viajar na maionese, ou melhor, na fábrica da maionese. Qual gramática grega no mundo ensina que se eu me dirigir a uma pessoa com palavras no nominativo, e não no vocativo, significa que eu estaria apenas falando a essa pessoa, mas sobre outra pessoa? Veja mais uma declaração do site genérico TJ:
"Revendo a Septuaginta Grega (LXX), não existe uma única ocorrência válida, da forma gramatical semelhante à sentença de João 20:28, onde “ky’rios” aparecendo com “theo’s” tenha o artigo com ky’rios, (o Senhor de mim e o Deus de mim) sendo usado como vocativo! Visto que é exatamente o que ocorre em João 20:28 (o uso de ky’rios, nominativo) e não ky’rie, nós não temos uma declaração direta para e sobre Jesus, mas uma declaração feita a Jesus – mas endereçada a outro!" - Clique aqui para conferir.
Apocalipse 4:11, Tradução Interlinear TJ.
Então, por que se usou o nominativo? Porque era comum, tanto no grego koiné como no grego helenístico, usar o vocativo pelo nominativo. (CHAMPLIN, R. N.O Novo Testamento Interpretado Versículo Por Versículo. Volume 2. Página 643. Hagnos, 2002) Que tal provar isso? Simples. Na própria Tradução Interlinear do Reino Grego-Inglês,das Testemunhas de Jeová, ocorre no texto grego um caso idêntico em que se dirige "hó kyrios kai ho theós hemon" (O Senhor e o Deus de nós), como nominativo se refindo a Jeová. (Veja ao lado) Se fosse verdadeira a interpretação de que usar nominativo no lugar de vocativo indicasse que as palavras estariam sendo ditas a alguém sobre uma outra pessoa, então os 24 anciãos (Apocalipse 4:10, 11) estariam falando estas palavras a Deus, mas se referindo a quem? Isso mostra ser ridícula a explicação apresentada pelo site TJ DEFENDIDAS. "Meu", em grego, e em português, pode ser substituído por "meu próprio". E o texto narra que Tomé disse a Jesus (LHE), e não "disse-lhe pensando em outro". Fico imaginando, se uma donzela, nas suas núpcias, dissesse em grego, para seu amado:

- "hó Kýrios mou, agápo se" (Meu senhor, eu te amo).
- Está tudo terminado entre nós!
- Por que, hó kýrios mou?
- Porque você não está usando o vocativo, e sim o nominativo! Você disse que me ama, mas por usar o nominativo, falou a mim pensando em outro!

Portanto, oremos pelas TJs, vítimas do Corpo Governante e dos escritos de quem desobedece ao corpo governante, por publicar matérias de conteúdo espiritual em sites, revistas e jornais. Afinal, a liderança mundial TJ ensina que isso não é necessário, já que Jeová Deus tem o canal de comunicação para s fazer isso. Se eu fosse TJ, não confiaria nesse site, porque ele contém explicações equivocadas jamais endossadas pelas publicações do movimento. Por isso, alerto as TJs sinceras a tomarem cuidado com esse site, pois nele se acham interpretações que o Corpo Governante jamais escreveu. Veja o que uma carta da Central mundial TJ, aos anciãos [pastores TJs], divulgada pelo site www.indicetj.com, afirma sobre sites desse tipo:

Carta divulgada em www.cartastorre.xpg.com.br/#alto

Enquanto esse site elaborado por TJs desobedientes afirma que Tomé usou "Senhor meu e Deus meu" para se referir ao Pai de Jesus, a opinião oficial do Corpo Governante é que Tomé dirigiu essas palavras a Jesus, não como "o Deus verdadeiro", mas como "um deus". Veja como isso é verdade:
"Portanto, Tomé pode ter-se dirigido a Jesus como “meu Deus” no sentido de Jesus ser “um deus”, embora não o Deus Todo-poderoso, não “o único Deus verdadeiro”, a quem Tomé tinha muitas vezes ouvido Jesus orar. (Jo 17:1-3) " - Estudo Perspicaz das Escrituras, página 537, volume 2.
Há tempos liguei à Sociedade Torre de Vigia, cobrando uma explicação sobre por que existem sites paralelos. A resposta foi que esses sites são feitos por pessoas desobedientes. E eu concordo plenamente. Tanto que a pessoa se indentifica como TJ7. Embora afirme que o site oficial não seja o dela, criou o site que tem o mesmo fim que o site oficial das TJs. Quão lamentável esse exemplo de desobediência! E mais lamentável é o péssimo conhecimento de grego ali demostrado. Tô de olho! - Fernando Galli.

Angela Natel On At 06:30
Angela Natel On terça-feira, 30 de agosto de 2011 At 07:17
o maior grupo missonal islãmico


Recentemente, de 3 a 5 milhões de muçulmanos
chegaram a Tongi, ao norte de Dhaka, aonde o
movimento Bagladesh separou 160 acres (0.65 km2)
para um evento anual. Eles vieram de mais de 80 países
para um “ljtema” (encontro) de três dias Depois do
Haji, este é o maior encontro islâmico. O Bishwa ljterna
(encontro global) é patrocinado pelo movimento Tablighi Jamaat (a sociedade pela propagação da fé).
O encontro enfoca em orações e meditação. “O debate
político não é permitido no encontro”, afirma o Tablighi Jamaat. Frequentemente referidos como TJ’s, os Tablighi Jamaat são o maior grupo missional muçulmano do mundo (na África, América do Norte, Europa, Asia e além). Não há uma estimativa precisa de quantos seguidores do TJ, mas coloca-se o númedo em 70 a 80 milhões de pessoas, tornando-o o maior movimento
dentro do islã.
O Tablighi Jamaat enfoca em “corrigir” a prática
muçulmana e suas doutronas. Parte disso envolve no
isolamento de não-muçulmanos. “Nós dizemos a nossos irmão e irmãs que vivem em sociedades seculares que se misturar com não-muçulmanos os tornam
fracos” – afirma Naeem, um porta-voz no Canada.
“Nós lhes falamos para se separarem, contruírem suas
próprias escolas e passarem tempo com outros muçulmanos. Esta é a única forma de lutar contas as forças do secularismo”.
Os TJ se tornaram grantemente bem-sucedidos, principalmente porque um de seus seis “passos” requerem que os seguidores saiam por dias ou semanas para passar um tempo renovando sua fé. Eles também estão envolvidos em levar outros muçulmanos para aumentar a prática religiosa. Eles são criticados por grupos
islãmicos como uma seita exclusiva “a qual o ensino
exclui todos os outros muçulmanos que não seguem
suas definições particulares do que significa comunicar a mensagem do Islã.
Os TJ se auto-professam pacifistas que tendem a ficar de fora da internet e longe das câmeras. Mas sua mensagem tem sido bem-sucedidas em locais como
Bangladesh, aonde desastres naturais e conflitos for-
çaram dezenas de milhares a se unirem a campos de
refugiados. “Eles são os únicos ajudando as pessoas”,
diz Anwar. “O governo não fez nada, mas o grupos religiosos estão lá desde o começo. Eles estào ganhando as pessoas”.



Idéias para Oração:

Conforme os membros do TJ se movem ao redor do
mundo, ore que eles encontrem cristãos que reflitam a
vida e o amor do Messias a eles. (Col 4:3; Sl. 9:20)
Ore por Bangladesh, um país que é 85% muçulmano,
que sofrem mais do que muitos no mundo. Problemas de
superpopulação, pobreza generalizada e catástrofes como
enchentes, ciclones e inanição atingiram fortemente o
país. Deus está abrindo os corações dos muçulmanos para
responderem ao Evangelho (veja Atos 16:13-14).
Ore que fortes congregações possam ser estabelecidas conforme Deus trabalha na nação. É necessário um
discipulado centrado na Cruz para aqueles interessados
no Messias.
Angela Natel On At 06:41
Angela Natel On At 06:28
Angela Natel On At 05:56



*Cornelius van Til

Temos, primeiro, o não cristão, que cultua a criatura em vez do Criador. Vamos chamá-lo de Sr. Black. Poderá ser um tipo de pessoa bem "decente". Em função da graça comum ele pode fazer muita coisa "boa". Ainda assim, conquanto permaneça em seu estado de não-conversão, ele será tenebroso aos olhos de Deus.

Entretanto, temos um representante daqueles que, pela graça de Deus, tornaram-se adoradores do Criador-Redentor. Será o Sr. White. Certamente, ele está distante de ser aquilo que poderíamos esperar devido ao seu nome. Mas ele foi lavado no sangue do Cordeiro. Em Cristo, ele é alvo como a neve. O Sr. White é um cristão reformado.

Estranhamente, porém, há uma terceira parte, um arminiano, chamado Sr. Grey. Certamente, em Cristo, o Sr. Grey é tão alvo como o Sr. White. O primeiro, acha que o Sr. White é muito severo na avaliação do Sr. Black, mas ele próprio crê que o Sr. Black não seja assim tão tenebroso.

Sequer seria correto, política ou pedagogicamente, requerer que o Sr. Black fizesse uma virada de mente tão completa. Certamente, nem será necessário que tal revolução seja completa nos campos das ciências e filosofias. Muitos dos seguidores do Sr. Black têm defendido valentemente a existência de Deus contra o materialismo, o ateísmo e o positivismo. Até mesmo em teologia, muitos desses discípulos do Sr. Black saltaram em defesa quando Deus foi atacado pelos teólogos do Deus-está-morto. O Sr. Grey, portanto, tipifica o metódo de Aquino-Butler de defesa do cristianismo.

Vamos observar agora a diferença na maneira do Sr. White e do Sr. Grey abordarem o incrédulo Sr. Black com o Evangelho de Cristo.

Digamos que o Sr. Black esteja com dor de dente. Ambos, o Sr. White e o Sr. Grey são dentistas. O Sr. White crê em uma metodologia radical. Ele crê que o Sr. Black deveria ter toda cárie removida dos dentes, antes de obturá-los. O Sr. Grey é uma pessoa mais sensível e carinhosa. Ele não quer que o Sr. Black se sinta mal e, por isso, não quer que a broca penetre tão fundo no dente. Ele, certamente, retirará apenas uma parte da matéria deteriorada, e preencherá a cavidade.

Naturalmente, o Sr. Black achará tudo isso maravilhoso. Infelizmente, o dente do Sr. Black em breve continuará a deterioração. Ele retornará ao Sr. Grey, mas este jamais chegará a um procedimento radical. Por conseguinte, ele jamais resolverá o problema do dente do Sr. Black.

Suponha, agora, que, em vez de procurar o Sr. Grey, o Sr. Black tenha ido ao consultório do Sr. White. Este é radical, muito radical. Usa máquina de raios-X para diagnosticar as condições da boca do Sr. Black. Perfura o dente o quanto é necessário para remover toda a matéria deteriorada. A cavidade é preenchida. E o Sr. Black jamais precisa retornar por causa daqueles dentes.

Esta simples ilustração aponta para uma verdade básica. A Bíblia diz que o homem está espiritualmente morto em seus delitos e pecados. Os credos reformados falam de uma depravação total do homem. A única cura para a sua morte espiritual é a regeneração realizada pelo Espírito Santo, na base da morte expiatória de Cristo. É por meio da luz que a Escritura lança sobre a condição do homem natural que o Sr. White examina todos os seus pacientes. Ele poderá também ligar a luz da experiência, mas insistirá sempre que a experiência deva ser derivada, primariamente, da luz da Escritura. Assim, ele poderá apelar à razão ou à História, mas, de novo, somente da maneira que elas são vistas à luz da Bíblia. Ele nem mesmo toma a experiência, a razão ou a História para corroborar os ensinos da Escritura, mas a Bíblia para examinar todas essas operações. Para ele, a Bíblia e, portanto, o Deus da Bíblia, é como o sol do qual derivam a luz das lâmpadas de óleo, de gás e a lâmpada elétrica.

A atitude do arminiano, Sr. Grey, é bem diferente. Ele usa a Bíblia, a experiência, a razão ou a lógica como fontes de informação igualmente independentes sobre os próprios predicamentos e, portanto, os do Sr. Black. Isto não quer dizer que, para o Sr. Grey, a Bíblia, a experiência e a razãosejam igualmente importantes. Na verdade, não são. Ele sabe que a Bíblia é, de longe, a mais importante. Porém, não obstante, ele constantemente apela aos "fatos da experiência" e à "lógica" sem lidar primeiro com a própria ideia de fato e com a ideia de lógica, nos termos da Escritura.

A diferença é básica. Quando o Sr. White diagnostica o caso do Sr. Black, ele toma como máquina de raios-X, somente a Bíblia. Quando diagnostica o caso do Sr. Black, o Sr. Grey toma primeiro a máquina de raios-X da experiência, depois, a máquina de raios-X da lógica, e finalmente, a máquina de raios-X maior, a Bíblia. De fato, ele poderá tomar tais ítens em qualquer ordem, mas sempre haverá de considerá-los como sendo fontes de informação independentes.
(...)
Entretanto, quando o cristão reformado, o Sr. White, tem consciência das riquezas da própria posição, e, realmente, tem a coragem de desafiar o Sr. Black, apresentando-lhe uma chapa de raios-X do seu interior tirada com uma máquina chamada Bíblia, ele enfrenta a acusação de "raciocínio circular". Ele não apresenta nenhum "ponto de contato" com a experiência. Ele será, também, objeto de crítica do arminiano, por falar como se o cristianismo fosse irracional e por falhar em alcançar o homem das ruas.
(...)
O conceito arminiano de expiação substitutiva é colorido, e nós, como calvinistas, creríamos "descolorido", segundo a visão do "livre arbítrio". Segundo a visão arminiana, o homem tem poder absoluto ou final para aceitar ou rejeitar a salvação que lhe é oferecida. Isso implica que a salvação oferecida ao homem é mera possibilidade de salvação.

Para ilustrar: suponha que eu deposite um milhão de reais em sua conta bancária. Ainda assim, fica ao seu critério crer que tal riqueza lhe pertença, e usá-la para cobrir o chão de sua casa com tapetes persas, em vez de fazê-lo com os velhos tapetes puídos que você tem agora. Assim, no esquema arminiano, a própria possibilidade das coisas não mais dependem exclusivamente de Deus, mas, em algumas áreas, dependem do homem. O efeito daquilo que Cristo fez por nós é feito dependente de nós. Não é mais certo dizer que, para Deus, todas as coisas são possíveis.

Fica óbvio, portanto, que os arminianos levaram para o seu protestantismo uma boa porção do levedo do catolicismo romano. O arminianismo é menos radical e menos consistente em seu protestantismo do que deveria ser.

Ora, o Sr. Grey, o evangélico, parece estar confortável quando tenta conquistar o Sr. Black, o incrédulo, à aceitação do "sacrifício substitutivo". Ele pode firmar os pés em "chão comum" com o Sr. Black em termos daquilo que é possível ou impossível. Observe o Sr. Grey enquanto fala com o Sr. Black.

"Sr. Black, porventura já aceitou Jesus Cristo como seu salvador pessoal? Crê que ele morreu na cruz em seu lugar? Se não, certamente estará perdido para sempre."

"Bem", responde o Sr. Black, "acabei de receber uma visita do Sr White, falando sobre o mesmo assunto. Vocês parecem ter um 'testemunho comum' sobre a matéria. Ambos creem que Deus existe, que ele criou o mundo, que o primeiro homem, Adão, pecou, e que todos nós merecemos o inferno por causa do que esse homem fez, e daí em diante. Tudo isso me parece muito fatalista. Se, como você diz, eu sou uma criatura, então, não terei nenhum poder final para escolher. Não sou livre. E se não sou livre, então, não sou também responsável. Assim, se eu for para o inferno, será simplesmente porque seu 'Deus' assim determinou. Vocês, cristãos ortodoxos, matam a moralidade e todo progresso humano. Não quero ter nada com isso. Até logo!"

"Ei! Espere um pouco", diz o Sr. Grey afobado. "Eu não tenho um ponto de vista em comum com o ponto de vista calvinista. Nós dois, sim, temos um testemunho comum contra o calvinismo quanto ao determinismo mencionado. É claro que você é livre. Absolutamente livre para aceitar ou rejeitar a expiação que lhe é oferecida. Você mesmo terá de torná-la real para a sua vida. Concordo com você, contra o calvinismo, dizendo que a 'possibilidade' é maior do que a vontade de Deus. Nem por um momento eu diria com os calvinistas que o conselho de Deus determina tudo o que se passa."

*Extraído da obra "O Pastor Reformado e o Pensamento Moderno" , 1ª edição, 2010, traduzido por Wadislau Gomes, São Paulo, Cultura Cristã, p. 42-50)

Angela Natel On segunda-feira, 29 de agosto de 2011 At 07:15
Idioma: Dari População: 316.000


O nome Qizilbash, que tem o significado turco de “Cabeças Vermelhas” é
dado a uma grande variedade de grupos militantes shiitas que ajudaram a
fundar a dinastia Safavid do Irã (1501-1722). Seu nome é derivado da peça de
vestimenta distinta que usam sobre suas cabeças, com doze pontos indicando
sua aderência ao decimo segundo ramo do Islã Shiita (o principal grupo Shiita). Os Qizilbash do Afeganistão são decendentes de tropas deixadas por Nadir
Shah durante sua “campanha Indiana” em 1738. Eles tinham postos importantes em gabinetes do governo no passado e hoje eles são comerciantes ou artesãos. Como Muçulmanos Shiitas de fala Persa, eles constituem um elemento
importante e politicamente influente da sociedade na nação do Afeganistão.
Um número exato de sua população é dificil de se obter porque eles possuam
uma identidade religiosa dupla (chamada taqiyya) devido à perseguição de
Muçulmanos Sunitas. Não se sabe de nenhum crente entre os Qizilbash.



Idéias para Oração:

Adore ao Senhor com cânticos. Proclame a soberania de Jesus aos confins
da Terra, baseado no Sl 72:5-8, 12-14 (pense na pobreza e na violência no
Afeganistão).
Ore por portas abertas nas vidas dos Qizilbash para que os crentes possam
encontrar oportunidades para compartilhar sobre Jesus com eles.
Ore por obreiros entre os crentes afegãos para ministrar aos Qizilbash.
Há muito poucos recursos sobre o Evangelho em seu idioma. Peça a Deus para
que Ele levante linguistas para traduzirem as Escrituras, literatura e gravações de
aúdio para o Dari. (Informação da Frontiers)



QUEM SãO OS SHI’AS (SHIÍTAS)?

Os primeiros três califas (sucessores)
de Maomé foram escolhidos da ampla
comunidade Muçulmana. O quarto era
Ali, o sobrinho de Maomé e seu genro,
que casou com a filha de Maomé, Fátima,
muitos anos depois. Ali conseguiu seu
título, mas logo depois ele foi assasinado
em 661 D.C. Os shiitas acreditam que os
governantes por direito da comunidade
muçulmana global eram de fato Ali
e seus onze descendentes através do
neto de Maomé, Hussein que morreu
como um mártir no Iraque em 680 DC.
Grande parte dos shiitas acredita que
a linha de sucessão continuou até seu
descendente Maomé al-Mahdi, o décimo
segundo “Imam divinamente guiado”,
que misteriosamente desapareceu no
início de 874 DC aos cinco anos de idade.
Supõe-se que algumas pessoas tiveram
acesso a ele até 941 DC. Após este tempo,
a esperança dosshiitas pelo governo sobre
a comunidade muçulmana foi totalmente
transferida para o mundo invisível à partir
do qual um guia espiritual – chamado de
Imã (líder) Oculto ou Mahdi (aquele que
guia), que irá eventualmente retornar.


Compaixão
Ele teve compaixão deles, porque eram
como ovelhas sem pastor.... (Mc 6:34).
Os afegãos já passaram por uma série de
guerras terríveis.
Angela Natel On At 06:47


Um tema que surgiu outro dia na caixinha de sugestões foi “pornografia no meio evangélico”. De cara já digo: isso não existe – pornografia no meio evangélico. E explico.
Primeiro, precisamos entender o que é pornografia. A palavra vem do grego πόρνη = porne, “impureza”, “prostituição”, e γραφή=grafé, representação, portanto, a exposição, de cenas ou objetos obscenos e de práticas sexuais diversas, com o intuito de despertar desejo. Parece que a expressão deu origem também ao termo “fornicação” (de “fornicis”, ou “fornix”, que significa abóbada ou arco; “fornice” era um arco sob a qual as prostitutas romanas se exibiam).
Então, nesse contexto,podemos inferir que no meio evangélico, entendido como a igreja cristã, não existe tal coisa. Da mesma forma que é inconcebível uma fábrica de cigarros evangélicos, ou cachaça para crentes. Embora haja tentativas de se criar boates gospel, funk gospel, balada gospel, e atésex-shop gospel, o que se percebe é que existem pessoas dentro da igreja que ainda estão presas a determinados vícios, seja bebida, cigarro ou pornografia, os quais, em si, são coisas externas à Igreja. Isto é, apesar de estarem freqüentando círculos ditos cristãos, há quem ainda não se libertou de certas cadeias, e alguns espertalhões surgem querendo lucrar em cima das fraquezas dos demais. Eles conhecem – e muitos cristãos não! – a diferença entre a sexualidade (e sua representação artística) de um lado, e a comercialização do sexo, de outro lado.
Por exemplo, vende-se a falsa idéia de os homens são naturalmente suscetíveis à pornografia, por ceder mais facilmente ao apelo visual do que as mulheres. Mas este é um argumento estéril, diz o psicólogo Gary Brooks, citado pela jornalista Pamela Paul em seu livro “Pornificados”. Ele afirma que a indústria pornográfica “ensina” homens a serem fanáticos por seios grandes, e embora o tamanho deles nada tenha a ver com a capacidade reprodutiva ou a saúde da mulher, até mesmo psicólogos evolucionistas são enganados por esses argumentos e assim reforçam os lucros da indústria, perpetuando um comportamento compulsivo e doentio.
Não vou entrar em detalhes sobre os malefícios desse negócio, porque há muitos sites especializados no assunto, e muitos ministérios, pastores e igrejas podem falar muito mais e melhor do que eu sobre isto.
Mas o autor da sugestão talvez tenha se referido a pecados sexuais na igreja, o que é diferente de pornografia. Ele, ou ela, pensou em abordar o problema da sexualidade, ou antes, desvios da sexualidade, entre cristãos.
O que eu penso é que a Bíblia não diz nada explicitamente sobre pornografia, mas sim sobre pecados ligados à sensualidade e aos sentidos em geral. Por exemplo, em diversas passagens somos advertidos nesse sentido:
Gálatas 5:19-21, 24 - Ora, as obras da carne são manifestas, as quais são: a prostituição, a impureza, a lascívia, a idolatria, a feitiçaria, as inimizades, as contendas, os ciúmes, as iras, as facções, as dissensões, os partidos, as invejas, as bebedices, as orgias, e coisas semelhantes a estas, contra as quais vos previno, como já antes vos preveni, que os que tais coisas praticam não herdarão o reino de Deus... E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne com as suas paixões e concupiscências.
I Pedro 1:14 - Como filhos obedientes, não vos conformeis às concupiscências que antes tínheis na vossa ignorância.
II Pedro 2:11 - Amados, exorto-vos, como a peregrinos e forasteiros, que vos abstenhais das concupiscências da carne.
Vemos que os pecados sexuais estão em pé de igualdade com o alcoolismo, a feitiçaria, a idolatria, a comilança etc., porque é tudo uma coisa só.
Corinto, a mais rica cidade da Grécia, era um antro de licenciosidade (mais ou menos como nosso país hoje), escandalizando até mesmo os romanos do tempo de Nero, e os cristãos eram diariamente expostos a situações de natureza sexual (mais ou menos como hoje). Lucius Apuleius, escritor do primeiro século, diz que sua população cosmopolita (mais ou menos como nossas cidades hoje) era famosa por seu mercantilismo e imoralidade. Um templo da deusa grega Afrodite (a Vênus romana, “padroeira” do sexo e do prazer) fazia sucesso como santuário e lucrativo bordel. Apuleius descreve um espetáculo que presenciou num teatro local, uma encenação do julgamento de Páris, onde a personagem de Vênus... “apareceu toda nua, exceto em uma parte do corpo que cobria com um fino avental, o qual o libidinoso vento não deixava repousar” (L. Apuleius, X). Mais ou menos como na TV, hoje.
Nesse ambiente licencioso floresceu uma comunidade cristã. Muitos haviam participado de tais atividades, e Paulo diz em I Coríntios 6:9-11 que “...nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus. E tais fostes alguns de vós; mas fostes lavados, mas fostes santificados, mas fostes justificados em nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus”.
Veja que há saída! Pessoas que tinham sido devassas, foram santificadas por Deus.
Na minha opinião, e isto é apenas uma opinião sem nenhuma pretensão de esgotar o assunto, a indústria do sexo é destinada a um determinado público, assim como as bebidas ou drogas, lícitas ou não. Não existiriam se ninguém procurasse. Trata-se apenas de alimentar a carne. E por carne, entendemos não apenas o corpo, mas também aquilo que comumente chamamos de alma, a qual governa o corpo por meio da mente. Watchman Nee fala muito sobre esse assunto em sua obra “O Homem Espiritual”, na qual explica a diferença, a origem e a influência mútua que exercem o corpo, a alma e o espírito.
“É por meio do corpo que o homem entra em contato com o mundo material. Daí podemos qualificar o corpo como a parte que nos faz conscientes do mundo. A alma é formada pelo intelecto, que nos ajuda no presente estado de existência, e as emoções, que procedem dos sentidos.... O espírito é a parte mediante a qual nos comunicamos com Deus, e só por ela podemos perceber e adorar a Deus. Como nos fala de nossa relação com Deus, o espírito é chamado o elemento que tem consciência de Deus. Deus vive no espírito, o eu vive na alma, enquanto que os sentidos vivem no corpo... O espírito pode submeter o corpo através da alma para que obedeça a Deus. Da mesma maneira o corpo, mediante a alma, pode atrair o espírito a amar ao mundo... Destes três elementos o espírito é o mais nobre porque está unido a Deus. O corpo é o mais humilde porque está em contato com a matéria. A alma, ao estar entre eles, une-os e também toma o caráter de ambos. A alma torna possível que o espírito e o corpo se comuniquem e colaborem. O trabalho da alma é manter esses dois em seu lugar adequado, para que não percam sua correta relação... O espírito transmite seu pensamento à alma e a alma utiliza o corpo para obedecer à ordem do espírito”.
Assim, quando há um desequilíbrio entre essas três partes e a ênfase recai sobre o corpo, ou sobre a alma não regenerada, surgem os vícios, os excessos; e os apetites carnais, tanto do corpo quanto da mente, predominam. Isto porque na alma residem as faculdades da vontade, do intelecto, das emoções, desejos e sentimentos, e por isso temos alertas comoColossenses 3:5 (Exterminai, pois, as vossas inclinações carnais; a prostituição, a impureza, a paixão, a vil concupiscência, e a avareza, que é idolatria). Quando a alma torna-se escrava do corpo, aparecem o alcoolismo, o tabagismo, a glutonaria, a dependência química e mais recentemente o que alguns usam para justificar suas esbórnias: o vício em sexo. Michael Douglas, Amy Winehouse, Tiger Woods, David Duchovny, Charlie Sheen, Lindsay Lohan (ao lado) são apenas alguns astros que se dizem vítimas dessa síndrome dos tempos modernos.
Recentemente a TV Record mostrou reportagem sobre um sujeito que deve a bancos e agiotas, cheio de empréstimos “para sustentar o vício” com prostitutas. O psiquiatra Eduardo Ferreira Santos diz que isso é apenas uma desculpa: o indivíduo posa de vítima perante a sociedade, como assassinos que alegam insanidade para escapar de penas mais severas.
Por isso digo que tais coisas não existem na igreja, entendida como a “assembleia dos santos”.
E então, dirão, como se explicam casos como o de Jimmy Swaggart, que foi pego com a boca na botija, e teve seu ministerio arruinado? E Ted Haggard, que pregava de dia e contratava rapazes para dormir com ele à noite? E aquele outro que largou a mulher para ficar com a secretária, depois largou a secretária, arranjou outra e agora fica dando uma de paladino da justiça, entronizado no jardim de uma mansão emprestada, mandando videos pelo Youtube?
Para mim, esses caras não fazem parte da Igreja. Não são salvos. Não são regenerados. São como aquela cantora gospel americana que “saiu do armário” e se declarou lésbica. Ou aquela outra que outro dia foi vista em festas bebendo cerveja argentina e sabe-se lá o que mais. Trata-se de pecados não tratados; falta de arrependimento.
Eu não acredito em crente endemoninhado. São situações excludentes: se o sujeito já recebeu (ou aceitou, como se diz) Jesus como Senhor e Salvador, e pelo batismo foi sepultado para o mundo e passou a ser nova criatura, as coisas velhas já passaram e tudo se fez novo, cf. II Coríntios 5:17. Nele habita o Espírito Santo de Deus e o diabo não lhe toca, porque não “vive pecando” (I João 5:18 e Romanos 8:9).
O homem natural, o incrédulo, está imerso nessas coisas porque ainda não faz parte do Reino de Deus. Nele não há o Espírito. Não se arrependeu. Falta de arrependimento significa ausência de conversão. E pelos frutos conhecemos a árvore.
O pastor que adulterou com a moça do coral ou a dançarina da igreja, ou a secretária, é igual ao padre pedófilo, o bispo gay, os “levitas” que depois do culto vão para o motel; todos fazem o que fazem porque se deixaram levar pela fantasia, escolhendo viver uma aventura. Tiago 1:14, 15 (Cada um, porém, é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência; então a concupiscência, havendo concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte). A escapada que pode custar o ministério nasce na mente, a semente cresce e se transforma numa grande árvore, ruim de derrubar. E não basta cortar, tem que arrancar a raiz, e fica uma cicatriz gigante.
O vício é assim, mais uma vez insisto, a glutonaria, a bebedice, as drogas, e o sexo.
Das duas uma: se alguém pecou, que se arrependa, mude de rumo, peça perdão a Deus e não peque mais, clamando a Deus e trabalhando na renovação da mente cf. Romanos 12:2; isto é, a raiz do problema está na alma. Ela é que se está deixando dominar pelo corpo, pelo apetite exagerado, descontrolado. Mas se a pessoa continua nessa vida indefinidamente, então o caso é de conversão.
E por falar em apetite desordenado, aqui cabe uma reflexão. Já que todos esses pecados têm a mesma origem, é uma grande hipocrisia detonar o adúltero, e acobertar o avarento. Malhar o pornófilo, e aturar o fofoqueiro. Descer a lenha em quem “não dá dízimo”, e depois do culto se empanturrar e dormir a tarde toda, engordando a pança. Já vi gente sair de almoço com os irmãos comendo tanto que precisou tomar Eparema.
Qual a diferença?
Qual pecado é pior?

Liberdade de Expressão


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