Angela Natel On segunda-feira, 4 de julho de 2011 At 06:00


E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores; Mt 6.12

O Universo é sustentado pelo perdão de Deus.

Quando Deus decidiu nos criar, soube de nossa necessidade de perdão.

Então, perdoar foi o primeiro ato divino.

Porque perdoou se sacrificou, porque se sacrificou, criou.

Então, fazemos pelo outro o que Deus fez por nós.

E é só por imitá-lo que ousamos pedir que Ele continue a nos perdoar.

De modo que o perdão que sustenta o Universo, sustenta, também, os nossos relacionamentos.

Porque, se é verdade que um relacionamento deve nascer do amor é pelo perdão que se mantém.

É nessa comunhão do perdão que vivemos e convivemos.




Leia Mais em: http://www.genizahvirtual.com/2010/11/nessa-comunhao.html#ixzz16d2tMACy
Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial Share Alike

0 comentários:

Liberdade de Expressão


É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se:
“é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença"(inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da"argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.