Angela Natel On domingo, 12 de junho de 2011 At 06:52


I'm currently reading through, with great profit, Phil Ryken's commentary on Galatians in the Reformed Expository Commentaryseries. Here's a snippet:
We cannot simply assume that we have the gospel. Unless we keep the gospel at the center of the church, we are always in danger of shoving it off to one side and letting something else take its place.

Martin Luther rightly warned that "there is a clear and present danger that the devil may take away from us the pure doctrine of faith and may substitute for it the doctrines of works and of human traditions..." The good news of the cross and resurrection must be preached, believed, and lived. Otherwise it will be lost.


The church's greatest danger is not the anti-gospel outside the church; it is the counterfeit gospel inside the church. The Judaizers did not walk around Pisidian Antioch wearing T-shirts that said, "Hug me, I'm a false apostle."


What made them so dangerous was that they knew how to talk the way that Christians talk. They used all the right terminology. They talked about how they "got saved." They told people to "trust in Christ." They "presented the gospel."
Only they did not have the gospel after all.

We should expect, therefore, that the most serious threat to the one true gospel is something that is also called the gospel. The most dangerous teachers are the ones who preach a different Christ but still call him "Jesus."
Ryken, Galatians, p. 21

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Liberdade de Expressão


É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se:
“é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença"(inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da"argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.