Angela Natel On sábado, 14 de maio de 2011 At 06:50

In chapter one of his book on Paul and the New Perspective, Stephen Westerholm argues the case for Augustine being included in the debate over the right interpretation of the apostle's writings:

Augustine had his own spectacles, to be sure, furnished in part by his struggles with heretics. The latter, like other perversions of the good in Augustine's universe, inevitably served useful purposes: they compelled the church to "investigate [its articles of faith] more accurately, to understand them more clearly, and to proclaim them more earnestly" (De civ. Dei 16.2.).

Westerholm, Perspectives Old and New on Paul: The "Lutheran" Paul and His Critics, p.3

Heretics are useful because:

1. They compel the Church to Investigate the faith more accurately

2. They compel the Church to Understand the faith more clearly

3. They compel the Church to Proclaim the faith more earnestly

http://against-heresies.blogspot.com/2007/05/usefulness-of-heretics-to-church.html

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Liberdade de Expressão


É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se:
“é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença"(inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da"argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.