Angela Natel On domingo, 22 de maio de 2011 At 06:05

Here is a helpful observation from footnote 11 of Sam Waldron's introduction in Faith, Obedience, and Justification: Current Evangelical Departures from Sola Fide:

Any claim to believe in justification by faith alone is a claim to believe it in the sense in which it was held by that tradition. To claim to believe this doctrine, and yet tacitly depart from its classical articulation, is historically and practically misleading. To claim to believe in justification by faith alone and teach contrary to its meaning in the Reformation tradition is like claiming to believe in the Trinity while teaching Arianism or some other doctrine than that articulated by Athanasius, the Cappadocian Fathers, and Augustine.

Waldron articulates three distinctive features of justifying faith that define the doctrine in the Reformed tradition (as found in Luther, Calvin, and the Reformation confessions and catechisms). They are:

1. Justifying faith is defined as passive

2. A distinction (though not a separation) is maintained between justifying faith and obedience

3. A dichotomy, antithesis, or contrast is maintained between (the righteousness of) the law and (the righteousness of) the gospel

http://against-heresies.blogspot.com/2007/07/departed-justification-by-faith-alone.html

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Liberdade de Expressão


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“é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença"(inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da"argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.