Angela Natel On sábado, 30 de abril de 2011 At 09:03
Angela Natel On At 08:54
Angela Natel On At 08:52
Angela Natel On At 06:19

(Séculos III e IV)

Creio em Deus Pai, Todo-poderoso, Criador do Céu e da terra.

Creio em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, o qual foi concebido por obra do Espírito Santo; nasceu da virgem Maria; padeceu sob o poder de Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; ressurgiu dos mortos ao terceiro dia; subiu ao Céu; está sentado à direita de Deus Pai Todo-poderoso, donde há de vir para julgar os vivos e os mortos.

Creio no Espírito Santo; na santa igreja universal; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição do corpo; na vida eterna. Amém.

Angela Natel On sexta-feira, 29 de abril de 2011 At 06:41
Parte 1



Parte 2



Parte 3



Parte 4



Parte 5



Parte 6

Angela Natel On quinta-feira, 28 de abril de 2011 At 07:50
Angela Natel On At 06:35


SAUL E A MÉDIUM DE EN-DOR

8 - E Saul se disfarçou e vestiu outros vestidos, e foi ele e com ele dois homens, e de noite vieram à mulher; e disse: Peço-{te} que me adivinhes pelo espírito de feiticeira, e me faças subir a quem eu te disser.
9 - Então a mulher lhe disse: Eis aqui tu sabes o que Saul fez, como tem destruído da terra os adivinhos e os encantadores: por que, pois, me armas um laço à minha vida, para me fazer matar?
10 - Então Saul lhe jurou pelo Senhor, dizendo: Vive o Senhor, que nenhum mal te sobrevirá por isso.
28.8-10



Por diversas vezes tenho me deparado com servos do Senhor que, confusos com o texto bíblico de ISm. 28: 8-10, me perguntam se era realmente Samuel, uma vez que o próprio texto cita o profeta Samuel se manifestado naquela sessão espírita na cidade de Em Dor. Por isso resolvi reproduzir aqui parte da resposta que geralmente dou aos meus inquiridores.

Em primeiro lugar, devemos entender que existe a vontade revelada e a vontade oculta de Deus. O que entendemos por vontade revelada, é tudo que o que o Senhor já manifestou, ou nos comunicou de alguma maneira. Já a vontade oculta do Senhor permanece um mistério para nós, até o dia que ele resolver nos revelar. Dito isso, observemos todas as nuances que envolvia o contexto histórico do ocorrido.

Deus estabeleceu meios legais pelos quais Ele próprio revelaria seus planos, desejos e aprovação sobre determinado ponto. Assim era possível conhecer a vontade do Senhor através :

Dos sonhos: Gn.31.24; 37.5; Nm. 12.6 Dn. 2.1; Mt. 1.20; 27.19
Dos profetas: Dt. 18.15; Jz.6.8;
Das pedras Urim e Tumim: Êx. 28. 30; Lv. 8.8

Esses eram, podemos dizer, os meios legais pelos quais Deus revelava sua vontade, ou confirmação. Por exemplo: Se o rei desejasse ir à guerra, e pedia a confirmação de Deus. Este lhe respondia por meio de sonhos, profetas ou Urim e Tumim.


O profeta Isaias repreende a nação de ouvir conselhos sobre consulta a mortos "Quando, pois, vos disserem: Consultai os que têm espíritos familiares e os adivinhos, que chilreiam e murmuram: Porventura não consultará o povo a seu Deus? A favor dos vivos consultar-se-á aos mortos?"Is. 8.19.

O povos que habitavam na terra que o Senhor Deus aos filhos de Israel, eram superticiosos, e usavam de praticas reprováveis, Razão pela qual Deus proibiu que os judeus se misturassem com eles e aprendessem suas praticas.

No reinado de Saul, Deus falou ao profeta Samuel que fossem desterrados todos os necromantes, feticeiros, bruxos e adivinhos (1° Sm. 28.3 ). O próprio Saul se encarregou de executar a ordem divina (1° Sm. 28.9). Essa pratica era abominada por Deus que deu ordem ao povo de Israel que não se voltassem para tais praticas que eram comum nas terras para onde iam (Dt. 18.9-14; Lv. 19.31; 20.6,27).

Após a morte do profeta Samuel, Saul precisava de uma resposta de Deus sobre sua participação na próxima batalha. Mas Deus não lhe respondeu, nem por sonhos, nem por profetas, e tampouco pelo Urim e Tumim (1° Sm. 28.6). Ou seja, Deus não lhe respondeu pelos meios legais que ele próprio havia estabelecido, por isso o rei Saul, movido mais pela ansiedade do que pela piedade, apelou para os meios ilegais e abomináveis aos olhos de Deus. Procurou uma necromante para buscar resposta por dos lábios de quem sempre lhe orientou o profeta Samuel (mas este servo do Senhor já estava morto).
Na sessão, subiu um ser que,(segundo a pitoniza) possuía a aparência de um deus envolta numa capa, a quem Saul entende ser Samuel.

Era ou não era Samuel ?

Aqui muitos servos do Senhor ficam sem respostas. No entanto, não é necessário um estudo aprofundado do texto para saber que não era o profeta Samuel naquela sessão espírita, basta observar o contexto que envolve a cena. Vamos a alguns pontos:

1. Deus não respondeu a Saul pelos meios legais estabelecidos por Ele próprio (sonhos, profetas, Urim e Tumim), Como permitiria seu servo Samuel participar de uma sessão que Ele próprio abominava? Seria no mínimo incoerente da parte de Deus permitir que seu servo tomasse parte em uma sessão que ele próprio proibiu.

2. Se Samuel foi impelido a participar daquela sessão à revelia da vontade divina, logo a pitonisa era mais poderosa do que Deus, visto obrigar um servo do Senhor que já estava na gloria, voltar e participar de sua sessão espírita condenada pelo Senhor. Observe que o suposto espírito de Samuel se manifesta revoltado. vs.15

3. Saul não viu o ser que se manifestou na sessão, somente a pitonisa viu e comunicou seu aspecto e aparência (Saul entendeu que era Samuel 1° Sm. 28.14). Em vida, Samuel era o maior profeta daquela região, todos o conheciam. Não era difícil enganar Saul (uma vez que ele próprio não viu o tal espírito).

4. Quando Samuel falava que algo aconteceria, de fato acontecia. Houve divergência entre o que a pitonisa dizia e o que aconteceu depois.


Tu e teus filhos estaries comigo. Ou seja, entre os mortos (Vs. 19) Saul de fato perdeu a guerra, não foi morto pelos seus inimigos, mas, cometeu suicídio.


Tú e teus filhos estareis comigo: No entanto algum tempo depois aparece Is-Bosete filho de Saul assumindo o trono de Israel na época em que Davi já reinava sobre Judá: "Da idade de quarenta anos era Is-Bosete, filho de Saul, quando começou a reinar sobre Israel, e reinou dois anos; mas os da casa de Judá seguiam a Davi". IISm. 2.10

A grande pergunta é, porque tal pratica permanece até hoje? Seriam os praticantes apenas charlatões se auto-declarando detentores de dons que lhes confere a habilidade de manter contato com algo sobrenatural, ou de fato eles tem essa habilidade ? Espíritos enganadores exercem influencia sobre seres humanos que se interessam em dar-lhes ouvidos e aprender suas praticas.


Mas o Espírito (de Deus) expressamente diz que nos últimos tempos alguns apostatarão de fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios
ITm. 4.1

Particularmente não duvido de tal possibilidade de contato com o transcendental e espiritual (se há proibição da pratica, supostamente há possibilidade de contato).Isso não significa porém, que os seres manifestos sejam de fato, entes queridos mortos ou alguma pessoa que partiu que se manifesta com mensagem do além.

Minha opinião particular, em concordância com as Santas Escrituras é que, tais espíritos sejam espíritos de engano que se aproveitam de tal abertura para interagir com os seres humanos (2°Tss. 2.9-11). Manipular seus planos e exercer domínio sobre eles.

O que se pode concluir com base nos fatos bíblicos é que NÃO ERA SAMUEL naquela sessão espírita. Mais provavelmente fosse um espírito de engano que se manifestou para confundir Saul. Ou até pode não ter sido ninguém, pois Saul não viu coisa alguma, apenas a pitonisa fala ter visto, e as palavras que se seguiram do “suposto Samuel”, poderia até ser criação da própria necromante no afã de ludibriar Saul, visto Samuel não falar de si mesmo (mas de Deus) quando consultado em vida.

No capitulo 10 do Primeiro livro das Crônicas, relata a morte de Saul e a sua transgressão contra o Senhor.

Assim morreu Saul por causa da sua transgressão cometida contra o Senhor,
por causa da palavra do Senhor, que ele não guardara;
e Também porque interrogara e consultara uma necromante.
1° Crônicas 10.13
Por: Ev. Antonio Cruz

Angela Natel On At 06:19
Angela Natel On quarta-feira, 27 de abril de 2011 At 06:42


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Por Pr. José Santana Dória

Por vezes pensamos que não há nenhuma dificuldade ou problema com respeito à liturgia utilizada nos cultos dos nossos dias, pois achamos que tudo aquilo que se está oferecendo a Deus, Ele aceitará, desde que seja feito com sinceridade e zelo. Este falso entendimento mostra que somos uma geração ignorante quanto a forma bíblica de cultuar a Deus.

Não nos ocorre que Deus estabeleceu para o culto coisas que lhe agradam, e explicitou outras que não lhe agradam. Portanto, se quisermos que nosso culto seja aceitável precisamos submetê-lo a revelação divina. Se a Palavra de Deus aprovar, podemos ficar tranqüilos e perseverar em nossa atitude. No entanto, se ela desaprovar, humildemente devemos reconhecer diante de Deus o nosso erro e retornar ao princípio bíblico que Deus estabeleceu. Ele espera isso de todos nós.

Não podemos esquecer, que mesmo quando o verdadeiro Deus é adorado, podem existir problemas que tornam está adoração desagradável e mesmo inaceitável para Ele. Isto é o que podemos chamar de “cultuar de forma errada o Deus verdadeiro ou praticar o culto que não cultua a Deus”. Existem formas de culto que em vez de agradar a Deus o entristece: “as vossas solenidades, a minha alma aborrece; já me são pesadas; estou cansado de as sofrer” (Is.1:14).De acordo com Isaías 1:10-17, a maior queixa contra o povo é que este desobedecia continua e abertamente ao Senhor, mas continuava a lhe oferecer sacrifícios e ofertas, cultuando como se nada tivesse acontecido, como se fosse o povo mais santo da terra. Deus diz que aquilo era abominável (v.13), porque ele não podia “suportar a iniqüidade associada ao ajuntamento solene”.

O povo vinha até a presença de Deus, cultuava mas não mudava de vida. Apresentava-se diante de Deus coberto de pecados e sem arrependimento, pensando, talvez, que bastava cumprir os rituais e tudo estaria resolvido. Esse povo aparentemente participava com animação de todos os trabalhos religiosos, fossem festas, convocações, solenidades etc. E ainda era um povo muito dado à oração. Uma oração altamente emotiva, pois eles “estendiam as mãos” e “multiplicavam as orações” (v.15). Mas Deus disse que em hipótese alguma ouviria, pois eram mãos contaminadas e, certamente, orações vazias. Eram hipócritas.

O culto hipócrita que foi denunciado era causado pelo apego a mera formalidade, aos ritos, sem correspondência interior. Por fora tudo estava correto, mas interiormente essas ações litúrgicas não eram expressões de um coração agradecido. Era por essa razão que aquele culto se tornava uma coisa abominável ao Senhor. Assim o Senhor condenou o povo de Israel pela boca do profeta Isaías, dizendo: “este povo se aproxima de mim e com a sua boca e com os seus lábios me honra, mas o seu coração está longe de mim, e o seu temor para comigo consiste só em mandamentos de homens, que maquinalmente aprendeu...” (Is.29:13). Ou seja, o que está nos lábios é correto, mas as motivações do coração são erradas. No fundo, todas essas expressões hipócritas não passam de atos mecânicos. São invenções humanas que não se importam com a vontade de Deus. O resultado final, é que o formalismo, associado à corrupção doutrinária, produzira um tremendo desvio do Senhor e um afastamento do verdadeiro culto que devemos a Deus. Infelizmente, esse é o tipo de culto que temos atualmente em grande parte das igrejas cristãs, um culto mecânico que desonra Deus, pois, não demonstra amá-Lo de todo coração, de toda alma, com todas as forças e com todo entendimento (Lc.10:27). Com propriedade, podemos dizer que esse é um culto que não cultua a Deus.

Jamais podemos nos esquecer que qualquer tipo de adoração não serve para Deus. Há maneiras corretas e outras erradas de se adorar a Deus. Convém aprender a maneira correta. Um culto oferecido a Deus de forma hipócrita, sem honrar a palavra, que perverte o uso dos elementos de culto, que é feito de forma mecânica, que não oferece o melhor ou que não vem acompanhado de uma vida santa, não pode agradar a Deus, NEM PODE SER CHAMADO DE UM CULTO QUE CULTUA A DEUS.

Deus não se agrada de tudo o que fazemos supostamente em seu nome, por isso devemos ser obedientes a Ele e descobrir o que realmente lhe agrada. Precisamos evitar procedimentos e costumes que inventamos, por melhores, mais atrativos e práticos que pareçam. Mas a questão final é: onde podemos descobrir a forma de culto que realmente agrada a Deus? A resposta é que esta forma de culto que cultua a Deus, esta na Sua Palavra. A Bíblia é nossa regra de fé e prática, somente nela podemos encontrar o ensino confiável para entendermos o que agrada a Deus. Se a desprezarmos e confiarmos em nossas técnicas modernas, certamente não estaremos honrando aquele que a inspirou e nos entregou para que fosse o meio pelo qual teríamos conhecimento dele.

A Confissão de Fé de Westminster no Capítulo 21, parágrafo 1, diz: “...a maneira aceitável de se cultuar o Deus verdadeiro é aquela instituída por Ele mesmo, e que está bem delimitada por Sua própria vontade revelada, para que Deus não seja adorado de acordo com as imaginações e invenções humanas, nem com as sugestões de Satanás, nem por meio de qualquer representação visível ou qualquer outro modo não prescrito nas Sagradas Escrituras”.

Portanto, podemos concluir afirmando, sem medo de errar, que todas as práticas absurdas encontradas nos cultos dos nossos dias, tais como: palmas para Jesus, apelos, danças, gargalhadas santas, cair no espírito, cuspe santo, cânticos em línguas, urros, amarrar, desamarrar, representações teatrais, curas, libertações, interromper o culto para cumprimentar os irmãos ou visitantes, luzes coloridas etc. se originaram de pessoas que não se deixaram guiar pela Bíblia, mas antes foram atrás de seus próprios raciocínios e de sua própria vontade (praticam o culto da vontade, onde a adoração é uma questão de gosto e conveniência). Se quisermos agradar a Deus nunca podemos negligenciar a Bíblia. A Palavra de Deus é a verdade (Jo.17:17) e obedecê-la é o melhor culto que poderíamos oferecer ao Senhor.

Fonte: [ monergismo.com ]
Via: [
Eleitos de Deus ]


http://bereianos.blogspot.com/2010/11/o-culto-que-nao-cultua-deus.html

Angela Natel On terça-feira, 26 de abril de 2011 At 12:42
Angela Natel On At 06:36
Angela Natel On At 06:29
Angela Natel On At 06:27

Por Ricardo Agreste

Existe estreita relação entre a jornada de um cristão e a experiência de um peregrino.
"Todos estes viveram pela fé, e morreram sem receber o que tinha sido prometido; viram-no de longe e de longe o saudaram, reconhecendo que eram estrangeiros e peregrinos na terra” (Hebreus 11.13).

O sociólogo polonês Zygmunt Bauman usa a imagem do turista para representar um comportamento bastante comum nos dias de hoje. Turista é aquele indivíduo que visita muitos lugares, mas não pertence a nenhum deles. Às vezes, fica extasiado com aquilo que vê; em outras ocasiões, o desdenha por ter em sua mente um grande quadro comparativo de lugares e situações. Seja qual for seu sentimento, não pretende se comprometer com nada à sua volta. Afinal, está apenas de passagem. Sua maior motivação está vinculada à descoberta de novos lugares, à vivência de novas experiências.

Por outro lado, Bauman apresenta a imagem do peregrino. O peregrino é uma espécie em extinção em nossa cultura contemporânea. Diferentemente do turista, ele não está envolvido numa aventura de entretenimento, mas numa jornada que tem um início, um meio e um fim. Algo o moveu a iniciar a jornada, e ele percebe que, ao longo dela, existe uma missão a ser vivenciada – e a realidade última se encontra no fim da caminhada. Tudo o que presencia ao longo do caminho são pontos de referência de grande importância e, portanto, tratados com grande reverência por parte do peregrino.

Interessante que não poucas vezes na história da espiritualidade cristã os discípulos de Cristo são comparados aos peregrinos. Existe uma estreita relação entre a jornada de um cristão e a experiência de um peregrino. Ambas possuem alguns elementos em comum: a consciência de que a realidade última está ainda por vir; a sensibilidade de que o caminho que trilham pertence ao processo da descoberta e do preparo de si mesmo para esta realidade final; e, por fim, o senso de missão para com os lugares por onde passam e as pessoas que encontram em direção do lugar almejado.

As metáforas de Bauman remetem-nos às maiores barreiras impostas pela nossa cultura ao desenvolvimento de uma espiritualidade biblicamente consistente e sadia. Em nossas igrejas, não é difícil constatar a presença massiva de pessoas mais parecidas com turistas do que com peregrinos. Elas estão ali para usufruir do espaço, degustar das informações transmitidas do púlpito e, principalmente, experimentar o clima. Tão logo se sintam saciados com o que é oferecido e com a forma como as coisas acontecem, são tomados pelo tédio; logo serão impulsionados na direção de um novo lugar, onde encontrarão novas informações e terão novas experiências. Como consequência disso, é triste constatar que algumas de nossas igrejas se tornaram “centro turísticos”, com diferentes elementos de fascinação. Em algumas delas, a atração principal é o famoso pregador com seu poder de reflexão; em outras, é a música de adoração, com seu poder de arrebatamento coletivo. Há também denominações onde o clímax é o momento de oração, com seu alardeado poder de convencer Deus a agir e, até mesmo, de coagi-lo a mudar de ideia diante de determinadas situações.

O que muitos cristãos não se dão conta é da completa inviabilidade de uma espiritualidade sadia nessa cultura gerada por demandas de turistas. Enquanto turistas estão comprometidos apenas com o próprio prazer e seu insaciável desejo por entretenimento, peregrinos estão comprometidos com uma jornada na qual possuem uma vocação a ser exercida ao longo do caminho. Enquanto turistas consomem lugares e atrações como fins em si mesmos, peregrinos estabelecem relacionamentos, caminhando com reverência e integrando as experiências – e as pessoas que encontra – na construção da própria maturidade. Turistas estabelecem relacionamentos frágeis e descartáveis; peregrinos descobrem, especialmente na vivência com aqueles com quem caminham lado a lado na jornada, uma grande fonte de consolo, confronto, encorajamento e sabedoria.

Turistas, de forma geral, não possuem qualquer compromisso para com o mundo à sua volta. Afinal, pensam, estão apenas de passagem, e importa apenas aproveitar o momento, antes de seguir viagem. Já peregrinos estão numa jornada que os faz o próximo daquele que está à beira do caminho, tal como o samaritano da parábola. Eles querem ser luz e sal, sentem o chamado para influenciar os outros com sua ação e testemunho.

Como cristãos, temos tido uma postura de turista ou de peregrino diante da nossa comunidade e para com o mundo no qual estamos inseridos? Qual seria o reflexo em nossas vidas, comunidades e sociedades se, na contramão da cultura do superficial e do transitório, aceitássemos o desafio de viver como peregrinos, e não turistas?
Angela Natel On At 06:20
Angela Natel On segunda-feira, 25 de abril de 2011 At 06:03


Carlos Moreira

No dicionário Michaelis, xenofobia é:
aversão às pessoas e coisas estrangeiras. Falar de xenofobia é falar de discriminação, de juízo temerário, de sentimentos como prepotência, orgulho e superioridade racial, política, religiosa, sexual, intelectual ou cultural. Me daria mais prazer, citando Rousseau, escrever sobre a minha preferência em ser “...um homem de paradoxos que um homem de preconceitos”. Mas, a esta altura do campeonato, eu já aprendi que a vida é bela, e o mundo é mau...

Eu não sei quantos de vocês acompanhou o último “boom” do
microblog Twitter que aconteceu no domingo dia 31 de outubro com mensagens ofensivas aos habitantes do Nordeste do Brasil. Os escárnios começaram por conta de se atribuir a vitória de Dilma Rousseff aos votos dos nordestinos. Ledo engano. Apesar de não ter votado nela, constato que a futura presidente ganharia mesmo não sendo computados os votos do Norte e do Nordeste.



O caso mais extremo, entretanto, me pareceu ser o da estudante de direito Mayara Petruso, de São Paulo, que escreveu em seu
blog: “Nordestino não é gente. Faça um favor a SP, mate um nordestino afogado!”. Como era de se esperar, imediatamente explodiu na net todo tipo de manifestação, tanto em defesa como contra o post. Ao final, o episódio apenas reacende o velho conflito regional que marca a cena sócio-histórica-cultural brasileira há décadas. Nada de novo...


Do ponto de vista do direito e da legalidade, e é bom que se diga, diversos segmentos estão fazendo protestos e entrando com representações no Ministério Público de Pernambuco e de outros Estados contra o triste episódio. Segundo o presidente da OAB-PE, Henrique Mariano, Mayara deve responder por crime de racismo (pena de dois a cinco anos de prisão, mais multa) e incitação pública de prática de crime (cuja pena é detenção de três a seis meses).
No Brasil, a Lei nº 1.390, de 3 de julho de 1951 trata da questão do preconceito e da discriminação racial e a Lei nº 7.716, de 15 de janeiro de 1989, a qual foi modificada pela Lei nº 9.459, de 13 de maio de 1997, alarga significativamente as questões interpretativas, apontando expressamente a discriminação e acrescendo os crimes resultantes de preconceito ou discriminação de etnia, religião ou procedência nacional.


Mayara, que provavelmente acompanhava o que estava acontecendo e, sabedora de que na internet tudo ganha “volume” e “intensidade” de forma assombrosamente rápida, ainda na madrugada da segunda-feira
apagou os posts que continham essas informações e, logo em seguida, tornou seu perfil “privado” para que ninguém mais pudesse ver absolutamente nada em seu blog. Impossível me foi não lembrar de Einstein: “triste época essa que vivemos! É mais fácil desintegrar um átomo do que quebrar um preconceito”.

Diante do exposto, trago algo semelhante nas Escrituras;
"Um homem descia de Jerusalém para Jericó, quando caiu nas mãos de assaltantes. Estes lhe tiraram as roupas, espancaram-no e se foram, deixando-o quase morto. Aconteceu estar descendo pela mesma estrada um sacerdote. Quando viu o homem, passou pelo outro lado. E assim também um levita; quando chegou ao lugar e o viu, passou pelo outro lado. Mas um samaritano, estando de viagem, chegou onde se encontrava o homem e, quando o viu, teve piedade dele. Aproximou-se, enfaixou-lhe as feridas, derramando nelas vinho e óleo. Depois colocou-o sobre o seu próprio animal, levou-o para uma hospedaria e cuidou dele. No dia seguinte, deu dois denários ao hospedeiro e disse-lhe: ‘Cuide dele. Quando voltar lhe pagarei todas as despesas que você tiver’. "Qual destes três você acha que foi o próximo do homem que caiu nas mãos dos assaltantes? " "Aquele que teve misericórdia dele", respondeu o perito na lei. Jesus lhe disse: "Vá e faça o mesmo". Lc. 10:29-37.

Os Samaritanos eram um povo que, depois do cisma entre as 12 tribos, acabaram constituindo o Reino do Norte – Israel, cuja capital, por volta do século IX a.C. era Samaria. As disputas entre o Reino do Sul – Jerusalém e o Reino do Norte – Samaria – se estabeleceram por centenas de anos, chegando ao ponto d
os hebreus mais ortodoxos não considerarem os Samaritanos judeus, nem mesmo filhos de Israel, mas sim descendentes de estrangeiros. Assim, nos tempos do Galileu, os Samaritanos eram um povo isolado, distanciado de Jerusalém, das práticas da religião judaica, que havia criado seu próprio código sagrado, seus preceitos e seu templo.

Todas estas questões históricas, religiosas e culturais havia os tornado execráveis e, por conta disto, eles eram odiados pelos seus próprios compatriotas. Por isso, não raras vezes, vemos Jesus quebrando, como de costume, paradigmas existentes usando os Samaritanos como modelo de espiritualidade. O fato é que Jesus era contra todo preconceito, toda acepção de pessoa, todo julgamento presunçoso, toda discriminação, toda separação. E Ele sabia onde “pisava”, pois ali estava uma nação separada por “confrarias” religiosas, num mundo dividido em castas – ou seria melhor dizer carmas. Mas Sua mensagem sempre foi em favor das minorias, dos excluídos, dos caídos, dos esquecidos, dos sofridos, dos ardidos, dos deprimidos, dos expurgados, dos enxotados, dos que nada tinham.


Trouxe a passagem apenas para refrescar nossa mente cauterizada e viciada em interpretações de prateleira, em exegeses enlatadas. Sim, porque nela Jesus estabelece como modelo de espiritualidade um homem da escória em detrimento da elite espiritual, dos que possuíam pedigree, dos descendentes de Abraão, dos politicamente corretos, dos “teologicamente reformados”, dos “gospels”, dos “apóstolos”, “bispos” e “levitas da música”. Todos estes passaram ao largo e deixaram o moribundo entregue a própria sorte. Todos iam pelo mesmo caminho, mas apenas um deles caminhava de forma diferente. E sempre é assim, pois o caminho é um só, mas a maneira como se caminha é que faz toda a diferença. Uma coisa é conhecer o caminho, outra é caminhar por ele.

D
eus está atrás de gente, não de crente, está em busca de adoradores, não de cantores ou pregadores, está desejoso de encontrar corações quebrantados, não egos super-inflados. Quero lhe perguntar: Como se sentiria um travesti sentado no banco de sua “igreja”? Como se sentiria um casal de lésbicas assistindo a escola dominical em sua denominação? Como se sentiria uma garota de programa no culto da juventude de sua comunidade? Eles seriam aceitos? Eles seriam tratados com respeito? Eles teriam a oportunidade de ir e vir como os adúlteros, os sonegadores de impostos, os fofoqueiros e os avarentos?

Estamos mesmo prontos para receber os “perdidos” da Terra? Nossos encontros são acolhedores? Nossas “igrejas” estão com suas portas abertas para o diferente? Nossas casas podem receber gente que não se parece com a gente? O mundo quer respostas e nós dizemos que Jesus é a solução, mas nós não sabemos o que eles perguntam, por isso nossas respostas nada dizem, são retórica verborrágica sacralizada, e não amor encarnado no chão da vida.


Foi vergonhoso este episódio! Fiquei triste de ver os meus conterrâneos Nordestinos tratados de forma xenofóbica como também um dia foram tratados os Samaritanos. Foi deplorável a posição de Mayara, ainda que eu ache que ela, no caminhar da existência, deva merecer a chance de se reposicionar e se arrepender. É triste ver que existe dentro de nosso país tanta segregação, tanto preconceito, tanta acepção, tanta anestesia de alma, tanta indulgência com a injustiça, tanta cumplicidade com a inverdade, tanta flexibilidade com a contradição, tanta hipocrisia, tanto desamor.
O preconceito, no Brasil, é silencioso, disfarçado, travestido, hipócrita, dissimulado. Não é escancarado como em outras partes do mundo. Aqui ele é sutil, quase intelectual, por vezes recoberto de pensamentos político-filosóficos. Mas ele existe e está aí. É o preconceito contra os Negros, contra os Deficientes, contra os Toxicômanos, contra os ex-Presidiários, contra os Homossexuais, contra os Nordestinos, contra as Garotas de Programa...

Fiz questão de escrever todos estes grupos humanos com letra maiúscula porque é justamente assim que os vejo. Como gente maiúscula! Alguns fizeram escolhas e devem ser respeitados em suas opções. Eu, por outro lado, devo pregar sobre o amor, a graça, a misericórdia e o desejo de Deus de que, em Cristo, todo ser humano encontre o padrão para ser e existir. Mas isto tem de ser feito com amor, pois, sem ele, o que sobraria da mensagem do Evangelho? Por isso, por vezes penso se não é verdade a afirmação de William Haslitt quando diz:
Quase toda a seita do cristianismo representa uma perversão da sua essência, com a finalidade de adaptá-lo aos preconceitos do mundo”. Você tem coragem de refletir sobre isto?...

Carlos Moreira é culpado pelo que escreve e réu do Genizah. Outros textos seus podem ser lidos em A Nova Cristandade


Leia Mais em: http://www.genizahvirtual.com/2010/11/quando-nordestinos-se-transformam-em.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+Genizah+%28Genizah%29#ixzz14hRAS6MA
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Angela Natel On domingo, 24 de abril de 2011 At 09:46
Angela Natel On At 06:54
Angela Natel On At 06:30


Você já viu alguém tocar a campanhia de sua casa, no domingo de manhã, bem na hora que você se levantou para ir ao banheiro e decidir que vai dormir mais porque a EBD da sua igreja é sem vida, e você então abre a janelinha da porta de entrada e diz: São eles!? Eu gosto de evangelizar as TJs com amor, não com sono, porque vira pesadelo. Sabe, eu considero o método de "evangelismo" dessa seita um dos mais ardilosos entre tantas outras. Sabe por quê? Porque eles jamais põem as cartas na mesa. Deveriam, com toda a honestidade, apresentar-se da seguinte forma:

- Bom dia! Tudo bem com você? Meu nome é Charles e o do meu companheiro é Russell. Estamos nesta manhã falando com seus vizinhos e é um prazer conhecê-lo. Gostaríamos muito que o senhor se tornasse Testemunha de Jeová, porque nós somos um grupo com as seguintes crenças:
  • Só nós somos a única religião verdadeira e, por isso, se Jesus voltasse hoje, apenas 1 em cada 1.000 pessoas poderia ser salva.
  • Somos um povo que recusa doar sangue ou receber uma trnasfusão de sangue. Inclusive, se o senhor desejar armazenar seu próprio sangue para usar numa cirurgia 15 dias depois, não poderá fazê-lo.
  • Todavia, aceitamos remédios feitos com frações de sangue dos outros, mas nós mesmos não doamos sangue para ajudar a fabricar esses remédios para beneficiar outras vidas.
  • Agora, preste atenção nisso senhor: Nós somos a única religião no mundo que já mudou 314 vezes de ensinos, ou até mais, porque a Bíblia diz que a luz brilha para o justo mais e mais, até ser dia (Provérbios 4:18), assim, se mudamos de ensinos é porque a luz de Jeová está sobre nós, não sobre as outras religiões.
  • Outra coisa importantíssima sobre nós, senhor: Nossos filhos e nem nós comemoramos aniversários natalícios, natal e ano novo, e nem aceitamos presentes referentes a essas festividades, a menos que nos sejam dadas no dia seguinte. Assim, nem bolo de aniversário, ou ovo de páscoa, comemos no dia dessas celebrações, pois são coisas do diabo, de origem pagã. Todavia, usamos alianças de casamento e vestidos de noiva, cujas origens são pagãs também, mas perderam seu significado religioso.
  • Somos a única religião no mundo que já previu, por zelo e confiança na Bíblia, a volta de Jesus para 1914, 1925 e 1975, inclusive, na última vez, em 1975, alguns dos nossos tiveram tanta fé em Jesus que chegaram até a dizer: "Se Jesus não voltar em 1975, a Bíblia é mentirosa", e outros chegaram a vender seus bens, principalmente em 1974, para gastar seu dinheiro com a pregação de casa em casa nos últimos meses antes de Jesus voltar. Que zelo, não acha?
  • Somos também, de acordo com Mateus 24:45-47, a única religião cujos líderes recebem de Jeová, através do Escravo Fiel e Discreto, conhecido como Corpo Governante, o alimento que Ele nos dá, ou seja, alimento espiritual, na forma das páginas de nossas revistas, A Sentinela e Despertai! e outras publicações. Assim, ninguém de nós pode discordar dos ensinos de nosso querido Corpo Governante, composto hoje por 8 pessoas, pois se discordarmos deles, seremos expulsos da nossa Associação, e perdendo o contato com eles, segundo a revista A Sentinela de 1 de agosto de 1982, página 27, não avançaremos na estrada da vida, não importa quanto leiamos a Bíblia".
  • Somos também a única religião no mundo que expulsa de verdade quem não segue a verdade direito, e quando expulsamos, (preste atenção senhor!!!!), ninguém de nós pode conversar com essa pessoa expulsa, nem dizer oi para ela, e se essa pessoa expulsa for nossa mãe, poderemos, se quisermos, conversar só o necessário com ela, conforme o Folheto chamado Ministério do Reino, de Agosto de 2002, página 4, parágrafo 13.
  • Somos também a única religião a ter a melhor Tradução da Bíblia do Mundo!!! Sabe, dos 400 eruditos em grego e hebraico reconhecidos mundialmente, 20 elogiam a nossa Bíblia. Eu disse 20!, e todo eles pertencem às religiões falsas que nós sabemos que serão destruídas por Deus através de todos os políticos que fazem parte da ONU, que é a imagem da Besta do Apocalipse.
  • Somos a única religião verdadeira no mundo, inclusive, que proíbe nossos irmãos de lerem livros das religiões falsas, mas graças a Jeová podemos usar os Dicionários e Cometários que esses 20 peritos em grego e hebraico lançaram, para provar que a nossa Bíblia é a melhor que existe!
  • Senhor, não que pretendamos cansá-lo, mas somos a religião verdadeira porque ensinamos nossos irmãos a não irem nas guerras, expulsando inclusive uma TJ que se tornar policial, porque policial serve ao diabo. Mas olha que Deus maravilhoso que adoramos: Deus permite que a gente, quando nossa casa está sendo assaltada, chame a polícia, ou seja, o servo do capeta para prender e se precisar até matar o bandido! É verdade! Não é maravilhoso servir a Jeová, que usa até os servos do capeta para prender ou matar quem rouba da gente?
  • Olha, estou tão empolgado em falar sobre a verdade. Permita-me apenas mais alguns minutinhos. Senhor, somos a única religião verdadeira porque anulamos nosso voto nas urnas, por não confiarmos nos governos humanos. Todos eles, conforme Daniel 2:44, serão destruídos, porque servem ao Diabo. Mas claro, o nosso Deus Jeová permite que, quando precisemos de uma ajuda dos políticos, para nos doar um terreno para construir um Salão do Reino, ou nos beneficiarmos de alguma emenda, então podemos pedir a ajuda desses servos do Diabo! Lindo, não acha?
  • E sobre o Tiro-de-Guerra, ou servir ao Exército, Marinha ou Aeronáutica? O senhor nem faz ideia do que pensamos! Quando nossos jovens vão se alistar, entramos com pedido de eximição à prestação do Serviço Militar, porque quem tem a reservista tem um documento do Diabo, pois significa que está alistado para guerrear se for necessário. Com isso, já aconteceu de muitos de nossos jovens perderem os direitos políticos, não poderem concorrer a vagas públicas, e perdem tudo isso por amor a Jeová. Mas nem tudo é tão ruim! Os nossos anciãos (pastores) que se tornaram TJs depois de seu alistamento militar não precisam entrar nas Juntas de Serviço Militar para cancelarem suas reservistas. Isso não é também maravilhoso?
  • Ah, lembrei de algo importante: Nós, TJs, acreditamos que 99,8% de nossos irmãos só seremos filhos de Deus daqui, no mínimo, mil anos, e isso se passarmos no teste final. Por enquanto, somos amigos de Jeová, não filhos. Mas não se desespere, senhor, pois dentre as quase 8 milhões de TJs no mundo, há umas 10 mil que são filhos de Deus, porém ainda não estão salvas, mas são junto com os 99,8% candidatas à salvação. E só esses 10 mil podem tomar do pão e do vinho, naquilo que o senhor chama de Ceia. O senhor nem imagina como fico emocionado de, uma vez por ano, estar nessa comemoração da morte de Jesus, e nunca ter tido a oportunidade de ver alguém tomando do veio e comendo do pão! Ah se Jeová me concedesse esse privilégio!
  • Ah senhor, queria tanto falar mais, mas o tempo não nos permite. Quando poderíamos estudar a Bíblia juntos?
Então, você sabe por que as TJs não falam isso na primeira visita? Porque são sinceramente enganadas a esconder sua hipocrisia, seu fundamentalismo e seu orgulho doutrinário. Isso é característico de quem faz lavagem cerebral. Eu sofri isso, na forma de doutrinamento. E sabe o que as TJs responderão diante do que escrevi acima? Que nós escondemos a verdade também, por não revelar de "cara" que há pastores ladrões, maçons, falsos profetas em nosso meio. Todavia, a Bíblia não ensina a ser assim, por isso nos atemos às verdades, não ao comportamento incorreto. E as TJs - Será que "de cara" falam no que creem e praticam? Graças a Deus fui liberto "disso", mas amo as TJs:



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Angela Natel On sábado, 23 de abril de 2011 At 16:49
Angela Natel On At 13:43
Angela Natel On At 13:33
Angela Natel On At 13:27
Angela Natel On At 06:14
Angela Natel On At 06:12


Por Daniel Clós César

Por que tanta gente defende o pecado? Por que tantos defendem as obras do maligno na igreja? Por que tantos fecham os olhos para Palavra e entregam seus corações a falsos profetas e pastores devoradores de ovelhas?

Não são poucos os leitores deste e de outros blogs apologéticos que militam nas frentes do anjo caído. Não são poucos os que desconhecem a Palavra do Senhor de Toda Glória mas conhecem todas as magias e poções dos feiticeiros do mundo "gospel".

Eu mesmo pretendo responder as perguntas que fiz no início deste post. Não que eu tenha uma resposta definitiva. Não mesmo. Mas a Palavra de Deus me dá uma clara orientação de por onde devo caminhar e de como evitar isso.

Certamente esses mesmos servos das trevas iram afirmar que sou soberbo e que estou me declarando mais santo que eles. Tudo bem... é aceitável isso. Mas a questão poderia ser compreendida da seguinte forma. Estou eu lutando contra aquilo que diz: "louvem a Deus" ou contra aquilo que diz: "Dêem glória a este/a homem/mulher?"

Temo todos os dias por Aquele que pode matar a minha alma. Seu temor em meu coração é a maior prova do Seu amor por mim. Quanto aos que temem os homens que lhe podem tirar a vida, ou menos ainda, a "benção", a dignidade, a oportunidade... a vocês não há nada senão dor e sofrimento eterno. Pois dão glórias aos homens e não glórias a Deus (João 12.43).

Por que tantos defendem o pecado? Entendo que esses ainda não foram libertos (alguma objeção?). Você só irá defender aquilo que crê como verdade. Crê como sendo justo, reto e de boa aparência. Você defenderá a todo custo aquilo que é seu... sua esposa, filhos, pais... ainda que não sejam propriedades suas, você os tem no mais alto valor humano... você dará tudo para defender o pecado se você ainda é escravo dele. Se ele ainda controla suas ações... você dará a vida por ele... e muitos a dão.

Não estou afirmando que o servo de Deus está livre de pecar. Mas ele é livre do pecado. Minha afirmação é pela Palavra e tão somente nela: "...que foi crucificado com ele o nosso velho homem, para que o corpo do pecado seja destruído, e não sirvamos o pecado como escravos; Quem morreu está justificado do pecado" (Rm 6.6-7). Não renovados pela Palavra vivem sob o domínio de satanás, ainda que freqüentem igrejas, ainda que ofertem e entoem louvores... são servos das trevas e nada compartilham da luz... senão um espaço físico, tão corruptível quanto a própria carne.

Por que tantos defendem as obras do maligno na igreja? Não são capazes de ver que igreja não é sinônimo de Igreja. Entendem "ajuntamento de santos" como sinônimo de "ecumenismo religioso". Esquecem o conselho do salmista: "Não se assente à roda de escarnecedores". Em seus argumentos vazios e em sua teologia pútrida afirmam: Cristo era amigo de prostitutas. Mostre-me pagão, onde um único versículo da Bíblia afirma tal heresia?

Mas ele comia com pecadores! (Mc 2.16) Exclamam. Ora, existe alguém sem pecados? Não pecaram todos e destituídos foram da Glória de Deus? (Rm 3.23) Como então Jesus poderia comer com santos? E a mulher pecadora que ungiu os pés de Jesus? Onde na Bíblia afirma que ela era prostituta. E se fosse, onde afirma que ela continuou a se prostituir e ainda assim era amiga de Cristo.

Esse é o motivo de porque tantos fecham os olhos para a Palavra e ouvem apenas falsos ensinadores, eles pregam aquilo que lhes apraz e não aquilo que realmente alimenta. Eu nunca teria deixado de ser um mentiroso e adúltero se acreditasse que Deus seria amigo de um mentiroso e adúltero... Ele nunca será... isso ofende Sua natureza que é santa... é por isso que ele me transformou. É por este motivo que a todos os quanto o recebem ele os transforma.

Mas poucos desejam serem transformados. A igreja pós-moderna lhes oferece um Deus cambiável. Um Deus que se adapta ao homem.

É por este motivo que tantos enchem as fileiras de satanás dentro de denominações ditas evangélicas. Os maiores inimigos da cruz não estão fora das congregações, mas dentro delas. Como o próprio apóstolo Paulo escreveu aos filipenses "Pois muitos andam entre nós, dos quais, repetidas vezes, eu vos dizia e, agora, vos digo, até chorando, que são inimigos da cruz de Cristo." (3.18)

Os ímpios olham para o evangelicalismo e vêem uma única massa uniforme. Não distinguem os que servem a Deus dos que cultuam Mamon. Não diferenciam os que aplicam-se à Palavra aos que vivem de magias e fórmulas de salvação e cura... no entanto dentro da igreja trava-se uma grande batalha. Daqueles que desejam servir a Deus daqueles que desejam servir a si mesmos.

Lamentável é saber que esses últimos tem dia após dia ganho terreno. Pastores em troca de algumas moedas de prata preferem esse tipo de seguidor... falsos profetas sabem que é nesse meio que se tornarão proeminentes.

Mas minha esperança é o Senhor. Ele não permitirá que aqueles que buscam a Sua face se cansem e desistam da batalha. Pois ainda que difícil seja o caminhar, a vitória já foi conquistada... Não por mim... nem por nenhum de nós... mas por aquele que viveu sem pecados

"Ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; o produto da oliveira minta, e os campos não produzam mantimento; as ovelhas sejam arrebatadas do aprisco, e nos currais não haja gado, todavia, eu me alegro no SENHOR, exulto no Deus da minha salvação."

Habacuque 3.17-18

Fonte: [ Púlpito Cristão ]


Angela Natel On At 06:08
Angela Natel On sexta-feira, 22 de abril de 2011 At 13:28
Angela Natel On At 07:17
Angela Natel On At 06:43
Angela Natel On quinta-feira, 21 de abril de 2011 At 10:35
Angela Natel On At 06:44
Angela Natel On At 06:36

Encarte do Filme Dona Flor e Seus Dois Maridos
Rebaixar a pessoa do Pai, ou a do Filho, ou a do Espírito Santo - o lema explícito de Satanás nas doutrinas sectárias. No caso do mormonismo, além de encararem o Pai e o Filho como personagens de carne e ossos, o Espírito Santo não foi o responsável pelo nascimento de Jesus, que nem virginal teria sido, conforme líderes mórmons. Por quê não? Porque o Espírito Santo, para os Mórmons, ainda é um personagem sem corpo e ossos. Quer a prova disso? Observe:
"Cristo foi gerado por um Pai imortal da mesma maneira que os homens mortais são gerdos por pais mortais.” - McConkie, páginas 546, 547.
"Espírito Santo. A terceira pessoa da Trindade [...] Personagem de Espírito que não possui um corpo de carne e ossos." - O Livro de Mórmon. Apêndice. Verbete Espírito Santo.
“O corpo carnal de Jesus necessitava de uma mãe, bem como de um pai. Portanto, o Pai e a mãe de Jesus, conforme a carne, têm que ter estado associados na capacidade de Marido e mulher: assim a Virgem Maria tem que ter sido, durante esse período, a legítima esposa de Deus Pai.” - Orson Pratt, The Seer (Washington D.C.: n.p., 1853-54, páginas 158, 159.
“Quando a virgem Maria concebeu o menino Jesus, o Pai o tinha gerado à própria semelhança. Jesus não foi gerado pelo Espírito Santo.” - Journal of Discourses, Volume 1, 1852, página 51.

“O nascimento do Salvador foi tão natural quanto o dos nossos filhos, foi o resultado de uma ação natural. (...) Foi gerado por seu Pai, assim como nós somos gerados pelos nossos pais.” - Journal of Discourses, 1860, página 115.
O Livro de Mórmon. Apêndice. MARIA.
Assim, precisamos conscientizar os cristãos, principalmente os recém-convertidos, que os mórmons usam a Bíblia quando lhes convém, quando ela não desmente o Livro de Mórmon - o único livro de doutrina que já sofreu 3.913 mudanças. Mas também que eles precisam conhecer melhor a opiniçao de seus profetas e presidentes sobre como Jesus foi concebido. A Bíblia é clara quando diz: "O que nela foi gerado é do Espírito Santo." (Mateus 1:20) Quando Maria questiona "como se dará isto visto que não tenho relações com homem", o anjo Gabriel responde: "Descerá sobre ti o Espírito Santo, e o poder do Altíssimo te envolverá com a sua sombra; por isso, também o ente santo que há de nascer será chamado Filho de Deus". (Lucas 1:34, 35) O interessante é que no Apêndice do Livro de Mórmon, no verbete MARIA, ensinam que Maria era noiva de José, conforme fotocópia ao lado. Assim, imagine a cena entre Deus-Pai, em carne e ossos, dirigindo-se como o Todo-Poderoso a José, o "Todo-Chifrudo", com os dizeres: "Bem José, a esposa é sua, mas o filho é meu!"

Ironias à parte, os mórmons negam isso, mas há provas concretas sobre este ensino nos escritos de seus profetas considerados inerrantes. Tentam até reinterpretar o que esses profetas falecidos quiseram ensinar com tais declarações. E quando perguntamos: Quem estava correto: O Livro de Mórmon ou estes livros com tal crença, restam-lhes dizer: "Não posso afirmar porque não tenho as fontes em mãos".

O profeta mórmon Brigham Young chegou a afirmar, por exemplo, que Maria teve mais de um marido. Quem era o outro? Veja:
"O homem José, o marido de Maria, não tinha, tanto quanto nos é dado a saber, mais de uma mulher; mas Maria, a esposa de José, tinha outro marido - ou seja, Deus Pai". - Brigham Young. Desert News. 10 de outubro de 1866. [Grifo acrescentado.]
E se ainda os mórmons insistirem que seus profetas e presidentes nunca ensinaram o que estou denunciando aqui, observe o que o Presidente Mórmon, falecido em 1994, escreveu:
"Deus foi o Pai do Tabernáculo mortal de Jesus Cristo. [...] O corpo no qual Ele realizou sua missão na carne, foi procriado por aquele mesmo ser Sagrado que adoramos como Deus, nosso Pai eterno." - The Teachings of Ezra Taft Benson, página 7, 1988: Salt Lake City. EUA. (Grifo acrescentado.)
Se para os profetas e presidentes mórmons Maria foi um tipo de "Dona flor e seus dois maridos", temos que lamentar por tão grande confusão nessa doutrina estranha, de um outro Jesus. Ensinar que o nascimento de Jesus não foi por Espírito Santo implica em rebaixar a obra dEle, o meio pelo qual o Deus Todo-Poderoso poderia ter garantido a divindade de Cristo e o seu consequente nascer sem a influência do pecado adâmico. Por isso, Lucas escreve "por isso, também o ente santo que há de nascer será chamado Filho de Deus", ou seja, pela atuação do Espírito Santo Jesus seria Filho de Deus - se preferir, tão Deus quanto seu Pai em natureza, tão humano quanto Maria em natureza, embora perfeito. Por fim, tal aberração mórmon, que parece ter sido escondida de muitos deles, quer pela reinterpretação ou pelo sumiço dessas fontes das mãos deles (para não criar contradição entre ensinos oficiais e palavras "inerrantes" de líderes) põe em cheque a virgindade de Maria, até o parto. O simples negar da participação do Espírito Santo no nascimento de Jesus já qualifica a doutrina mórmon como herética. - Fernando Galli.

Liberdade de Expressão


É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se:
“é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença"(inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da"argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.