Angela Natel On sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011 At 06:45

Um escravo, tendo sido criado sob o
estudo da espiritualidade, tornou-se de
grande valor para o seu senhor, por causa
da sua honradez e bom comportamento;
tanto, que seu senhor o elevou a uma
posição de importância,isto é, administrador
das suas fazendas.

Numa ocasião, o seu senhor desejou comprar
mais vinte escravos, e mandou que o
novo administrador os escolhesse, dizendo
que queria os mais fortes,e os que
trabalhassem melhor.

O escravo foi ao mercado e começou a sua
busca; fixou a vista num velho e
decrépito escravo, e disse ao senhor que
aquele havia de ser um dos escolhidos.
O senhor ficou surpreendido com a escolha,
e não queria concordar, sem entender nada
o pobre velho pediu que fossem indulgentes
com ele.

O negociante então, disse que se eles comprassem vinte, daria o velho de graça.
A compra, portanto, foi feita, e os
escravos foram levados para as fazendas do
seu novo senhor; mas o antigo escravo tratou
o velho decrépito com muito mais cuidado
e atenção do que a qualquer dos outros.

Levou-o para sua casa, dava-lhe da sua
comida, quando tinha frio, levava-o para
o sol,quando tinha calor colocava-o debaixo
das arvores de cacau, a sombra.
Admirado das atenções que o seu antigo
escravo dispensava a um outro escravo,
seu senhor lhe perguntou por que fazia isso.
Decerto não se interessaria tanto por ele
sem ter algum motivo especial:
- É teu parente, talvez teu pai?
O pobre escravo respondeu:
- Não senhor, não é meu pai.
- É então o teu Irmão mais velho?
- Não senhor, não é meu irmão.
- Então é teu tio ou outro parente?
- Não tenho parentesco algum com ele,
nem mesmo é meu amigo.

- Então, perguntou o seu senhor, por que
motivo tens tanto interesse por ele?

- Ele é meu inimigo, senhor, respondeu
o escravo, vendeu-me a um negociante,
mas aprendi,
que devemos perdoar os nossos inimigos
e que quando o teu inimigo tiver fome,
dá-lhe de comer, e quando ele tiver sede,
dá-lhe de beber... e esta é a oportunidade
que tenho de colocar meus aprendizados
em prática.

autor desconhecido

- Perdão não é um sentimento;
- Perdão é uma decisão a ser tomada;
- Perdão não é esquecer o que o outro fez;
- Perdão é uma lembrança de amor, de misericórdia;
- E não uma lembrança de ressentimento, de ódio.
- Quem perdoa não esquece,
- Quem perdoa ama, sem desejo de vingança .

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Liberdade de Expressão


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