Angela Natel On sábado, 31 de outubro de 2009 At 06:47
* Revelações extrabíblicas;

* Uma falsa base de salvação;

* Uma esperança enganosa;

* Lideranças messiânicas presunçosas;

* Ambiguidades doutrinárias;

* Reivindicações de 'descobertas especiais';

* Uma cristologia defeituosa;

* Atenção Bíblica segmentada;

* Estrutura organizacional escravizadora;

* Exploração financeira;

* Denúnicas contra outros;

* Sincretismo.


QUE PODEREMOS FAZER?

1. Compreender a doutrina cristã. A grande razão para o êxito das seitas é a ingenuidade espiritual da parte de muitos. Um número demasiadamente grande de cristãos está contente com um conhecimento apenas superficial da Palavra de Deus, julgando-se com isso espiritualmente inteligentes. Nada poderia estar mais distante da verdade! O cristão deve consagrar-se a um estudo detalhado das Escrituras, e entender a Bíblia de um ponto de vista doutrinário. Deve ter as respostas bíblicas para as seguintes perguntas: Quem é Deus?
Quem é o homem? O que é pecado? O que entendemos por inspiração da Bíblia? Há também muitas outras questões, pontos imperativos na vida cristã. Vivemos num tempo em que a doutrina tem sido posta de
lado em favor da experiência. Este é o mais insensato procedimento que se pode imaginar, porquanto as experiências pouco ou nada têm a ver com a verdade cristã. Nossas experiências são meramente humanas. São reações de nosso sistema nervoso a verdade ou ao erro espiritual que se impõem a nossa mente e ao nosso coração. O líder evangélico que diz: "Não precisamos de mais doutrina, e, sim, de mais experiências", deveria repensar a sua própria declaração. Falando assim, estará expondo suas ovelhas ao perigo das seitas, aos lobos que andam a espreita do rebanho. Os símplices que andam em busca de novas emoções, são passíveis de tirar seu estímulo emocional do grande e maldoso, porém amistoso, lobo devorador.

2. Separar-se de toda subversão espiritual. O apóstolo Paulo cuidadosamente advertiu aos efésios: "E não sejais cúmplices nas obras infrutíferas das trevas; antes, porém, reprovai-as" (Efésios 5:ll). Muitos perguntam se não faria bem frequentar-se o meio ambiente das seitas e estudar extensivamente a sua literatura subversiva a fim
de se poderem contrapor a sua doutrina. Com raras exceções, a resposta a essa pergunta é um "Não! Mil vezes não!" O exame de todas as nuances da falsa doutrina é uma tarefa realmente interminável. Poucas pessoas têm tempo ou energia disponíveis para conhecer tudo quanto pode ser conhecido a respeito das milhares de falsas filosofias religiosas de hoje. Não é verdade que não se possa criticar devidamente uma falsa doutrina sem que
se tenha lido tudo quanto a liderança das seitas têm escrito. Basta comer um bom filé para compreender que o conteúdo de mil latas de lixo está completamente abaixo do nível de uma boa refeição. Existem crentes tolos e por demais curiosos, que deveriam ouvir a advertência da canção de Stuart Hamblin: "Por que tenho de perder tempo com algodão, quando tenho seda em casa?" A idéia de que "você não pode saber do que se trata, enquanto não o tiver experimentado" é uma doutrina satânica, e é exatamente a tentação que foi usada para subverter Eva e introduzir o terrível câncer do pecado no mundo.

3. Rejeitar os pontos de vista profanos. Estas são as palavras com que aconselhou a Timóteo: "...rejeita as fábulas profanas e de velhas caducas..? (I Timóteo 4:7). O apóstolo Paulo sabia muito bem que o mundo ficaria repleto de exibicionistas espirituais e de lunáticos religiosos, intencionando capturar a atenção e a energia de quem se dispusesse a ouvi-los por horas e até dias inteiros. Vivemos num tempo em que se ouve falar de fotografias de Cristo nas nuvens, ressurreições ocorrendo em remotas áreas das selvas, pregadores em alguma obscura cidade, anunciando alguma nova doutrina e nunca antes ouvida - essas estórias são infindas. Os cristãos são ordenados a não participarem de tais coisas, antes, a seguirem o bom conselho que fora dado a Timóteo: "...aplica-te a leitura, a exortação, ao ensino" (I Timóteo 4:13). Ainda mais, temos a ordenança: "Medita estas cousas, e nelas sê diligente, para que o teu progresso a todos seja manifesto" (I Timóteo 4:15). Está claro, pois, que o cristão não deve soltar-se pela vida, na onda de alguma euforia existencial. Pelo contrário, as Escrituras reiteradamente nos ordenam a ser cautelosos, prestar atenção, vigiar e relembrar. Somos chamados a sobriedade, porquanto o satânico adversário anda em derredor, procurando a quem possa devorar (ver I Pedro 5:8).

4. Não encorajar os promotores de seitas. Espera-se de um cristão que seja amável em sua atitude para com as outras pessoas, mas também precisa enfrentar a dura verdade que muitos enganadores têm saído pelo mundo, não crendo no evangelho de Jesus Cristo, e, de fato, sendo inimigos do Senhor. São anticristos. Por causa deles o cristão é admoestado a ser extremamente cauteloso e não por em risco a sua estabilidade espiritual ao permitir ser enganado. O apóstolo João escreveu: "Todo aquele que ultrapassa a doutrina de Cristo e nela não permanece, não tem Deus; o que permanece na doutrina, esse tem assim o Pai, como o Filho. Se
alguém vem ter convosco e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem lhe deis as boas-vindas. Porquanto aquele que lhe dá boas-vindas faz-se cúmplice das suas obras más" (I1 João 9-11). Este é o duro, mas necessário, procedimento de quem deseja proteger a si mesmo e a família de riscos espirituais.

5. Estar disposto a contenderpela fé. A Escritura nos conclama a zelosamente contender pela fé, o que significa, é claro, estarmos dispostos a defender a verdade do evangelho em face de adversários da parte de Satanás (ver Judas 3). Nas Escrituras temos ilustrações que nos mostram a necessidade de contender até mesmo com amigos e associados. O apóstolo Paulo era certamente um amado amigo do apóstolo Pedro, mas escreveu: "Quando, porém, Cefas veio a Antioquia, resisti-lhe face a face, porque se tornara repreensível"
(Gálatas 2:ll). Neste caso, Pedro tornara-se culpado de erro doutrinário, porquanto estava cooperando com os judaizantes, que subvertiam os gálatas, arrastando-os a heresia. De fato, o próprio Jesus Cristo, certa ocasião, precisou repreender um Seu amado amigo, o mesmo apóstolo Pedro, dizendolhe: "Arreda! Satanás; tu és para mim pedra de tropeço, porque não cogitas das cousas de Deus, e, sim, das dos homens" (Mateus 16:23).
O verdadeiro servo de Jesus Cristo deve cuidar para que a sua lealdade a Jesus Cristo seja o vínculo absoluto. Comparadas a isso todas as associações humanas são relativas. O princípio fundamental do universo é a verdade, e deve ser defendido, mesmo que ao custo da própria vida. Certamente, o apóstolo Paulo falava a sério quando nos chamou de soldados da cruz, e nos deu a lista detalhada das peças da nossa armadura como
soldados da fé (ver Efésios 6:lO-20).
Os nossos sentimentos espirituais, e esta é a era mais sentimental da história da Igreja, podem nos fazer pensar que o contender pela fé do evangelho é algo um tanto anti-espiritual e indigno. Porém, nada poderia estar mais longe da verdade. A analogia do cristão como um soldado da cruz aparece repetidas vezes nas Sagradas
Escrituras. O mundo é descrito como um campo de batalha, e o conflito essencial de conquista é a luta entre a verdade e a inverdade.

("Conheça as marcas das seitas", Dave Breese - Ed. Fiel).
Angela Natel On sexta-feira, 30 de outubro de 2009 At 06:34

Isto mesmo, a criança pode ter uma iniciação em uma religião que também é politeísta. Mais uma vez, a criança descobre que jogar um feitiço em alguém para obter um resultado esperado não é tão ruim assim. Observando as muitas lojas de artigos esotéricos que existem pela cidade, entrei em uma delas quando do lado de fora vi bonequinhos sendo vendidos por R$ 10,00 e que tinham o título bem grande "Voodu - Professor". A embalagem ainda trazia a informação que existem bonecos para fazer vodu para irmã, irmãos, nora, sogra, pai, mãe, chefe, colega de trabalho e cunhados. Tem de tudo quanto é gosto e o que mais sai você já sabe. O pacotinho contém o boneco, uma plaquinha para colocar o nome da pessoa, fitas para amarrar o boneco conforme a necessidade e as informações necessárias sobre como proceder em cada situação. Tudo muito bem explicado para que qualquer criança entenda. Veja as situações que são colocadas:

"Para o Voodu representar seu professor, proceda da seguinte maneira. Escreva o nome dele no papel, enrole-o e amarre-o na mão esquerda do Voodu. Assim tudo o que você fizer para o Voodu, afetará a pessoa representada. Conforme o comportamento do seu professor, proceda da seguinte maneira:"

"Se seu professor te der bronca na frente de todo mundo, amarre a fita verde em volta da boca do seu Voodu. Assim, ele pensará melhor antes de te dar uma bronca da próxima vez."

"Se seu professor não deixar você sair mais cedo da aula, enforque o Voodu com a fita verde, assim ele deixará você entrar e sair da sala a hora em que você desejar."

"Se seu professor te mandar para a diretoria, amarre a fita em volta da perna direita do Voodu e pendure-o, assim ele vai parar de pegar em seu pé".

Essas informações estão no "Kit Voodu" e existem mais situações sobre como proceder. Depois de fazer diversas recomendações sobre como usar o Voodu, no último parágrafo o fabricante avisa que é uma brincadeira, ironizando o personagem do professor: "Lembre-se, tudo não passa de uma grande brincadeira. Por isso, você também pode dar o Voodu de presente para o seu professor com um bilhete escrito que você o 'adora'".

No entanto, essa é uma brincadeira muito perigosa, porque o vodu é um boneco que representa uma pessoa contra a qual é dirigida o encantamento. O que mais chama a atenção é que no vodu a representação se baseia na lei da similaridade, o boneco representa a pessoa contra a qual será lançada a magia para obter o resultado esperado, anulando a ação da pessoa, esperando a reação invocada. Nos comerciais da televisão, o Voodu já está presente; uma garota faz vodu para o seu namorado ou ex-namorado.

Vodu não é brincadeira de criança. Por mais que alguns digam que cabe ao manipulador do boneco utilizar corretamente o poder do vodu, qualquer criança que detesta seu professor vai usar as informações para obter seus objetivos. No vodu verdadeiro o boneco precisa ter um corpo (tronco, membros e cabeça) e o que mais me chama a atenção é que precisa ter a representação do órgão sexual. Nos bonecos masculinos é necessário o pênis, e nos femininos, os seios. Os bonecos Voodu, que estão chegando às crianças, não possuem os órgãos sexuais, mas são claramente definidos se são masculinos ou femininos. Você não compra um boneco e escolhe quem ele vai representar; ele possui um direcionamento - professor, professora, irmão ou irmã, etc.

No ano de 1959, o diretor de uma escola primária no Alabama/EUA, pediu demissão de seu cargo quando recebeu queixas de que a escola estava ensinando práticas do vodu. Em 1962, uma mulher assassinou o marido em Phoenix, no Arizona/EUA, enquanto estava "sob encantamento do vodu". A revista Newsweek trouxe a seguinte notícia: "Os artigos do dia incluem sangue de morcego, pó de cemitério para afastar mau-olhado, velas queimadas para dar fim nos inimigos. O local onde esses artigos eram vendidos não era uma posto perdido no meio da selva africana, mas uma banca no bairro do Harleem, na cidade de Nova York. Alarmada com a venda pública e próspera dos objetos do vodu, a prefeitura decidiu fechar todos os pontos desse comércio". A prática do vodu é feitiçaria de magia negra e bruxaria pura.

Angela Natel On quinta-feira, 29 de outubro de 2009 At 06:19

Depois do 'carro-chefe' Harry Potter, a bruxaria teve um crescimento no meio das crianças e até mesmo no meio pedagógico, tendo em vista que muitos professores têm orientado seus alunos a lerem os livros do pequeno bruxo. O caderno ZH, do jornal Zero Hora, de 2/6/2003, traz uma matéria com o título "As bruxas andam soltas na educação", provando que o tema é tão sedutor, que já virou tese de doutorado de uma socióloga da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, que baseou-se no poder de encantamento das bruxas.

Nas bancas de jornais, qualquer criança pode ter comprar revistas especializadas sobre bruxaria. Uma delas, que está fazendo muito sucesso, é Witch, publicada pelos Estúdios Disney em vários países. Ela chegou ao Brasil com o objetivo de ser "a melhor amiga das meninas". O próprio site da editora Abril, que comercializa a revista, define que a publicação pretende ajudar as meninas a passarem por esse período da vida mais preparadas, confiantes e capazes de superarem as dificuldades comuns da adolescência. Trazer matérias como astrologia, esoterismo, rituais do mês, seria preparar adolescentes de 9 a 13 anos para a vida? Esse é o perfil dos leitores da revista Witch.

A matéria "Pactos - O Poder e a Inconsciência", da revista Sexto Sentido, nº 36, tem uma definição que pode fazer alguns pais pensarem antes de colocar a revista Witch nas mãos de suas crianças. "Para ser um bruxo, a pessoa precisa ter a bruxaria como propósito de alma, já que é um caminho sem volta. Significa não ser movido por uma necessidade urgente de momento, o que não quer dizer que um bruxo não possa ter suas necessidades e problemas".

Witch tem ensinado às meninas aquilo que a Bíblia nos diz para ficarmos longe, por ser abominável diante de Deus. Em seus 'rituais do mês', a revista tem levado as crianças a terem contato com magias e encantamentos. O 'ritual do mês' de novembro de 2002 enfocava o uso do incenso, uma prática religiosa comum na Ìndia. Os hindus acreditam que cada incenso reúne energias pois contém as forças do elemento Terra e seu cheiro e sua fumaça são meios de comunicação com os deuses. O ritual chamado "Fumaça Mágica" tem o objetivo de levar uma resposta à garota nas suas decisões importantes. Veja o texto apresentado como dica:

"O incenso pode ajudar você a tomar decisões importantes, sabia? Imagine que você está a fim de um garoto e não sabe o que fazer. Daí é só pegar um pedaço de papel e escrever nas quatros bordas opções de coisas que você poderia fazer para se aproximar dele como ligar, mandar um e-mail ou um bilhete, esperar ele vir até você ou pedir para uma amiga falar com ele. Coloque seu incensário em cima do papel e acenda o incenso. A direção que a fumaça tomar vai indicar o que você deve fazer".

Qual é a menina que no período da adolescência não fica gostando de um garoto? Além dessas informações, quem compra a revista ganha o incensário e o incenso. Existem ainda dicas de qual hora é boa para acender o incenso, o que ele pode trazer como bons fluidos e bons sonhos. Essa é uma revista totalmente dedicada às meninas, com intuito claro de levar o conhecimento das práticas da bruxaria, sabendo que essa é uma religião matriarcal.

Marília de Abreu e Antônia Maria de Lima fazem parte da WICCA Companhia das Bruxas, um conciliábulo dedicado ao ensino e práticas da bruxaria. Elas deram a definição de magia na edição 36 da revista Sexto Sentido: "Lembrem-se que, na magia, tudo tem um preço e uma conseqüência; mesmo um ato aparentemente inofensivo, como consultar uma tábua de ouija, ou outros ritos que se encontram com facilidade em livros, podem ter efeitos danosos à sua evolução".

Angela Natel On quarta-feira, 28 de outubro de 2009 At 06:15

Então, se recebemos o Natal pela Igreja Católica Romana, e esta por sua vez recebeu do paganismo, de onde receberam os pagãos? Qual é a origem verdadeira?

O Natal é a principal tradição do sistema corrupto denunciado inteiramente nas profecias e instruções bíblicas sobre o nome de Babilônia. Seu início e origem surgiu na antiga Babilônia de Ninrode! É verdade, suas raízes datam de épocas imediatamente posterior ao dilúvio!

Ninrode, neto de Cão, filho de Noé, foi o verdadeiro fundador do sistema babilônico que até hoje domina o mundo - Sistema de Competição Organizado - de impérios e governos pelo homem, baseado no sistema econômico de competição e de lucro. Ninrode construiu a Torre de Babel, a Babilônia primitiva, a antiga Nínive e muitas outras cidades. Ele organizou o primeiro reino deste mundo. O nome Ninrode, em Hebraico, deriva de "Marad" que significa "ele se rebelou, rebelde".

Sabe-se bastante de muitos documentos antigos que falam deste indivíduo que se afastou de Deus. O homem que começou a grande apostasia profana e bem organizada, que tem dominado o mundo até hoje. Ninrode era tão perverso que se diz que casou-se com sua mãe, cujo nome era Semíramis. Depois de sua morte prematura, sua mãe-esposa propagou a doutrina malígna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Ninrode para uma nova vida.

Todo ano, no dia de seu aniversário de nascimento ela alegava que Ninrode visitava a árvore "sempre viva" e deixava presentes nela. O dia de aniversário de Ninrode era 25 de dezembro, esta é a verdadeira origem da "Árvore de Natal"!

Por meio de suas artimanhas e de sua astúcia, Semíramis converteu-se na "Rainha do Céu"dos Babilônicos, e Ninrode sob vários nomes, converteu-se no "Divino Filho do Céu". Por gerações neste culto idólatra. Ninrode passou a ser o falso Messias, filho de Baal: o deus-Sol. Nesse falso sistema babilônico, "a mãe e a criança" ou a "Virgem e o menino"(isto é, Semíramis e Ninrode redivivo), transformaram-se em objetos principais de adoração. Esta veneração da "virgem e o menino" espalhou-se pelo mundo afora; o presépio é uma continuação do mesmo, em nossos dias, mudando de nome em cada país e língua. No Egito chamava-se Isis e Osiris, na Ásia Cibele e Deois, na Roma pagã Fortuna e Júpiter, até mesmo na Grécia, China, Japão e Tibete encontra-se o equivalente da Madona (minha dona ou minha senhora), muito antes do nascimento de Jesus Cristo!

Portanto durante os séculos quarto e quinto, quando centenas de milhares de pagãos do mundo romano adotavam o novo "cristianismo popular" levando consigo as antigas crenças e costumes pagãos, cobrindo-os sobre nomes cristãos, popularizou-se também a idéia da "virgem e o menino" (Maria após o nascimento de Jesus, manteve relações íntimas com seu marido segundo as escrituras - Mateus 1:24-25 - "E José, tendo despertado do sono, fez como o anjo do Senhor lhe ordenara, e recebeu sua mulher; e não a conheceu enquanto ela não deu à luz um filho; e pôs-lhe o nome de JESUS." Dizer que ela permaneceu virgem é um reflexo claro desta doutrina satãnica pagã) especialmente durante a época do Natal. Os postais de Natal, as decorações e representações, do presépio, as músicas da noite de Natal, como seu tema "Noite Feliz", repetem ano após ano esse tema popular da "virgem e o menino".

Nós que nascemos num mundo cheio de costumes babilônicos, criados e mergulhados nessas coisas toda nossa vida, fomos ensinados a reverenciar essas coisas como sendo santas e sagradas. nunca investigamos para ver de onde vieram - se vieram da Bíblia, ou da idolatria gentílica.

Causa-nos um choque conhecer a verdade - alguns infelizmente ficam ofendidos diante da pura verdade, porém Deus ordena aos seus fiéis ministros em Isaías 58:1 "Clama em alta voz, não te detenhas, levanta a tua voz como a trombeta e anuncia ao meu povo a sua transgressão". A verdadeira origem do Natal encontra-se na antiga Babilônia. Está ligado à apostasia organizada que mantém preso um mundo enganado por todos esses séculos. É hora de sair da apostasia e sair de tamanho engano e astuta cilada de satanás. O Natal (25 de dezembro) é uma mentira - João 8:13-16 - "Disseram-lhe, pois, os fariseus: Tu dás testemunho de ti mesmo; o teu testemunho não é verdadeiro. Respondeu-lhes Jesus: Ainda que eu dou testemunho de mim mesmo, o meu testemunho é verdadeiro; porque sei donde vim, e para onde vou; mas vós não sabeis donde venho, nem para onde vou. Vós julgais segundo a carne; eu a ninguém julgo. E, mesmo que eu julgue, o meu juízo é verdadeiro; porque não sou eu só, mas eu e o Pai que me enviou." João 8:30-32 - " Falando ele estas coisas, muitos creram nele. Dizia, pois, Jesus aos judeus que nele creram: Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente sois meus discípulos; e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará." João 8:40-47 - "Mas agora procurais matar-me, a mim que vos falei a verdade que de Deus ouvi; isso Abraão não fez. Vós fazeis as obras de vosso pai. Replicaram-lhe eles: Nós não somos nascidos de prostituição; temos um Pai, que é Deus. Respondeu-lhes Jesus: Se Deus fosse o vosso Pai, vós me amaríeis, porque eu saí e vim de Deus; pois não vim de mim mesmo, mas ele me enviou. Por que não compreendeis a minha linguagem? é porque não podeis ouvir a minha palavra.

Vós tendes por pai o Diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai; ele é homicida desde o princípio, e nunca se firmou na verdade, porque nele não há verdade; quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio; porque é mentiroso, e pai da mentira. Mas porque eu digo a verdade, não me credes. Quem dentre vós me convence de pecado? Se digo a verdade, por que não me credes?

Quem é de Deus ouve as palavras de Deus; por isso vós não as ouvis, porque não sois de Deus."

No Egito sempre se acreditava que o filho de Isis (nome egípicio da "Rainha do Céu") nascera em 25 de dezembro. O mundo pagão celebrava essa famosa data de nascimento, na maior parte do mundo conhecido de então, muitos séculos antes do nascimento de Cristo. O próprio Jesus, os apóstolos e a igreja nunca celebraram o nascimento de Cristo em nenhuma época, na Bíblia não há mandamento ou instrução alguma para celebrar, todavia somos ordenados a lembrar sim de sua morte e ressurreição que nos proporcionou a Vida (ICo. 11:24-26; Jo. 13:14-17). Portanto os antigos "Mistérios Caldeus" idólatras iniciados pela esposa de Ninrode, tem sido transmitido de geração em geração pelas religiões pagãs e continua sob novos nomes de aparência Cristã.

Angela Natel On terça-feira, 27 de outubro de 2009 At 13:24
Angela Natel On At 06:13

Jesus não nasceu em 25 de dezembro? Jesus nem sequer nasceu na estação do inverno!

Quando Jesus nasceu, "Ora, havia naquela mesma região pastores que estavam no campo, e guardavam durante as vigílias da noite o seu rebanho." (Lucas 2:8)

Isto nunca poderia ter acontecido na Judéia no mês de dezembro. Os pastores recolhiam os rebanhos das montanhas e dos campos e colocavam-nos no curral no mais tardar até o dia 15 de outubro, para protegê-los do frio e da estação chuvosa que se seguia.

Veja que a própria Bíblia fornece provas, em Cantares de Salomão 2:11 e Em Esdras 10:9-13, de que o inverno era uma estação chuvosa, não permitindo aos pastores permanecerem ao ar livre nos campos durante a Noite.

"Durante a época da Páscoa (começo da primavera) era costume antigo dos judeus daqueles dias levarem as ovelhas aos campos e desertos, e recolhê-las ao começo das primeiras chuvas", afirma Adam Clarke no seu Commentary, (vol. 5, pág. 370, edição de New York).

A seguir esta mesma autoridade declara: "Os pastores cuidavam dos seus rebanhos dia e noite durante todo e tempo que permaneciam fora..." as primeiras chuvas começavam no princípio do mês de "Marchesvan", que corresponde parte dos meses de outubro e novembro do nosso calendário (começa às vezes em outubro), descobrimos que as ovelhas estavam nos campos ao ar livre durante todo o verão. E como os pastores não haviam ainda recolhido os seus rebanhos, é um argumento provável que outubro não havia ainda nem começado, e que, consequentemente, nosso Senhor não nasceu em 25 de dezembro, quando nenhum rebanho estava no campo; nem mesmo poderia ter nascido depois do mês de setembro, já que os rebanhos estavam ainda no campo durante a noite, apenas uma ocorrência cronológica... Veja as citações dos "Talmudistas em Lightfood."

"Qualquer enciclopédia ou outra autoridade, poderá lhe dizer que Cristo não nasceu no dia 25 de dezembro. A enciclopédia Católica francamente testifiaca este fato."

A data exata do nascimento de Jesus é inteiramente desconhecida conforme todas autoridades no assunto afirmam, muito embora se eu tivesse espaço disponível neste artigo, mostrar-lhe-ia passagens nas escrituras que, fortemente indicam que foi no começo do outono - provavelmente em setembro, aproximadamente seis meses depois da Páscoa.

Se Deus desejasse que guardássemos e comemorássemos o nascimento de Cristo, Ele não teria ocultado tão completamente a data exata. Como este costume pagão foi absorvido pela Igreja? Como surgiu no mundo ocidental este costume pagão?

A New Schaff-herzog Enciclopedia of Religious Knowledge (Enciclopédia de conhecimentos religiosos) explica-o claramente no seu artigo sobre o "Natal".

Não se pode determinar com precisão até que ponto a data da festividade dependia da brunária pagã (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17-24 de dezembro) celebrando o dia mais curto do ano e o "Novo Sol"... As festividades pagãs, Saturnália e Brumária estavam a demais profundamente arraigadas nos costumes populares para serem abandonadas pela influência cristã... A festividade pagã acompanhada de bebedices e orgias, agradavam tanto que os cristãos viram com o agrado uma desculpa para continuar a celebrá-la em grandes alterações no espírito e na forma. Pregadores cristãos do Ocidente e do Oriente próximo, protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam os irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao Sol, por aceitarem como Cristã a festividade pagã.

Lembre-se que o mundo romano era pagão. Antes do século IV, os cristãos eram poucos em número, embora aumentassem, eram perseguidos pelos pagãos. Porém, com a chegada de Constantino, como imperador, que no século IV fez profissão pública de fé cristã, colocando o cristianismo ao mesmonível do paganismo, o mundo romano passou a aceitar esse cristianismo popularizado pelo imperador. Porém, lembre-se que eles haviam sido criados em costumes pagãos, dentre as quais 25 de dezembro era a maior das festividades idólatras. Era uma festa alegre com seu espírito especial. Todos se divertiam! Não queriam renunciá-la!

Este mesmo artigo da enciclopédia Shaff-Herzog de conhecimentos religiosos, explica como a apovação dada por Constantino do domingo, dia em que os pagãos adoravam o Sol, e como a influência do maniqueísmo pagão que identificava o filho de Deus como o Sol físico, proporcionou a esses pagãos do século IV, agora "convertidos" em massa ao "cristianismo" o pretexto necessário para chamar a festa de 25 de dezembro (dia do nascimento do deus-Sol) de dia do nascimento do filho de Deus.

E assim foi que "o Natal" se enraizou em nosso mundo Ocidental!

Não importa que usemos outro nome, continua sendo a mesma valha festividade pagã de adoração ao Sol. A única coisa que mudou foi o nome" Chame um coelho de leão se quiser, porém continuará sendo um coelho.

E da Enciclopédia Britânica: "A partir do ano 354, alguns latinos, possivelmente, transferiram o dia de nascimento de 6 de janeiro para 25 de dezembro, quando se realizava uma festa mitraísta... ou nascimento do Sol invicto... Os sírios e os armênios, que se prenderam a data de 06 de janeiro, acusavam os romanos de idólatras e adoradores do Sol, alegando... que a festa de 25 de dezembro tinha sido inventada pelos discípulos de Corinto."

Angela Natel On segunda-feira, 26 de outubro de 2009 At 06:05

EXISTÊNCIA DE D'US

Creio plenamente que D'us é o Criador e guia de todos os seres, ou seja, que só Ele fez, faz e fará tudo.


UNIDADE DE D'US

Creio plenamente que o Criador é um e único; que não existe unicidade de qualquer forma igual à Dele, e que somente Ele é o nosso D'us, foi e será.


INCORPORALIDADE DE D'US

Creio plenamente que o Criador é incorpóreo e que Ele está isento de qualquer propriedade antropomórfica.


ETERNIDADE DE D'US

Creio plenamente que o Criador foi o primeiro (sendo que nada existiu antes Dele) e que Ele será o último (que nada existirá depois Dele).


INTERMEDIAÇÃO NO CULTO

Creio plenamente que o Criador é o único a Quem é apropriado orar, e que é proibido dirigir preces a qualquer outra entidade.


A PROFECIA

Creio plenamente que todas as palavras dos profetas são verdadeiras.


A SUPREMACIA DE PROFECIA DE MOSHÉ RABÊNU

Creio plenamente que a profecia de Moshé Rab6enu é verídica e que ele foi o "Pai dos Profetas", tanto dos que o precederam como dos que o sucederam.


TORÁ COMO SENDO RECEBIDA DO CÉU

Creio plenamente que toda a Torá que nós agora possuímos foi dada pelo Criador a Moshé Rabênu.


IMUTABILIDADE DA TORÁ

Creio plenamente que esta Torá não será modificada e nem haverá outra outorgada pelo Criador.


ONISCIÊNCIA DA PROVIDÊNCIA DIVINA

Creio plenamente que o Criador conhece todos os atos e pensamentos dos seres humanos, eis que está escrito: "Ele forma os corações de todos e percebe todas as sua ações." (Salmos 33:15).


RECOMPENSA E PUNIÇÃO

Creio plenamente que o Criador recompensa aqueles que observam os Seus mandamentos e pune os que transgridem as Suas leis.


VINDA DO MASHIACH E A ERA MESSIÂNICA

Creio plenamente na vinda do Mashiach e, embora ele possa demorar, aguardo todos os dias a sua chegada.


RESSURREIÇÃO DOS MORTOS

Creio plenamente que haverá a ressurreição dos mortos quando for a vontade do Criador.

Angela Natel On domingo, 25 de outubro de 2009 At 06:00

1. Antes de ser povo

Época: 1350-1250 a.C.

Regime: famílias e clãs que vão se reunindo aos poucos (camponeses, migrantes, pastores)

Sistema: de troca

Religião: Deus dos pais (de Abraão, Isaque, Jacó). Culto nas famílias.

Conflito com as cidades.

Livros da Bíblia

Gênesis,


2. Confederação

das Tribos de Israel

Época: 1250-1050 a.C.

Regime: tribal

Sistema: igualitário e participativo

Religião: adoração exclusiva a Javé, que é identificado como o Deus dos pais e o Deus dos hebreus; culto nas famílias e tribos; santuários.

Conflito com o império egípcio, cidades-Estado e filisteus.

Situação do povo: cultura simples e partilha de bens.


Livros da Bíblia

Êxodo

Levíticos

Números

Deuteronômio

Josué

Juízes

Rute


3. Reino Unido

Época: 1040-931 a.C.

Regime: Monarquia. Reis: Saul, Davi, Salomão.

Sistema: tributário

Religião: adoração a Javé. Culto cada vez mais sofisticado em Jerusalém. Com Salomão: construção do Templo, introdução de outras divindades.

Conflitos mais internos do que com inimigos externos.

Situação do povo: cada vez mais explorado e empobrecido, ao lado do luxo e cultura florescente da classe privilegiada.


Livros da Bíblia

1a e 2a Samuel

1a Reis

capítulos

1 a 11

Salmos

Provérbios

Cantares


4. Reino dividido

I. Reino de Israel (Norte)

Época: 931-722 a.C.

Regime: monarquia não dinástica. Contínuos golpes de Estado.

Sistema: tributário

Capital: Samaria

Principais reis: Jeroboão, Amri, Acabe, Jeú, Jeroboão II, Facéia

Religião: adoração a Javé; culto nos santuários de Betel e Dã. Introdução oficial do culto ao deus Baal, contra o qual lutaram Elias e Eliseu.

Conflitos com a Fenícia, Aram, Judá e, principalmente contra a Assíria, que se torna grande potência. Tentativa de alianças.

Situação do povo: cada vez mais empobrecido e confuso.

Fim do Reino: Conquistado pela Assíria, se torna colônia.


Livros da Bíblia

1a Reis

capítulos

12 a 22

2a Reis

Amós

Oséias

Jonas


II. Reino de Judá (Sul)

Época: 931-586 a.C.

Regime: monarquia dinástica (descendentes de Davi).

Sistema: tributário

Capital: Jerusalém

Principais reis: Josafá, Ezequias, Josias

Religião: adoração a Javé, com frequentes idolatrias. Culto centralizado em Jerusalém.

Conflitos com os povos vizinhos. Principais inimigos: Assíria e Babilônia. Tentativas de alianças.

Situação do povo: fora o período das grandes reformas, desiludido e cada vez mais empobrecido. Exploração dos grandes latifundiários.

Fim do Reino: conquistado pela Babilônia, se torna colônia.


Livros da Bíblia

1a Reis

capítulos 12 a 22

2a Reis

Eclesiastes

Sofonias

Naum

Isaías 1 a 39

Miquéias

Jeremias

Habacuque


5. Exílio na Babilônia

Época: 586-538 a.C.

I. Situação em Judá

Regime: colônia babilônica

Sistema: tributário

Religião: a adoração a Javé é preservada em círculos camponeses; não há mais culto centralizado.

Situação do povo: vive em condições precárias e disperso

II. Situação dos exilados

Vivem em melhores condições dos que ficaram, mas estão longe da pátria.

Religião: adoração a Javé em meio pagão. Preservam tradições. Esperança de retorno. Sinagogas. Outros escaparam para regiões diferentes, principalmente para o Egito.


Livros da Bíblia

Ezequiel

Daniel

Lamentações

Isaías

Capítulos

40 a 55

Obadias


6. Na Judéia

Época: 538-333 a.C.

Regime: província persa

Sistema: tributário

Religião: retomada do culto a Javé em Jerusalém. Liderança dos sacerdotes.

Situação do povo: conflito entre os que retornam do exílio e os que aí permaneceram. Conflito com o governo de Samaria. Tentativa de organização da comunidade a partir de Jerusalém. Luta pela sobrevivência.


Livros da Bíblia

Esdras

Neemias

Ester

Ageu

Isaías 56 a 66

Joel

Zacarias

Malaquias

Liberdade de Expressão


É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se:
“é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença"(inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da"argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.