Angela Natel On sexta-feira, 31 de julho de 2009 At 06:38

O nome ‘Jeremias’ significa: “Yahweh estabelece ou exalta ou designa”
Autor: Jeremias e/ou Baruque (45:1)
Data em que foi escrito: Durante o ministério
Data dos acontecimentos descritos no livro: 627-574 a.C. – Reinado de Josias até o Exílio – 2Rs 22-25; 2Cr 34-36
Jeremias veio da aldeia de Anatote, a uns cinco quilômetros de Jerusalém. Seu pai, Hilquias, era sacerdote (leia 2ª Reis 22; Jeremias 1:1). O Senhor escolheu o jovem Jeremias (de 21 anos de idade) para profeta na hora mais difícil da vida do povo de Deus (leia Jeremias 1:6-8).
Jeremias não teve permissão para se casar porque Deus tinha uma missão especial para a sua vida (leia Jeremias 16:1,2). Ele profetizou por mais de 40 anos e suamensagem nunca agradou o povo. Chegaram a bater nele e a colocá-lo na prisão. Jeremias tinha que escolher entre os seus desejos e a vontade de Deus. É importante lembrar, porém, que Deus nos prepara para tudo quanto pede de nós.
Você já viu alguém trabalhando o barro (matope) na roda do oleiro? Quando a roda gira, o oleiro molda o barro na forma de um vaso. Se o vaso começa a tomar uma forma errada, então o oleiro quebra o vaso e começa todo o processo de modelagem novamente.
Essa é a mesma imagem que Deus utilizou para o profeta Jeremias explicar a disciplina que se aplicaria à nação de Judá por seu mau comportamento (leia Jeremias 18:1-11). Essa é a missão do profeta: anunciar o que Deus diz!
O livro de Jeremias e o Lamentações foram ambos escritos por Jeremias e mostram um homem intensamente emotivo e compassivo (Jesus cita Jeremias mais do que qualquer outro profeta). Jeremias escreve a respeito de sua insuficiência e lutas pessoais. Durante 40 anos, Jeremias advertiu os cidadãos e líderes de Judá a respeito de seu descumprimento das leis de Deus. Confrontar o povo com seus pecados é arriscado, e Jeremias sofreu consequências sociais e políticas por ter sido fiel ao pregar as exortações de Deus.
Jeremias profetizou que Deus permitiria que Judá fosse invadida e que a cidade de Jerusalém e o Templo construído por Salomão seriam destruídos. Tudo isso aconteceria por Judá ter rejeitado a Deus. Mas, apesar dessa disciplina, o amor de Deus pelos judeus nunca cessaria (leia Jeremias 29:11-14).
O chamado de Jeremias – 1
Antes da queda de Jerusalém – 2-39
Após a queda de Jerusalém – 40-52
Angela Natel On quinta-feira, 30 de julho de 2009 At 06:35

O nome ‘Habacuque’ significa: “abraçar” ou “o que abraça”
Autor: Habacuque
Data em que foi escrito: 607 a.C.
Data dos acontecimentos descritos no livro: 609-598 a.C. – Reinado de Jeoaquim – 2Rs 23:3637; 2Cr 36:5-8 - Ministério no início da invasão de Judá pela Babilônia de Nabucodonosor.
Além de profeta, Habacuque era um dos cantores no Templo (leia 1:1 e 3:19) ou ajudava na organização do culto. Por que coisas más acontecem para pessoas boas? Por que coisas más acontecem na vida do povo de Deus? O profeta Habacuque foi corajoso o bastante para pedir a Deus uma resposta para essas perguntas. Ele queria saber por que Deus haveria de usar a nação pagã da Babilônia para punir Judá por ofensas que não pareciam tão graves como as cometidas pelos próprios babilônios.
Em todas as suas dificuldades, Habacuque ía a Deus em oração e aguardava pacientemente pela resposta (leia 2:1)
A resposta de Deus ainda hoje é verdadeira e relevante: Deus fará somente o que é recto e, mesmo que não possamos entender a situação, devemos confiar e descansar na justiça divina. O orgulho e a crueldade sempre geram destruição. Os caminhos de Deus são os melhores.
A queixa de Habacuque – Habacuque 1
A resposta de Deus – Habacuque 2
O cântico de Habacuque – Habacuque 3


TESTE SEUS CONHECIMENTOS:

1) Leia as passagens bíblicas e escreva com suas palavras as bênçãos profetizadas por Joel para o futuro de Judá:
Joel 3:1-21


2) Leia Habacuque 3:17-19 e explique com as suas palavras o que o profeta quis dizer:
3) Sofonias mostrou duas características de Deus. Leia Sofonias 1:2 e 3:17 e escreva com as suas palavras quais são as duas características de Deus descritas por Sofonias:

4) Leia a passagem abaixo e descreva qual era a denúncia de Sofonias a respeito dos príncipes de Judá:
Sofonias 1:4-6 -

Angela Natel On quarta-feira, 29 de julho de 2009 At 06:34
O nome ‘Sofonias’ significa: “Yahweh me esconde”
Autor: Sofonias
Data em que foi escrito: 630-625 a.C.
Data dos acontecimentos descritos no livro: 641-609 a.C. – Reinado de Josias – Rei de Judá – 2Rs 22-23; 2 Cr 34-35
É bem provável que Sofonias tenha sido príncipe da casa real de Judá, sendo descendente do rei Ezequias.
Sofonias foi um dos últimos profetas em Judá antes da invasão dos Babilônios. Ele fez predições específicas e gráficas a respeito da iminente destruição, se os judeus (do Reino de Judá) não se voltassem para Deus. Tudo isso veio a se cumprir cerca de 45 anos mais tarde. Ele profetizou que a recusa de Judá haveria de trazer sua própria ruína, mas que parte do povo seria, mais tarde, restaurado em seu relacionamento com Deus.
A correção e a disciplina de Deus são prova do Seu amor (leia Hebreus 12:6). Os judeus ensinavam que Jerusalém era o lugar de adoração a Deus. Os samaritanos declaravam que o Monte Gerizim devia ser o centro religioso. Sofonias, porém, ensinou que o culto espiritual não depende do lugar, mas da presença de Deus.
Angela Natel On terça-feira, 28 de julho de 2009 At 06:30
O nome ‘Joel’ significa: “Yahweh é Deus”
Autor: Joel
Data em que foi escrito: 825 a.C.
Data dos acontecimentos descritos no livro: 835-796 a.C. – Reinado de Joás – Rei de Judá – 2Rs 12:1-2; 2Cr 24
Joel é considerado por alguns como um dos mais antigos profetas. É possível que tenha conhecido tanto Elias como Eliseu, quando jovem. Seu ministério foi para Judá.
O profeta Joel avisou o povo a respeito do ‘Dia do Senhor’, que seria para castigo pelos seus maus caminhos. Joel sabia que o avivamento vem após arrependimento. Ele predisse uma invasão futura do exército e a compara a uma recente praga de gafanhotos que devastou a terra naqueles dias.
A esperança pode ser encontrada na promessa de Deus de derramar Seu Espírito sobre as pessoas depois do julgamento. Joel foi o primeiro a profetizar o derramamento do Espírito Santo sobre a terra (leia Joel 2:28).

A praga – Joel 1
Tipo de Gafanhoto Significado na vida da Igreja
1) 1 “…cortador…” – hebraico:“gazam” – lagarta – cortador, inseto jovem alimenta-se de frutos. A eliminação gradativa das primeiras obras – Ap 2.4,5 – grego “ergon” – Jo 14.12; 5.20,36; 6.28; 10.25 – os milagres sinais e prodígios operados por Deus através dos apóstolos.
2) Destruição gradativa da atuação dos dons e frutos do Espírito Santo.
1) 2 “…migrador…” – hebraico “‘arbeh” – gafanhoto, voadora – alimenta-se das folhas, deixa estéril tudo o que toca. A eliminação da importância do batismo do Espírito Santo, falar em línguas, diminuindo assim também as perseguições e o opróbrio.
2) As antigas reuniões cheias de alegria transformaram-se em cultos marcados pela ortodoxia.
1) 3 “…devorador…” – hebraico “yekeq” devorador, locusta, saltador; alimenta-se de galhos e os delicados brotos da árvore. Destruição da santidade e do temor à Deus.
2) Onde não há seiva – Jo 15.5 – não há frutos, não há compromisso. O pecado não é mais tratado como tal.
1) 4 “…destruidor…” hebraico “chaciyl” - pulgão, descascador; alimenta-se da casca das árvores, faz seu ninho nas cavidades deterioradas e apodrecidas da árvore. Perda da importância da justificação pela fé. A expiação de Cristo não tem mais valor.
2) Tempo de Trevas (Idade Média) – justificação por obras e não fé – venda de indulgências (clemência, misericórdia)
O profeta convida o povo a considerar a causa da calamidade. Devem arrepender-se sinceramente, se quiserem ser poupados de outro juízo (leia Joel 2:12-17).

O jejum – uma promessa – Joel 2
Leia Joel 2:13 – Há uma lição aqui para nós hoje. A igreja acha-se em situação desoladora. Tem sido devastada por muitos inimigos espirituais bem descritos em Joel 1:4. Há fome e sede por todos os lados. O clamor é para os cristãos de hoje, para que se humilhem perante o Senhor com arrependimento sincero. Esse arrependimento deve começar com os pastores, dirigentes e líderes da Igreja. Se nos voltarmos para o Senhor, Ele cumprirá a Sua promessa, derramando sobre nós o Espírito Santo e restaurando o tempo que o inimigo destruiu. A grande necessidade hoje, para o povo de Deus, é a presença e o poder do Espírito Santo.

O Dia do Senhor – leia Isaías 2:17-20; 3:7-18; 4:1,2; 13:6-9; Jeremias 46:10; Malaquias 4:5; 1ª Coríntios 5:5; 1ª Tessalonicenses 5:2; 2ª Tessalonicenses 2:2; 2ª Pedro 3:10; Apocalipse 20:4 - mencionado 5 vezes no livro de Joel, refere-se ao juízo. Essa expressão tem 3 sentidos de 3 épocas diferentes para se cumprir:
1) O exílio de Judá na Babilônia;
2) O nascimento de Jesus;
3) A volta de Jesus no fim dos tempos.

A bênção – o futuro – Joel 3
Joel profetizou sobre o retorno de Judá da Babilônia e o ajuntamento dos filhos de Israel, vindos das nações da terra. Ele profetizou também o juízo das nações após a última batalha (leia Joel 3:2-7; Mateus 25:32; Apocalipse 19:17-21).
Angela Natel On segunda-feira, 27 de julho de 2009 At 06:29
O nome ‘Naum’ significa: “Consolação”
Autor: Naum
Data em que foi escrito: 710 a.C.
Data dos acontecimentos descritos no livro: 728-698 a.C. – Reinado de Ezequias – Rei de Judá – 2Rs 18-20; 2Cr 29-32
Anteriormente, os habitantes de Nínive haviam se arrependido com a pregação de Jonas. Mas esse arrependimento não permaneceu. Muitos anos mais tarde, a nação da Assíria se tornou corrupta e imoral e já tinha destruído o Reino de Israel (Norte).
Com isso aprendemos que não é suficiente mudarmos nossa actitude e nos arrependermos hoje, precisamos manter nossa decisão amanhã e continuarmos firmes na Palavra de Deus.
Naum nasceu em Elcós. A cidade de Cafarnaum, onde Jesus mais tarde realizou parte do seu ministério, significa “vila do Consolo”, e fica perto da cidade de Elcós, onde Naum nasceu.
Naum pregava que Deus destruiria Nínive. Esse livro ensina que Deus segura o julgamento quando as pessoas se arrependem, mas a justiça de Deus traz conseqüências caso as pessoas não queiram se arrepender. ‘
O profeta prega sobre o julgamento e destruição de Nínive por causa de seu retorno ao pecado e, dessa maneira, consola o povo de Deus por causa do livramento de seu inimigo.
Com essa mensagem aprendemos que tudo o que Deus pode fazer com uma nação rebelde e orgulhosa é destruí-la. Por isso o Império Assírio foi completamente destruído. O que Nínive semeou, teve de colher. Essa é a lei de Deus (leia Gálatas 6:7).

Situação do Reino de Judá (Sul)
Época: 931-586 a.C.
Regime: monarquia dinástica (descendentes de Davi).
Sistema: tributário
Capital: Jerusalém
Principais reis: Josafá, Ezequias, Josias
Religião: adoração a Yahweh, com frequentes idolatrias. Culto centralizado em Jerusalém.
Conflitos com os povos vizinhos. Principais inimigos: Assíria e Babilônia. Tentativas de alianças.
Situação do povo: fora o período das grandes reformas, desiludido e cada vez mais empobrecido. Exploração dos grandes latifundiários.
Fim do Reino: conquistado pela Babilônia, se torna colônia.



Com os livros de Jonas e Naum percebi:


1) Marque com um X a resposta correcta:

a) Jonas obedeceu imediatamente a ordem de Deus para pregar em Nínive?
( ) sim
( ) não

b) Já que Jonas negou, Deus escolheu outra pessoa para pregar para Nínive?
( ) sim
( ) não

c) Quando Jonas pregou para Nínive, o povo se arrependeu?
( ) sim
( ) não

d) Jonas ficou feliz com o arrependimento de Nínive?
( ) sim
( ) não

e) É sempre melhor obedecer às ordens de Deus?
( ) sim
( ) não

2) Leia Naum 1:2,3,7 e escreva algumas características de Deus:
Angela Natel On domingo, 26 de julho de 2009 At 06:24
Deus não enviou profetas somente para Israel - o objetivo de Deus sempre foi o de salvar e abençoar todas as nações da terra.
Quando Deus chamou Abrão e o escolheu para ser pai de uma nação, disse claramente que o propósito era que essa nação fosse bênção para todas as famílias da terra (conferir Gênesis 12). Israel foi chamado como povo para testemunhar sobre quem é o verdadeiro Deus e para abençoar todas as nações - com o fim de que todos os povos da terra conheçam quem Deus é e sejam salvos.
Jonas foi enviado para Nínive, a capital do Império dominante naquela época, e maior inimigo de Israel.

O nome ‘Jonas’ significa: “pomba”
Autor: Jonas
Data em que foi escrito: 765 a.C. aproximadamente
Data dos acontecimentos descritos no livro: 793-753 a.C. – Reinado de Jeroboão II – Rei de Israel – 2Rs 14:23-29
Nínive – uma das nações mais antigas, estabelecida por Ninrode (Gênesis 10:11), capital da Assíria, que sempre fora uma ameaça para Israel, mas que na época do profeta Jonas estava em declínio.
Essa é a oportunidade que Deus dá aos inimigos de Israel para se arrependerem e não serem destruídos.
Jonas nasceu em Gate-Efer, a uma hora de distância de Nazaré.
Deus mandou Jonas pregar o arrependimento aos cruéis inimigos em Nínive, capital da Assíria. Mas Jonas odiava e temia aquelas pessoas. Ele não queria que Deus abençoasse Nínive, nem queria lhes dar uma hipótese (chance) para arrependimento. Ele pensava que deveria defender seu país (Israel) e não ajudar os inimigos. Por isso Jonas fugiu em direção oposta àquela para a qual Deus o tinha enviado.
Fugir da ordem de Deus é arranjar problemas. Jonas foi parar dentro de um grande peixe, onde orou a Deus pedindo uma segunda oportunidade. Deus atendeu seu pedido e o peixe vomitou Jonas vivo. O profeta foi para Nínive e pregou. O povo de Nínive se arrependeu de seus pecados e, por isso, Deus não os destruiu.
No capítulo 4 de Jonas, vemos que o profeta não ficou feliz com o resultado, pois desejava que os inimigos de Israel fossem destruídos e não perdoados por Deus.
Vemos como podemos ser egoístas ao pensar em nós mesmos em vez de nos preocuparmos com a salvação das outras pessoas.

Situação do Reino de Israel (Norte)
Época: 931-722 a.C.
Regime: monarquia não dinástica. Contínuos golpes de Estado.
Sistema: tributário
Capital: Samaria
Principais reis: Jeroboão, Amri, Acabe, Jeú, Jeroboão II, Facéia
Religião: adoração a Yahweh; culto nos santuários de Betel e Dã. Introdução oficial do culto ao deus Baal, contra o qual lutaram Elias e Eliseu.
Conflitos com a Fenícia, Aram, Judá e, principalmente contra a Assíria, que se torna grande potência. Tentativa de alianças.
Situação do povo: cada vez mais empobrecido e confuso.
Fim do Reino: Conquistado pela Assíria, se torna colônia.
Jesus mesmo citou o profeta Jonas – veja Mateus 12:38-41.
Angela Natel On sábado, 25 de julho de 2009 At 06:20

O nome ‘Miquéias’ significa: “Quem é igual a Yahweh?”
Autor: profeta Misquéias
Data em que foi escrito: 730 a.C.
Data dos acontecimentos descritos no livro: 750-698 a.C. – Reinado de Jotão, Acaz e Ezequias – 2Rs 15:32-20:21; 2Cr 27-34
Miquéias era um pregador do interior do país de Judá, de zonas de machambas a 30 Km ao sul de Jerusalém e pregava para o povo simples. Miquéias falou contra a prosperidade de Judá antes de ser tomada pelos Babilônios. Ele viveu na mesma época de Isaías. Miquéias dizia que Deus traria julgamento sobre Judá porque esse povo oprimia os pobres. Judá havia permitido que suas riquezas destruíssem sua sensibilidade espiritual.
Também Miquéias fala da esperança do Messias (o enviado de Deus para nossa salvação), ele profetiza que o Salvador nascerá na humilde cidade de Belém (leia Miquéias 5:2).

Para Isaías 1-39 e Miquéias:
II. Reino de Judá (Sul)
Época: 931-586 a.C.
Regime: monarquia dinástica (descendentes de Davi).
Sistema: tributário
Capital: Jerusalém
Principais reis: Josafá, Ezequias, Josias
Religião: adoração a Yahweh, com frequentes idolatrias. Culto centralizado em Jerusalém.
Situação do povo: fora o período das grandes reformas, desiludido e cada vez mais empobrecido. Exploração dos grandes latifundiários.
Fim do Reino: conquistado pela Babilônia, se torna colônia.

Para Isaías 40-55:
Exílio na Babilônia
Época: 586-538 a.C.
I. Situação em Judá
Regime: colônia babilônica
Sistema: tributário
Religião: a adoração a Yahweh é preservada em círculos camponeses; não há mais culto centralizado.
Situação do povo: vive em condições precárias e disperso
II. Situação dos exilados
Vivem em melhores condições dos que ficaram, mas estão longe da pátria.
Religião: adoração a Yahweh em meio pagão. Preservam tradições. Esperança de retorno. Sinagogas. Outros escaparam para regiões diferentes, principalmente para o Egito.
Para Isaías 56-66:
Na Judéia
Época: 538-333 a.C.
Regime: província persa
Sistema: tributário
Religião: retomada do culto a Yahweh em Jerusalém. Liderança dos sacerdotes.
Situação do povo: conflito entre os que retornam do exílio e os que aí permaneceram. Conflito com o governo de Samaria. Tentativa de organização da comunidade a partir de Jerusalém. Luta pela sobrevivência.

TESTE SEUS CONHECIMENTOS DA BÍBLIA:
1) Leia Miquéias 6:8 e explique com as suas palavras quais são as actitudes que agradam a Deus:
2) Leia Isaías 11 e Miquéias 4 e escreva com as suas palavras como é o governo de Deus, o reino de Cristo:
Angela Natel On sexta-feira, 24 de julho de 2009 At 06:17

O nome ‘Isaías’ significa: “Yahweh é a salvação”
Autor: profeta Isaías
Data em que foi escrito: 740-680 a.C. – durante o ministério
Data dos acontecimentos descritos no livro: 740-680 a.C. – 2Rs 15:1 – 20:2 – Reinados de Uzias, Jotão, Acaz e Ezequias
Isaías foi um homem de sangue real, pois era neto de Joás, rei de Judá. Isaías é considerado um dos principais profetas do Velho Testamento. Profeta do Reino do Sul, de Judá, antes do cativeiro na Babilônia, Isaías proclamava que a salvação espiritual e social só dependia de Deus – e não de alianças ou acordos com outras nações, nem de falsos deuses.
A palavra ‘salvação’ aparece 26 vezes em Isaías (e somente 7 vezes em todos os outros livros dos profetas).
Os capítulos 1 a 39 enfatizam a necessidade de salvação para as pessoas. Os capítulos 40 a 66 declaram que a salvação só é obtida na base da justiça de Deus. Nossas boas obras são como “trapo de imundícia” (o tecido usado pelos leprosos para cobrir suas feridas), quando comparadas com a justiça de Deus (leia Isaías 64:6).
O principal tema do livro de Isaías é: a salvação é obtida somente actravés da fé em Deus.

A vida de Jesus descrita em Isaías:
* Nascimento...........................................................................7:14; 9:6
* Família..................................................................................11:1
* Unção....................................................................................11:2
* Carácter.................................................................................11:3,4
* Simplicidade de vida.............................................................7:15
* Mansidão...............................................................................42:1-4
* Morte.....................................................................................53
* Ressurreição..........................................................................25:8 * Reinado glorioso....................................................................11:3-16; 32
Angela Natel On quinta-feira, 23 de julho de 2009 At 06:14
O nome ‘Amós’ significa: “Carga” ou “Carregador” (de fardos)
Autor: Amós (cuidava de machamba quando Deus o chamou)
Data em que foi escrito: 760 a.C. “…dois anos antes do terremoto…”
Data dos acontecimentos descritos no livro: 792-740 a.C. – Reinado de Uzias – Rei de Judá – 2Rs 15:1-7; 2Cr 26
793-753 a.C. – Reinado de Jeroboão II – rei de Israel – 2Rs 14:23-29

Amós era um homem do campo, pastor de ovelhas enviado por Deus com uma missão. Chamado para trazer más notícias em tempos de abundância, Amós condenou tanto as nações vizinhas, quanto o povo de Israel por causa do orgulho e da opressão aos pobres. Para o povo de Israel, riqueza estava a ser mais importante do que carácter.
Mesmo pregando sobre o julgamento de Deus que estava por vir, Amós termina seu livro com a mensagem de que Deus há de restaurar Israel (veja Amós 8:11,12).
1) Anúncio do Julgamento de Deus – 1-2
2) Motivos para o Julgamento de Deus – 3-6
3) Como será o Julgamento de Deus – 7-9:10
O Futuro de Israel – 9:11-15
Depois da mensagem de Oséias e Amós, o povo de Israel continuou a pecar, por isso os assírios destruíram completamente o país de Israel, espalhando o povo pelas nações da terra e misturando aqueles que ficaram em Samaria e arredores.

TESTE SEUS CONHECIMENTOS:


1) Leia os versículos e escreva ao lado de cada referência quais eram os pecados de Israel:
Oséias 4:1
Oséias 4:11
Oséias 5:2
Oséias 7:1
Oséias 12:7
2) Leia as referências bíblicas e conte com suas palavras quais foram as 5 visões do profeta Amós:
Amós 7:1-3
Amós 7:4-6
Amós 7:7-11
Amós 8
Amós 9:1-10
Angela Natel On quarta-feira, 22 de julho de 2009 At 05:32

I. Reino de Israel (Norte)
O nome ‘Oséias’ significa: “salvação”, “ajuda”
Autor: Oséias
Data em que foi escrito: 740 a.C. aproximadamente
Data dos acontecimentos descritos no livro: 792-698 a.C. – Reinado de Uzias a Ezequias – reis de Judá – 2Rs 15-20; 2Cr 26-32
793-753 a.C. – Reinado de Jeroboão II – Rei de Israel – 2Rs 14:23-29
Época: 931-722 a.C.
Regime: monarquia não dinástica. Contínuos golpes de Estado.
Sistema: tributário
Capital: Samaria
Principais reis: Jeroboão, Amri, Acabe, Jeú, Jeroboão II, Facéia
Religião: adoração a Javé; culto nos santuários de Betel e Dã. Introdução oficial do culto ao deus Baal, contra o qual lutaram Elias e Eliseu.
Conflitos com a Fenícia, Aram, Judá e, principalmente contra a Assíria, que se torna grande potência. Tentativa de alianças.
Situação do povo: cada vez mais empobrecido e confuso.
Fim do Reino: Conquistado pela Assíria, se torna colônia.

OSÉIAS
O casamento de Oséias com Gômer é uma bela imagem do amor de Deus por todas as pessoas. Gômer era uma prostituta, e durante seu casamento com o profeta Oséias, retornou repetidas vezes à prostituição.
Apesar da humilhação e desgosto de Oséias, Deus o ensinou a mostrar seu amor por sua esposa novamente, embora ela fosse amante de seu amigo e adúltera (veja Oséias 3:1). No final, o relacionamento entre eles foi restaurado.
Da mesma maneira que Israel, o Reino do Norte, assim também toda a humanidade tem se mostrado prostituta ao adorar outros deuses e colocar Deus fora de sua vida. O pecado é a nossa infidelidade ao amor de Deus.
Todavia, Deus permanece fiel e deseja restaurar esse relacionamento através do perdão. Não importa quantas vezes possamos rejeitar a Deus, Ele está pronto a aceiter-nos de volta.

1) A infidelidade de Israel – 1-3
2) O profeta denuncia a corrupção, a soberba e a idolatria de Israel – 4-8
3) A certeza do julgamento – 9-10
4) O triunfo do amor e da misericórdia de Deus – 11
5) A infidelidade e a rebelião de Israel resultam em julgamento – 11-13
6) A misericórdia de Deus demonstrado ao povo arrependido – 14
Angela Natel On terça-feira, 21 de julho de 2009 At 05:26

A Bíblia é essencialmente um livro profético, pois ela torna conhecida o propósito e o tratamento de Deus para seu povo e para toda humanidade (obra de salvação).

1) O que é um profeta?
Um profeta é uma pessoa, que tem a incumbência de , falar em nome de Deus, capacitado com pleno poder divino e inspirado pelo Espírito Santo. (Compare 2ª Pedro 1:21)
Na bíblia o termo “profeta” indica não só uma pessoa, que tem a incumbência de Deus anunciar acontecimentos futuros, mas sim um porta-voz (Jeremias 1:7-9) capaz de mostrar à todos, à luz de Deus, o presente e o passado.

2) A missão dos profetas.
Os profetas bíblicos tinham a missão de revelar os pensamentos e propósitos de Deus (Amós 3:7; Efésios 3:5). Eles foram designados por Deus para:
a) revelar Sua lei e Sua vontade para a humanidade (Esdras 9:10-11a; Jeremias 7:25-26; 1ª Tessalonicenses 2:12-13);
b) exortar à conversão (Zacarias 1:4; 2ª Reis 17:13; Isaías 58:1; Actos 3:19);
c) proclamar a salvação (Actos 10:43; 1ª Pedro 1:10; Efésios 3:5-6);
d) edificar, animar e consolar (1ª Coríntios 14:3; Isaías 40:1);
e) anunciar os juízos de Deus ( Jeremias 1:5,15-16; 2ª Crônicas 24:20; Actos 17:30-31);
f) revelar acontecimentos futuros ( Actos 21:10-11; Daniel 2:28-30; Apocalipse 1:1).
Biblicamente, as profecias envolvem todos estes diferentes aspectos, não se limitando aos anúncios de acontecimentos futuros.
Desde o fechamento do cânon da Bíblia, o papel dos profetas na Igreja (Efésios 4:11; 1 Co 14:1) não é mais o de anunciar novas doutrinas, pois a revelação escrita está encerrada (Ap 22:18-19), e sim exortar fundamentado nesta revelação. Assim, vale dizer, que as palavras proféticas devem ser recebidas e obedecidas em todos os seus aspectos (2 Pe 1:19; 1 Ts 5:20; Tg 1:22).

Período Data Público Profeta

Pré-exílio
760-715 a.C. Israel (Reino do Norte) Amós,Oséias
835-580 a.C. Judá (Reino do Sul) Joel, Miquéias, Isaías, Sofonias, Jeremias, Habacuque
782-654 a.C. Assírios (Nínive) Jonas,Naum
848-841 a.C. Edomitas Obadias

Exílio 605-535 a.C. Judeus na Babilônia Daniel,Ezequiel

Pós-exílio 520-424 a.C. Judeus em Jerusalém Ageu, Zacarias, Malaquias



Angela Natel On segunda-feira, 20 de julho de 2009 At 05:24
Sobre Provérbios e Eclesiastes:

1) Leia Provérbios 1:7 e responda com suas palavras: Como podemos conseguir sabedoria?
2) Leia Provérbios 8:13 e responda com suas palavras: O que significa temer a Deus?
3) Leia Provérbios 14:26,27, Provérbios 19:23 e Provérbios 22:4 e responda com suas palavras: Qual é o resultado de temer a Deus?
4) Leia Provérbios 31:10 até 31 e marque V para verdadeiro e F para falso:
( ) Deus quer que a mulher tenha valor menor do que o homem.
( ) Temer a Deus vale mais do que ser bonita.
( ) A mulher sábia administra sua casa e traz honra ao marido.
( ) O homem não deve elogiar uma mulher sábia.
( ) O homem que encontrar uma mulher como a de Provérbios 31 será infeliz.

5) Leia Eclesiastes 12:13 e responda com suas palavras: Qual é o melhor tipo de vida que uma pessoa pode ter?
Angela Natel On domingo, 19 de julho de 2009 At 05:21
Autor: Salomão
Data em que foi escrito: 935 a.C. aproximadamente
II. Reino de Judá (Sul)
Época: 931-586 a.C.
Regime: monarquia dinástica (descendentes de Davi).
Sistema: tributário
Capital: Jerusalém
Principais reis: Josafá, Ezequias, Josias
Religião: adoração a Javé, com frequentes idolatrias. Culto centralizado em Jerusalém.
Conflitos com os povos vizinhos. Principais inimigos: Assíria e Babilônia. Tentativas de alianças.
Situação do povo: fora o período das grandes reformas, desiludido e cada vez mais empobrecido. Exploração dos grandes latifundiários.
Fim do Reino: conquistado pela Babilônia, se torna colônia.

Salomão escreveu Eclesiastes perto do fim da sua vida. Seus anos de glória já tinham passado. Seu reino estava prestes a se dividir. Salomão não cumpriu sua promessa de servir a Deus com todo o coração. Sua vida foi misturada aos prazeres, compromissos políticos e idolatria (veja 1ª Reis 11:3-6). Eclesiastes é a reflexão de Salomão sobre como é a vida longe de Deus. Os argumentos do livro de Eclesiastes é uma descrição do pensamento fora da vontade de Deus.
Temas de Eclesiastes: sabedoria (2:13;7:24), prazer (2:24,26), injustiça (4:1;5:8-9), dinheiro (5:10), morte do justo (7:15), gozar a vida (8:15), honrar a Deus (12:1), coisas que não fazem sentido (12:8), temer a Deus (12:13).

Divisão do livro:
· Confissão (Eclesiastes 1-7)
· Advertência (Eclesiastes 8-12)
Eclesiastes nos mostra apenas o melhor que as pessoas são capazes de fazer sem Deus. A verdadeira felicidade é impossível longe de Cristo.
A conclusão de Salomão é que, sem Deus, tudo o mais é sem sentido.
Angela Natel On sábado, 18 de julho de 2009 At 05:19

PROVÉRBIOS
Autor: Salomão, Agur, Rei Lemuel
Período em que foi escrito: 950-700 a.C.
Regime: Monarquia. Reis: Saul, Davi, Salomão.
Sistema: tributário
Religião: adoração a Javé. Culto cada vez mais sofisticado em Jerusalém. Com Salomão: construção do Templo, introdução de outras divindades.
Conflitos mais internos do que com inimigos externos.
Situação do povo: cada vez mais explorado e empobrecido, ao lado do luxo e cultura florescente da classe privilegiada.

Por definição, um provérbio é um poema curto, que tem em vista ensinar sabedoria e senso comum. O livro de Provérbios é sobre a Sabedoria, como adquirí-la e como aplicá-la.
Em 1ª Reis 4:32 lemos que o rei Salomão compôs 3.000 provérbios e mais de 1.000 cânticos. Em 1ª Reis 3:5-14 sabemos que, no início de seu reinado, Salomão pediu a Deus sabedoria antes de pedir outras coisas.
Salomão escreveu os provérbios por duas razões (veja Pv.1:2):
· Para ensinar sabedoria e disciplina para as pessoas;
· Para ajudar as pessoas a compreender sábios provérbios.
O livro de Provérbios é dividido da seguinte forma:
1. Conselhos para os jovens............................................Provérbios 1-10
2. Conselhos para todos os homens................................Provérbios 11-20
3. Conselhos aos reis e governantes...............................Provérbios 21-30
O livro de Provérbios termina com um capítulo sobre a mulher dentro da vontade de Deus (Provérbios 31).
Com o livro de Provérbios aprendemos que confiar em Deus depende de conhecê-lO. Quanto mais conheces a Deus, mais confias nEle. Viver correctamente diante de Deus depende de saber o que agrada a Ele. Quanto mais sabes o que agrada a Deus, mais correctamente podes viver. Os sábios ouvem as ordens de Deus e obedecem. Os insensatos ignoram a vontade de Deus. Sabedoria, portanto, é saber e practicar o que é certo.


DESAFIO: Queres ser uma pessoa sábia?
Aqui está um exercício práctico de sabedoria: O livro de Provérbios tem 31 capítulos. Leia um desses capítulos por dia, durante um mês. Depois, repita esse exercício no mês seguinte, fazendo isso mês após mês. Faça isso todos os meses. Depois que estiveres bem familiarizado com os provérbios, comece a meditar em um provérbio por dia. Ficarás surpreso ao perceber como sua vida espiritual e mental hão de crescer!!!
Angela Natel On sexta-feira, 17 de julho de 2009 At 05:16

Autor: Salomão
Data em que foi escrito: 970—930 aC

Versículo principal: “Eu sou do meu amado, e o meu amado é meu; ele pastoreia entre os lírios.” Cantares 6:3
Este poema de amor escrito por Salomão é sobre uma rapariga do campo e sobre um rei que se apaixona por ela. A história realmente aconteceu.

Cenário do poema (por Dr. H. A. Ironside)
O rei Salomão possuía uma plantação de uvas (vinha) na região montanhosa de Efraim, a 80 quilômetros ao norte de Jerusalém (leia Cantares 8:11). Ele escolheu lavradores para cuidarem dela (leia Cantares 8:11), entre eles uma mãe, dois filhos (leia Cantares 1:6) e duas filhas: a sulamita (leia Cantares 6:13) e uma irmã menor (leia Cantares 8:8).
A sulamita era um tipo de “Cinderela” – uma filha destinada ao trabalho pesado, sem esperança de se casar – da família (leia Cantares 1:5), naturalmente bonita, mas sem despertar a atenção de ninguém. Seus irmãos provavelmente eram meio-irmãos (leia Cantares 1:6). Eles tornavam o trabalho dela muito pesado com o cultivo das uvas e a tratavam como se ela fosse uma escrava, por isso ela tinha poucas oportunidades de cuidar da sua aparência pessoal (leia Cantares 1:6). Ela podava (cortava os ramos) as parreiras e armava armadilhas para as pequenas raposas (leia Cantares 2:15). Ela também cuidava do rebanho (leia Cantares 1:8). Por estar exposta ao sol tanto tempo, ela tinha uma pele mais escura que a das outras raparigas (leia Cantares 1:5).
Um dia um estrangeiro bonito veio à plantação de uvas. Era o rei Salomão disfarçado para vigiar o trabalho dos lavradores. Ele mostrou interesse pela sulamita, por isso ela ficou constrangida, devido à sua aparência (leia Cantares 1:6). Ela pensava que ele era um pastor de ovelhas e perguntou a respeito de seus rebanhos (leia Cantares 1:7). Ele desviou-se da resposta (leia Cantares 1:8), mas também falou palavras de amor para ela (leia Cantares 1:8-10), e prometeu presentes caros para o futuro (leia Cantares 1:11). Ele conquistou o seu coração e a deixou com a promessa de que um dia haveria de voltar.
Ela sonhou com ele à noite e às vezes pensava que ele estava perto (leia Cantares 3:1). Finalmente ele voltou, mas não como um pastor de ovelhas, mas com toda a sua glória de rei para fazê-la sua noiva (leia Cantares 3:6-7).
Cantares também descreve o amor de Deus para Israel (leia Oséias 2:16-20) e o amor de Jesus, o noivo, por Sua noiva, a Igreja (leia 2ª Coríntios 11:2).
Essa mensagem é uma figura de Jesus, que veio primeiramente como Pastor e conquistou a Sua Noiva, a Igreja. Mais tarde, Ele há de voltar como Rei, e então será consumado o casamento do Cordeiro (Isaías 61:10; 62:5; leia Efésios 5:22-33 e 1ª Pedro 3:1-7; Apocalipse 21:2,9-11; 22:17).
Além de tudo isso, o livro de Cantares de Salomão também mostra o quanto Deus valoriza (dá muito valor) a pureza, a paixão e o amor no dentro da aliança do casamento.
O livro de Cantares e os outros livros de poesia são doces e purificantes e nos preparam para a leitura dos livros dos profetas. A história de amor de Cantares de Salomão nos ajuda a entender que os profetas, da mesma maneira que falavam do julgamento de Deus, também falavam do Seu amor.

TESTE SEUS CONHECIMENTOS:

1) Marque V para verdadeiro e F para falso:
( ) Cantares de Salomão é uma história de amor que aconteceu de verdade.
( ) Nenhum salmo fala a respeito de Jesus.
( ) Somente as pessoas casadas podem ler Cantares de Salomão.
( ) A esposa favorita de Salomão era uma princesa.
( ) Cantares de Salomão representa o amor de Deus para com Seu povo.
( ) Tradicionalmente, os 150 salmos são divididos em cinco “livros”.
( ) O livro de Salmos são cânticos e orações do povo de Deus.
( ) Todos os salmos foram escritos pelo rei Davi.
( ) Cantares de Salomão representa o amor de Jesus por Sua noiva, a Igreja.
( ) Os livros poéticos não têm nenhuma relação com os livros proféticos.

2) Complete:

a) “Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos __________________________, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes, o seu prazer está na __________________________________, e na sua lei medita de dia e de noite.” (Salmo 1:1,2)
b) “A _________ do SENHOR é poderosa; a ________do SENHOR é cheia de majestade.”(Salmo 29:4)
c) “Cria em mim, ó Deus, um coração ______________ e renova dentro de mim um ________________________________________________.”(Salmo 51:10)
d) “agrada-me fazer a _________________________________, ó Deus meu; dentro do meu coração, está a _________________________.”(Salmo 40:8)
e) “Entrega o teu _________________ ao SENHOR, confia nele, e o mais ele fará. Descansa no SENHOR e ____________________ nele, não te irrites por causa do homem que prospera em seu caminho, por causa do que leva a cabo os seus maus desígnios.”(Salmo 37:5,7)
f) “Como suspira a corça pelas correntes das águas, assim, por ti, ó Deus, suspira a _________________________________________. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo; quando irei e me verei perante a face de Deus?”(Salmo 42:1,2)
g) “Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu _________________o, prova-me e conhece os meus pensamentos; vê se há em mim algum caminho mau e guia-me pelo ____________________________________________.” (Salmo 139:23,24)
h) De que maneira poderá o jovem guardar puro o seu caminho? Observando-o segundo a _______________________________________________.”(Salmo 119:9)

Angela Natel On quinta-feira, 16 de julho de 2009 At 05:15
SALMOS
Título em hebraico: Louvor
Data em que foi escrito: 1430 – 430 a.C.
Regime: Monarquia. Reis: Saul, Davi, Salomão.
Sistema: tributário
Religião: adoração a Javé. Culto cada vez mais sofisticado em Jerusalém. Com Salomão: construção do Templo, introdução de outras divindades.
Conflitos mais internos do que com inimigos externos.
Situação do povo: cada vez mais explorado e empobrecido, ao lado do luxo e cultura florescente da classe privilegiada.

Vários escritores, incluindo Moisés, Davi, Asafe e Salomão compuseram os salmos.
Os salmos eram cânticos e orações escritos no estilo hebraico de poesia. Os salmos eram adaptados para música, colecionados em um tipo de hinário (chamado saltério) e cantados pelo povo judeu no Templo.
Os cânticos foram reunidos num período de aproximadamente mil anos, desde o tempo de Moisés até o exílio na Babilônia. Moisés escreveu pelo menos um salmo (o salmo 90), e o rei Davi provavelmente escreveu metade dos salmos. Vários músicos e sábios escreveram os outros.
Tradicionalmente, os 150 salmos têm sido divididos em cinco partes ou “livros”. Cada um desses livros corresponde a um dos livros de Moisés no Pentateuco. Essa relação mostra como são importantes os salmos para a história e o culto de Israel:
Livro I – Salmos 1-41 – A ênfase está no relacionamento de Deus com os seres humanos. Fala sobre o homem, sua queda e restauração. Esses salmos correspondem ao livro de Gênesis que conta a criação, a queda e o plano de redenção da humanidade.
Livro II – Salmo 42-72 – A ênfase está no relacionamento de Deus com Israel. Em seu conteúdo, esses salmos são semelhantes ao livro de Êxodo, que mostra o livramento de Deus para a sua nação escolhida.
Livro III – Salmos 73-89 – A ênfase é colocada sobre o Santuário, ou a Igreja. O livro de Levítico, que corresponde a esses salmos, trata do Tabernáculo e da santidade de Deus.
Livro IV – Salmos 90-106 – A ênfase está na terra e em tudo o que nela há. Esses salmos podem ser comparados ao livro de Números, que trata do relacionamento de Israel com as nações vizinhas.
Livro V – Salmos 107-150 – A ênfase desses salmos está na Palavra de Deus. O tema central de Deuteronômio é a Palavra de Deus.

Salmo claramente profético sobre Jesus: Salmo 22 (crucificação).

O CENTRO DA BÍBLIA é algo estranho e curioso:
O capítulo mais curto da Bíblia - Salmo 117
O capítulo mais comprido da Bíblia - Salmo 119
O capítulo que está no centro da Bíblia - Salmo 118
Há 594 capítulos antes do Salmo 118
Há 594 capítulos depois do Salmo 118
Se somar estes dois números totalizam 1188

O versículo que está no centro da Bíblia - Salmo 118:8
Esse versículo diz algo importante sobre a perfeita vontade de Deus para nossas vidas.
A próxima vez que alguém te disser que deseja conhecer a vontade de Deus para sua vida e que deseja estar no centro da Sua Vontade, indique a ele o centro de Sua Palavra.
Salmo 118:8:
"Melhor é colocar sua confiança no Senhor teu Deus que confiar nos homens".
Angela Natel On quarta-feira, 15 de julho de 2009 At 05:12
I. Reino de Israel (Norte)
Época: 931-722 a.C.
Regime: monarquia não dinástica (sem passar de pai para filho). Contínuos golpes de Estado.
Sistema: tributário
Capital: Samaria
Principais reis: Jeroboão, Amri, Acabe, Jeú, Jeroboão II, Facéia
Religião: adoração a Yahweh; culto nos santuários de Betel e Dã. Introdução oficial do culto ao deus Baal, contra o qual lutaram Elias e Eliseu.
Conflitos com a Fenícia, Aram, Judá e, principalmente contra a Assíria, que se torna grande potência. Tentativa de alianças.
Situação do povo: cada vez mais empobrecido e confuso.
Fim do Reino: Conquistado pela Assíria, se torna colônia. Povo espalhado entre os povos do mundo.
II. Reino de Judá (Sul)
Época: 931-586 a.C.
Regime: monarquia dinástica (descendentes de Davi).
Sistema: tributário
Capital: Jerusalém
Principais reis: Josafá, Ezequias, Josias
Religião: adoração a Yahweh, com frequentes idolatrias. Culto centralizado em Jerusalém.
Conflitos com os povos vizinhos. Principais inimigos: Assíria e Babilônia. Tentativas de alianças.
Situação do povo: fora o período das grandes reformas, desiludido e cada vez mais empobrecido. Exploração dos grandes latifundiários.
Fim do Reino: conquistado pela Babilônia, se torna colônia. 70 anos de exílio na Babilônia, depois volta e tenta reconstruir a cidade, o Templo e o culto a Deus.

1ª e 2 Crônicas
Autor: Anônimo – provavelmente Esdras
Data em que foi escrito: 430 a.C.
Data dos acontecimentos descritos no livro: Da criação de Adão até 538 a.C.
Resumo da História de Judá – Deus continua a avisar Seu povo – leia 2ª Crônicas 7:14 e 16:9.


1) QUAL A DIFERENÇA ENTRE CANAÃ, ISRAEL E PALESTINA ?
O mesmo território, onde se formou e se estabeleceu o povo de Deus, recebeu, em épocas diferentes, três nomes.
CANAÃ – antes que o povo de Israel se formasse. O território estava nas mãos dos reis das cidades-Estado, e fazia parte do Império do Egipto.
ISRAEL – quando os diversos grupos se uniram e se estabeleceram de maneira estável.
PALESTINA – quando outras grandes potências passaram a dominar a região.

2) O QUE É IDOLATRIA ?
Idolatria não é apenas adoração de imagens, estátuas ou deuses pagãos, mas considerar como se fosse Deus quem ou aquilo que não é Deus. É considerar qualquer realidade criada ou qualquer produto da nossa imaginação como absolutos, colocando neles a nossa confiança ou tendo medo deles. Riqueza, poder e armas podem ser ídolos. Além disso, faz parte da idolatria adorar deuses que querem a exploração, a opressão e a morte das pessoas, ou deuses que não se importam com isso. Por isso, o povo da Bíblia sempre ‘foi orientado a’ rejeitar esses deuses, dizendo que eles eram nada, vazios. É idolatria, ainda, usar o nome do Deus verdadeiro para alienar as pessoas e ter uma brecha para explorar e oprimir.

3) QUEM ERAM OS SAMARITANOS ?
No Novo Testamento, os samaritanos constituem um grupo que vivia na região da Samaria, e que era desprezado pelos judeus (cf. João 4:9). A origem dos samaritanos vem da época em que o Reino de Israel foi conquistado pelos assírios. Estes, quando invadiram o país e o transformaram em colônia, instalaram aí estrangeiros de muitas regiões. Com o tempo, eles foram se misturando com os israelitas que aí permaneceram, formando uma raça considerada impura para os judeus. Os samaritanos, porém, sempre observaram as prescrições da Lei. Não aceitavam os outros escritos do Antigo Testamento e não freqüentavam o Templo de Jerusalém. O único lugar de culto deles era o monte Gerizim, que ficava no Norte. Acreditavam na vinda do Messias, que chamavam Taeb (= Aquele que volta). Esse Messias, porém, não seria descendente de Davi, como pensavam os judeus, mas sim um novo Moisés. Dois textos dos Evangelhos falam especificamente dos samaritanos: João 4 e Lucas 10: 25-37. Ainda hoje existe um grupo de samaritanos, que conserva seus costumes e crenças.

DESAFIO: Escolha um dos personagens bíblicos abaixo e faça uma pesquisa Bíblica sobre essa pessoa, depois faça um trabalho no qual hás de contar tudo o que descobriste sobre essa pessoa e entregue ao seu mestre.

Davi, Salomão, Elias, Eliseu, Ezequias, Josias.

Angela Natel On terça-feira, 14 de julho de 2009 At 05:03
1ª e 2ª Reis
Autor: Anônimo – talvez Jeremias
Data em que foi escrito: 560 a 538 a C. – possivelmente
Data dos acontecimentos descritos no livro: 971- 560 a C.

O GRANDE REINADO DE SALOMÃO - 1ª Reis 1-10:
Regime: Monarquia. Reis: Saul, Davi, Salomão.
Sistema: tributário – pagamento de impostos
Religião: adoração a Yahweh. Culto cada vez mais sofisticado em Jerusalém. Com Salomão: construção do Templo, introdução de outras divindades.
Conflitos mais internos do que com inimigos externos.
Situação do povo: cada vez mais explorado e empobrecido, ao lado do luxo e cultura florescente da classe privilegiada.
Salomão
970 a. C. – Salomão torna-se rei
Salomão é conhecido como o rei mais rico e mais sábio que já viveu. Salomão escreveu os livros de Provérbios e Cantares na melhor época de sua vida.
Salomão construiu um Templo para Deus, onde a estrutura do Tabernáculo foi reproduzida.
Explanada do Templo
Modelo do Templo
Monte do Templo nos dias actuais – Mesquita de Omar no lugar do Templo que foi destruído.

959 a.C. – O Templo é concluído
O Templo ficou situado no Monte Moriá, onde Abraão foi sacrificar Isaque, seu filho (mas não precisou fazer isso depois – veja Gênesis 22), e onde ficava a eira de Araúna que Davi comprou (veja 2ª Samuel 24). Hoje, nesse lugar, está construída a Mesquita de Omar, lugar sagrado para os muçulmanos.
Coisas que um rei de Israel estava proibido de fazer (Deuteronômio 17:15-17):
As actitudes de Salomão:
* Não deveria ter muitos cavalos; * Veja 1ª Reis 4:26; 10:26-28
* Não deveria fazer o povo voltar ao Egipto para comércio; * Veja 1ª Reis 3:1; 10:26-28
* Não deveria tomar para si muitas mulheres; * Veja 1ª Reis 3:1; 11:1-3 (e também 2ª Coríntios 6:14)
* Não deveria juntar muita prata e muito ouro. * Veja 1ª Reis 9:28; 10:23
Apesar de todas as bênçãos que recebeu de Deus, Salomão dividiu seu coração entre o Deus verdadeiro e outros deuses falsos das esposas dele (leia 1ª Reis 11:4-6). O livro de Eclesiastes foi escrito por Salomão na época em que ele estava longe dos caminhos de Deus.
931 a.C. – Morte de Salomão
Por causa do coração dividido de Salomão, Deus dividiu o Reino de Israel em dois reinos diferentes. Depois da morte de Salomão, Israel se transformou em dois Reinos: O Reino de Israel (10 tribos) ao norte (também chamado de Efraim) e o Reino de Judá (2 tribos) ao sul. A capital de Israel era Samaria e a capital de Judá era Jerusalém.

O REINO DIVIDIDO – 1ª REIS 11-16
931 a.C. - Reino Dividido
Com isso aprendemos que o pecado traz divisão.

O MINISTÉRIO DE ELIAS – 1ª REIS 17-22; 2ª REIS 1:1-2:2

A CORRUPÇÃO DE ISRAEL – 2ª REIS 1-17
O MINISTÉRIO DE ELISEU – 2ª REIS 1-9

O CATIVEIRO (EXÍLIO) DE JUDÁ – 2ª REIS 13-25
Em todo esse período de História, Deus enviou profetas para ensinar o povo e avisar que, se eles não mudassem suas actitudes, Deus haveria de permitir que a Assíria e a Babilônia tomassem Israel e Judá. Mesmo assim, só uns poucos reis em Judá serviram o Deus verdadeiro. Por isso a situação só pôde piorar. O exílio foi avisado por Deus antes (leia Deuteronômio 28:49) e aconteceu por causa da desobediência do povo a Deus.
722 a.C. - As tribos do Norte – Israel – são capturadas pelos Assírios
586 a.C. - As duas tribos do Sul – Judá – são conquistadas pelos Babilônios – o Templo foi destruído (leia 2ª Reis 25:8-9).
continua...
Angela Natel On segunda-feira, 13 de julho de 2009 At 05:55
O nome ‘Samuel’ significa: pedido a Deus
Autor: Samuel (1ª Sm 10:25), Natã e Gade (1ª Cr. 29:29; 1ª Samuel 10:25).
Data dos acontecimentos descritos no livro: 1100—970 a.C.
Regime: Monarquia. Reis: Saul, Davi.
Sistema: tributário – pagamento de impostos.
Religião: adoração a Yahweh. Culto cada vez mais sofisticado em Jerusalém.
Situação do povo: cada vez mais explorado e empobrecido
O povo de Israel tomou posse de grande parte da terra prometida para Abraão. É importante lembrar que Deus não lhes deu esta terra porque Israel era melhor do que os outros povos, mas Deus deu a terra de Canaã para Israel por dois motivos (leia Deuteronômio 8:20 e 9:5):
- Por causa do pecado dos povos que viviam em Canaã;
- Para cumprir a promessa que fez na aliança com Abraão, Isaque e Israel (Jacó).

1ª Samuel 1-7 - SAMUEL
1115 a.C.-1075 a.C. – Sacerdócio de Eli (da tribo de Levi) - 40 anos - 1ª Sm 1-4
Eli era juiz e sacerdote naquela época e governou Israel por 40 anos. Ele não corrigiu seus filhos quando estes faziam o trabalho do tabernáculo de maneira a desagradar a Deus, por isso Deus avisou que a família de Eli haveria de ser retirada do serviço de sacerdote, e Eli e seus filhos haveriam de morrer (leia 1ª Samuel 4).
1100 a.C. - Nascimento de Samuel
Os livros de 1ª e 2ª Samuel têm esse nome por causa do profeta Samuel, o último dos Juízes e o primeiro profeta de Israel. Deus chamou Samuel quando ainda era menino para falar com o povo (Leia 1ª Samuel 2:18; 3:19-21).
Samuel foi, antes de tudo, um homem de oração. Ele nasceu como resposta da oração de sua mãe (1ª Samuel 3:1-19), deu vitória ao povo por meio da oração (1ª Samuel 7:5-10), orou a Deus quando o povo pediu um rei (1ª Samuel 8:6) e vivia a orar a Deus (1ª Samuel 12:19-23).
1103 a.C.-1055 a.C. - Opressão dos Filisteus - 40 anos - Jz 13.1
1075 a.C. - Morte de Eli – a arca tomada pelos filisteus - 1ª Sm 4.18
Siló era o lugar onde o tabernáculo ficou desde os dias de Josué até os dias de Samuel. Desde que a arca foi roubada pelos filisteus, Siló deixou de ser um sítio importante para Israel.
Os violentos filisteus, os piores inimigos de Israel, continuavam a atormentar o povo de Deus. Eles roubaram a arca da aliança (onde estavam guardados as pedras com os Dez Mandamentos). A arca da aliança era um símbolo da presença de Deus, mas não era a própria presença de Deus. Quando Israel usou a arca como um objeto de sorte, um amuleto para vencer a guerra, Deus parou de ajudá-los, porque confiaram mais na arca (em um objeto) do que no próprio Deus.
A história nos ensina que não podemos vencer na vida quando estamos a lutar contra Deus ou contra a vontade de Deus. A rebelião contra a vontade de Deus é a principal razão das guerras trágicas de hoje. As nações do mundo sempre hão de fracassar enquanto deixarem Deus fora de seus planos e de suas vidas.
Então Israel pediu um rei.
1065 a.C.-1015 a.C. - Sacerdócio de Samuel - 50 anos - 1ª Sm 7.16
Samuel iniciou uma escola de profetas em sua cidade, Ramá, e teve uma vida irrepreensível (sem culpa). Esse foi o começo de um ofício de profetas ou videntes (pessoas com visão espiritual – Leia Actos 3:24)
1055 a.C. - Reavivamento em Israel – arca em Quireater –Jearim - Há 20 anos e vitória sobre filisteus - 1ª Sm 7.2-3

1ª Samuel 8-15 - SAUL
O povo de Israel desejava um rei para ser parecido com os povos vizinhos (leia 1ª Samuel 8:4-9). Mas eles não precisavam de um rei naquele momento, a Bíblia mostra que há um tempo certo para todas as coisas (leia Eclesiastes 8:6), e aquele não era o momento de Israel ter um rei. O povo de Israel já tinha Deus, o maior Rei de todos, mas se recusou a serví-lO (leia 1ª Samuel 8:7-9).
Deus desejava que Israel fosse diferente das outras nacões. Mas, por causa da teimosia do povo, Deus escolheu Saul, da tribo de Benjamin, para ser o primeiro rei de Israel. Em Deuteronômio 17:14-20 Deus profetizou que Israel teria um rei, mas não era para Israel abandonar Deus. Nós, muitas vezes, desejamos imitar os costumes e prácticas das pessoas que não conhecem Deus, mas Deus deseja que sejamos diferentes.
1050 a.C. - Unção de Saul (1º rei de Israel) - 1ª Sm 9-10
Saul reinou durante 40 anos em Israel, mas não tinha seu coração totalmente entregue a Deus. Mesmo assim, Israel aumentou muito seu poder militar e cultural na época da monarquia.
Saul era o rei que o povo queria: bonito, forte e que com uma presença marcante. Alguém que, pela sua aparência, mostrava autoridade. Mas esse não era o que Deus queria para Israel. Muitas vezes escolhemos as coisas por sua aparência, a pensar que a aparência pode dar mais poder e autoridade, mas Deus nos mostra que o melhor para nós nem sempre tem boa aparência, porque Deus vê o coração das pessoas (leia 1ª Samuel 16:7).
Saul foi humilde a princípio, mas depois se encheu de orgulho e tornou-se desobediente a Deus. Veja as actitudes de Saul:
· O orgulho de Saul diante do altar de Deus (1ª Samuel 13:11-13);
· A crueldade com seu filho Jonatas (1ª Samuel 14:44);
· A desobediência na batalha contra Amaleque (1ª Samuel 15:23);
· O ciúme e o ódio contra Davi (1ª Samuel 18:29);
· O pecado de ter consultado uma adivinha (1ª Samuel 28:7).
As campanhas militares de Saul:
- Contra os amonitas;
- Contra os filisteus – Saul faz o que Deus não mandou ele fazer (assumir o trabalho de um sacerdote ao oferecer um sacrifício). Deus rejeita Saul.
- Contra os amalequitas; a desobediência de Saul destrói o sucesso. Saul mente para Samuel. Samuel repete que Deus rejeitou Saul.
- Contra os filisteus novamente – Davi aparece e vence o gigante Golias.
- Contra Davi – Saul atacou Davi 5 vezes, mas Deus protegeu Davi.
- Contra os filisteus mais uma vez – Israel é derrotado, Saul e três dos seus filhos morrem.

1ª Samuel 16-31 - DAVI
Saul desobedeceu a Deus e oprimiu o povo de Israel. Por causa disso, Deus mandou Samuel ungir Davi para ser o novo rei de Israel. Deus só rejeitou Saul porque Saul rejeitou Deus antes.
1024 a.C. - Samuel unge Davi rei - 1ª Sm 16
O personagem principal dos livros de 1ª e 2ª Samuel é Davi, bisneto de Rute e Boaz, da tribo de Judá, e nasceu em Belém. Davi era um jovem pastor de ovelhas, perto dos seus 18 anos, quando Samuel o ungiu. Era o filho mais novo da família, com 7 irmãos mais velhos e mais fortes do que ele. Ninguém prestava muita atenção em Davi, mas Davi tinha seu coração totalmente entregue a Deus, e Deus mesmo disse que “Davi era um homem de acordo com o coração de Deus” (leia 1ª Samuel 13:14; Actos 13:22). Foi Davi quem escreveu a maior parte dos Salmos.
1023 a.C. - Davi mata Golias - 1ª Sm 17
1018 a.C. - Davi foge de Saul - 1ª Sm 19
1015 a.C. - Samuel morre em Ramá - 1ª Sm 25.1
1010 a.C. - Morte de Saul e Jonatas - 1ª Sm31; 2ª Sm 1-2
1010 a.C. - Davi torna-se Rei na tribo de Judá - 7 anos - 2ª Sm 2
1003 a.C - Davi torna-se Rei de todo o povo de Israel - 33 anos - 2ª Sm 5.5
1000 a.C. - Davi traz a arca para Jerusalém - 2ª Sm 7
Davi foi um grande líder militar e estabeleceu a capital de Israel na cidade de Jerusalém. Depois desejou trazer a arca para a capital, mas imitou a maneira dos filisteus carregarem a arca, por isso um de seus homens morreu (leia 2ª Samuel 6:1-7). Deus tinha ensinado há muito tempo como a arca deveria ser transportada – sobre os ombros dos levitas (leia Números 7:9), e não em uma carroça, como os filisteus fizeram (leia 1ª Samuel 6:1-12).
995 a.C. - Pecado de Davi com Bate-Seba - 2ª Sm 11-12
Davi possuiu a mulher de um de seus soldados e, depois que ela engravidou, mandou que deixassem esse soldado morrer em batalha para poder se casar com a mulher. Davi pecou porque não estava no sítio onde deveria estar (2ª Samuel 11:1-2). Era época dos reis estarem na guerra, mas Davi ficou em casa. Quando deixamos de fazer nossas responsabilidades, estamos a dar lugar para o pecado em nossa vida. Por isso, quando estamos ociosos, com nada a fazer, é aí que haveremos de ter mais oportunidade para pecar.
Por causa do pecado de Davi, uma maldição entrou em sua família, e seus filhos lhe causaram muitos problemas depois.
993 a.C. - Nascimento de Salomão - 2ª Sm 12.24-25
987-978 a.C. - Revolta de Absalão - 2ª Sm 13-19
985 a.C. - Censo de Davi e compra do terreno para a construção do Templo - 2ª Sm 24
Deus é quem ordenava a contagem do povo, mesmo assim Davi desobedeceu a Deus e decidiu mandar fazer um censo. O comandante do exército, Joabe, lembrou Davi que era contra a vontade de Deus, mas diante da insistência de Davi, o censo foi realizado. Mas, por causa do seu coração entregue a Deus, Davi arrependeu-se e aceitou a disciplina do Senhor como consequência pelo seu pecado (leia 2ª Samuel 24). Depois, em obediência e gratidão, comprou o campo de Araúna, onde mais tarde haveria de ser construído o Templo.
Apesar de suas falhas humanas, Deus usou Davi para colocar Israel em uma posição de honra e glória perante as outras nações:
· Ele uniu todas as 12 tribos de Israel em submissão a ele como rei;
· Ele estabeleceu a capital em Jerusalém;
· Ele derrotou os inimigos de Israel (midianitas, amalequitas e filisteus), que nunca mais voltaram a oprimir Israel;
· Aumentou a área de influência de Israel sobre as outras nações desde o Egipto ao sul até a Síria, ao norte;
· Fundou (inaugurou) uma dinastia real (uma linhagem de família de reis que passava de pai para filho – da tribo de Judá), de onde Jesus nasceu (leia Romanos 1:3; Isaías 9:7; Lucas 1:32 – Jesus é descendente de Davi).
Apesar de ter pecado, Davi buscou Deus com arrependimento e humilhação (leia 1ª João 1:9 e Salmo 51).



Obs: OS LIVROS DE 1ª E 2ª SAMUEL NOS MOSTRAM 3 FUNÇÕES ESPECÍFICAS: SACERDOTE, PROFETA E REI.
* SACERDOTE – representa o povo diante de Deus, intercede e pede pelo povo;
* PROFETA – representa Deus diante do povo, orienta, corrige, fala a palavra de Deus;
* REI – governa o povo na justiça social e na guerra contra os inimigos.
Deus estava a ensinar que o Libertador que Deus havia prometido para nos salvar de nossos pecados, haveria de ter essas três funções. Por isso chamamos Jesus de Messias ou Cristo.
MESSIAS (hebraico): ungido (capacitado, separado, consagrado, escolhido)
CRISTO (grego): ungido (capacitado, separado, consagrado, escolhido).
Jesus haveria de nascer descendente de Davi. Jesus é nosso perfeito SACERDOTE, o perfeito PROFETA de Deus e nosso único REI. Ele é o único perfeitamente capacitado para ter essas 3 funções a fim de nos salvar.


TESTE SEUS CONHECIMENTOS:

1) Quem foi o primeiro rei de Israel? ____________________________________
2) Quem foi o rei de acordo com o coração de Deus?________________________
3) Quais as três funções que aparecem nos livros de 1ª e 2ª Samuel?
___________________________________________________________________
4) Relacione as colunas:
( A ) Samuel ( ) Consultou uma adivinha.
( B ) Saul ( ) Foi o último juiz de Israel.
( C ) Davi ( ) Matou o gigante filisteu chamado Golias.
( ) Inaugurou uma escola de profetas em Israel.
( ) Depois de pecar, confessou e se arrependeu.
( ) Tinha boa aparência, mas era orgulhoso.
( ) Teve uma vida irrepreensível (sem culpa).
( ) Nasceu em Belém, da tribo de Judá.
( ) Era da tribo de Benjamim.
( ) Nasceu como resposta de oração de sua mãe.
( ) Estabeleceu Jerusalém como capital de Israel.
( ) Rejeitou Deus, por isso foi rejeitado por Deus.
Angela Natel On domingo, 12 de julho de 2009 At 06:01
Data dos acontecimentos descritos no livro: 1340 a.C.
Rute – uma mulher estrangeira (moabita – do povo de Moabe) que se casou com um homem israelita. Seu marido morreu e ela decidiu deitar fora os deuses falsos do seu povo e foi morar com sua sogra em Israel. Lá conheceu Boaz, filho de uma prostituta estrangeira com um israelita, homem muito rico da tribo de Judá, em Israel. Rute e Boaz se casam e têm filhos. Eles foram avós de Davi e estão na linhagem de Jesus (veja Mateus 1:5).
A história de Rute nos mostra que é possível viver em obediência aos princípios de Deus numa sociedade em que todas as outras pessoas fazem o contrário.
As pessoas mentem, roubam, practicam sexo fora do casamento, reclamam, buscam ajuda com demônios, adoram outros deuses e até seus antepassados, mas você não precisa viver dessa maneira. Deus te escolheu para viver de acordo com um padrão superior – o padrão da Palavra de Deus!

TESTE SEUS CONHECIMENTOS:

1) De acordo com o livro de Josué, qual é o segredo da prosperidade do povo de Deus? (Josué 1:8 e 9)

2) Marque V para verdadeiro e F para falso:
No livro de Juízes...
( ) O povo de Israel cumpriu sua promessa de obedecer sempre o Senhor Deus.
( ) Os juízes eram libertadores escolhidos por Deus.
( ) Os juízes eram pessoas perfeitas.
( ) Não havia rei em Israel, e cada um fazia o que achava certo à sua maneira.
( ) Deus aprovou a maneira de viver do povo de Israel.
( ) O povo de Israel escolheu obedecer ao Senhor Deus como seu rei.
( ) Os povos vizinhos oprimiram e escravizaram Israel por causa do pecado.
( ) Os Filisteus eram amigos de Israel.
( ) Quando o povo pedia perdão, Deus não os ajudava.
( ) Deus dá poder ao seu povo, mas exige obediência.

3) O livro de Rute mostra nos mostra que:
( ) Deus não ama os estrangeiros.
( ) Deus continua a desejar a salvação de todas as pessoas.
( ) Rute era uma mulher israelita.
( ) Boaz era filho de pai e mãe israelita.
( ) É possível viver uma vida santa mesmo quando outras pessoas estão a pecar
Angela Natel On sábado, 11 de julho de 2009 At 05:57


JUÍZES
Autor: talvez Samuel ou alguém próximo a ele.
Data em que foi escrito: 1020 a.C. princípio do reinado de Saul
Data dos acontecimentos descritos no livro: 1375 — 1075 a.C.
1375 a.C. – Os juízes começam a governar Israel
O livro de Juízes conta a história do povo de Israel que, repetidas vezes, fracassou em cumprir suas promessas feitas a Deus. Por causa disso, a geração depois da morte de Josué não conhecia mais o Senhor Deus Yahweh (leia Juízes 2:10).

A situação do povo de Israel está descrita em Juízes 17:6; 21:25 – Cada um era rei de sua própria vida. Quando estamos fora da vontade de Deus, decidimos as coisas de nossa vida de acordo com nossa vontade.
Assim, nós é que somos nosso próprio rei e não permitimos que Deus reine em nossa vida.
No livro de Juízes as mesmas situações se repetem em todo o livro:



Foram 15 juízes: Otniel, Eúde, Sangar, Débora, Baraque, Gideão, Tolá, Jair, Jeft’, Ibsã, Elom, Abdom, Sansão, Eli e Samuel.
· O fracasso de Israel – Juízes 1-3:4
· Os sete ciclos dos juízes – Juízes 3:5-16:31
1. Primeira opressão – Juízes 3:7-11
Pecado: Idolatria
Punição: 8 anos
Libertador e Juiz: Otniel
2. Segunda opressão - Juízes 3:12-31
Pecado: Imoralidade e Idolatria
Punição: 18 anos
Libertador e Juiz: Eúde e Sangar
3. Terceira opressão - Juízes 4 e 5
Pecado: Desviaram-se de Deus
Punição:20 anos
Libertador e Juiz: Débora e Baraque
4. Quarta opressão - Juízes 6-8:32
Pecado: Desviaram-se de Deus
Punição: Midianitas por 7 anos
Libertador e Juiz: Gideão
5. Quinta opressão - Juízes 8:33-10:5
Pecado: Desviaram-se de Deus
Punição: Guerra civil
Libertador e Juiz: Tolá e Jair
6. Sexta opressão - Juízes 10:6-12
Pecado: Forte idolatria
Punição: Filisteus e amonitas por 18 anos
Libertador e Juiz: Jefté e sucessores
7. Sétima opressão - Juízes 13-16
Pecado: Desviaram-se de Deus
Punição: Filisteus por 40 anos

Libertador e Juiz: Sansão
Sansão (juízes 13-16) – era forte, mas depois caiu em pecado e perdeu sua força e posição. Mais tarde, submeteu sua vida a Deus, recuperou a força e libertou o povo mais uma vez.
· Apêndice – Juízes 17-21
Angela Natel On sexta-feira, 10 de julho de 2009 At 05:56
Regime: tribal (12 tribos)
Sistema: igualitário e participativo
Religião: adoração exclusiva a Yahweh, que é identificado como o Deus dos pais e o Deus dos hebreus; culto nas famílias e tribos; santuários (Tabernáculo).
Conflito com o império egípcio, cidades-Estado e filisteus.
Situação do povo: cultura simples e partilha de bens.

JOSUÉ
O nome ‘Josué’ significa: Salvação, ‘Yahweh salva’, o mesmo significado de ‘Jesus’
Data dos acontecimentos descritos no livro: 1405 - 1375 a C.
Josué – o líder que substiruiu Moisés
1406 a.C. – Israel entra em Canaã

A mobilização do Exército – Josué 1 e 2
Condição para a prosperidade na terra prometida – não imitar as prácticas dos povos que moravam ali.
* Deus diz a Josué o que fazer para ser bem-sucedido
Marcha para a frente – Josué 3-5
* Josué diz ao povo o que fazer para ser bem-sucedido
A queda de Jericó – Josué 6
O livro de Josué é a prova de que o segredo para o sucesso na vida está em obedecer a Deus, de maneira a observar a Sua Palavra – a Bíblia. Este livro também mostra os benefícios da obediência e as consequências da desobediência a Deus. Não podemos servir a Deus com apenas metade da nossa vida.
Conquista de Ai – Josué 7 e 8
* A desobediência de uma pessoa afecta a todos. (veja Josué 7).
Campanha do Sul – Josué 10
Campanha do Norte – Josué 11
* Josué conquista a terra.
Divisão da terra – Josué 13-24
- Possessão de Calebe (com 85 anos) – Josué 14
- Últimas palavras de Josué – Josué 24
- O povo prometeu obedecer o Senhor Deus Yahweh (leia Josué 24:24).

“A grandeza do poder de um homem está na medida da sus submissão a Deus.’
Angela Natel On quinta-feira, 9 de julho de 2009 At 05:52

DEUTERONÔMIO
1. O nome ‘Deuteronômio’ significa: repetição da lei
Autor: Moisés
Data em que foi escrito: 1405 a.C.
Data dos acontecimentos descritos no livro: 1405 a.C.

Deuteronômio tem os sermões, as pregações, os discursos e os conselhos últimos de Moisés. São os conselhos da sua despedida. Moisés deu estes ensinos ao povo de Deus um pouco antes da sua morte. A nova geração ia entrar em pouco tempo na terra prometida.

2. O Tema do Livro.
O tema de Deuteronômio é a Fidelidade de Deus e a Obediência do homem. Leia os versículos seguintes: Deuteronômio 5:29, 6:4-5, 10:12, 11:26-28, 28:1. Estes versículos falam da mesma coisa: Deus é fiel e o povo dEle deve obedecer a Ele em tudo. "Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é único Senhor. Amarás, pois, o Senhor teu Deus de todo o coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças", 6:4-5.

3. Esboço do Livro.
I. Olhar Para Atrás. 1-4. A primeira divisão foi dada para o povo de Deus lembrar o passado, pensar bem, decidir servir o Senhor.

II. Olhar para cima. 5-26. Essa segunda divisão do livro ensina que tudo depende de nossa obediência a Deus e separação do mal.
III. Olhar Para Frente. 27-34. A terceira divisão foi dada para o povo de Deus olhar para o futuro com dedicação, esperança e cuidado.

4. Algumas Observações sobre o Livro.
Jesus Cristo citou este livro quando foi tentado pelo diabo: Dt. 6:13; 6:16, 10:20 em Mt. 4:1-11 e Lc. 4:1-13. Também o citou em Mt.22:37 (Dt. 6:4-5). O Apóstolo Paulo citou este livro nos seus escritos também: Rm. 10:6-9 (Dt. 20:12-14), Gl. 2:10 (Dt. 21:23, 27:26). No Novo Testamento este livro é citado algumas 50 vezes.

5. Os Eventos na Cades-Barnéia. 1:20-46.
Aprendemos por este livro que foi o povo que sugeriu mandar os espiões na primeira vez para ver a terra de Canaã (v. 22-25). Mas, o povo não quis conquistar esta terra e murmurou contra Deus e recusou entrar por causa da sua incredulidade (v. 26-28). Também aprendemos as palavras de encorajamento que Moisés deu (v. 29-31) ao povo para entrar e conquistar a terra. Depois o povo chorou por causa da sua derrota, mas o Senhor não ouviu a sua voz, porque não era arrependimento verdadeiro (v. 45). Por isto esta geração toda morreu no deserto (v. 46).

6. O Destino de Moisés. 3:23-29.
Moisés falou sobre o seu grande erro que não deixou-o entrar na terra prometida. Moisés disse que pediu o Senhor para deixá-lo entrar na terra prometida, mas o Senhor disse a ele: "Basta; não me fales mais deste assunto". Isto serviu ao povo de Deus como um aviso contra desobedecer o Senhor e para nós também (v. 27).

7. O Aviso Conveniente. 4:1-40.
Nesta passagem Moisés ensinou esta geração nova algumas coisas importantes para o seu futuro. Ouvir os estatutos e os juízos do Senhor para que pudessem entrar na terra de Canaã, v. 1. Não era para acrescentar nem diminuir a Palavra de Deus, mas somente obedecer como ele tinha dado, v. 2. Deus deu aviso contra idolatria, v. 23. O mesmo Deus que abençoou este povo podia também dar uma correcção severa. Leia v. 24. Veja o aviso que deu para este povo de Israel no v. 25-27.

8. A Nova Geração Ensinada os Mandamentos e Preceitos Divinos. 5:1-11:32.
A segunda pregação começada. 5:1-5. Moisés chamou todo o Israel para a segunda pregação. Veja o que Moisés mandou o povo fazer: ouvir, aprender, guardar e cumprir, v.1. O conselho certo para o povo de Deus em todo tempo.
Os dez mandamentos dados novamente. 5:6-33. É quase igual com Êx. 20. Veja uma diferença no v. 15; o mandamento do sétimo dia ficou ligado com a liberdade da escravidão do Egito.
O cumprimento da leia dada por Deus. 6:1-25. O propósito da lei dada por Deus era para o povo de Deus fazer, guardar e cumprir com fidelidade e cuidado.
A vida nova na terra prometida. 7:1-8:20. Foi a vontade de Deus para o povo conquistar os inimigos da terra prometida totalmente. Não foi para fazer aliança com eles, nem deixar na terra, porque tinha o perigo de desviar o povo de Deus das coisas de Deus, v. 1-4. Ainda é a verdade, devemos tirar tudo da nossa vida que não agrada o Senhor, porque pode nos desviar das coisas de Deus. Nota porque o Senhor escolheu Israel e não uma outra nação, v. 7-8. Nota a razão porque Deus deixou o povo no deserto durante 40 anos, v. 8:1-3. Para quê? Para que o povo pudesse ser humilhado e provado para ver se guardaria os seus mandamentos. Deus deu a promessa de bênção se seguisse os seus mandamentos, v. 8:4-18. Também deu o aviso de correcção se deixasse os seus mandamentos, v. 8:19-20.
Avisos e exortações. 9:1-11:9. Moisés disse ao povo que Deus ia dar Canaã a eles não por causa da sua fidelidade passada, era povo obstinado, v. 9:6, mas por causa da Sua fidelidade, v. 9:4-7. Depois Moisés deu uma revisão da história dos judeus da sua falha em não entrar na terra prometida a primeira vez até o presente, v. 9:8-10:11. Depois Moisés disse a eles que o Senhor tinha pedido deles. O que foi? A mesma coisa que pede de nós agora, obediência por amor - v. 10:12-13.
A conclusão. 11:10-32. A promessa de bênção para uma nação obediente, e uma maldição para a nação desobediente, v. 11:10-32. Veja bem os v. 26-28.

9. As Leis de Adorar Deus. 12-13.
Deus mandou Israel destruir toda idolatria da terra de Canaã. Por quê? Porque deixar idolatria no seu meio seria uma tentação e sedução contínua para aceitar e practicar. Deus designou o tabernáculo como o único lugar de adorar o Senhor e oferecer os sacrifícios. Moisés mostrou três coisas que podem seduzir o povo de Deus para desviar das coisas de Deus: Falsos profetas, 13:1-5; Família, 13:6-11; e Vizinhos, 13:12-18.

10. As Leis de Separação. 14-16.
Deus queria que o seu povo fosse diferente dos pagãos ao seu redor. Nota como Deus designou para isto acontecer:
1. Comida. 14:1-21. Mostra que devemos ser separados de tudo que é sujo.
2. Dízimo. 14:22-29. Mostrar a nossa gratidão pela bênção do Senhor, ao darmos 10% de tudo o que recebemos. O mundo não faz isto, é ingrato.
3. Ano sabático. 15:1-15. Honrar o Senhor com nosso tempo.
4. Servo Voluntário. 15:16-23. Este servo (escravo) se deu para ser o servo ao seu mestre voluntariamente por amor. O cristão deve se entregar ao Salvador voluntariamente por amor porque Jesus nos livrou da nossa escravidão do pecado.
5. Festas Religiosas. 16:1-18. Manter a religião pura e segundo a vontade de Deus, sem acrescentar regras de pessoas.

11. As Leis Civis e os Líderes Religiosos. 16:18-18:22.
Deus deu juizes para julgar os problemas e os negócios do povo. Era uma maneira de garantir justiça e evitar confusão. Deus mandou apedrejar os idólatras e proibiu um bosque de árvores junto ao altar do Senhor, 16:21 (Porque esta práctica fez parte da adoração de uma deusa falsa chamada Asterote e era uma imoralidade terrível). Veja as regras acêrca dos reis futuros, 17:14-20, especialmente sobre os cavalos, mulheres e riqueza, 17:16-17. Foi exatamente o que Salomão fez e por isso caiu. Capítulo 18 dá o sustento dos Levitas. O Apóstolo Paulo aplicou esta verdade para o sutento dos pastores em 1ª Cor. 9. Também dá a profecia do Grande Profeta (18:18) Jesus Cristo. Também Deus deu a maneira de provar os profetas, 18:20-22.

12. As Leis de Guerra e de Matar. 19:1-21:9.
Deus deu protecção para o homem que cometeu homicídio não premeditado (acidental); protecção contra o vingador de sangue numa cidade de refúgio, 19:1-13. A lei contra mudar os limites da herança dos outros, 19:14. Podemos aplicar esta lei da herança para a herança espiritual que temos em Jesus Cristo. Ainda é proibido mudar os limites da nossa herança espiritual de verdade e doutrina. A lei da necessidade de duas testemunhas para condenar o homem acusado de uma ofensa e a responsabilidade do juiz para investigar tudo para achar a verdade, 19:15-21. As leis de guerra, 20:1-20. A lei da investigação dos mortos achados no campo, 21:1-9.

13. As Leis Domésticas e Variadas. 21:10-30:20.
Leis dadas por Deus para governar o seu povo. Leia para ver.

14. Os Últimos Conselhos de Moisés. 31-34.
No capítulo 31 Moisés deu conselhos para os sacerdotes, os levitas e Josué o novo líder. No capítulo 32 tem o último cântico de Moisés. No capítulo 33 Moisés deu a bênção às doze tribos. Capítulo 34 fala dos últimos dias e morte de Moisés. Moisés subiu ao monte Nebo, ao cume de Pisga, para olhar de longe a terra prometida e lá morreu e foi sepultado pelo Senhor e ninguém soube o lugar da sua sepultura. Veja uma coisa interessante em Judas 9. Veja também v. 34:10-12.


* Nos cinco primeiros livros da Bíblia (Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio) foram encontrados 613 mandamentos.

TESTE SEUS CONHECIMENTOS:
1) O que precisamos fazer para que as promessas de Deus se cumpram em nossa vida?
2) Quais são os nomes dos doze filhos de Jacó?
3) Quais são os nomes das doze tribos de Israel?
4) De onde vinha o sustento dos levitas e sacerdotes?
5) Dos 12 espias, quantos espias acreditaram na promessa de Deus e quantos duvidaram?
__________acreditaram e _________ duvidaram.
6) Em qual grupo o povo acreditou?
( ) o grupo que creu em Deus
( ) o grupo que duvidou
7) Por que Moisés não entrou na terra prometida?
8) Qual é o tema do livro de Deuteronômio?
9) O que a história de Balaão mostra?
10) Por que Deus mandou destruir toda idolatria da terra de Canaã?
Angela Natel On quarta-feira, 8 de julho de 2009 At 05:48
NÚMEROS
Autor: Moisés
Data em que foi escrito: 1405 a.C.
Data dos acontecimentos descritos no livro: 1444 – 1405 a.C. – 38 anos e 9 meses
Regime: tribal (12 tribos) Sistema: igualitário e participativo
Religião: adoração exclusiva a Yahweh, que é identificado como o Deus dos pais e o Deus dos hebreus; culto nas famílias e tribos; santuários (Tabernáculo).
Conflito com o império egípcio, cidades-Estado e filisteus.
Situação do povo: cultura simples e partilha de bens.
Mensagem principal: disciplina de Deus

AS DOZE TRIBOS:
Os 12 filhos de Jacó foram: Ruben, Simeão, Levi, Judá, Dã, Naftali, Gade, Aser, Issacar, Zebulom, José, Benjamin.
A partir dos 12 filhos de Jacó é que se formaram as 12 tribos de Israel. Cada tribo era a família e os descendentes de cada filho de Jacó. Sabemos que Deus mudou o nome de Jacó para Israel, por isso as 12 tribos são chamadas de filhos de Israel.
Mas, houve algumas mudanças feitas por Deus na divisão das tribos. A tribo de Levi (da família de Levi, filho de Jacó – os levitas) não recebeu herança entre a terra de Israel, nem era contada entre as 12 tribos, porque Deus decidiu separar esta tribo para o serviço e a adoração a Ele no tabernáculo, na celebração das festas e nas ofertas e sacrifícios. Essa era a tribo sacerdotal, de onde os sacerdotes haveriam de nascer (descendentes de Arão). Essa era a tribo de Moisés.
Deus prometeu porção dobrada de herança para José. José teve dois filhos: Efraim e Manassés. Assim, não houve uma tribo chamada José, mas duas tribos chamadas Efraim e Manassés. Por isso, os descendentes de José receberam duas vezes mais do que os outros filhos de Jacó.
Por isso, as doze tribos de Israel são: Ruben, Simeão, Judá, Dã, Naftali, Gade, Aser, Issacar, Zebulom, Efraim, Manassés e Benjamin.
Os levitas viviam dos dízimos das 12 tribos de Israel. Além disso, cada tribo haveria de dar uma parte de sua terra para os levitas viverem. Assim, os levitas dependiam da fidelidade de Deus para viver. Os sacerdotes viviam dos dízimos dos levitas. Assim, o povo dava seu dízimo para os levitas e os levitas davam seu dízimo para os sacerdotes.

PREPARAÇÃO PARA A JORNADA (Números 1-12)
O livro de Números mostra a situação do povo de Israel ao caminhar em direcção à terra de Canaã, a terra que Deus prometeu para Abraão que daria aos seus descendentes.
Com esse livro aprendemos que, quando Deus nos promete alguma coisa, precisamos tomar alguma actitude e lutar para conquistar a promessa de Deus. Deus tinha prometido a terra de Canaã para os descendentes de Abraão. Agora, o povo de Israel precisava lutar contra os povos que moravam em Canaã, assim eles haveriam de tomar posse da promessa de Deus.
Mesmo com todas as dificuldades, Deus aparecia para o povo em forma de luz e calor à noite (fogo) e sombra durante o dia (nuvem) – leia Número 9:15-23. Assim o povo foi guiado um passo de cada vez, com a presença de Deus à sua frente. Apesar de todo o cuidado de Deus, Arão e Miriã pecaram contra Deus quando se rebelaram contra a autoridade de Moisés (veja Números 12).

PEREGRINAÇÕES PELO DESERTO (Números 13-20)
O problema foi a constante incredulidade do povo e as reclamações e murmurações em cada parte da caminhada. Por isso, quando 12 homens do povo (um de cada tribo) foram espiar a terra que eles iriam conquistar, apenas 2 deles (Josué e Calebe) creram em Deus que poderiam vencer os povos que lá habitavam (leia Números 13:30). Os outros 10 disseram que seria impossível lutar contra os povos que moravam naquela terra e o povo acreditou neles (leia Números 14:4).
O povo reclama no deserto (Números 13:1-14:24).
Por causa disso, assim como os 12 homens ficaram 40 dias a espiar a terra prometida, Deus disse que o povo todo haveria de voltar pelo caminho e ficar a andar em círculos pelo deserto durante 40 anos, até que todos os maiores de 21 anos morressem. Somente os filhos é que entrariam na terra. Por causa da fé, Josué e Calebe também entrariam na terra prometida.
Assim o povo estava a vagar durante 40 anos no deserto. Faltavam apenas 11 dias para chegar na terra prometida, mas por causa da incredulidade do povo, eles voltaram para trás e começaram a andar em círculos no deserto. Muitas vezes é o nosso medo que nos está a impedir de conquistar tudo o que Deus nos prometeu dar.
Nesse tempo, Moisés também demonstrou falta de fé em Deus, por isso Deus disse que ele não haveria de entrar na Terra prometida. Deus ordenou que Moisés falasse para a pedra dar água e Moisés, sem paciência, bateu com a vara duas vezes na pedra. Essa desobediência fez com que Moisés não entrasse com o povo na terra prometida.
É em Números que Israel começa a aprender como devemos andar de maneira a agradar a Deus.

A CAMINHO DE CANAÃ (Números 21-36)
Nessa parte da história, todos os israelitas que saíram do Egipto com mais de 21 anos tinham morrido, menos Moisés, Josué, Calebe e Miriã.
A serpente de bronze – Números 21.
A história de Balaão – Números 22-24 – mostra que a maldição só pode pegar na vida do povo de Deus se o povo pecar. Se estivermos em santidade, nenhuma maldição ou praga alcançará nossa vida.
Angela Natel On terça-feira, 7 de julho de 2009 At 05:42
O nome ‘Levítico’ significa: referente à tribo de Levi.
Autor: Moisés
Data em que foi escrito: 30 dias – depois de levantado o tabernáculo – 01/04/1444
Data dos acontecimentos descritos no livro: abril 1444 a.C.
Nas descrições de leis, sacrifícios, ofertas e festas, Deus está a mostrar que a santidade (separar-se do pecado) é mais importante do que cerimônias. Qualquer cerimômia é rejeitada quando a pessoa tem pecado e não quer se arrepender.
Versículos chave – Levítico 10:10 e 26:11

Sacrifícios e ofertas (leia Hebreus 9:22):
* Holocausto – sacrifício em que o animal era totalmente queimado. Representa nossa total entrega a Deus. Leia Romanos 12:1 e 2.
* Oferta de Cereal – não tinha sangue. Representa uma vida completa e diariamente dedicada a Deus. Precisamos entregar a Deus o melhor da nossa vida. Leia 1ª Coríntios 5:7 e 8.
* Sacrifícios de paz – Representa nossa comunhão com Deus. Jesus é a nossa paz. Leia Efésios 2:14 e Colossenses 1:20.
* Sacrifício pelo pecado – Leia 1ª João 1:7 e 1ª João 5:16 e 17. Somente Jesus é o sacrifício perfeito pelos nossos pecados. Leia Hebreus 9:11-15
* Oferta pela culpa – para a recompensa de quem foi prejudicado pelo pecado – limpa a consciência do pecador. Jesus cumpriu as exigências de Deus como pagamento pelas consequências de nosso pecado. Leia Isaías 53:10.

Festas:
* Shabbath – descanso semanal – Levítico 23:3 - Ano do Shabbat – Lv. 25:1-7
* Páscoa (Pesach ou Passover) – Levítico 23:4-8
* Primícias (primeiros frutos da Colheita)– Levítico 23:9-14
* Festa das Semanas (Pentecostes – 50 dias depois da festa das primícias) – Levítico 23:15-22
* Festa das Trombetas – Ano Novo para o povo de Israel (aproximadamente no mês de outubro do nosso calendário).
* Dia da Expiação – Levítico 16:30-34; 23:26-32 – Em hebraico Yom Kippur – significa “cobertura”. Era o único dia do ano em que o Sumo Sacerdote (principal sacerdote) podia entrar no Santo dos Santos (do Tabernáculo), depois do véu, para derramar sangue pelo pecado de todo o povo.
Interessante é notar que o facto do sacerdote sair vivo do Tabernáculo significava que Deus tinha ACEITO o sacrifício que ele tinha oferecido! Se ele morresse lá dentro, era porque tinha pecado em sua vida e Deus não tinha aceito seu sacrifício. Leia Êxodo 28:31 a 35; Hebreus 9:6 a 10.
Quando Jesus morreu pelos nossos pecados, como um sacrifício em nosso lugar, Ele ofereceu-se a si mesmo a Deus. Leia Hebreus 9:24 a 28.
Então, para provar que Deus aceitou o sacrifício de Jesus, Ele ressuscitou fisicamente dos mortos. Se Jesus não tivesse ressuscitado, era sinal de que Deus não aceitou seu sacrifício. Mas, como Jesus não pecou, ELE RESSUSCITOU e apareceu para muitas pessoas que foram testemunhas da ressurreição FÍSICA de Jesus! Leia 1ª João 1:9.
* Festa dos Tabernáculos – Levítico 23:33-44
* Ano do Jubileu – Levítico 25:8-55


Obediência é tudo o que Deus pede de nós – leia Levítico 26.

TESTE SEUS CONHECIMENTOS:

1) Como Deus libertou o povo de Israel da escravidão no Egipto?
2) Para onde Deus estava levando o povo de Israel?
3) O que o Tabernáculo representa?
4) O que representa a libertação do povo de Israel da escravidão do Egipto?
5) Leia Levítico 10:10 e 26:11 e responda: Qual é a lição principal do livro de Levítico?
6) Escreva quais são os Dez Mandamentos e quais são os direitos que eles nos garantem:
Angela Natel On segunda-feira, 6 de julho de 2009 At 05:29
Análise do tabernáculo:

A porta era sustentada por 4 colunas (4 Evangelhos), e tinha 4 cores. A porta é bonita! É a mensagem de salvação, a boa notícia do amor de Deus às pessoas.

O altar de sacrifícios era feito de bronze, para sacrificar um animal sem defeito para cobrir a culpa pelo pecado. Representa a cruz. Leia João 1:29 – Lugar de morte, de sangue derramado. Leia Hebreus 9:22.
Nas outras religiões as pessoas oferecem sacrifícios aos seus deuses, nós cristãos aceitamos o sacrifício que o nosso Deus fez por nós. O sangue de Jesus é suficiente para nos livrar da culpa pelos pecados cometidos no passado. Todas as acusações do passado não podem mais ser aceitas porque o sangue de Jesus Cristo nos purificou de todo o pecado. Mas, se hoje (no tempo presente) pecarmos involuntariamente (sem intenção), podemos se libertos do poder do pecado pelo sangue de Jesus (Leia 1ª João 1:9). Por causa do sangue de Jesus teremos acesso a Deus e seremos livres da presença do pecado no futuro.
O altar representa em primeiro lugar a salvação por causa do sangue. Deus te substituiu. Mas também é o lugar onde aprendemos que precisamos morrer, nossa carne precisa ser crucificada (Leia Gálatas 2:20). Aqui tem que morrer tua natureza de pecado, teus pensamentos, teus planos, teu “eu”. Se Jesus tivesse descido da cruz teria sido derrotado. Se você não morrer para a tua própria vontade serás derrotado. Não há solução para a natureza das pessoas. É necessário morrer. Deixar morrer nossa própria vontade para fazer a vontade de Deus. A única solução é a cruz. A vida como Igreja nos ajuda a nos mantermos na cruz. Nada substitui a tua identificação com a morte de Cristo (Leia Filipenses 3:10 e 11). Somos salvos pela fé. A tua vida de oração mostra se estás crucificado ou não, porque é pela oração que mortificamos a carne. Nada mais é tão importante do que estar na presença de Deus.
A pia de bronze (bacia) – Leia Êxodo 30:17 a 21 – servia para o sacerdote lavar as mãos (representa o trabalho, as obras) e os pés (a maneira de viver, a caminhada diária). A água é a Palavra de Deus (Leia João 13:10). Não somos salvos pelas obras (Efésios 2:8 e 9). Os pés representam o contacto com o mundo – você pode ser contaminado pelo mundo por causa do contacto, por isso a Palavra de Deus quer nos purificar de toda influência externa (Leia Efésios 5:26). A Palavra de Deus nos orienta, nos purifica, nos conduz pelo caminho da santidade (Leia Salmo 119:9, 11, 105). Sem passar pelo altar de sacrifícios não há como chegar até a pia de bronze, isto significa que sem morrermos com Cristo, não há como sermos edificados na Palavra de Deus. Leia João 1:14 – Sem ler a Bíblia morremos espiritualmente. Você precisa ler a Bíblia. Quer ouvir Deus falar? Leia a Bíblia! A Bíblia é a boca de Deus. (Leia Mateus 4:4).

As cinco colunas da entrada para o santo lugar (verdade) – representam os cinco ministérios terrenos de Jesus (Leia Efésios 4:11). O objectivo dos cinco ministérios é aperfeiçoar os santos, treiná-los para o serviço, para a obra no ministério. Ministério é serviço, função, trabalho, não é título! Não chamamos as pessoas pelo seu serviço (exemplo: pedreiro João, vendedor Pedro, etc).
Antes da presença de Deus há o contacto com os ministérios.
Evangelista: preocupa-se com os perdidos, sua mensagem é sempre de salvação.
Mestre: dedica-se ao ensino, busca os detalhes e explica de maneira ampla e profunda.
Profeta: sua mensagem é sempre sobre arrependimento, santidade, trata com o pecado.
Pastor: se importa pessoalmente com cada pessoa, cuida, busca relacionamentos.
Apóstolo: muda estruturas, forma líderes, sua visão é de Reino – contacto com outras comunidades, vê diferentes ministérios, tem visão ampla.
É a revelação de Jesus Cristo nos ministérios que nos leva à mesa dos pães, no lugar santo.

A mesa dos pães tinha 12 pães em dois montes de 6 cada. O número 12 nos fala da família, do povo de Deus. Jesus Cristo é o pão vivo que desceu do céu (Leia João 6:33 a 35) – nos ensina sobre satisfação. Todos buscam satisfação, mas só a encontramos em Cristo. Se você se alimenta de Jesus não precisa buscar em nenhuma outra fonte de satisfação.


O candelabro era uma única peça de 34 quilos de ouro, sem emendas, e era a única fonte de luz no lugar santo. O Espírito Santo é o nosso orientador e guia (Leia 1ª João 2:27), Ele nos ensina como realizar as nossas funções, como desempenhar o nosso ministério, Ele nos guia em toda a verdade. O azeite deveria ser colocado diariamente para manter a luz sempre acesa. Precisamos sempre estarmos envolvidos com a pessoa do Espírito Santo e sermos sempre direcionados por Ele.
As tábuas das paredes do santo lugar eram feitas de madeira de acácia e revestidas de ouro, e eram ligadas umas às outras por encaixes e 5 travessões. Assim é a Igreja, o Corpo de Cristo, um completa o outro, somos unidos pelas nossas diferenças e pelos 5 ministérios. Da mesma forma que, para que a glória de Deus viesse todas as tábuas deviam estar em pé, ligadas umas nas outras, para que a presença de Deus se manifeste, precisamos andar juntos, em unidade. Somos cobertos com a presença de Deus (ouro) para não vermos os erros, a humanidade uns dos outros. Se um cai, a glória de Deus não vem. Todos perdemos quando um cai em pecado. O santo lugar é um lugar lindo, é a luz do candelabro batendo nas paredes de ouro.
O altar de incenso representa o lugar da oração, da adoração e do louvor. O louvor, a oração e a adoração não são ouvidos por Deus, são inalados por Deus. Adoração é postura, é necessário fazer algo. Louvor é falar – incenso (Leia Apocalipse 5:8). Quanto tempo Deus merece? – Leia João 4:23 e 24 – Torne-se hoje um adorador! A adoração só alcança o seu objectivo quando Deus é tocado por ela. Exemplo: Bartimeu, o cego, que só parou quando Jesus parou (Leia Marcos 10:46 a 52). Creia que, com tua adoração, você vai parar Deus. Você não vem para receber bênção, você vem para cultuar a Deus, ofertar, adorar, ser uma bênção. Seja livre na presença de Deus. Leia Lucas 1:8 a 12. Não há carne nesse altar de incenso, a carne ficou no altar de sacrifícios. A nossa adoração é espiritual (Leia João 4:24). O fogo para acender o altar de incenso tinha que vir do altar de sacrifícios (o fogo que vinha de qualquer outro lugar era chamado ‘fogo estranho’ – Leia Levítico 10:1-3). Nada que eu faça será aceito por Deus sem antes eu ter deixado morrer a minha vontade. A nossa carne tem que morrer para podermos adorar a Deus em Espírito e em verdade.
O véu que separava o santo lugar do Santo dos santos tinha 30 centímetros de espessura e era conhecido pelos judeus como “A vida”. Foi ele que foi partido de cima a baixo por ocasião da morte de Jesus, mostrando que foi iniciativa de Deus ter a vida de Seu próprio Filho partida para nos abrir caminho para sua santa presença (Leia Hebreus 10:19 e 20).
A Arca da Aliança era uma caixa de madeira de acácia revestida de ouro e guardava as tábuas com os 10 mandamentos (Jesus, a Palavra de Deus, o Verbo vivo – Leia João 1:1 e 14), dois potes com o maná (Jesus, o pão da vida – Leia João 6:35 e 36) e a vara de Arão que tinha florecido (como símbolo da ressurreição). Leia Êxodo 25:10 a 22 – Deus nos chama para um relacionamento íntimo e pessoal com Ele, assim poderemos ver a Sua glória! Aqui no Santo dos santos não pedimos nada. O nosso prazer está em Deus. Quando encontramos Deus não há mais espaço para reclamações. Leia Salmo 42:1 e 2 – Quando a corça é perseguida por um animal, é pelo seu cheiro que pode ser encontrada. Então ela busca as águas para mergulhar e seu cheiro se perde, confundindo os seus inimigos. “Na presença de Deus o pecado, o mal, o inimigo não podem me alcançar…” – (Leia Lucas 15:11 a 32). O tempo não mais nos escraviza, não mais importa. Não importam críticas ou julgamentos. Temos um vazio que só Deus pode preencher. Nós podemos ser tocados por Ele!
Se isso não for amor, o que é, então?
Não precisamos mais ser escravos do poder, do mundo, do tempo, dos valores do mundo. É a presença do Senhor que é nosso tesouro! Não existe nada melhor!

Liberdade de Expressão


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